Ela Sai, Eu Fico Duro

Eu me chamo Mário. Tenho 61. Minha esposa se chama Isabela. Ela tem 38. Casamos quando eu tinha 40, já era vasectomizado e ela, 19.
Eu sempre soube que, pela diferença de idade, não conseguiria atender todas as necessidades sexuais dela. Por isso permito — e incentivo — que ela saia para encontrar outros homens. Não me importo em saber que Isabela está com outros. Na verdade, eu gosto. Adoro ser o corninho da minha esposa.
Um dia eu sentei com ela no sofá e falei a verdade que já vinha me corroendo:
“Amor… eu não dou mais conta. Não consigo te dar o prazer do jeito que você precisa. E eu não quero que você fique sem. Prefiro te ver satisfeita, mesmo que seja com outros.”
A partir daquele dia tudo mudou. No cotidiano ela continua tímida, fala baixo, quase some no meio das pessoas. Mas quando sai de casa vira outra. Shortinho justo mostrando aquelas polpinhas, mini saia de lycra colada no corpo… essas são as marcas registradas dela. Ela gosta de provocar. Gosta de sentir os olhares dos homens lindos descendo pelas pernas. E eu adoro vê-la assim.
Desde que abrimos o casamento ela já saiu com mais de cento e vinte homens. Cada um a deixou diferente: mais solta, mais faminta. E eu, o corno manso, aprendi a viver disso. Não é fantasia de final de semana. É o nosso dia a dia.
Isabela é uma morena da cor do pecado. A pele bronzeada, azeitonada, lisa e quente ao toque. O cabelo preto, liso e brilhante, desce até o meio das costas e sempre cheira a algum shampoo caro misturado com o perfume dela. Os olhos escuros, quase pretos, grandes e intensos, capazes de me desmontar só com um olhar. Os lábios carnudos, naturalmente avermelhados, sempre úmidos. O corpo ainda me deixa sem ar: seios generosos e pesados, mamilos escuros e sensíveis que endurecem fácil; cintura estreita que cabe nas minhas mãos; quadris largos e uma bunda redonda, firme e carnuda que balança de um jeito criminoso quando ela anda. As coxas são fortes, macias por dentro, e a buceta dela é lisa, sempre quente e fácil de molhar.
Às vezes, quando ela chega em casa com o batom borrado e aquele cheiro de sexo ainda no cabelo, eu só fico olhando. E sei que, de algum jeito, isso também me satisfaz.
Vou contar o que aconteceu há quinze dias atrás.
Já faz parte da nossa rotina. Quando Isabela sai sozinha, eu durmo sem roupa. Sei que, quando ela chega da balada, vai me acordar chupando o meu pau. É o nosso jeito. Eu fico excitado só de imaginar.
Naquela noite, ela se arrumou na minha frente. O vestido verde curto e sensual deslizou pelo corpo dela. Sem sutiã. Os biquinhos duros já marcavam o tecido fino. Eu estava sentado na beira da cama, olhando. Ela se aproximou, parou entre minhas pernas e passou os dedos pelo meu cabelo grisalho.
— Gostou, meu amor? — perguntou, a voz baixa, brincalhona.
— Gostei pra caralho — respondi, passando as mãos pelas coxas dela, subindo até a bunda. — Vai me fazer corno hoje?
Isabela sorriu, aquele sorriso safado que eu conheço tão bem. Se abaixou, beijou minha boca devagar, mordeu meu lábio inferior e sussurrou contra meus lábios:
— Vou. E você vai adorar ouvir depois. Espera acordado se aguentar… ou dorme. Eu te acordo do meu jeito.
Ela se afastou, pegou a bolsa, olhou por cima do ombro e piscou. Chamei o Uber pelo celular dela. Quando o carro chegou, ela voltou até mim, me deu um beijo demorado, passou a mão no meu pau por cima da calça — já duro — e sussurrou:
— Se cuida meu corninho até eu voltar.
Saiu. Eu fiquei na porta olhando o carro sumir, o coração batendo mais forte, o pau latejando.
As fotos começaram a chegar pouco depois. Primeiro Isabela no bar, várias bebidas na frente, sorrindo para a câmera com aquele olhar safado. Depois um cara atrás dela — alto, jovem, braços fortes em volta da cintura dela, beijando o pescoço. Outra foto: a mão grande dele apertando o peito dela por cima do vestido verde, o mamilo marcado. Outra ainda: os dois se beijando de língua, a aliança dela bem visível no dedo, brilhando sob a luz da balada.
Fiquei duro pra caralho. Continuei olhando as fotos até o sono me vencer, pelado, como combinado.
Acordei com a boca quente e molhada dela em volta do meu pau.
Abri os olhos e a vi entre minhas pernas. O vestido verde ainda no corpo, agora amassado. O cabelo preto bagunçado, um pouco grudado na testa. O batom um pouco borrado. O cheiro dela — perfume, suor leve e sexo — invadiu meu nariz. Isabela me olhou de baixo, mamando devagar, e falou com a boca cheia, a voz pastosa de excitação:
— Hoje sua putinha foi muito usada e foi muito bom. Amo chupar seu pau. Vou te contar como foi…
Ela subiu um pouco, lambeu a glande devagar, a língua quente e molhada girando, e continuou:
— Amo chupar o seu pau, meu amor.
Eu amei chupar aquele pau.
Amo encher a boca de porra quente.
Você gosta de imaginar eu sendo uma putinha? Eu sei que gosta.
Você adora pensar em mim sendo uma vadia… com todos aqueles caras e os paus deles.
Dá pra eu chupar o seu pau igual eu chupava o deles?
Todos amavam quando eu chupava.
Eu sempre provocava um pouco… deixava eles ficarem duros pra porra.
Chupava só a cabecinha, bem safada.
Você gosta quando eu provoco o seu pau, meu corninho?
Gosta quando eu chupo igual um pirulito?
Eu amo ter um pau grande e grosso na minha boca.
Ela engoliu um pouco mais e seguiu contando, a voz rouca:
— Hoje eu encontrei um cara na balada e a gente estava bebendo e tal.
A gente saiu de lá, e fomos no carro dele. Ele me perguntou se poderíamos vir pra cá em casa. Eu disse que não. Ele perguntou o motivo. Eu disse que era casada e que você estava em casa e mostrei a aliança no meu dedo.
Ele ficou surpreso e perguntou se você deixava a mulher dele ir para a balada sozinha. Eu respondi que me incentivava a sair e a encontrar outros rapazes lindos igual a ele.
Ele então falou: “Você é putinha, né? Então nem vou pagar o motel, vamos transar no carro mesmo.”
Eu adorei essa aventura de transar no carro na rua.
Ele encontrou uma rua bem tranquila, com muitas casas e árvores, e começou a pegação.
A gente estava abraçado no carro e beijando. Minha mão estava sobre a calça dele e eu senti o pau dele endurecer contra mim.
Aí ele começou a mexer nos meus peitos por cima do vestido.
Ele ficava pegando e apertando eles.
Eu senti o pau dele ficar realmente bem duro.
Eu virei e sentei em cima dele por um segundo.
Comecei a beijar a boca dele.
Eu estava sentada em cima do pau grande dele.
Eu sentia ele ficando cada vez mais duro.
Enquanto a gente se beijava, ele ficava mexendo nos meus peitos.
Aí eu desci e comecei a mexer no pau dele.
Eu estava esfregando, puxando, e depois tirei ele o pau para fora quando já estava super, super duro.
Eu peguei e masturbei ele por um minutinho, bem devagar, tipo assim.
Eu gosto de sentir ele ficar mais duro.
Já estava bem grande.
Depois de masturbar por um minuto, eu me inclinei, beijei a cabecinha, comecei a beijar o pau todo.
Eu só estava provocando a cabecinha com a língua.
Eu ia engolindo um pouquinho a mais cada vez… até que eu coloquei o pau inteiro na boca.
Esse pau era bem grande, só um pouquinho maior que o seu.
Ele ficou super, super duro.
Isabela engoliu meu pau até o fundo enquanto falava, saliva escorrendo pelo meu saco, a garganta apertando. Continuou:
— Levantei meu vestido, puxei a calcinha de lado e subi em cima dele e sentei no pau.
Minha buceta estava encharcada… estava tão molhada só de chupar o pau dele e sentir ele endurecer na minha boca.
Quando eu sentei, ele entrou tão fundo na minha buceta.
Eu comecei a rebolar em cima.
Eu sentia o pau dele latejando tão forte dentro da minha buceta.
Minha buceta estava tão molhada por ele.
Ele ficava mexendo nos meus peitos grandes e puxando meus mamilos.
Não demorou muito para eu gozar toda no pau dele.
Eu gozei tão forte nele.
Minha buceta estava tão apertada, tão molhada e tão cremosa.
O pau dele não aguentava mais.
Estava duro pra caralho e latejando.
Eu sabia que ele queria gozar tanto.
Eu sabia que ele queria gozar na minha bucetinha.
Qualquer chance que ele tinha, ele mexia nos meus peitos e puxava meus mamilos.
Quando eu estava cavalgando o pau dele, ele chupava um pouquinho.
Toda vez que ele fazia isso, minha buceta ficava ainda mais molhada.
Depois que eu terminei de cavalgar o pau dele, depois que eu gozei, eu fazendo cara de santa e safada pedi com uma voz muito manhosa:
— Enfia no meu cuzinho bem fundo.
Ele saiu do carro, deu a volta, abriu minha porta e mandou eu ficar de quatro apoiando no banco do passageiro. Eu fiquei toda louca, imaginando alguém passando e nos vendo ali transando, eu com o vestido levantado, calcinha de lado e ele me fudendo gostoso… e melhor ainda se passasse um carro de polícia e a gente fosse para a delegacia por atentado ao pudor. Isso me dava mais tesão.
Quando ele encostou a cabeça no meu cuzinho, nem precisou de lubrificação. Minha xana já tinha feito bem o trabalho de deixar o pau dele bem lubrificado.
Não resisti e comecei a falar para ele:
— Seu pau está tão grosso pra caralho. Tá tão grande agora… tão grande pra porra.
Ai, tá gostoso?
Tá fundo no meu cu?
Tá apertado? Bom.
Porra, tá gostoso pra caralho.
Tá friozinho… eu tô apertando tão forte, não consigo parar.
Sente eu apertando o seu pau, porra?
Ai… continua…
Porra, tá tão grande… tão grande, grande pra caralho…
Na rua… e eu ainda amo.
Tá tão gostoso.
Tão grande pra porra…tá abrindo todo o meu cu com esse pau grosso.
Eu adoro sentir meu cu sendo esticado por esse pau gordo e grosso pra caralho.
Ai meu deus… sinto cada centímetro entrando.
Ai porra…
Eu sabia que ele estava tão perto de gozar. Eu pulei fora
E meti ele de volta na boca.
Eu chupei com toda a força que eu podia.
Eu sei do jeito que vocês homens gostam de serem chupados… você gosta quando eu enfio o pau todo na garganta.
E depois volto e fico provocando a cabecinha.
Deixo enfiar ele na minha gargantinha até não aguentar mais…
Eu mal podia esperar ele gozar pra mim.
Queria que você visse ele enfiando rola toda no fundo na minha garganta.
Me tratando igual a putinha safada que eu sou… igual todos os outros caras faziam.
Meu amor, eu amo quando eles gozam bem fundo na minha goela. Amo pra caralho.
A sensação era incrível: o pau grosso e quente preenchendo minha boca, a veia latejando contra a língua, o cheiro forte de sexo e suor subindo pelo nariz. Eu me masturbava ao mesmo tempo, dois dedos dentro da buceta encharcada, rebolando contra a própria mão enquanto ele gemia alto.
Ele segurou meu cabelo e começou a foder minha boca com força demais. Eu quase engasguei, mas não afastei a cabeça. Ele gemia cada vez mais alto. Eu sentia o pau inchar ainda mais, latejando forte. Por um segundo pensei em parar… mas não parei.
Aí ele segurou meu cabelo com mais força e parou de se mexer. Ficou só latejando fundo na minha garganta, segurando o gozo. Eu continuei chupando, até ele finalmente soltar.
O primeiro jato veio forte, quente, salgado, direto no fundo da garganta. O gosto era intenso, amargo e masculino, o cheiro de porra fresca invadindo tudo. Eu engoli, mas ele continuou jorrando. O segundo jato encheu minha boca, o terceiro fez a porra escorrer pelos cantos dos lábios e descer pelo queixo. Eu continuei chupando, a mão trabalhando rápido na buceta, gozando junto enquanto ele gemia e descarregava tudo dentro de mim. A sensação de ter aquele pau pulsando, enchendo e transbordando minha boca me deixou louca de tesão. Eu era a putinha dele naquele momento, e amar fazer aquele cavalo gozar fundo na minha goela foi uma das melhores sensações da noite.
Minha esposinha putinha engoliu meu pau até a base. A garganta dela apertou em volta de mim, quente, molhada, apertada. Os lábios carnudos ficaram esticados, quase tocando a base. Saliva escorria pelo meu saco. Ela me olhou de baixo com aqueles olhos escuros de puta, sem tirar a boca, e começou a chupar com força, a cabeça subindo e descendo, a língua pressionando a veia debaixo do pau.
Eu não aguentei.
Gemi alto, a mão presa no cabelo preto dela, e gozei fundo na garganta dela. O primeiro jato saiu forte, direto no fundo. Ela engoliu sem hesitar, a garganta se contraindo ao redor de mim, sugando cada gota. O segundo e o terceiro jatos vieram logo em seguida, quentes e espessos. Isabela continuou mamando, devagar agora, chupando até a última gota, gemendo de prazer como se a porra fosse o melhor sabor do mundo. Um fio branco escorreu pelo canto da boca dela e ela lambuzou o lábio inferior com a língua, sem perder nada.
Quando finalmente tirou a boca, ainda ofegante, sorriu e sussurrou, a voz rouca e satisfeita:
— Bom dia, meu corninho. Sua putinha chegou.
Eu a puxei para cima, a beijei na boca, sentindo o gosto da minha própria porra. Abracei o corpo quente e suado dela contra o meu e fiquei ali, quieto, o coração ainda acelerado.
Naquele momento eu me senti completo. Minha esposinha estava de volta, usada, cheirosa de sexo, feliz e safada como eu gosto. Eu a segurei mais forte, beijei a testa dela e sussurrei contra o cabelo preto:
— Eu te amo, minha putinha. Obrigado por voltar pra mim.
Isabela riu baixinho, acomodou a cabeça no meu peito e murmurou:
— Sempre, meu corninho. Sempre.
E ali, na cama, com ela nos meus braços, eu soube que estava exatamente onde queria estar: feliz, realizado e profundamente apaixonado pela minha esposinha.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Ela Sai, Eu Fico Duro

Codigo do conto:
274445

Categoria:
Cuckold

Data da Publicação:
12/10/2026

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