O marido não dá conta sozinho. Cap. 13: A Madrasta entra no jogo

A calmaria temporária na cidade foi interrompida na tarde de quarta-feira com um telefonema tenso do meu pai. Diniz e Teresa, sua companheira de 62 anos com quem ele vivia um ciclo interminável de idas e vindas, haviam tido mais uma briga violenta. Meu pai, orgulhoso demais para ceder, me pediu para ir até a casa dela e conversar, tentando acalmar os ânimos. O que nenhum deles imaginava era que a introdução de Teresa adicionaria uma nova camada de pólvora à nossa engrenagem familiar.

Quando cheguei ao endereço, Teresa me recebeu vestindo roupas simples de casa. Ela era uma mulher de 62 anos que exibia com total segurança as marcas do tempo e de sua compleição física: uma estrutura robusta, braços cheios e uma barriga visivelmente gordinha e redonda, que se destacava sob o tecido leve da blusa. Ela tinha um olhar experiente de quem já havia passado por muitas tempestades naquela relação conturbada com o meu pai.
Sentamos na cozinha para conversar, e o desabafo dela rapidamente tomou um rumo carregado de ressentimento e revelações sobre o comportamento de Diniz.

— O seu pai é um egoísta, João. Ele acha que porque comanda as obras e é o homem forte, pode me tratar como se eu fosse um objeto qualquer. Ele some, esconde o telefone e eu sei que ele está aprontando pelas minhas costas — ela desabafou, com a voz trêmula de raiva, enquanto batia com força a xícara de café sobre a mesa.

— Eu entendo o seu lado, Teresa. Meu pai tem esse jeito rústico e dominador que às vezes passa dos limites. Mas você tem certeza do que está dizendo? — perguntei, aproximando a minha cadeira e mantendo o tom calmo, embora o meu coração estivesse acelerado diante daquela situação.

— Tenho certeza absoluta! Eu cansei de chorar por ele, João. Eu quero que ele sinta o mesmo peso na pele, quero que ele saiba o que é ser deixado de lado. Eu preciso de uma revanche para esfregar na cara daquele velho orgulhoso — ela disparou, o peito farto subindo e descendo com força, enquanto olhava fixamente para mim.

— Se é de uma revanche que você precisa para dar uma lição no gênio do meu pai, eu posso te ajudar com isso. Nós dois podemos criar um segredo que vai deixar o velho Diniz completamente desarmado — sugeri, quebrando a distância e olhando diretamente para a silhueta marcante daquela barriga redonda que se destacava sob a blusa.

Teresa congelou por um segundo, os olhos arregalados diante do duplo sentido da minha proposta. O ar na cozinha ficou pesado, tomado por uma hesitação profunda. Ela engoliu em seco, olhando para as minhas mãos e depois para o meu rosto, demonstrando um nítido receio misturado com a tentação do proibido.

— João… o que você está dizendo? Você é o filho dele… isso seria uma loucura, um pecado imperdoável. O que deu na sua cabeça para falar algo assim comigo? — ela sussurrou, a voz falhando, recuando o tronco de leve na cadeira.

— Não é loucura, Teresa. É apenas justiça. O meu pai faz o que quer e acha que ninguém tem coragem de desafiar o império dele. Deixa o Diniz com o orgulho dele enquanto a gente resolve as coisas aqui entre nós — insisti, segurando a mão dela com firmeza, sentindo a pele madura e quente tremer sob os meus dedos.

— Mas e se ele desconfiar? E se alguém descobrir? Eu tenho medo do que o seu pai é capaz de fazer se pegar a gente no flagrante — ela confessou, os olhos verdes cheios de dúvida, embora não fizesse nenhum movimento para afastar a mão da minha.

— Ele não vai descobrir nada. O velho é lerdo e está cego pelo próprio ego. Confia em mim, eu sei exatamente como gerenciar esse jogo na surdina — afirmei com total segurança, assumindo o controle que a fez quebrar a última barreira de resistência.

Teresa soltou um suspiro longo, entregando-se àquela atmosfera de desejo e cumplicidade. Ela levantou-se devagar da cadeira, rebolando o quadril robusto, e me guiou pelo corredor escuro até o quarto principal. No segundo em que passamos a chave na fechadura, o clima de hesitação ruiu por completo. Teresa retirou a blusa leve e a saia, revelando a anatomia generosa e marcante dos seus 62 anos: as coxas cheias, o busto farto e aquela barriga visivelmente gordinha e redonda que me fascinava.

Deitei-a na cama de casal e subi por cima dela. Iniciamos um jogo de aproximação envolvente. Aproximei meus lábios dos dela em um beijo que começou lento e cuidadoso, mas que logo se tornou ardente, quebrando os últimos receios daquela quebra de tabu. Minhas mãos, jovens e firmes, traçavam caminhos pela pele madura de Teresa, acariciando seus seios fartos e descendo de forma possessiva até sua barriga redonda, sentindo o contraste nítido entre o vigor da minha juventude e a compleição cheia daquela mulher madura.

O clima esquentou rapidamente, nos envolvendo em uma transa intensa onde o desejo de revanche dela encontrava o meu fetiche. O quarto foi tomado pelas nossas vozes trocando provocações intensas e ousadas na penumbra dos lençóis:

— Você tem certeza que aguenta o ritmo, Teresa? — perguntei, acariciando os seus seios fartos.

— Eu quero ver até onde vai a sua audácia, João… entra logo com tudo — ela desafiou, arfando.

— O meu pai nunca te tratou com essa atenção, não é? Olha o seu corpo todo trêmulo na minha frente — provoquei, descendo os beijos pelo seu pescoço.

— O seu pai é um ignorante… ele só pensa nele… vai, continua — ela confessou, fechando os olhos.

— Essa sua barriga gordinha e redonda é uma delícia, Teresa. Eu estou louco por ela — afirmei, apertando a carne macia da sua cintura.

— Você é louco, João… olhar para uma velha assim com tanto desejo — ela murmurou, com as bochechas coradas.

— Eu adoro esse seu corpo maduro. Ele é perfeito para me deixar rígido — declarei, abrindo as suas coxas cheias.

— Então me toma logo de uma vez… entra com tudo — ela implorou, quebrando o resto de resistência.

— Olha a diferença da minha pele jovem contra a sua pele madura… isso aumenta o meu tesão — sussurrei, preparando o momento.

— É maravilhoso… você me preenche inteira, me deixa sem ar — ela urrou baixinho.

O meu mastro volumoso estava completamente exposto, rígido e pulsante diante dela. Sem mais demoras, desferi um impulso certeiro e rompi qualquer barreira, invadindo completamente a gruta dela. Vi o momento exato em que o meu membro penetrou profundamente na vulva úmida e quente de Teresa, estufando a intimidade da minha madrasta a cada estocada pesada. Um som sôfrego e agudo de puro preenchimento quebrou o silêncio do quarto.

— O dote do meu pai pode ser maior, mas sou eu quem está afundando o mastro na sua xana hoje — instiguei, acelerando o ritmo rústico.

— O tamanho dele não importa hoje… o seu pau grosso me esfolará por dentro e me deixa louca — ela admitiu, rebolando o quadril com fúria contra mim.

— Você gosta de sentir a minha rola jovem rasgando as suas entranhas na cama do meu pai? — perguntei, desferindo golpes firmes.

— Adoro… a sua piroca entra muito fundo, me preenche onde ele nem alcança mais — ela confessou, cravando as unhas nas minhas costas.

— Grite bem alto para o quarto inteiro ouvir quem está te pegando de verdade agora — comandei, mudando a posição.

— É você, João… o seu cacetão está me quebrando inteira hoje — ela exclamou, entregando-se ao prazer.

Coloquei-a de lado, mantendo as estocadas ritmadas e profundas, e depois a posicionei de quatro sobre o colchão. Dei dois tapas fortes e estalados naquele grande traseiro maduro que balançava com o impacto do nosso ritmo selvagem. O contraste entre o meu corpo firme e as curvas robustas de Teresa tornava a cena de uma crueza magnética.

— O velho Diniz vai deitar aqui mais tarde e nem vai imaginar a surra de prazer que você levou — provoquei, rindo com malícia.

— Deixa ele para lá… soca com tudo dentro de mim agora, não para — ela pediu, com os olhos verdes revirando.

— Sente a pressão do meu penis limpando o fundo da sua intimidade — disparei, intensificando a virilidade.

— Sinto… me arromba mais forte, entra até o limite do meu útero — ela implorou, o corpo inteiro suado.

— Você é a coroa mais gostosa e safada que eu já tive nas mãos — elogiei, puxando os cabelos dela de leve para trás.

— Sou sua putinha de revanche hoje… me esvazia toda nesses lençóis — ela berrou, perdendo completamente o filtro.

— Aguenta o tranco então, porque a minha porra vai vir farta agora — avisei, sentindo o ápice se aproximar.

— Vai… me enche com o seu leite… despeja toda a sua carga no meu fundo! — ela gritou, explodindo no orgasmo.

Em perfeita sincronia com o desabafo dela, eu também cheguei ao meu limite. Firmei o corpo contra o quadril largo de Teresa e descarregou toda a minha carga de leite nas entranhas da minha madrasta, permanecendo imóvel por alguns segundos enquanto o ápice nos consumia no centro daquela cama.

— Meu Deus, João… você me destruiu por completo… que delícia — ela sussurrou exausta, desabando no colchão.

— A sua revanche está completa aqui dentro, Teresa. O meu pai perdeu o controle sobre você sem fazer ideia — afirmei, deitando ao lado dela.

— Eu vou ser a sua aliada secreta para sempre… o Diniz nunca vai descobrir — ela garantiu, respirando pesado.

— É assim que eu quero. Nós vamos ajudar você a dar o troco nele seguindo o nosso jogo — determinei, limpando o suor da sua testa.

— Eu sigo… o seu desejo é a minha lei nesta casa agora — ela finalizou, entregando-se por completo à cumplicidade.

Ficamos deitados ali na penumbra, suados e ofegantes, saboreando a vitória daquele novo pacto. A nossa engrenagem familiar estava completamente reconfigurada, e o velho Diniz agora estava cercado pela nossa aliança secreta.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
O marido não dá conta sozinho. Cap. 13: A Madrasta entra no jogo

Codigo do conto:
267559

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
18/07/2026

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