Minha esposa, Tainá, os recebeu usando um short jeans desfiado extremamente curto e justo, que desenhava o contorno redondo de sua bunda arrebitada, e uma regata preta sem sutiã, destacando a brancura de sua pele alva e a firmeza de seus seios fartos. A tensão entre o meu pai e ela ainda ecoava por causa do episódio no provador do shopping. Sentamos todos na sala, e o jogo de olhares e indiretas começou a ferver na mesa de centro.
— O apartamento está com um clima diferente hoje, João. Parece que as coisas aqui andam muito movimentadas — Teresa comentou, ajeitando a saia sobre as coxas cheias.
— Nós apenas estamos aproveitando a rotina, Teresa. O meu pai sabe muito bem como a nossa casa pode ser dinâmica — respondi com falsa modéstia.
— O João é muito calmo, Teresa. Ele deixa as coisas acontecerem sem pressa, bem diferente do meu jeito rústico — meu pai cortou, com a voz grossa e tensa.
— O Diniz sempre acha que a força bruta resolve tudo. Ele não entende que uma mulher precisa de atenção e de controle nos detalhes — Tainá disparou,
provocando o sogro.
— Uma mulher precisa é de um homem de verdade que saiba impor respeito no território, isso sim — meu pai rebateu, travando o maxilar.
— Pois eu acho que o respeito se ganha mostrando vigor na hora certa, não é, Diniz? — Teresa alfinetou o marido, deixando a barriga redonda bem marcada.
— Vocês duas decidiram se unir para me testar logo cedo, é isso? — o velho rosnou, o pomo de adão subindo e descendo.
— Imagina, pai. Nós só estamos elogiando a sua capacidade de resolver os problemas — brinquei com cinismo.
— O seu pai realmente entende de resolver problemas, João. Ele vai direto ao ponto quando quer — Tainá provocou, olhando fixamente para o decote de Diniz.
A conversa foi interrompida pelo som ríspido da campainha. Para a surpresa de todos, o primo Marcos apareceu na porta. Alto, forte e imponente, ele entrou no ambiente com a sua presença de predador, quebrando qualquer vestígio de normalidade. Eu sabia exatamente o que ele queria desde a viagem à chácara, e o meu pai ainda nutria uma rivalidade pesada contra ele por causa do controle sobre Tainá. Percebendo a disputa territorial que começava a se desenhar entre os dois homens mais velhos, decidi agir de forma estratégica para coordenar o teatro.
— Que surpresa, Marcos. Estávamos justamente conversando sobre o vigor da nossa família. Por que você, o meu pai e a Tainá não dão uma volta de carro para conferir o andamento de uma obra perto do centro? — sugeri, entregando o controle e humilhando a minha própria posição de marido.
— É uma excelente ideia, João. O seu pai e eu temos muitos assuntos de força para alinhar, e a Tainá pode nos acompanhar para garantir que tudo corra bem
— Marcos aceitou na hora, com um sorriso cínico, fixando os olhos predadores no biquíni que marcava sob a regata dela.
— Eu acho ótimo. O João prefere ficar em casa cuidando das tarefas leves, ele é muito frouxo para esse tipo de saída rústica — Tainá provocou em voz alta, humilhando-me diante do primo e do sogro.
— Vamos então, Marcos. Eu e você vamos mostrar para essa menina como os homens mais velhos resolvem as coisas na prática — Diniz decretou, engolindo o orgulho e fazendo uma trégua temporária com o primo para assumirem juntos o controle sobre a novinha.
— Vocês vão demorar muito lá fora? O almoço já está quase pronto — Teresa perguntou, olhando para o marido.
— Não se preocupe com o tempo, Teresa. O serviço com a Tainá na estrada exige dedicação — Marcos respondeu com duplo sentido.
— O Marcos sabe como conduzir o ritmo, sogra. Deixa que eles cuidam de tudo — Tainá despediu-se, ajeitando o short jeans curto.
— Divirtam-se. Eu vou ficar aqui conversando com a Teresa — finalizei, fechando a porta atrás deles.
Os três saíram do apartamento. Eu sabia perfeitamente o que aquela aliança entre meu pai e o primo significava: longe dos meus olhos, eles levariam Tainá para um local isolado e despejariam toda a virilidade combinada sobre o corpo dela, em uma dupla dominação que arrebentaria qualquer barreira de controle. No segundo em que o motor do carro ecoou na rua, voltei-me inteiramente para Teresa, que continuava sentada no sofá cinza.
A minha madrasta me olhava com uma mistura de dúvida e desejo proibido, processando a audácia da situação que eu havia criado. Aproximei-me dela com passos firmes, quebrando qualquer vestígio de timidez que restasse entre o enteado e a coroa de 62 anos.
— Eles foram resolver o serviço bruto lá fora, Teresa. E nós vamos continuar o nosso pacto de revanche aqui dentro — afirmei, segurando as mãos cheias dela.
— Você é completamente louco, João… armar tudo isso para afastar o seu pai e ficar sozinho comigo na cama dele — ela sussurrou, a respiração cortada.
— Eu sou o diretor desse jogo, Teresa. Quero que você esqueça o Diniz e se entregue completamente aos meus comandos nesta tarde — ordenei, puxando-a
pelo corredor até o quarto principal.
Conduzi a mulher do meu pai para a cama de casal, iniciando uma sequência envolvente de carícias e preliminares. Minhas mãos traçavam caminhos pela pele madura e perfumada dela, apertando os seios grandes e massageando com firmeza aquela barriga gordinha e redonda que aumentava o meu tesão. Teresa
correspondia com uma submissão voluntária, maravilhada com o contraste entre a minha juventude e a estrutura robusta do seu corpo de 62 anos.
No auge do encontro, o telefone dela começou a tocar sobre o criado-mudo. Era uma amiga do interior ligando para conversar sobre trivialidades. Em vez de desligar, ordenei com o olhar que ela atendesse, elevando o nível do fetiche e do risco psicológico. Teresa atendeu com a voz trêmula, tentando disfarçar a respiração arfante enquanto eu a dominava por completo na penumbra dos lençóis, explorando a sua silhueta de frente, de lado e de quatro, impondo um ritmo
firme que fazia a estrutura da cama tremer em um silêncio absoluto.
Abaixo, a sequência de diálogos que travamos no calor daquele quarto, alternando com as visões mentais do que ocorria na estrada:
— Você realmente gosta desse meu corpo maduro, João? — ela perguntou ao telefone, tentando disfarçar o tom de voz.
— Eu adoro cada centímetro dessa sua barriga gordinha e redonda, Teresa — respondi, mantendo o controle das estocadas.
— O seu pai nunca imaginou que o próprio filho estaria no lugar dele hoje — ela murmurou, arfando.
— O Diniz está cego pelo próprio ego na estrada. O seu dono agora sou eu — afirmei, apertando as coxas cheias dela.
— Fala mais baixo… a minha amiga vai perceber o meu nervosismo aqui — ela pediu, com os bochechas coradas.
— Deixa ela ouvir o quanto você está sendo submissa aos meus comandos — ordenei, dando um tapa no traseiro dela.
— Você me deixa sem forças com esse seu jeito calculista, João — ela confessou, fechando os olhos.
— É assim que tem que ser. Sente o contraste da minha pele jovem contra a sua — provoquei, acelerando o compasso.
— É maravilhoso… você entra muito mais profundo do que ele — ela admitiu em um sussurro sôfrego.
— O meu mastro está limpando o território do meu pai nesta tarde, Teresa — instiguei, segurando o quadril dela.
— Continua… não para por nada… me deixa em carne viva se precisar — ela implorou, quebrando a timidez.
— Você é a coroa mais safada e gostosa que eu já tive nas mãos — elogiei, puxando os cabelos dela.
— Sou a sua putinha de revanche hoje… me esvazia toda nesses lençóis — ela berrou de forma contida.
— Aguenta a pressão então, porque vou despejar toda a minha energia aqui dentro — avisei, sentindo o ápice.
— Vai… joga toda a sua porra quente no fundo da minha racha! — ela gritou, explodindo no orgasmo.
Enquanto eu descarregava a minha carga no fundo da intimidade de Teresa, minha mente viajava até a rodovia deserta. Lá, sob os espelhos retrovisores e a
fumaça dos caminhões, meu pai Diniz e o primo Marcos impunham uma dominação implacável sobre Tainá, revezando-se com a virilidade bruta de peão para
alargar as entranhas da novinha, deixando-a inteiramente preenchida enquanto o veículo balançava.
— Olha o que o seu sogro e o seu primo fazem com você, Tainá — Marcos rosnou na estrada, o ritmo avassalador.
— Eu adoro, Marcos… me quebra no meio junto com o Diniz — ela urrou alto no banco traseiro.
— O frouxo do seu marido está em casa achando que você foi ver uma obra — meu pai provocou, aplicando golpes pesados.
— O João é um bobo… o cacetão de vocês dois é o meu dono hoje — ela confessou, com os olhos revirando.
— Sente a força de dois machos de verdade estufando a sua gruta — o primo decretou, segurando-a firme.
— Vai… me rasguem toda… joguem toda a porra quente no fundo da minha racha! — ela clamou, atingindo o ápice duplo.
Diniz e Marcos descarregaram toda a farta energia combinada no fundo da intimidade de Tainá, selando a foda na estrada com um rugido que abafou o barulho do motor. A tarde avançou com os dois cenários de luxúria funcionando em perfeita sincronia. Quando o ápice de ambos os lados se consolidou, o silêncio voltou aos cômodos. A engrenagem familiar havia cruzado mais uma linha de perigo público, e o império do meu pai agora estava definitivamente cercado pela nossa orquestração paralela.




