Dias antes tinha havido a reunião formal. O dono da empresa de Raquel, o diretor financeiro, L e ela própria. Discutiram números, prazos, volumes de fornecimento. No final ficou acordado que toda a ligação comercial passaria pelo L. Ele seria o interlocutor oficial. Foi exatamente o que ambos queriam. Mais pretextos. Mais encontros. Mais oportunidades de estarem a sós. Agora, naquela sexta-feira quase às sete da tarde, o edifício já estava quase vazio. Os últimos colegas tinham saído há quase uma hora. Raquel ficou sozinha no piso da direção, de propósito. L chegou pontualmente. Entrou no átrio como se fosse apenas o responsável comercial da empresa têxtil a cumprir o protocolo. Fato cinzento escuro, camisa branca bem engomada, o corpo atlético a notar-se por baixo do tecido. Os olhos verdes brilharam quando a viu à porta da sala de reuniões. Raquel estava de fato preto. Casaco justo que marcava a cintura, calças pretas coladas às ancas e às coxas, camisa branca desabotoada até ao terceiro botão, mostrando o início do sutiã preto e a curva generosa dos seios. Saltos altos pretos, cabelo solto e um batom escuro. Por baixo, lingerie preta completa: sutiã de renda meia-taça, tanga fio dental e ligas que apertavam as coxas. — Boa tarde, diretora — disse ele, a voz baixa, fechando a porta atrás de si e rodando a chave. — Como combinámos na reunião com o senhor presidente e o diretor financeiro, a partir de agora sou eu o contacto oficial. Vim tratar dos primeiros detalhes. Ela sorriu, aproximando-se. A voz saiu profissional, mas os olhos diziam outra coisa. — Perfeito. É exatamente o que ficou acordado. Assim temos motivos regulares para nos encontrarmos. E ambos sabemos o que isso realmente significa… depois do que recomeçou há poucos dias. Depois de trinta anos sem nos vermos. L encostou-a à mesa de reuniões de madeira escura, as mãos a descerem pelas costas dela até apertarem o cu redondo e empinado por cima das calças justas. — Estas calças… porra, Raquel. Este rabo continua a ser uma perdição. Redondo, firme, a pedir para ser aberto. Pensei nisto todos os dias desde a última vez. Ela gemeu baixinho quando ele apertou as nádegas com força. — Tira-me o casaco — pediu ela. — Quero sentir as tuas mãos na pele. Quero que continues exatamente onde parámos. Ele despiu-lhe o casaco devagar, depois a camisa branca. O sutiã preto de renda apareceu, os seios cheios quase a saltarem. L beijou-lhe o pescoço, a clavícula, enquanto descia o fecho das calças pretas. Quando as calças caíram, o cu redondo e empinado ficou a descoberto, separado apenas pelo fio fino da tanga preta e pelas cintas das ligas. — Olha para isto… — murmurou ele, ajoelhando-se atrás dela. — Trinta anos depois e este cu continua perfeito. Carnudo, alto, a tremer só de eu o tocar. Nunca me esqueci dele. Nunca me esqueci de como tremia quando eu te fodía. Passou a língua lenta pela fenda, por cima da renda, depois puxou a tanga para o lado e enterrou a cara entre as nádegas. A língua rodou o anel apertado, desceu até à cona já molhada, chupou, meteu, voltou a subir. Raquel agarrou-se à mesa, as pernas a tremerem nos saltos altos. — L… lambe-me assim… mais… mete a língua… — gemia ela, a voz já rouca. — Toda a semana pensei nisto. Em ti a foder-me nesta sala. Em ti a marcar-me enquanto o resto do mundo pensa que estamos a falar de contratos. Depois de trinta anos… finalmente voltámos a isto. Ele levantou-se, despiu o fato e a camisa. O peito musculado, o abdómen definido, o pau já duro e grosso a marcar a boxer. Raquel virou-se, ajoelhou-se no chão da sala de reuniões e puxou a boxer abaixo. Engoliu-o até à base de uma só vez, a garganta a abrir, saliva a escorrer pelo queixo. — Assim… chupa fundo — ordenou ele, uma mão no cabelo dela. — A diretora financeira de joelhos a engolir o pau do fornecedor. No sítio onde ainda há poucos dias estavam o dono da empresa e o diretor financeiro a assinar o acordo. Ela chupava com fome, os olhos marejados a olharem para cima, uma mão a massagear as bolas, a outra a apertar o próprio seio por dentro do sutiã. Quando ele não aguentou mais, puxou-a para cima, virou-a de costas sobre a mesa de reuniões e puxou a tanga para o lado. O pau grosso alinhou-se na entrada molhada e enterrou-se de uma só estocada até ao fundo. Raquel gritou, o som a ecoar na sala vazia. — Porra… és tão grosso… mete tudo… fode-me! L agarrou-lhe as ancas e começou a fodê-la com força. As ancas batendo contra o cu redondo e firme, o som molhado de pele contra pele a encher o espaço. Uma mão puxava o cabelo dela, a outra dava palmadas nas nádegas, deixando marcas vermelhas. — Diz-me — rosnou ele entre estocadas. — Quem te fode melhor? O António ou eu? — Tu… sempre tu… — gemia ela, a cara colada à madeira da mesa. — O António nunca me abriu assim… nunca me fez arder desta forma… mais fundo, L… parte-me! Depois de trinta anos ainda me fodes como se eu fosse só tua. Ele acelerou, as estocadas profundas e brutais. O cu dela tremia a cada embate, as ligas a apertarem as coxas, os saltos altos a tremerem no chão. Raquel estava a arder por completo — a cona a escorrer, o corpo a suar, a voz a sair em gemidos longos e sem controlo. — Quero vir dentro de ti — disse ele, a voz rouca. — Quero encher-te nesta mesa. Quero que leves o meu esperma para casa e te deites ao lado do teu marido a sentir-me a escorrer. — Vem… enche-me… quero sentir-te a marcar-me — pediu ela, as unhas a arranharem a madeira. — Fode-me até eu não conseguir andar direito. Até o António perguntar porque é que estou a mancar. L virou-a de frente, abriu-lhe as pernas e voltou a penetrá-la, olhando-a nos olhos enquanto a martelava. Os seios saltavam dentro do sutiã preto, a renda já molhada. Ele puxou um mamilo para fora e chupou-o com força enquanto continuava a fodê-la. Raquel veio primeiro, o corpo a tremer violentamente, a cona a apertar o pau dele com força, um gemido longo e animal a escapar-lhe da garganta. L não parou. Continuou a fodê-la através do orgasmo dela, mais fundo, mais forte, até sentir o próprio clímax chegar. Com um gemido rouco enterrou-se até ao fundo e explodiu, jactos quentes a enchê-la por completo. Raquel veio outra vez, o segundo orgasmo a sobrepor-se ao primeiro, as pernas a tremerem sem controlo. Ficaram assim longos minutos, ele ainda dentro, o peito a subir e a descer contra o dela. Depois ele saiu devagar e o esperma começou a escorrer pela coxa dela, manchando as ligas pretas e a madeira da mesa. Raquel passou os dedos entre as pernas, apanhou o líquido branco e levou-o à boca, chupando enquanto o olhava. — A partir de agora és o meu contacto oficial — murmurou ela, a voz ainda ofegante. — Vais ter de vir cá com regularidade. Para tratar de negócios… e para me foder nesta mesa sempre que o edifício estiver vazio. Depois de trinta anos… não vamos parar. L sorriu, os olhos verdes brilhantes, e passou a mão pelo cu redondo e ainda a tremer dela. — Combinado. E da próxima vez quero-te de quatro em cima desta mesa, a pedir-me para te foder o cu também. Ela riu baixinho, ainda ofegante, e puxou-o outra vez para cima de si. — Então fecha a porta outra vez. Ainda temos uns minutos antes do segurança da noite fazer a ronda. Quero gozar mais uma vez
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