Eram exatamente 14h de uma sexta-feira quente e ensolarada quando o Pinto estacionou discretamente numa rua lateral, a alguns quarteirões da casa da Raquel. O pretexto oficial eram os últimos detalhes dos documentos, mas o verdadeiro motivo era o desejo insaciável que ambos sentiam. Raquel esperava-o no escritório, vestida com elegância por fora e pura luxúria por baixo. A blusa branca justa e a saia lápis preta moldavam o seu corpo. Por baixo: lingerie preta transparente — fio dental que mal cobria o sexo depilado e molhado, soutien rendado quase invisível, ligas pretas com meias finas e sapatos de salto alto e fino com sola vermelha vibrante. Assim que o Pinto entrou, ela trancou a porta e encostou-se nela. — Finalmente… Estou há horas com a cona a pingar só de pensar em ti — murmurou, excitada. Pinto aproximou-se, dominando o espaço com o seu 1,90m. — Raquel… Quem te vê no trabalho, toda séria e profissional, não imagina a puta depravada, atesoada e gulosa que tu és. Pareces uma senhora respeitável, mas eu sei que estás sempre pronta para levar piça. Imagino que o teu marido, o António, não te foda o suficiente. Se ele te comesse como deve ser, não estarias assim tão desesperada. Raquel esfregou-se contra ele, apertando a ereção. — Tens razão… O António fode bem, mas não chega. Quero mais. Quero grosso, bruto, longo. Usa-me hoje, Pinto. Quero ser a tua puta a tarde toda. Mete primeiro na minha boca, por favor… preciso sentir esse teu cheiro e sabor. Ele agarrou-a pelos cabelos e empurrou-a para baixo. Raquel ajoelhou-se, libertou a piça grossa e começou a lambê-la com devoção, olhando para cima. — Assim… chupa bem, sua vadia. Engole tudo — ordenou ele. Ela mamou com fome, babando-se, gemendo em volta da piça enquanto ele fodia a sua boca. Depois, ele virou-a contra a mesa, levantou a saia e afastou o fio dental. — Pede. Diz o que queres — exigiu. — Fode-me forte! Rasga esta cona gulosa. Quero sentir as tuas bolas a baterem em mim. Mete tudo, por favor! — implorou ela, empinando o cu. Ele penetrou-a fundo. Raquel gemeu alto, agarrada à mesa. Enquanto a estocava com força, Pinto perguntou: — É verdade que fodeste com o velho Alberto, o empresário dos têxteis de 72 anos que conhecemos? Raquel gemeu mais alto, excitada com a pergunta, rebolando as ancas. — Sim… é verdade. Fodi com ele três vezes. A primeira vez foi ele que se fez a mim. Eu não queria… resisti no início. Tínhamos acabado um jantar de negócios e ele começou a elogiar-me demais, a tocar-me discretamente. Disse que eu era irresistível. Eu disse que não, que era casada, mas ele insistiu, foi persuasivo, ofereceu-me uma quantia generosa e prometeu que ninguém saberia. Acabei por ceder no carro dele. No começo estava nervosa, mas depois… ele revelou-se um verdadeiro especialista com a língua. Lambeu-me como ninguém, devagar, profundo, brincando com o clitóris até eu gozar duas vezes só com a boca dele. A piça dele só tinha força por causa do Viagra que tomou, mas mesmo assim fodeu-me bem. Foi devagar, mas intenso, e eu acabei por gostar. Gozei mais uma vez com ele dentro de mim. Ele foi muito generoso financeiramente e elogiou-me tanto que me senti desejada. Foi por isso que voltei. Pinto acelerou as estocadas, excitadíssimo. — Conta tudo… Quero os detalhes enquanto te fodo. — Depois do carro, ele marcou um hotel de luxo. Eu vesti lingerie vermelha. Ele usou Viagra novamente e fodeu-me durante bastante tempo. Quis-me de quatro, depois de lado, e gozou dentro de mim. Pagou-me generosamente. A segunda vez foi no escritório dele. Sentei-me na mesa de pernas abertas, ele lambeu-me outra vez com aquela língua incrível até eu gritar de prazer, depois cavalguei-o na cadeira. Gozei várias vezes. A terceira vez foi no hotel novamente. Ele quis o meu cu. Usei lubrificante e deixei. Apesar da idade e do Viagra, fodeu-me bem, com vontade. Depois disso, continuei voltando porque ele me fazia sentir valorizada, pagava muito bem e aquela língua dele era viciante. — Caralho, que puta… Cedeu ao velho e ainda gostou — rosnou Pinto, fodendo-a com mais força. — Sim… no início não queria, mas acabei por adorar. Agora fode-me mais! Quero gozar na tua piça grossa! — suplicou ela. Ele levou-a ao orgasmo no escritório. Raquel tinha-se esquecido da câmara de vigilância ligada — o seu marido António assistia a tudo em tempo real, excitado. Depois foram para a piscina. Com os carros escondidos, ela ficou só de ligas e saltos. Foderam na água: na borda, dentro da piscina, de pé, de quatro. Diálogos cheios de luxúria: — Mete no meu cu também… Quero sentir-te todo! — pedia ela. — Pede como a puta que és — exigia ele. — Sou tua puta! Fode-me o cu forte, Pinto. Quero o teu leite na cara depois! Prolongaram o prazer por horas, mudando de posições, com confissões e pedidos constantes. No quarto, repetiram tudo com ainda mais intensidade. Quando o Pinto saiu, Raquel ficou à espera do marido António, o corpo marcado de prazer, pronta para lhe contar todos os detalhes enquanto fodiam. O assunto estava finalizado… e o desejo entre eles mais vivo do que nunca.
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