Eu me chamo Mário. Tenho trinta e sete anos, 1,76 m, corpo comum de homem que trabalha o dia inteiro e só malha de vez em quando. Cabelo castanho-escuro curto, já com alguns fios brancos nas têmporas, barba por fazer na maioria dos dias, olhos castanhos cansados. Nada de extraordinário. Sou o tipo de homem que passa despercebido numa fila de supermercado. Sofia, minha esposa, tem trinta e dois. 1,65 m, corpo de mulher que teve dois filhos e se cuida: seios ainda firmes e pesados, cintura marcada, bunda redonda, coxas macias, pele clara e lisa. Cabelo até os ombros, agora platinado, o loiro quase branco que ela pintou no sábado de manhã. Olhos verdes claros, boca carnuda. Quando sorri de verdade, aparece um buraquinho na bochecha esquerda. Em oito anos de casamento eu nunca tinha visto ela do jeito que vi naquela semana.
Nosso casamento estava em crise. Não era gritaria nem traição. Era pior: frio. A gente se amava ainda, isso eu tinha certeza, mas o sexo tinha virado rotina rápida, as conversas tinham encolhido para assuntos de escola e conta de luz, e o silêncio entre a gente no sofá depois que as crianças dormiam pesava cada vez mais. Sofia foi quem resolveu quebrar o gelo. Numa quarta-feira à noite, depois de colocarmos os dois para dormir, ela se sentou na minha frente, séria, e falou que precisava de uma conversa franca, sem julgamento. Queria saber o que a gente podia fazer para apimentar a relação antes que o frio virasse gelo de vez.
Começamos falando de fantasias. Ela contou algumas. Eu contei outras. Foi ficando mais íntimo, mais sujo, mais honesto. Até que eu, com a voz travada e o coração na boca, falei:
— Tem uma… que eu nunca contei. Eu… tenho fantasia de te ver com outro homem.
Sofia ficou em silêncio por alguns segundos. Os olhos verdes brilharam. Depois perguntou, a voz baixa:
— É verdade? Sério?
Eu confirmei. Ela sorriu de um jeito que eu não via há anos. Eu perguntei por que o entusiasmo. Ela respirou fundo e confessou:
— Porque eu também tenho esse desejo. De abrir o casamento. De sentir outras pessoas. Mas eu tinha medo de falar. Medo de você me achar puta. Eu já li sobre o assunto, já descobri o site, um site onde casais e solteiros procuram se conectar… eu olhava sempre. Já sabia onde encontrar um macho se um dia a gente topasse.
O ar saiu dos meus pulmões. A mulher que eu achava que conhecia de cabo a rabo tinha um mundo inteiro guardado.
Ela pegou o notebook ali mesmo, Abriu o site e falou, vamos nos escrever, Preenchemos o formulário juntos: homem, 18 a 45 anos, bem dotado. Quando os perfis começaram a aparecer, ela filtrava só os que diziam ter o pau maior. Falou baixo:
— Se eu for fazer isso de verdade… quero sentir diferença.
Só olhava os que afirmavam ter mais de 20 cm. Mandou convite para vários. Em pouco tempo as respostas chegaram. Ela escolheu três homens e chamou os três para uma chamada de vídeo.
Eu fiquei sentado ao lado dela no sofá, as mãos já suando.
A chamada começou. Sofia foi direta, mas a voz ainda tremia um pouco:
— Quero ver. Mostra a sua ferramenta.
Os três mostraram. Depois pediram para ela se mostrar também. Sofia hesitou. Olhou para mim. Eu acenei com a cabeça. Ela levantou a blusa, tirou o sutiã, puxou a calça e a calcinha e ficou nua da cintura para baixo na frente da câmera. O rosto vermelho, mas sem desviar o olhar.
Pediu para compararem os tamanhos de verdade e mandou cada um colocar alguma coisa do lado. Dois colocaram um frasco de desodorante.
O terceiro que se destacou, um homem branco de barba estilo lenhador e braço tatuado, colocou um frasco de detergente. A diferença ficou óbvia. O dele era o maior e o mais grosso, ele era o Tiago.
Sofia ficou em silêncio analisando..
Ficamos só com o Tiago. Sofia, ainda semi-nua, perguntou se ele topava se encontrar pessoalmente primeiro, em um lugar público, comigo presente. Ele aceitou. Combinamos para o sábado à tarde, na praça de alimentação do Shopping Ibirapuera.
Quando a chamada terminou, Tiago pediu o WhatsApp dela. Sofia enviou em menos de um minuto. Ainda naquela noite ele chamou de novo, agora só os dois. Eu estava na cama quando ela atendeu. Dessa vez ela hesitou menos. Foi tirando a roupa na minha frente, ficou completamente nua e começou a se tocar enquanto ele fazia o mesmo.
Ela se sentou em frente ao espelho de perna abeta e mudou a câmera para traseira para que ele tivesse uma visão melhor do corpo dela. Ela me se chamava de putinha.
Quando a chamada encerrou, Sofia largou o celular, se virou para mim e falou baixo:
— No sábado a gente realiza essa fantasia.
Depois virou de lado e foi dormir.
Entre a quarta e o sábado, não fizemos sexo, muito embora chegamos a beira de fazer, mas queríamos ficar com mais tesão para grande dia.
Ela criou um grupo no WhatsApp com os três. Eu via tudo. Todas as conversas apimentadas. Os áudios dela gemendo. As fotos que Tiago mandava. Os vídeos curtos que ela gravava se tocando. Tiago já tinha muita experiência com casais. Falava com naturalidade, ensinando o que funcionava e o que não funcionava e nos instigava com pergunta e comentários bem safados.
Na quinta-feira ela chegou do trabalho diferente. Contou que tinha passado no shopping e comprado uma lingerie de renda minúscula azul e um vestidinho branco bem soltinho, curto e decotado. À noite tentei falar com ela:
— Você tem certeza disso? A gente ainda pode desistir.
Ela respondeu com calma:
— Você pediu. Eu topei. Agora quero ver até onde a gente aguenta.
Na sexta ela marcou uma depilação completa. As crianças, eu levei para a casa da mãe dela, iriam passar o final de semana ficar com a avó.
No sábado de manhã ela saiu cedo. Foi ao salão pintar o cabelo de loiro platinado e ainda passou na manicure. Quando voltou, o cabelo quase branco caía pelos ombros de um jeito que eu nunca tinha visto nela. A pele lisa. As unhas feitas. Ela se trancou no banheiro com a lingerie azul e o vestido branco.
Sofia estava um tesão de vestido branco, curto, o decote profundo. O perfume novo enchia o carro.
No meio do trajeto ela pediu para eu parar numa drogaria. Voltou com uma sacola cheia de camisinhas, lubrificante e tadalafila. Eu perguntei se o remédio era para mim. Ela me olhou com estranheza:
— Não. É pro macho que vai me foder hoje. Eu quero ser comida como se não houvesse amanhã.
Pouco depois começou a falar bem safada comigo e que me encheu de tesão, ela com sua voz baixa e rouca:
— O que você quer que eu faça hoje? Quer que eu dê pra outro? Quer que eu rebole no pau dele? Como você quer que o macho me coma? Tem que ser bem dotado, né? Você gosta de imaginar isso…
Cada frase batia em mim como um soco e uma carícia e sentia meu pau pulsar como a muito tempo eu não via ele ficar assim.
Chegamos no shopping às 15h. Antes de saímos do carro, ela segurou meu braço e perguntou baixo, séria:
— Mário… o Tiago já chegou, você realmente quer continuar? Ainda dá tempo de desistir. Depois que a gente encontrar o Tiago de verdade… não tem mais volta.
Eu olhei nos olhos dela e respondi:
— Quero. Continua, Hoje quer ser feito corno pela primeira vez.
Do outro lado da praça, em frente à Ofner, estava Tiago. Alto, 1,80 m, branco, corpo atlético de lutador de jiu-jitsu, ombros largos, braço direito coberto de tatuagem, barba estilo lenhador bem cuidada, uns trinta anos. Quando nos avistou, deu um sorriso e um aceno. Dava para ver o volume marcado na calça jeans.
Sofia largou minha mão, andou rápido até ele e gritou o nome dele. Pulou no pescoço dele e beijou sua boca com intensidade de cinema — língua, mãos no rosto, corpo inteiro colado. Tiago puxou-a pela cintura com força. Quando se separaram, o volume na calça dele estava enorme.
Ela voltou até mim, colou o corpo no meu e sussurrou no meu ouvido:
— Esses lábios… depois que casei eu sempre pensei que seriam só seus. Os meus beijos apaixonados. Agora eu dou também pro Tiago.
Depois falou, sem perder tempo:
— Vamos pro motel. Quero ser comida. Muito.
Fomos no meu carro. Eu dirigindo. Sofia e Tiago no banco de trás. Parecia que eu era o Uber deles.
No caminho o diálogo ficou pesado e sujo. Eu ouvia e via tudo pelo retrovisor, as mãos iam apertando o volante.
Sofia falava ofegante, a mão já dentro da calça de Tiago:
— Usa eu bastante hoje… quero que você me foda sem dó. Quero que enfie esse pau grosso até o fundo. Quero que me vire de quatro, me puxe pelo cabelo e me coma gostoso. Quero que goze, troque de camisinha e meta de novo. Quero sentir minha buceta esticando.
Tiago respondia com a voz grave:
— Vou te usar do jeito que você merece, putinha. Primeiro vou te chupar até você gozar duas, três vezes. Depois vou enfiar devagar pra você sentir cada centímetro. Quando você estiver molhada pra caralho eu meto forte. E se a bundinha aguentar… eu como seu cu também. O corno vai assistir tudo. Vai ver a mulher dele sendo bem fodida.
Sofia gemia e pedia mais:
— Isso… fala mais. Quero que me chame de puta. Quero que diga que meu marido é corno enquanto mete. Quero que me faça gozar no seu pau. Combina comigo: primeiro a boca, depois a buceta, depois o cu. E o Mário fica quieto na cadeira olhando. Combinado?
— Combinado. Hoje você é minha.
No meio do caminho ela perguntou se ele tinha tomado tadalafila. Ele confirmou, sem jeito. Ela sorriu:
— Sem problema. Eu comprei pra você. Comprei camisinha e lubrificante também. Quero que dure.
Tiago ofereceu tirar o pau. Sofia recusou:
— Não. Quero que o meu marido veja junto comigo quando eu tocar pela primeira vez.
Eu dirigia em silêncio, o pau já latejando dentro da calça, o peito apertado.
Na entrada do Motel Classe A, a funcionária perguntou se eu era Uber. Eu balancei a cabeça, envergonhado:
— Não… a gente vai ficar. Os três.
Quando ela viu o mesmo sobrenome nos nossos RGs, deu um sorrisinho de canto. Deve ter pensado, mais u chifrudo que trouxe a mulher para ser comida pelo amante.
Dentro da suíte Tiago não perdeu tempo. Pegou Sofia por trás, encoxou forte, beijou o pescoço e levantou o vestido. A mão grande dele deslizou por dentro da calcinha azul. Sofia soltou um gemido longo.
Os dois se viraram e se beijaram com fome. Enquanto eles se beijavam e se despiam, eu fiquei parado alguns segundos. Depois comecei a tirar minha roupa. Fiquei nu. Meu pau estava super duro, latejando. Sentei na cadeira ao lado da cama, as pernas abertas, o pau apontado para cima, pulsando.
Eu observava. Via eles se beijando nus. Via a mão de Tiago passando entre as pernas de Sofia, os dedos deslizando pela buceta molhada. Via a mão dela subindo e descendo no pau enorme dele. Cada gemido dela fazia meu pau pulsar mais forte.
Sofia ficou nua. Os seios pesados, bicos duros e escuros. A vagina lisa, os lábios inchados e brilhantes. Ela se virou de lado, pegou o plug anal preto que tinha comprado e, na nossa frente, se ajoelhou na cama, passou lubrificante nele e na entrada do cuzinho e o enfiou devagar, gemendo baixo. Olhou por cima do ombro:
— Surpresa. Eu sabia que o pau seu era grosso. Comprei o plug para preparar a bundinha. Queria estar pronta.
Tiago riu baixo e passou o dedo ao redor da base do plug.
Sofia se ajoelhou no chão e puxou a calça e a cueca dele. O pau saltou pesado. Grosso na base, veias saltadas, glande larga e rosada, uns vinte e cinco centímetros de pau branco e pesado. As bolas grandes e cheias. O corpo dele era de lutador: peito largo, abdômen marcado, coxas fortes.
Sofia olhou com alegria genuína.
— Meu Deus… é real.
Ela segurou com as duas mãos. Os dedos não fechavam. Chupou a cabeça, tentou descer, babou, engasgou, gemia. Tiago segurava o cabelo platinado dela.
— Isso, putinha… chupa o pau que vai te foder.
Depois ela me chamou. Segurou meu rosto e me beijou fundo. A boca dela estava quente, úmida, com o gosto e o bafo de pau de outro homem.
— Agora você sabe o gosto da boca da sua mulher depois de chupar outro.
Tiago a deitou na cama, abriu as pernas e enterrou o rosto entre as coxas. Chupava com fome, beijava o corpo inteiro, os seios, os bicos, a barriga. Sofia se retorcia, gemia alto.
Ele enfiou dois dedos grossos na buceta. Sofia gritou e gozou pela primeira vez, as coxas tremendo, o líquido escorrendo. Ele não parou. Continuou chupando e dedando. Em menos de dois minutos ela gozou de novo, ainda mais forte.
Quando os espasmos passaram, Tiago levantou o rosto, a boca molhada:
— Duas vezes só com a boca e os dedos, corno. Imagina quando eu enfiar o pau… e tirar esse plug.
Sofia ainda ofegava. Olhou nos meus olhos e falou, a voz rouca:
— Ainda não começou a filmar. Me filma. Eu quero assistir depois.
Eu peguei o celular com as mãos tremendo e comecei a gravar.
Ele bateu a rola na entrada da buceta dela.
— Que buceta linda você tem… Sua bucetinha é bem pequena mesmo.
Segurou a ponta da glande e ficou tentando penetrar. Sofia gemia. Ele pediu camisinha. Eu entreguei. A camisinha só chegou até a metade. Enquanto esfregava, ela olhava para a câmera e repetia:
— Ainda você não é corno… ainda você não é corno… ainda você não é corno…
Quando a cabeça entrou, a voz dela mudou:
— Agora você é corno.
Tiago penetrou devagar.
— Que mulher apertada…
Entrou só até um terço. Na segunda estocada foi devagar até o fundo. Sofia gritou alto, mistura de prazer e dor. Ele começou a socar. A camisinha foi saindo. Ele perguntou se podia tirar. Ela olhou para mim, sorriu e falou:
— O corno não liga. Ele até vai gostar.
Ele tirou a camisinha e penetrou com força. O barulho molhado encheu o quarto. Aumentou o ritmo.
Sofia olhava para a câmera:
— Era isso que você queria, corno?
Eu acenei, as mãos tremendo, o pau latejando.
Ela começou a soltar frases manhosas, misturando tesão e prazer:
— Amor… tem outro homem me comendo na sua frente.
Tá metendo de tudo quanto é jeito na sua frente.
Ele está me comendo todinha?
Ele vai me deixar toda arrombadinha pra você…
Que pau gostoso você tem…
Isso, mete gostoso em mim…
Você gosta de ser meu corninho? Você gosta? Fala?
— Sim… eu gosto.
Tiago metia forte.
— Sou melhor que o corno?
— Bem melhor.
— Então fala.
— Muito melhor que do corno. Muito melhor. Muito. Vai. Vai.
— Meu pau é muito melhor, né?
— Uhum e muito. Quero sentir mais.
— Fala o que você quer.
— Quero sentir na minha buceta.
— O que? A minha rola?
— Isso… a sua rola… mete mais…
Ela gozava e gemia sem parar:
— Ai, como você é grosso e gostoso… É?
Você gosta?
Adoro… Ai, que delícia de caralho… Vou gozar…
Goza. Goza gostoso. No pau do seu macho. Goza.
Adoro… Isso! Ai, como você soca gostoso… Assim… Assim…
Eu estou toda fudidinha, né?
Gosta.
Adoro… Ai… Ai…
Não tem casa?
Não…
Só tenho com a sua rola… Ai, caralho… Que vontade de gozar gostosinho de novo…
Então goza gostoso de novo pro seu macho, sua putinha do caralho.
Como você soca gostoso… ah… ah… ah… ai, gozei gostoso… ai, caralho!
Encaixa assim em mim… Ai… que gostoso… Ai, caralho… Ai, que delícia… De novo já…
Ai, que gozada maravilhosa… Ai, você me leva pro céu… Ai, caralho, não quero mais sair daqui…
Não sai.
Ai, caralho… como você tá… meu Deus do céu… gostoso…
Tiago a virou de quatro e socou fundo. Ela rebolava demais. Eu não aguentei:
— Ah, não… como tu rebola no pau dos outros… Parece que tu rebola melhor no pau dos outros, né? Por que tu faz isso comigo? Vem, sem-vergonha… puta sem-vergonha… vagabunda sem-vergonha…
Tiago riu:
— Você está batendo punheta, seu corno? O corno da puta tá gostoso?
Sofia gemia:
— Ai… ai, minha buceta… Ai, que macho da rola gostosa, seu corno… Ai, que delícia numa rola desse tamanho…
Tiago avisou:
— Vou gozar… quero gozar na sua boca.
Ele saiu. Sofia se deitou, abriu a boca. Ele apontou e ela abocanhou. Enquanto gozava, falou com voz de comando:
— Bebe tudo, vadia… bebe todo o leite… o corno quer ver… ele vai gostar de ver a vadia dele com a boca cheia de leite de outro homem…
Encheu a boca dela. Deu mais jatos na cara. O leite escorreu pelo queixo e pingou no lençol. Sofia mostrou a boca cheia para a câmera, engoliu tudo, abriu vazia, limpou o pau dele com a boca e ficou me olhando com um sorrisinho safado, o queixo ainda brilhando de porra.
O pau de Tiago continuava duro por causa da tadalafila. Sofia olhou, admirada e falou:
— Não vamos perder tempo… quero dar minha bundinha.
Ele se deitou, tirou o plug, passou lubrificante no pau dele e na entrada do cu, e desceu devagar. O plug tinha feito o trabalho. Entrou mais fácil, mas ainda apertado. Ela gemeu alto enquanto engolia centímetro por centímetro até sentar fundo.
Começou a cavalgar. Eu filmava. Não aguentei e comecei a bater punheta. Gozei rápido, jatos caindo no chão. Tiago viu e falou:
— Olha só, putinha… vê teu marido gozando vendo a gente transar.
Sofia viu e gozou na hora. Continuou cavalgando, rebolando a bunda na pelve dele, gozou mais duas vezes. Ele pediu para ela sair. Ela ajoelhou, abocanhou e ele gozou de novo na boca dela.
Sofia se levantou e foi ao banheiro tomar uma ducha. Tiago a seguiu e falou para mim:
— Quero comer ela sem você ver. Fica no quarto.
Ele trancou a porta por dentro. Colei o ouvido na parede. Ouvi o barulho da água, depois os slaps na bunda, ela pedindo para bater mais forte, pedindo para puxar o cabelo. Depois veio a surpresa: ela pedindo tapa na cara.
— Me bate… bate de novo… mais…
O som dos tapas misturado com os gemidos. Ela elogiava o pau dele, a pegada, dizia que ele metia muito melhor que o marido. Meia hora inteira de trepada atrás da porta trancada.
Quando a porta se abriu, Sofia apareceu de toalha, o rosto ainda vermelho. Falou:
— Ele mandou você me comer agora.
Ela se deitou, as pernas abertas. A buceta escorria sêmen branco e pastoso. Eu fiquei admirado com a quantidade depois de ele ter gozado duas vezes. Subi nela. Quando enfiei, senti a buceta muito mais larga que o normal, quente, escorregadia do leite dele ainda morno.
Ela riu baixo e humilhou:
— Nem estou sentindo o seu pau direito…
Tá mole comparado com o dele…
Mal dá pra sentir…
Eu meti desesperado. Em menos de dois minutos gozei dentro dela, misturando minha porra com a dele. Sofia passou a mão no meu rosto e falou, quase carinhosa e cruel ao mesmo tempo:
— Pronto. Agora você também encheu.
Mas ele encheu mais. !E meteu melhor.
Eu saí de dentro. O sêmen dos dois escorria junto. Fiquei sentado na beira da cama, olhando para a buceta dela ainda aberta, no fundo senti orgulhoso de ter uma esposa que consegue satisfazer um macho alfa como o Tiago. Nossa fantasia tinha sido realizada. Completa. E eu não sabia se o que sentia era tesão, vergonha ou as duas coisas juntas.
Sofia se levantou da cama ainda ofegante, o corpo marcado, principalmente nas coxas sua pele branquinha estava vermelha e dava para ver os dedos do Tiago impressos nela, o cabelo platinado bagunçado. Olhou para mim e depois para Tiago, que estava sentado na poltrona com o celular na mão tinha gravado a nossa transa, eu comendo a minha esposa putinha, o pau finalmente começando a amolecer.
— Vamos embora — ela falou, a voz animada. — Mas primeiro a gente te deixa de volta no shopping, falou para o Tiago.
Os três nos arrumamos, pegamos as coisas e descemos juntos. No caminho até o Shopping Ibirapuera o clima dentro do carro era leve, quase eufórico. Sofia ia no banco do passageiro, eu dirigia, Tiago atrás. Ela ria, mexia no celular, mandava mensagens no grupo e de vez em quando virava para trás e falava alguma safadeza, fazendo os dois rirem.
Na frente do Shopping a gente parou. Tiago desceu, se despediu com um aperto de mão e um beijo delicioso na Sofia com firme e um sorriso de quem tinha curtido a experiência. Sofia abriu a janela e falou:
— Até a próxima. Não some.
— Me manda os vídeos, quero assistir também
Ele acenou e sumiu no meio das pessoas. Eu engatei a marcha e saímos dali.
No caminho, Sofia colocou a mão na minha coxa e apertou.
— Eu gostei de tudo — ela disse, olhando para mim com um sorrisinho de quem estava satisfeita. — Gostei de verdade. E você?
— Também — respondi, sem hesitar. — Mais do que eu imaginava.
Ela sorriu, aquele sorriso com o buraquinho na bochecha.
— As crianças só voltam domingo à noite. A gente tem o final de semana inteiro livre.
Eu não quero que isso acabe aqui.
Chegamos em casa. Tomamos banho juntos, sem pressa. No chuveiro ela se encostou em mim e falou baixinho:
— Quero experimentar mais. Quero viver mais.
Hoje à noite… quero ir num clube de swing.
Eu parei de passar o sabonete nas costas dela.
— Sério?
— Sério. Quero ver outros casais. Quero dançar, beber, e se rolar… rolar. Com você do meu lado. Olhando. Ou participando. A gente decide juntos.
Eu virei o rosto e beijei a boca dela, ainda com gosto de água e sabonete.
— Então vamos.
À noite ela apareceu de vestido preto curto, o cabelo platinado solto, o batom vermelho. Eu me arrumei também. No carro, a caminho do clube, ela colocou a mão na minha e apertou.
Se gostarem e pedirem eu conto para você como foi no clube swing a Inner