A sexualidade brotou no mesmo instante e tiraram suas próprias dúvidas sobre mulheres e sobre seus desejos em homens, um no corpo do outro. Desejos, descobertas e prazer. E eles não eram só gêmeos e idênticos, eram lindos!
Eles não tinham vontade de ficar com outros caras e, apesar das namoradas, mantinham seu romance. E ninguém imaginava!
Tereza, a irmã mais velha que morava no exterior e veio para o Brasil para resolver algumas questões burocráticas e trouxe o marido, a família ainda não o conhecia.
Na primeira oportunidade a sós, os irmãos confidenciaram entre si como Richard era atraente.
- Edu, se eu estou falando, é porque sei que você está sentindo a mesma coisa!
- Atração pelo Richard, né… safado você! Eu sabia que você também tinha gostado! - respondeu Edu.
- É o primeiro cara que sinto tesão além de você, mas… é só tesão, não se compara com o que temos…
- A gente sempre sente a mesma coisa, né? Mas neste caso, o que vamos fazer? Vamos nos permitir?
- Estamos juntos há vinte e oito anos, cara, nada vai abalar nosso amor e lidamos bem com nossas namoradas, então… acho que podemos experimentar! Tereza que nos perdoe! - riu Gabriel.
- Vamos, sem culpa! Eu estou seguro que não vai nos abalar e, claro, você também! - falou Eduardo. E assim decidiram “investir” em uma aventura com o cunhado. Logo no jantar da primeira noite, os irmãos puxaram conversa com o Richard, que logo ficou bem à vontade com os rapazes.
Na hora de dormir, os irmãos trancaram a porta e caíram nos braços um do outro, com um beijo intenso, como sempre. Nada falaram sobre as intenções, a noite era só deles, como sempre foi. Eduardo jogou o irmão na cama, tirou sua roupa e levantou suas pernas, admirando a bunda máscula que foi logo beijada e lambida. Gabriel sorriu e se entregou, sentindo a língua esperta e molhada do irmão. Depois de deixá-lo bem lubrificado, Edu deitou por cima e penetrou, olhando em seus olhos. Os peitos juntos, os olhos fixos e as sensações causadas pelo prazer de seus corpos, excitavam mais. Eduardo penetrou o irmão, primeiro devagar e depois com mais força. Sentindo seus pelos no corpo do outro e a pele quente, não iam demorar muito a gozar. Gabriel sentiu o pau aumentando dentro de si e os jatos em seguida. Eduardo fez questão de jorrar a última gota e tirou o pau. Na sequência, ajoelhou e começou a chupar o pau do irmão, melado de tanto tesão. Gabriel gozou, com o calor da boca. Eduardo engoliu tudo. Deram um beijo apaixonado e dormiram.
No dia seguinte, Tereza ficou conversando com os pais, enquanto Richard foi para a piscina com seus irmãos. Richard era branco, na faixa dos quarenta e dois anos, cabelos pretos curtos, corpo de homem que se cuida, mas sem frescuras: pelos, músculos, cabelo cortado básico e um charme irresistível, que não perdia para os gêmeos: morenos, cabelos pretos, corpo impecável, queixo e nariz marcantes e um sorriso que contagiava. Entre cervejas e conversas, algumas confidências foram feitas. Por curiosidade, perguntou se já tinham passado um pelo o outro e se já tinham “se trocado” com namoradas. Eles prontamente responderam, com detalhes. Nunca tinham se passado pelo outro com namoradas, preferiram fazer a três e, também, a quatro, muitas mulheres tinham a fantasia de ficar com gêmeos, disseram! Richard não esperava pela resposta e, junto com o efeito do calor e da cerveja, foi perguntando mais. Eduardo completou e disse que eles se permitiam trocar carícias entre eles durante a transa. O homem ficou calado por um tempo, como se não tivesse escutado bem ou pensando na cena.
- É isso, cara, a gente se permitiu! E permitiu entre nós somente também! Imagina ficar com alguém idêntico a você! Eu me sentia nele e ele em mim! Foi bom, foi gostoso, sem neuras, e... claro que isso é um segredo! - falou com um sorriso safado. Richard ficou pensativo.
- Então vocês dois… entre vocês também? São gays? Bi?
- Não criamos rótulos, deixamos acontecer. E você? Nunca deixou acontecer alguma coisa assim?
- Vocês falando assim, parece simples! Na juventude rolou uma sacanagem, mas nada demais… - Richard ajeitou o membro dentro da sunga, que já dava sinais! Os irmãos perceberam.
- Já falamos muito, né, foi mal, não queremos deixar você sem graça! - falou Gabriel.
- Sexo com outro homem deve ser uma coisa bem forte, imagino, entre gêmeos então!
- Sexo com homem é diferente… e forte, sim, desde que sem culpa! - Eduardo falou e encarou o cunhado. Todos estavam com o coração batendo a mil, e o pau também. E se perceberam excitados.
- Oi meninos! Vamos dar um pulo na cidade para resolver logo as pendências! - falou o pai, acompanhado da esposa e da filha. Entraram no carro e saíram, sem perceber a excitação deles.
- Parece um sinal, só temos nós em casa agora! Nós e uma vontade que já está explícita! - disse Eduardo apertando o pau duro. Os outros o olharam, também cheios de tesão.
- Eu já liguei a sauna, vamos para lá, a arrumadeira pode chegar… - Gabriel mal terminou de falar e todos já tinham saído da piscina.
Entraram e fecharam a porta. Os irmãos se beijaram de maneira calorosa e, enquanto Richard os observava, foi puxado para um beijo triplo. Os três estavam sentindo um tesão enorme e Richard se deixava levar pelo desejo inexplicado. As línguas se enroscavam, se alisavam e eram mordiscadas de leve. Os lábios quentes e molhados, se tocavam. A pele masculina, a barba, o calor, tudo inspirava a não parar! Os irmãos, abraçados ao cunhado, começaram a lamber o pescoço dele e foram até os mamilos. Richard se contorcia e os apertava. Logo, eles sentaram no banco da sauna, abaixaram a sunga dele e começaram a chupar o pau que latejava de tesão. Enquanto um chupava a ponta, o outro se divertia com o saco, virilha e pentelhos, indo até a boca do outro e dividiram o pau entre seus lábios. Entre beijos e chupadas, eles deixavam Richard louco, que gemia baixo!
Eduardo virou o cunhado e passou a língua entre as nádegas, enquanto Gabriel dava um trato no pau. Era uma experiência nova para eles, já que nunca tinham ficado com outro homem. Após vários minutos de descobertas, Richard também fez sexo oral neles e todos se revezavam, onde dois davam prazer ao outro, fosse mamando, beijando, lambendo, os corpos suados já pediam mais. Depois de outro beijo molhado com cheiro de sexo de três machos, os irmãos foram se posicionando, um na frente e o outro atrás. Gabriel deitou de costas na madeira da sauna seca e abriu as pernas para receber Richard, que penetrou devagar depois de deixar bem lubrificado de saliva, além do suor que escorria. O pau de tamanho normal e um pouco grosso, deslizou devagar, tirando gemidos de ambos. Quando penetrou a metade, Eduardo começou a penetrar Richard, que no início estranhou, mas ao sentir as mãos deslizando sobre seu corpo, a língua na nuca e o cuzinho de Gabriel apertando seu pau, sentiu mais tesão e empinou a bunda, facilitando a penetração em seu cu apertado e virgem. Ao mesmo tempo, os dois penetraram até o fundo. Richard, entre os dois, comandava o ritmo. A sensação de penetrar e ser penetrado por dois homens másculos e sedutores, deixava ele confuso e ao mesmo tempo sem medo de ter prazer. Para os gêmeos, dividir o mesmo homem, conhecer outro corpo, outro gosto e outro cheiro, era diferente, mas só era gostoso pela presença do outro.
Richard segurou Gabriel pelos tornozelos, em um sinal que poderia estar em vias de gozar e Eduardo o fez tirar o pau e, assim, mudaram de posição. Richard ficou de quatro, ainda com Eduardo penetrando e Gabriel passou a penetrar o irmão. Agora o trenzinho era puxado por Richard e Eduardo no meio. Sentindo ainda o pau dentro de si, Gabriel segurou o irmão pela cintura e penetrou com mais força. Em outra troca de posição, Richard penetrou Eduardo e foi penetrado por Gabriel. Os três pingavam de suor, o que deixava o ambiente mais sensual. A cada troca de posição, se beijavam com volúpia.
Todos tinham se experimentando, fosse penetrando, sendo penetrado e sexo oral. Foi um momento de descoberta e prazer total. Em êxtase, como se estivessem viajando em seu delírio de tesão, os três aumentaram o ritmo: não tinham mais como segurar o gozo!
Eduardo e Gabriel, que conduziam o sexo, mudaram de posição, fazendo eles ficarem de frente, colados, juntos, sentindo o cheiro de suor e sexo, se beijando, misturando suas línguas e se masturbando, um masturbando o pau do outro, não sabia mais quem estava com quem, eram uma coisa só. As mãos deslizavam, sentindo o calor, as veias e as pulsações, no suor, na saliva e no pré-gozo.
Os irmãos anunciaram juntos que iam gozar e Richard, também. Ao mesmo tempo, os três membros dilataram, pulsaram e começaram a jorrar uma quantidade enorme de esperma, uns nos outros, os líquidos se misturavam, em tons e texturas diferentes. A intensidade do orgasmo triplo, fizeram eles se apertarem, gemer e se contorcer. Foi um orgasmo forte, profundo. Após vários espasmos, abriram os olhos e se olharam. O esperma dos três escorria pelos corpos.
- Nossa, eu chamaria isso de tesão violento! - disse Richard, ofegante.
- Vamos para o chuveiro, antes que a gente desmaie! - falou Eduardo com um sorriso fraco. Os três se dirigiram para as duchas da sauna e sentiram a água fria cair sobre seus corpos.
Após alguns instantes, para recompor a energia, desligaram a sauna e saíram, olhando tudo para ver se não tinha deixado algum vestígio.
Naquela noite, Eduardo e Gabriel deitaram mais cedo. Entraram no quarto e falaram quase ao mesmo tempo:
- Foi maravilhoso, mas eu nunca ia deixar alguém gozar em você nem receber seu esperma, isso é um prazer só nosso! - falou Eduardo.
- Nunca permitiria você sentir o gosto de outro homem, o único esperma que você vai sentir e engolir, vai ser o meu! Essa intimidade é só nossa, e pensando bem, foi bom demais, mas prefiro somente entre nós dois! - Gabriel falou abraçando o irmão.
- Já experimentamos e acho que não precisamos mais, mesmo ele sendo gostoso, nunca vai ser como você, nunca vai ser como a gente! Te amo, irmão!
Aquela noite os dois transaram como dois loucos, com fome e sede um do outro, com orgasmos profundos e intensos, como sempre é entre dois homens.
***
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