Valquíria era minha vizinha e, depois que saímos a primeira vez, conversávamos todos os dias. Eu gostava de conversar com ela, pois ela falava bastante besteira e eu adorava. Dizia que tinha adorado meu pau e que na próxima vez ia acabar comigo na cama. O dia todo ficava me provocando: mandava foto provocante, vídeo se masturbando e falava as fantasias que queria realizar comigo. Era o dia todo nessa provocação gostosa. Falei para ela que na próxima vez a pegada ia ser mais forte, pegada de macho mesmo, que mete gostoso. — Quero ver, Carlos, se é tudo isso mesmo. Você vai ver! — falei, já imaginando como iria ser, risos. Até que um dia minha esposa me falou que na sexta-feira iria para Araraquara a trabalho e só voltaria à noite. Comecei a colocar meus planos em ação. Falei com a Valquíria e ela ficou toda empolgada. Disse que ela poderia vir de biquíni por baixo para a gente pegar uma piscina. — Sério, Carlos, que podemos ficar na piscina? — Sim, sério. Por quê? — E não tem perigo da sua esposa chegar e nos pegar no flagra? — Perigo nenhum. Pode confiar! Tudo certo e programado. Na sexta-feira, às 6:00 da manhã, deixei a esposa no trabalho e segui para outra cidade para atender meus clientes. Fiz todo o meu roteiro até as 12:00 e, enquanto atendia, ia falando com a Valquíria, que estava toda ansiosa e me provocando sexualmente. Eu só pensando: "A hora que eu te pegar, você vai se arrepender de me provocar tanto", risos. Cheguei em casa às 12:40 e avisei a ela, que logo chegou também. Abri o portão e ela entrou. Estava de shorts branco curto e uma blusinha; por baixo, um biquíni bem pequeno que me deixou louco logo que a vi. Ela entrou, conheceu a casa e elogiou, dizendo que era muito bonita. Ficou encantada com o aquário que eu tinha lá. Logo começamos a nos beijar. Sua respiração começou a ficar forte; era uma mistura de desejo e medo de sermos surpreendidos por alguém. Tirei sua blusa e seu shorts, deixando-a só de biquíni. Ela tirou minha camiseta com uma certa violência, mostrando que estava com pressa de ter o que queria. Já desceu beijando meu peito, tirou minha bermuda e caiu de boca no meu pau, que já estava latejando. Ficou ali de joelhos mamando. Parecia que nunca tinha visto um pinto na vida, de tão gostoso que chupava. Coloquei-a deitada em cima da mesa, chupei seus peitos e fui descendo, beijando sua barriga até chegar na sua xoxotinha, que dessa vez estava toda lisinha, depilada na cera. Chupei bem gostoso, sem pressa. Essa mulher gemia e tremia de tesão. Me levantei, puxei-a para a beirada da mesa e meti devagar naquela bucetinha que estava encharcada de tesão! Que delícia ver aquela mulher ali, toda entregue para eu fazer o que quisesse… Coloquei-a de quatro, com o rosto encostado na mesa. Puxei seu cabelo com uma das mãos e falei no seu ouvido: — Lembra que falei que dessa vez iria ser diferente, a pegada mais bruta? Você duvidou e me desafiou, né? Aguenta, aguenta! Daqui para a frente você é minha putinha e vou te tratar como uma puta deve ser tratada! Já meti a pica na buceta dela e segurei mais forte pelo cabelo. Cada metida que eu dava, sentia meu pau bater no seu útero, e cada estocada na buceta era um tapa bem dado na sua bunda. Essa mulher gemia alto, rebolava, tremia, e tome drama e tome rola. Coloquei-a de quatro no sofá e pus para mamar de novo. Quando ela menos esperava, tomou um tapão bem dado na cara… — Chupa direito, sua vadia! Não era pica que você queria? Você não falou que queria ser bem comida, que seu marido era frouxo? Seu macho aqui vai te comer bem gostoso hoje, sua vagabunda! Ela tentava engolir meu pau inteiro, engasgava e babava nele todo, e tome tapa na cara! — Chupa direito, sua puta! Me posicionei atrás dela e lubrifiquei seu cuzinho enquanto metia forte na sua bucetinha. Tirei da buceta e soquei no cu dela. — Ai, Carlos, que tesão! Que pau gostoso do caralho! Fode, sua puta, fode! Quero sair daqui hoje toda regaçada e satisfeita! Metia forte no cu dela, puxava seu cabelo e dava tapas na sua bunda, que nessa altura já estava toda marcada com a minha mão. Ela gozou gostoso tomando no cu. Eu tirei a camisinha, enchi a boca dela de leite e ela engoliu tudinho. Tomamos um banho e fomos para a cama. Coloquei para mamar de novo. Enquanto mamava, pedia para bater na sua cara; não pensei duas vezes: — Toma na cara então, safada! Ficamos ali alternando: ora na buceta, ora no cu da putinha. Gozei na buceta dela dessa vez! Nessa hora o sol já tinha baixado e fomos para a piscina. Ela brincou um pouco na água e fomos para a ilha que tinha para crianças. Começamos a nos beijar e logo a coloquei para mamar de novo. Adoro ver uma mulher me mamando bem gostoso. Coloquei-a de quatro, apoiada na borda da piscina, e meti na sua bucetinha, que nessa hora já estava toda vermelha e inchada. Me sentei, ela sentou na minha pica e cavalgou gostoso. A sensação de transar dentro da água era muito boa. Terminamos com ela de quatro e eu metendo nela por trás de novo, gozando dentro do cuzinho dela. Saímos da piscina e ela tomou um banho gostoso. Eu ficava olhando ela se trocar, com a marca das minhas mãos na bunda e o rosto todo vermelho de tanto apanhar! Olhei para ver se não tinha ninguém na rua, dei um beijo bem gostoso nela e fiquei olhando ela subir para a casa dela, toda arrombada, risos. A partir desse dia, ela descia quase todos os dias lá na loja, perto das 18:00, para mamar gostoso e ganhar leitinho na boca.
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