Na casa de Teresa, a atmosfera do quarto principal era de uma cumplicidade ardente. Sentados na cama de casal que pertencia ao meu pai, iniciamos o nosso segundo encontro. Eu observava o contorno daquela barriga gordinha e redonda sob a luz fraca do abajur, iniciando uma sequência envolvente de preliminares e carícias profundas. Minhas mãos firmes traçavam caminhos pela pele madura e perfumada dela, massageando seu ventre macio e subindo até os seios grandes, apertando-os para quebrar os seus últimos receios.
— Você realmente tem coragem, João. Deitar na cama do seu pai para me dar a atenção que ele me nega… isso é um desafio direto ao Diniz — Teresa sussurrou, a voz saindo densa, enquanto acariciava o meu peito.
— Eu não tenho medo do gênio dele, Teresa. O meu pai acha que controla esta família, mas esta noite sou eu quem comando este quarto — respondi, puxando-a para um beijo ardente na boca.
— O seu pai é um homem difícil, João. Ele me trata com uma bruteza que me esgota, mas o seu jeito calmo me envolve de uma forma irresistível — ela confessou, com os bochechas coradas.
— Eu sei exatamente como cuidar de você, Teresa. Deixa o velho pensar que manda em tudo enquanto a gente se conhece melhor aqui na cama dele — afirmei, abrindo as suas coxas cheias.
— Você é muito mais ousado do que eu imaginava, João. Gosta desse meu corpo maduro de verdade? — ela indagou, arfando de leve ao sentir minhas mãos nas suas pernas.
— Eu adoro cada curva sua, Teresa. Essa sua barriga redonda e generosa me deixa completamente rígido — declarei, exibindo o meu membro pulsante.
— Então me toma logo de uma vez… me usa para dar o troco na negligência daquele velho — ela implorou, quebrando a última barreira de hesitação.
O meu mastro, embora menor que o do meu pai, estava completamente exposto e pronto. Com um impulso firme, invadi a gruta de Teresa, penetrando profundamente na vulva úmida e quente da minha madrasta, estufando a intimidade dela a cada estocada ritmada. Ela soltou um urro agudo, agarrando os lençóis com fúria.
— Sente a diferença do meu corpo jovem contra o do meu pai, Teresa? — perguntei, mantendo o controle das estocadas fundas.
— Sinto, João… a sua rola entra gostoso demais, me preenche de um jeito que ele nem tenta mais — ela urrou baixinho.
— Você é a minha coroa safada hoje, rebola esse quadril largo contra mim — ordenei, dando um tapa forte no traseiro dela.
— Eu sou sua… soca com tudo na minha racha… bota a sua força aqui dentro — ela clamou, entregando-se ao prazer.
Enquanto eu a dominava de frente e de lado no colchão dela, a minha mente viajava até o meu apartamento, imaginando detalhadamente a cópula e o diálogo que Tainá e Diniz travavam na nossa sala de estar no mesmo instante.
Na sala do apartamento, meu pai andava de um lado para o outro, com o peito largo e peludo bufando de frustração, desabafando com a nora sobre o casamento fracassado com Teresa, sem imaginar que a sua própria mulher estava nos meus braços. Tainá usava o vestido curto sem sutiã, deixando o contorno dos seios fartos evidentes para atiçar o velho peão.
— A Teresa é impossível de lidar, Tainá. Ela fica me cobrando, desconfiando de tudo, como se eu fosse um menino. Eu sou um homem de obra, preciso de liberdade — o velho rosnou, travando o maxilar diante dela.
— O senhor tem toda razão, sogrão. Uma mulher da idade dela não sabe como acompanhar o vigor e a força de um homem como o senhor — Tainá provocou, diminuindo a distância.
— Ela desconfia que eu ando aprontando na rua… e a verdade é que eu tenho os meus escapes mesmo. Eu não consigo me prender a uma velha rabugenta quando tem tanta carne nova por aí — ele confessou com brutalidade.
— O senhor merece o melhor, Diniz. Se a sua mulher não te dá o valor que o seu dote exige, o senhor sabe onde encontrar o preenchimento — ela instigou, desafiando o autocontrole do velho.
— Você é muito audaciosa, menina… fica me atiçando enquanto o frouxo do meu filho está lá tentando consertar o meu casamento — Diniz disse, segurando os quadris de Tainá com suas mãos calejadas.
— O João é um frouxo mesmo, sogrinho. Ele não tem a sua pegada de macho alfa. Me pega na marra como você queria fazer — ela desafiou.
— Você está pedindo para levar um castigo que nunca mais vai esquecer nesta sala, Tainá — meu pai rosnou, os olhos injetados de luxúria.
— Então me castiga logo. Arranca essa roupa e bota esse pirocão enorme em mim — ela implorou, entregando-se à submissão.
Diniz não hesitou. Ele rasgou o vestido leve dela com uma pegada possessiva, deitando a minha esposa de costas no sofá cinza e abrindo bem as suas pernas grossas, expondo a brancura daquela racha novinha. O mastro volumoso e grosso do meu pai saltou para fora da roupa, estufado e pronto para a destruição consensual. Com uma estocada bruta e profunda, ele venceu a resistência e penetrou nas entranhas de Tainá, fazendo o corpo alvo dela se chocar contra o estofado.
— Olha a sua situação, Tainá… de quatro na sala do meu filho, apanhando do meu pau grande — meu pai rosnou, o ritmo já avassalador.
— Eu adoro, Diniz… me rasga inteira com essa sua bruteza de peão — ela urrou alto, cravando as unhas no tecido.
— O meu filho corno não tem um cacetão desses para enfiar nessa sua racha safada — ele provocou, aplicando golpes pesados.
— Ele não tem, o seu é enorme… me esfola por dentro, me preenche até a boca do estômago — ela confessou, com os olhos revirando.
— Você é a nora mais vagabunda que um homem poderia ter, viciada na rola do sogro — ele decretou, puxando os cabelos pretos dela por trás.
— Sou sua putinha, Diniz… bota toda a sua força em mim… me quebra no meio — ela clamou, rebolando o quadril largo com fúria contra ele.
De volta ao quarto de Teresa, a nossa transa também alcançava o ápice do fetiche e da revanche planejada. Posicionei a minha madrasta de quatro na cama, segurando firmemente os quadris robustos dela enquanto meu pênis trabalhava de forma profunda na sua racha úmida.
— Conta para mim, Teresa… o meu pai te segura com essa firmeza quando te usa? — perguntei, intensificando as estocadas.
— Não, João… ele é egoísta… você entra muito mais fundo, me deixa em carne viva — ela gemeu sôfrega.
— Você é a minha coroa safada a partir de hoje, aceita as minhas regras e o meu leite — ordenei, sentindo o ápice chegar.
— Eu aceito tudo, meu amor… me esporra toda… joga toda a sua porra quente no meu útero! — ela gritou, desabando em um orgasmo violento.
Descarreguei toda a minha carga de leite nas entranhas de Teresa em um rosnado grosso e exausto. Ao mesmo tempo, no apartamento da cidade, meu pai desferiu três golpes avassaladores e descarregou toda a sua farta carga de porra no fundo da intimidade de Tainá, selando a luxúria deles com um rugido que tremeu na sala.
Ficamos abraçados na penumbra do quarto de Teresa até o amanhecer, enquanto Tainá recolhia os vestígios da força do meu pai na nossa cama. Os dois lados da engrenagem funcionaram em perfeita sincronia, e o império do velho Diniz agora estava completamente cercado pelo nosso fetiche paralelo.




