Após aquela experiência, fiquei curioso para ter outras e só de pensar, ficava muito excitado. Não estive mais com o primeiro dominador, nem o nome dele eu soube, e eu queria mesmo era conhecer outro! Como não tenho saco para apps, fui no bate papo da internet, em sala que ia direto ao assunto, sem enrolação, sem explicações, somente o desejo.
Depois de teclar com dois enrolões, conheci Rômulo: cinquenta e quatro anos, 1,80 de altura, mulato, usava bigode e magro. O jeito que ele conversava, me deixava com tesão. Ele disse que morava no Maracanã, bairro bem perto do meu, eu moro no Rio Comprido. Abrimos a câmera e conversamos um pouco. Ele mandou eu mostrar e abrir a bunda, ficar de quatro e simular sexo oral. Eu estava com o pau latejando quando ele simplesmente disse que me aceitava. Passou o contato e saiu da sala. Deitei no chão, abri as pernas e brinquei com meu cuzinho enquanto me masturbava. Gozei rápido pensando nele!
No dia seguinte, fui ao seu encontro. O prédio era antigo e bem cuidado. Ao abrir a porta, vi a sala espaçosa com móveis antigos. Ele me levou para um quarto que não era o principal, com uma cama de casal grande, um abajur de pé e uma poltrona. O cheiro de cigarro era forte. Rômulo vestia uma calça jeans, camisa de botão e calçava uma bota dessas de trilha. Estava suado e disse que tinha acabado de chegar em casa. Sentou na cama e fez sinal com a cabeça. Quando eu fui me aproximar, fez outro sinal, e entendi. Fiquei de quatro e fui em sua direção, já me submetendo a ele. Quando me aproximei bem dele, parecia que eu já sabia o que tinha que fazer. Tirei sua camisa, abri sua calça e fui tirar seu calçado. Exalou um cheiro de suor e chulé. A meia chegava a estar úmida. No primeiro momento, senti que ia detestar, mas, para minha surpresa, quando percebi, estava lambendo seus pés. Ele esfregava a sola do pé no meu rosto. Eu sentia o gosto salgado e o cheiro forte. Ele apenas observava. Lambi entre os dedos, esfreguei meu rosto, inspirei profundamente seu odor. O cheiro desagradável tornou-se fonte de prazer. Eu estava muito excitado, precisava daquilo! Chupei cada dedo, lambi a sola e o peito dos pés. Rômulo enfiava os dedos na minha boca, empurrava meu rosto, voltava a esfregar para eu lamber e beijar seus pés másculos e grandes. Ele me empurrou com o pé pelo rosto, me afastando. Fiquei sentado, quase implorando.
- Quer mais? Chega perto. - ordenou e levantou. A calça aberta, mostrava a cueca bege e os pentelhos abundantes saindo por cima. O pau pendia pesado, de lado. O cheiro de macho era forte. Arriei a cueca e deparei com o cacete enorme dele, pelo vídeo não parecia tão grande!
Olhei para ele, ajoelhado à sua frente. Ele acenou com a cabeça, sério. Segurei o membro e esfreguei meu rosto em seus pentelhos, sentindo o cheiro forte de homem. Ele me dominava com o olhar e eu sabia o que fazer. Segurei o pau e puxei o prepúcio, deixando à mostra a cabeça escura e pulsante. De novo, o odor de macho invadiu minhas narinas. Tirei sua cueca. As marcas de suor nos elásticos eram evidentes. Olhando para ele, cheirei a cueca. Em seguida, o homem segurou o saco para cima. Lambi embaixo e as virilhas. Eu já salivava com vontade de sentir o gosto daquele mastro suado. Levei dois tapas na cara e várias porradas com o pau pesado. Olhando de baixo para cima, via seu corpo: o saco peludo, os pentelhos, o pau enorme, a barriga um pouco saliente e seus ombros ossudos e sua cara de mandão. Senti um frio na barriga. Ele enfiou os polegares pelos cantos da minha boca, alargando, e cuspiu na minha língua.
- Chupa, tá esperando o quê? - perguntou. Finalmente comecei a lamber e mamar com vontade, sugando, degustando, sentindo o gosto ácido e salgado, esfregando no meu rosto. Ele me segurava pelos cabelos. - Tá fraco, você tá precisando melhorar… resolve isso. - falou me olhando.
- Só deixa eu continuar, por favor, faço o que você quiser, não me mande embora! - eu estranhava minhas palavras! Sempre gostei de caras bonitos, cheirosos e gentis e agora estava entregue a um homem que quase me desprezava, cheirando a chulé, suor e sexo e sem atrativos e que ainda me repelia com os pés que eu lambia!
Ele me conduziu até a cadeira e vendou meus olhos. Senti ele em pé, na minha frente. Outro tapa e me fez abrir a boca. Enfiou o pau e começou foder minha boca, já alcançando a garganta, o que não era difícil pelo tamanho do membro. Tentei respirar e relaxar o maxilar. Ele socava com força, ia cada vez mais fundo. Vendado, eu só sentia. Eu salivava e minha boca escorria baba, que caía sobre meu peito. Senti sua mão na nuca e logo a seguir ele enfiou o pau bem fundo. Senti a cabeça atravessando minha garganta e tive uma ânsia. Eu não sei como eu conseguia, o pau quase fazia a curva na minha goela, ia até lá dentro. Ele metia e tirava e metia de novo, como se estivesse fodendo um cu. Comecei a tossir e empurrei ele. Outro tapa. Senti se afastar. Eu poderia ter tirado a venda e saído, mas não quis. Rômulo se aproximou e amarrou minhas mãos para trás. Senti um prazer me invadindo. Ele ia fazer o que quisesse! Sussurrou no meu ouvido:
- Como seu dono, vou me satisfazer. Quer parar ou quer continuar? - perguntou. Eu queria, acenei que sim!
- Quero… imploro que continue, senhor…
Senti ele apertando meus mamilos. Ele chupou, mordiscou, mordeu com força. Chupou forte. A agonia virou prazer. Meu pau pingava. Meu corpo tremia, sentia meu cu piscar, úmido, quente.
- Você sabe o quanto é bonito? Rapazinho lindo e submisso, o prazer é maior, e não tenho pena. É bonito demais para um só, em breve vou te dividir com outros, vai ser uma festa, mas por enquanto vou desfrutar do meu objeto. - ele falou e enfiou de novo o pau na minha boca, que já esperava. Segurando pela nuca, voltou a bombar, só que agora, quando ia no fundo, mantinha um pouco. Eu suava, babava e sentia falta de ar. Em determinado momento, ele segurou durante um tempo, achei que ia desmaiar, bati os pés e ele continuou mais um pouco, até que tirou. Eu tossia, com a língua para fora, ofegante. Sentia meu peito molhado, meu pescoço estufado. Comecei a mexer na cadeira, esfregando meu cu no assento, queria pica!
Ele me levantou e me fez sentar na cama. Com as mãos amarradas e vendado, fiquei parado. Eu ainda respirava forte quando senti ele prender alguma coisa nos meus mamilos. Senti aflição, nervoso, e me mexi, ele ordenou que eu ficasse imóvel. Novamente, senti prazer e comecei a gemer. Os pregadores tinham alguma pluma pendurada que roçava na minha pele, fazendo um pouco de cócegas no meio da aflição/tesão. Eu gemia mais, queria ser possuído, sentir ele dentro de mim. Fui levantado e encostado na parede. Ele mandou eu abrir a boca e enfiou a cueca dele.
- Fica com minha cueca usada, para gemer baixo, porra. Aprende! - falou quase rosnando. Enfiou com força. Senti o gosto salgado e azedo e não sabia mais por onde sentir tesão!
Ouvi um barulho, como se ele abrisse uma embalagem. Seus dedos percorreram minha bunda e brincaram com meu cuzinho. Ele estava passando uma pomada, parecia ser vaselina, finalmente ia me penetrar! Enfiou um dedo e depois outro. Seus dedos grossos e ásperos deslizavam dentro de mim. Implorei para me deitar na cama e me comer com força.
Depois de brincar, o homem me levou para outro lugar e me fez deitar no chão. Era um piso frio, devia ser banheiro ou cozinha. De bruços, eu sentia o frio do piso e empinava a bunda. Ele veio por cima e encostou a cabeça do pau na entrada. Percebi de novo a grossura. A vaselina tinha saído um pouco, mas mesmo assim, ele deslizou para dentro de mim. Com as mãos amarradas, os braços para cima da cabeça e os olhos vendados e o rosto no chão, fui penetrado. Meu corpo se alargava para ele, meu cu esticava na grossura do pau. Ele meteu até a metade e parou. Senti quando se ajeitou e meteu tudo de vez, até o fundo. Soltei um grito abafado pela cueca, me senti rasgado, era o que eu queria! A cabeça do pau batia no fundo, era incômodo e prazeroso. Eu abri as pernas para receber melhor. Meu pau e meu peito roçavam no chão, agora um pouco molhado de suor.
Rômulo começou a socar com força. Os pregadores saíram dos meus mamilos. Meus cotovelos e meu rosto estavam colados no chão. Eu estava totalmente preenchido pelo membro grande e grosso de um desconhecido, no chão. Senti sua boca no meu ombro, ele chupava e mordia. Eu empinava a bunda e era mais penetrado. Tudo girava, eram várias sensações e uma das principais era a de estar servindo a um homem que mal tinha conhecido.
Depois de várias estocadas sem parar, Rômulo tirou a venda dos meus olhos. Mal reparei que eu estava em um banheiro antigo, com azulejos. Por cima de mim e metendo forte, ele me olhava. Seu rosto másculo, seu bigode e suas olheiras, me deram vontade de beijar ele, mas ele não deixou. Olhando para mim, fez uma expressão de gozo. Senti seu pau pulsar, sua boca abrir sem emitir sons, e vários jatos de esperma foram lançados. Senti a quentura e cada pulsada. Gozei sem me tocar. Ele se contraía, me observava e arfava muito. Senti o peso do seu corpo, ambos relaxados agora, a ardência era grande. O pau não amoleceu de imediato. Senti dor no ombro, também, onde deu vários chupões e mordidas. O dominador mantinha seu pau cravado dentro de mim.
Tentei me mover, ainda amarrado e senti uma quentura dentro e meu corpo inchar: ele estava mijando dentro de mim, já começava a escorrer, saindo junto com a porra. Eu me enchi de tesão de novo, o líquido quente saía de mim, transbordava pela minha bunda, escorria pelo meu saco, inundando o chão e meu corpo. Fiquei de pau duro de novo. Quando acabou de mijar, ele tirou de dentro e me virou no chão, me deixando de costas no chão cheio de mijo, porra e suor. Desamarrou minhas mãos e tirou a cueca da minha boca.
Eu olhava para meu dono com gratidão, queria abraçar ele. Estava com o corpo dolorido, mas satisfeito. Sentei no chão, de frente para ele, que se aproximou.
- Como você é lindo. Tenho mais que o dobro da sua idade e você está aqui, me servindo. Assim que eu gosto. Poderia estar com outro viadinho de família, mas, não, está aqui…
- Obrigado, eu adorei…
- Cala a boca, não mandei falar. - rosnou e se aproximou. Achei que fosse me dar um beijo e eu cheguei perto.
- Beijar você? Você tá suado, mijado, cheio de porra, bafo de cueca… - começou a rir. Final de semana você volta, tem mais. Vai conhecer meus amigos. Vou escolher direitinho que vai usar você, vou prezar sempre pela sua segurança e você vai me servir, a mim e a quem eu mandar.
Ele deixou eu tomar um banho rápido. Coloquei minhas roupas e fui embora, andando com as pernas abertas, arrombado pelo pau grosso do meu novo dono.
***
E Bruno viveu outra aventura de submissão, pelo visto gostou mesmo!
E você? Já teve esta fantasia? Já viveu situação parecida? Comente! Vou adorar seu comentário!
Se não leu, leia a primeira aventura dele!
Conheça os outros relatos e os livros! Grato!
