Então vamos lá.
Final de agosto, um cara novo começou a aparecer por aqui. Ele se mudou recentemente para perto da minha casa e, por coincidência, começamos a pegar o mesmo ônibus (o único que nos deixa aqui).
Quase todos os dias subíamos juntos.
Ele parava um pouco antes, enquanto eu continuava subindo as escadas, afinal minha casa fica praticamente no último andar.
E foi aí que comecei a perceber. Os olhares.
Aqueles olhares que duram um segundo a mais do que deveriam. Aquele jeito de olhar para você e imediatamente desviar, como se nada tivesse acontecido (isso me dá mt tesão)
Eu, como sempre, prefiro ficar na minha.
Só que vou confessar uma coisa para vocês:
Esse homem é uma delícia.
Baixinho, deve ter aproximadamente 1,70 m, cabelo ondulado e comprido, daqueles cortes estilosos. Um rabudo, sem aquele corpo exageradamente musculoso, mas com uma presença que prende o olhar.
E aquela bunda… Redondinha, gostosa, daquelas que fazem a imaginação trabalhar sozinha. Que marca direitinho na roupa o formato.
Ele ainda tem um sorriso lindo e uns olhos misteriosos.
E agora estou aqui, deitado na minha cama, sozinho, pelado, com a piroca dura e estralando e pensando em tudo que poderia acontecer se um dia a gente finalmente parasse de fingir que não existe tensão/tesao entre nós.
Fico imaginando: a gente conversando. E aí uma mão boba aqui a outra ali. Um sorriso.
Um toque. Eu boto minha piroca pra fora e faço ele mamar gostoso.
Por enquanto, fica só a imaginação. Queria que vocês pudessem me vê agora.
De qualquer forma, vocês sabem onde me encontrar, né?
Meu Twitter continua aberto esperando vocês.
Hoje foi só um conto para aquecer esse dia chuvoso e deixar a imaginação de vocês trabalhar um pouquinho.
Mas, se essa história realmente acontecer…
Eu volto correndo para contar tudo.
Até lá, meus putos gostosos e minhas putas.
Sonhem comigo e cuidado.
