Dias depois, criamos o pretexto perfeito. Fui até a casa do meu pai levar umas cuecas que ele havia esquecido no meu apartamento, enquanto Tainá aguardava no carro conforme combinamos. A ideia era convidar o meu pai a levar a minha esposa ao shopping, já que eu não gosto de ir muito e ele tem colegas numas lojas que conseguem até descontos. Ao entrar na casa sem fazer barulho, percebi que ele e Teresa estavam no quarto principal, no meio de uma foda violenta. Fiquei oculto no corredor, observando pelas frestas os detalhes da transa e os diálogos pesados deles até o desfecho.
— Toma essa porra na sua racha, Teresa, para você parar de encher o meu saco — meu pai rosnou, o peito largo subindo de forma pesada.
— Vai, Diniz… me rasga com esse cacetão grosso que só você tem — ela confessou, com a voz abafada.
— Depois de tantos anos te fudendo, essa sua buceta larga já aceita qualquer coisa — ele provocou, aplicando estocadas fundas.
— Entra com tudo então, me enche até a boca do estômago — ela implorou, entregando-se por completo.
Assisti a tudo até o momento em que meu pai ejaculou dentro da buceta larga e laceada dela. Esperei eles terminarem sem notarem que vi a foda deles. Bati na porta da frente simulando que tinha acabado de chegar e convidei meu pai para levar minha mulher ao shopping. Ele aceitou na hora e foram de carro, mas eu fiquei com a madrasta com o pretexto de que não gostava de shopping. Ali, uma vertente nova de corno em mim que eu nem conhecia surgiu. Ela ainda estava na cama, e fui direto na buceta dela, limpando com a língua toda a porra que meu pai havia acabado de depositar. Teresa adorou a minha audácia e arrancou minha boca, pondo-se a me chupar e lambendo as minhas duas bolas com maestria. Do nada, ela desceu para o meu ânus e lambeu com gosto, acabando com qualquer vestígio de timidez entre nós. Fiquei doido com a ideia: será que ela não queria rola no cu? O meu pai tem o pau grande e nunca enrabou ela. Enfiei a minha língua no cu dela até ficar dormente por longos minutos, enfiei três dedos e percebi que ela aceitou tomar no rabo com euforia, pois fazia muitos anos que não levava no rabo.
— Você quer a minha piroca no seu rabo, Teresa? Fala para mim — perguntei, massageando a entrada dela.
— Eu quero, João… o seu pai nunca teve coragem de me enrabar desse jeito — ela confessou, arfando.
— Então aguenta o tranco, porque vou socar esse mastro jovem até o fundo do seu rabo — avisei, posicionando o meu corpo.
— Vai… me rasga inteira… bota tudo no meu rabo — ela implorou, cravando as unhas no lençol.
— Olha a sua situação, a mulher do meu pai tomando no cu do próprio enteado — provoquei, iniciando o movimento bruto.
— É maravilhoso, João… o seu pau entra rasgando tudo aqui atrás — ela urrou baixinho.
— Vou encher esse seu rabo de porra hoje, para o Diniz deitar aqui mais tarde e nem desconfiar — instiguei.
— Soca com força… me arromba por trás do jeito que eu sempre quis — ela clamou, rebolando contra mim.
— Essa sua bunda madura está sendo totalmente dominada por mim agora — afirmei, desferindo golpes rústicos.
— Sou a sua coroa safada… vai, me esporra toda aqui dentro — ela pediu, com os olhos se revirando.
— Sente o meu pênis jovem rasgando as suas entranhas — disparei, acelerando o ritmo até o limite.
— Entra com tudo… joga toda a sua porra quente no meu rabo! — ela gritou, explodindo no ápice.
Botei com gosto até o fim e enchi o rabo dela de porra, completando a foda na cama do meu pai. Ao mesmo tempo, o meu pai ia beijando a minha mulher no carro até o shopping. Eles entraram de mãos dadas, no estilo de um cortejo tradicional, de braço dado. As outras pessoas que os viam juntos no shopping pensavam que era pai e filha, mas jamais imaginariam que era sogro e nora, e que ele ali mesmo iria alargar as entranhas dela para deixar igual à buceta da Teresa. Foram numa loja de biquínis, onde ela provou vários modelos e mostrava para ele de forma provocante. Em dado momento, meu pai não resistiu. Num provador ao fundo, cheio de espelhos por todos os lados parecendo um motel, ele a pegou de jeito, cochichando para não chamar a atenção de ninguém.
— Você está me deixando louco com esse biquíni cortininha, Tainá — meu pai sussurrou, prensando-a contra o espelho.
— É para o senhor mesmo, sogrão. Me pega aqui dentro e me arromba com esse pausão — ela provocou bem baixo.
— O meu filho é um frouxo por deixar a mulher dele pelada na minha frente — ele instigou, levantando as pernas dela.
— Ele é mesmo… eu quero o seu cacetão volumoso alargando a minha racha agora — ela confessou, abrindo as pernas.
— Vou enfiar essa rola grossa até o fundo da sua gruta, sua nora vagabunda — meu pai rosnou, iniciando o impacto.
— Vai… me esfolará por dentro… deixa a minha bucetinha larga igual à da Teresa — ela implorou, vendo o reflexo deles.
— Aguenta o ritmo então, porque no provador o serviço é bruto e rápido — ele decretou, desferindo estocadas profundas.
— Soco com tudo… me quebra no meio… faz o barulho sumir no espelho — ela clamou, arfando alto.
— O João deve estar em casa se remoendo enquanto eu enterro o meu mastro em você — Diniz provocou.
— Esquece o meu marido… o meu dono no shopping é você, me rasga mais — ela pediu, os olhos verdes dilatados.
— Sente o tamanho do cacetão que vai te esvaziar inteira agora — meu pai rosnou, puxando os cabelos dela.
— Vai… me enche… joga toda a sua porra quente no fundo da minha racha! — ela gritou contida, no ápice do prazer.
Meu pai gozou dentro dela com tanta força que a porra vazou no biquíni novo que eles nem tinham pago ainda. A foda foi consumada ali mesmo na cabine espelhada. Mais tarde, ela trouxe a peça para casa e me deu para cheirar a porra do meu pai impregnada no tecido, alimentando o nosso fetiche. A história continuava com os meus segredos ainda guardados de ambos os lados, mas que no futuro eu revelaria para fechar por completo a nossa engrenagem familiar.




