"Você sempre teve esse olhar de quem quer me rasgar ao meio, não teve?"
Essa frase escapou dos lábios de Carla enquanto ela me servia o vinho, na sala da casa dos meus pais. O vestido de seda preta abraçava as curvas que ela esculpiu com hormônios e ferro na academia, e aquele silicone novo, firme e empinado, parecia pulsar sob o tecido, desafiando a gravidade e a minha sanidade.
Nós não éramos próximos. O destino — e a traição do meu pai — nos apresentou tarde demais para que houvesse um vínculo fraternal real. Para mim, Carla não era "irmã"; ela era a criatura mais excitante que já tinha pisado naquela casa.
Depois do jantar, enquanto meu pai e minha mãe se perdiam em conversas banais na cozinha, eu a guiei para o meu quarto com a desculpa de mostrar uma série. Assim que a porta bateu e o trinco estalou, o ar mudou. Ficou pesado, carregado de um desejo proibido que cheirava a perfume caro e luxúria.
Sentamos na cama. Eu não aguentei. Minha mão deslizou pela coxa dela, sentindo a pele macia.
— Para... a gente é irmão, porra — ela sussurrou, mas não se moveu.
Eu não queria ouvir sermões. A vontade de possuir aquele corpo era maior que qualquer etiqueta familiar. Com um movimento brusco e visceral, eu a joguei de bruços no colchão, prendendo seus pulsos.
— Imagina a cara do papai se ele souber que a filhinha perfeita está sendo dominada pelo irmão no quarto ao lado — sussurrei no ouvido dela, sentindo-a estremecer.
Eu levantei aquele vestido com força, revelando a bunda redonda e perfeita, e liberei meu pau, que latejava de tesão. Sem lubrificante, eu dei a primeira estocada, lenta, sentindo a resistência apertada daquele cuzinho quente. Ela soltou um gemido abafado, metade susto, metade prazer.
— Ai... que merda você está fazendo... — ela murmurou, mas o corpo dela começou a arquear, entregando-se ao ritmo.
— Você está adorando, sua safada... sente como eu estou apertado aqui dentro — eu respondi, empurrando devagar, sentindo cada dobra daquele anel anal me apertando.
De repente, ela relaxou. A resistência sumiu.
— Me solta... agora — ela pediu, a voz rouca.
Assim que liberei seus braços, ela não fugiu. Ela se virou, os olhos brilhando de luxúria, e abriu a bolsa, tirando um tubo de lubrificante.
— Se é pra fazer essa porra, vamos fazer do jeito certo.
ho e eu lambuzei meu pau. O jogo mudou. Não era mais força, era desejo mútuo e voraz.
Começamos com beijos profundos, línguas se enrolando com urgência, trocando saliva como se estivéssemos tentando roubar o fôlego um do outro. Eu desci para os peitos dela, sugando aquele silicone perfeito, sentindo a pele quente enquanto ela gemia alto:
— Ahh, sim... chupa esse peito, seu animal...
Eu desci mais. Minha língua encontrou a entrada do rabo dela e comecei a lamber, circular, sugar aquele cuzinho delicioso, sentindo o cheiro de sexo e desejo. Carla arqueou as costas, gritando meu nome entre gemidos intensos. Em retribuição, ela me puxou para baixo. A boca dela envolveu meu pau com uma sucção poderosa, um boquete demorado, onde ela usava a língua para massagear a cabeça do meu membro, olhando-me nos olhos com um sorriso malicioso.
— Você é gostoso demais, seu fodido — ela murmurou, antes de me sugar todo, fundo, até eu quase gozar na garganta dela.
Entramos em um 69 frenético, as bocas explorando as genitálias com luxúria. Eu me perdi lambendo o pau dela — aquele membro grande e firme que contrastava com a delicadeza do rosto. Eu chupava, lambia a ponta, sentindo o gosto do desejo dela, enquanto ela fazia o mesmo comigo, sugando cada centímetro do meu pau com uma vontade insaciável.
— Agora... mete essa porra em mim de novo! — ela gritou, virando-se de costas e empinando a bunda.
"O silêncio da casa é a pior parte", ela sussurrou, a voz agora carregada de uma urgência visceral. "Dá para ouvir até o coração da mamãe batendo na cozinha."
Essa menção aos nossos pais, enquanto ela arqueava as costas e oferecia a entrada lubrificada, agiu como um gatilho. O risco não era um empecilho; era o combustível. Eu me posicionei, sentindo o calor que emanava daquele corpo, e empurrei com força.
A entrada foi fluida, o gel deslizando enquanto eu preenchia cada milímetro do canal dela. Carla soltou um grito abafado no travesseiro, as unhas cravando no lençol. Eu não estava mais apenas transando; eu estava reivindicando aquele território proibido. Meus quadris batiam contra os dela com um som úmido e rítmico, cada estocada profunda fazendo o colchão ranger, um som que parecia um grito de alerta no silêncio do corredor.
— Mais fundo... por favor, me rasga... — ela gemia, a voz oscilando entre o prazer e a agonia.
Eu mudei o ângulo, segurando-a pelos quadris com tanta força que sabia que deixaria marcas, e comecei a bombear com uma velocidade frenética. O aperto do rabo dela era surreal, sugando meu membro a cada movimento, como se ela quisesse me absorver por inteiro. Eu sentia o suor escorrer pelas minhas costas, misturando-se ao perfume caro dela, criando um aroma inebriante de sexo e pecado.
Enquanto eu a fodia por trás, minha mão deslizou para frente, encontrando o pau dela, que pulsava contra a barriga. Comecei a masturbar Carla com movimentos sincronizados: uma estocada no cuzinho, um aperto firme no membro dela.
Ela começou a tremer. Os espasmos anais apertaram meu pau de forma quase insuportável.
— Eu vou... eu vou gozar! — ela gritou, mas logo abafou o som com a mão na própria boca, os olhos arregalados de pavor e êxtase ao ouvir o som de passos no corredor.
Alguém estava vindo. O trinco da porta rangeu levemente, como se alguém estivesse testando se estava aberta.
O pânico injetou uma descarga final de adrenalina no meu sangue. Em vez de parar, eu acelerei. Cada movimento era agora um golpe de urgência. Eu senti a onda de prazer dela desmoronar sobre mim, as paredes do rabo dela contraindo-se em espasmos violentos que me levaram ao limite.
— Agora! — ela sussurrou, quase num rosnado.
Com um último impulso visceral, eu enterrei meu pau o máximo que pude, sentindo o calor intenso envolver tudo, e gozei fundo, sentindo cada pulsação do meu orgasmo preencher o interior dela. Carla desmoronou no colchão, a respiração ofegante, o corpo vibrando enquanto ela também chegava ao ápice, soltando um gemido longo e baixo que pareceu ecoar por toda a casa.
Ficamos ali, estáticos, sentindo o coração um do outro bater acelerado, o cheiro de sêmen e lubrificante impregnando o quarto. A porta abriu apenas alguns centímetros.
— Filhos? O jantar está esfriando — a voz do meu pai soou, neutra e distante.
Lentamente, Carla se virou para mim. O cabelo estava bagunçado, o batom borrado, e o olhar... o olhar era de quem tinha acabado de provar o fruto proibido e, agora, estava faminta por mais.
— A gente já vai, pai — respondi, enquanto ela piscava para mim, deslizando a mão discretamente para baixo do lençol para sentir o que ainda restava de nós dois ali.





Que delícia!
Delicia de história, queria uma irmã assim para ser minha puta
que foda gostosa, amo uma travesti