Era um fim de tarde quente de verão. O ar estava pesado, abafado, quase pegajoso. Toda a família vivia junta na casa grande dos pais: Raquel, a irmã C com o marido N, e os pais. N e C dormiam no quarto mesmo ao lado do de Raquel — apenas uma parede fina separava as camas. Raquel trabalhava na sala, vestindo apenas um vestido leve e curto, pouco acima dos joelhos. Sem sutiã, sem cuecas. O calor era insuportável. N, supostamente a “ver televisão” no sofá, não tirava os olhos dela. O tesão acumulado dos últimos dias, de a ouvir gemer baixinho à noite através da parede, estava a deixar-o louco. Lá fora, junto ao portão, os pais de Raquel e a irmã C conversavam animadamente com os vizinhos. As vozes e risadas chegavam claramente até à sala. N não aguentou mais. Levantou-se em silêncio, aproximou-se por trás de Raquel, colou o corpo ao dela e levantou-lhe o vestido até à cintura. O pau já estava duro, grosso e latejante, pressionado contra a carne macia da bunda dela. — Não aguento mais, Raquel… Quero foder-te agora mesmo — sussurrou rouco ao ouvido dela, mordiscando o lóbulo. Raquel sentiu um arrepio violento e a cona ficar imediatamente encharcada. — Estás louco, N? A minha irmã… os meus pais… estão todos ali no portão! — murmurou, mas a voz já traía o desejo. — Por isso mesmo. Vai ser rápido, mas vou-te foder como deve ser — respondeu ele, já baixando os calções. O pau saltou, pesado e venoso. Virou-a de costas contra a mesa, abriu-lhe as pernas com o joelho e enfiou dois dedos grossos na cona molhada, mexendo-os devagar, sentindo as paredes quentes e escorregadias apertarem-no. — Ahh… N… porra… — gemeu ela baixinho, mordendo o lábio. Ele tirou os dedos e substituiu-os pelo pau grosso, empurrando tudo de uma vez até ao fundo. — Ahhhhh… caralho… que grosso… — Raquel mordeu o próprio braço para abafar o gemido. N começou a fodê-la com estocadas profundas e ritmadas, segurando as ancas dela com força, batendo as bolas contra a cona encharcada. — Que cona gulosa… sempre tão molhada pra mim… Mesmo sabendo que a tua irmã está ali fora… — grunhiu ele, excitado. Raquel olhava pela janela, vendo a irmã C, os pais e os vizinhos a rir. — N… esta foda é igual à que dei com o António aqui… mas tu és muito melhor… fodes-me mais fundo… mais bruto… — sussurrou ela, voz rouca de prazer. N sorriu, excitado, e acelerou o ritmo, fazendo a mesa ranger levemente. — Conta-me tudo. Quero ouvir enquanto te fodo. Como foi quando fodeste o teu namorado aqui nesta mesma mesa? Raquel rebolava o cu contra ele, gemendo baixinho a cada estocada. — Foi num dia parecido… os meus pais e a C estavam exatamente ali no portão… O António levantou-me o vestido… meteu-me aqui mesmo… estocadas fortes… eu quase não conseguia ficar calada… Depois virou-me e fodeu-me o cu… bem aqui… enquanto todos estavam a conversar lá fora. N apertou as nádegas dela com força, abrindo-as, metendo ainda mais fundo. — E tu gostaste, sua puta? De levar no cu com a tua família tão perto? — Adorei… ahhh… foi tão perigoso… tão excitante… Ele encheu-me o cu de porra e eu tive de ficar quietinha depois… Mas tu… tu fodes-me melhor… — gemeu ela. N ficou ainda mais duro. Puxou o pau da cona, cuspiu no buraco apertado do cu e enfiou-o com força, centímetro a centímetro, até enterrar tudo. — Ahhhhhhh… sim! Estás a rasgar-me o cu… fode mais fundo, N! — Raquel quase não conseguiu conter a voz. Ele metia com vontade, uma mão no clitóris dela, esfregando em círculos rápidos, a outra apertando um seio por baixo do vestido, beliscando o mamilo duro. — Diz-me mais… o que ele te chamava enquanto te arrombava o cu? — Chamava-me a puta dele… dizia que a minha cona e o meu cu eram só dele… que adorava foder-me enquanto a minha família estava ali fora sem saber… Ahh… N… vou gozar… vou gozar no teu pau! O corpo de Raquel tremeu violentamente. A cona contraiu-se em espasmos e o cu apertou o pau dele como um punho. N deu mais algumas estocadas brutais e explodiu fundo dentro do cu dela, enchendo-a com jatos grossos e quentes de esporra. Ficou lá dentro, pulsando, até esvaziar-se completamente. Desta vez não deixou escorrer. Quando puxou o pau devagar, o cu dela fechou-se, segurando tudo lá dentro. Ficaram ofegantes. N ainda estava duro, o pau brilhando com os fluidos dela. — Ainda estou com tesão… — murmurou ele, passando a mão pela bunda dela. — Anda comigo à garagem. Diz que vais ajudar-me a aspirar o carro. Raquel, com as pernas a tremer e o cu cheio de porra, arranjou o vestido e assentiu, excitada com a nova loucura. Momentos depois, os dois saíram para a garagem. N fechou a porta atrás deles. O carro estava ao fundo, meio escondido. — De joelhos. Agora — ordenou ele, voz baixa e autoritária. Raquel obedeceu, ajoelhando-se no chão da garagem. N baixou os calções outra vez e o pau grosso saltou, ainda semi-duro e sujo dos sucos dela. — Chupa. Quero sentir essa boca safada a limpar o meu pau. Ela segurou-o com as duas mãos, olhando para cima com olhos cheios de desejo, e lambeu devagar toda a extensão, saboreando o gosto da própria cona e do cu misturado com a esporra dele. — Mmm… tem o nosso sabor… — murmurou ela antes de enfiar metade na boca, chupando com vontade. N agarrou-lhe o cabelo com uma mão e começou a foder-lhe a boca devagar, empurrando mais fundo a cada vez. — Isso… engole mais… boa menina. Chupa o pau do marido da tua irmã como a puta que és. Imagina se a C entrasse agora e te visse assim… de boca cheia do meu pau. Raquel gemeu com o pau na boca, vibrando em torno dele, e esforçou-se para engolir ainda mais, babando-se toda, lágrimas de esforço nos cantos dos olhos. — Quero que me mamies até ao fim — continuou N, voz rouca. — Quero gozar outra vez nesta boca gulosa. Depois voltamos para dentro como se nada tivesse acontecido… enquanto a minha porra ainda está quente no teu cu. Ele acelerou, fodendo a boca dela com mais força, batendo no fundo da garganta. Raquel segurava as coxas dele, deixando-se usar, gemendo e babando sem parar. — Caralho… que boca boa… vou encher-te… toma… N grunhiu baixo e gozou pela segunda vez, jorrando esporra quente diretamente na garganta dela. Raquel engoliu tudo o que conseguiu, tossindo um pouco, com fios brancos escorrendo pelos cantos da boca. Ele puxou o pau devagar, esfregando a cabeça nos lábios dela. — Limpa bem… isso. Boa rapariga. Raquel levantou-se, pernas fracas, o cu ainda cheio da primeira carga e a boca com o sabor da segunda. Arrastou o aspirador para o carro como se nada tivesse acontecido. Lá fora, as vozes da família continuavam inocentes junto ao portão
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