O amigo do meu pai, só uma brincadeira entre homens de verdade - Parte 2

Colocou a mão na minha coxa, apertou, subiu até perto da virilha e parou. O polegar fez um círculo lento.
“Assim.”
Eu engoli em seco, mas mantive o olhar neutro.
“Rick…”
“Fala se quiser que eu pare.”
Eu não falei nada. Ele interpretou o silêncio como permissão. A mão subiu mais, encontrou o volume que já estava começando a marcar a calça. Apertou por cima do tecido.
“Porra… tu já tá duro.”
“É o treino”, eu menti baixo.
Ele riu, a voz saiu rouca.
“Não é o treino.”
Os dedos dele desceram o zíper com cuidado, como se ainda estivesse testando. Eu levantei o quadril só o suficiente pra ele puxar a calça e a cueca até o meio das coxas. O pau saltou, já semi-duro, veias marcadas, cabeça rosada.
Rick ficou olhando. Respirou fundo. A mão grande envolveu a base, apertou, subiu até a glande e desceu de novo, lento.
“Caralho… grosso.”
“Tu também deve ser”, eu respondi, a voz mais baixa do que eu queria.
Ele soltou um “hm” e continuou masturbando, o polegar passando na fenda, espalhando o pré-gozo que já começava a vazar. Eu soltei um suspiro, a cabeça caiu pra trás no sofá.
“Olha pra mim”, ele mandou.
Eu olhei. Os olhos dele estavam escuros, concentrados, sem nenhuma dúvida agora.
“Eu vou te chupar”, anunciou. “Nunca fiz isso. Mas quero.”
Antes que eu pudesse responder ele já estava de joelhos entre as minhas pernas. A língua saiu quente, passou de baixo pra cima, lenta, sentindo o gosto. Eu contraí a barriga. Ele engoliu a cabeça, a boca quente e úmida, a língua girando. Um gemido baixo escapou da garganta dele, vibrando no meu pau.
“Porra, Rick…”
Ele subiu e desceu, devagar no começo, depois mais fundo. A barba raspava a parte interna das minhas coxas. A mão livre apertava minha bola, massagava. Eu coloquei a mão na cabeça dele, não forçando, só sentindo o movimento.
Ele tirou a boca, fio de saliva ligando a glande aos lábios.
“Tu tem gosto de homem de verdade”, falou, a voz embargada. “Eu gostei.”
Voltou a chupar, agora mais fundo, engasgando um pouco quando a cabeça batia no fundo da garganta. Eu gemiam baixo, controlado, ainda mantendo a pose de quem estava só recebendo.
Depois de alguns minutos ele se levantou, tirou a própria camisa, o cinto, a calça. Ficou só de cueca boxer preta. O volume era grosso, pesado, já molhando o tecido na ponta. Ele puxou a cueca pra baixo. O pau saltou: grosso na base, veias saltadas, cabeça escura, já pingando.
“Tu vai me chupar também”, ordenou, sem agressividade, só certeza.
Eu desci do sofá, fiquei de joelhos. Aproximei o rosto. O cheiro era forte, de homem que treinou e não tomou banho ainda. Passei a língua na base, subi até a glande, provei o pré-gozo. Amargo, salgado, gostoso. Abri a boca e engoli. Ele soltou um gemido grave, a mão foi pro meu cabelo.
“Isso… assim. Mais fundo.”
Eu engoli até a base, o nariz colado no púbis peludo. Ele segurou minha cabeça e fodeu minha boca com movimentos curtos, controlados. Eu engasguei, saliva escorreu pelo queixo, mas não parei. Ele gemiam cada vez mais alto.
“Porra, Lucas… tua boca é quente pra caralho.”
Tirei a boca, respirei, voltei a chupar as bolas, a língua passando devagar. Ele puxou meu cabelo pra cima.
“Sobe.”
Eu subi. Ele me beijou. A boca dele era grosseira, língua quente, dentes raspando meu lábio. O beijo durou longo. As mãos desceram pro meu cu, apertaram as nádegas, o dedo médio encontrou a entrada por cima da cueca que ainda estava no meio das coxas. Apertou, só a ponta.
“Tu já deu?”
Eu menti com o olhar inocente.
“Nunca.”
Ele sorriu, um sorriso de quem não acreditou de verdade, mas aceitou a mentira.
“Então vai ser a primeira vez. E vai ser comigo.”
Me virou de costas no sofá, ajoelhei no assento, peito apoiado no encosto. Ele puxou a cueca de vez, cuspiu na mão, passou o dedo molhado na entrada. O dedo entrou devagar, só a ponta, depois até o meio. Eu contraí, soltei um gemido.
“Relaxa”, ele mandou. “Respira.”
O dedo saiu, voltou com dois. Abriu, girou, procurou. Quando encontrou a próstata eu soltei um “porra” alto. Ele riu baixo.
“Achei.”
Ficou massageando ali enquanto a outra mão masturbava meu pau. Eu tremia, o suor escorrendo pelas costas.
Depois de um tempo ele tirou os dedos, cuspiu de novo, passou no próprio pau. A cabeça quente encostou na minha entrada.
“Vou entrar. Se doer demais, fala.”
Empurrou. A cabeça abriu, entrou, parou. Eu soltei o ar pela boca, os dedos apertando o sofá. Ele esperou, a mão passando nas minhas costas.
“Porra… tá apertado pra caralho.”
Empurrou mais. O pau grosso foi entrando centímetro por centímetro. Eu sentia cada veia, cada expansão. Quando chegou no fundo ele parou, respirou fundo, a barriga colada nas minhas nádegas.
“Tu tá me engolindo inteiro”, falou, a voz embargada. “Caralho, Lucas…”
Começou a se mover. Lento no começo, quase saindo todo e entrando de novo. Cada estocada fazia o sofá ranger. Eu gemiam baixo, o pau balançando intocado entre as pernas.
Ele acelerou. As mãos seguraram meu quadril com força, os dedos cravando. O barulho de pele batendo em pele encheu a sala. O cheiro de sexo, suor e cerveja misturou no ar.
“Isso… toma. Toma esse pau.”
Eu olhei por cima do ombro. O rosto dele estava contraído, o suor escorrendo pela têmpora, a boca aberta.
“Mais fundo”, eu pedi, a voz rouca.
Ele obedeceu. As estocadas ficaram mais longas, mais pesadas. Cada vez que entrava batia na próstata. Eu tremia, o pré-gozo escorrendo no sofá.
Ele se inclinou sobre mim, o peito peludo colado nas minhas costas, a boca no meu ouvido.
“Tu é meu agora. Entendeu?”
“Entendi…”
“Fala.”
“Sou teu.”
Ele gemeu alto, mordeu meu ombro, acelerou. O pau latejava dentro de mim. Eu sentia ele inchando mais.
“Vou gozar”, avisou. “Dentro.”
“Goza.”
Três estocadas profundas e ele travou, o corpo inteiro tenso, o pau pulsando, jatos quentes enchendo meu cu. Eu sentia cada disparo. Ele gemeu meu nome baixo, a voz quebrada.
Ainda dentro, a mão dele veio na frente, masturbou meu pau rápido. Em menos de dez segundos eu gozei, jatos fortes no sofá, o corpo inteiro tremendo, o cu contraindo em volta do pau dele.
Ficamos assim um tempo, ofegantes, o suor escorrendo. Ele saiu devagar. Eu senti o gozo escorrer pela coxa.
Rick se sentou no sofá, puxou minha cabeça pro peito dele. A mão grande passou no meu cabelo.
“Porra…”, foi a única coisa que ele falou por um minuto.
Eu fiquei quieto, ouvindo o coração dele ainda acelerado.
Depois ele falou, a voz baixa, quase confessional:
“Isso não muda nada. Continuo homem. Tu também. Foi só… masculinidade.”
Eu levantei o rosto, olhei nos olhos dele.
“Eu sei.”
Ele beijou minha testa, um beijo seco, de posse.
“Vai ter mais vezes.”
Não era pergunta.
Eu sorri, o mesmo sorriso inocente de sempre.
“Eu topo.”
Ele riu, baixo, satisfeito. A mão desceu pelas minhas costas, parou na nádega, apertou.
“Bom.”
Lá fora a noite continuava. Dentro da casa, o cheiro de sexo ainda pairava. E o jogo, que tinha começado com um número de WhatsApp e um orçamento de render, tinha acabado de mudar de nível.

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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico daniel8

Nome do conto:
O amigo do meu pai, só uma brincadeira entre homens de verdade - Parte 2

Codigo do conto:
272343

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
15/09/2026

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