- Posso convidar você para outro café? - perguntou.
- Outro? Quer voltar lá?
- Não, na minha casa... moro perto. - ele me olhava como se fosse me hipnotizar, e eu já estava quase!
O homem tinha a fala calma e o olhar penetrante. Devia ter mais de 1,90 de altura, uns trinta e oito anos, peludo e viril. Eu era um contraste com ele: sou moreno, tenho 1,75 de altura, vinte e cinco anos, magro definido, uso óculos e não tenho barba. Parecia que ele tinha lido meu pensamento quando falou que éramos bem diferentes e que isso era bom. Eu estava mais nervoso do que com tesão, por ser um estranho e por estar indo para a casa dele!
Assim que ele fechou a porta do apartamento, me enlaçou com o braço e me beijou. Ele sugava minha boca, me apertava contra seu peito e eu já sentia seu pau duro embaixo do jeans. Quando percebi, estávamos sem roupa, na cama. Ele me apertava, me segurava entre seus braços.
- Você é meu agora, vai fazer tudo o que eu quiser, não espero outra coisa! - sussurrou no meu ouvido, deitado por cima de mim, eu sentindo seu pau roçando no meu corpo. A fala dele e a pegada forte, me encheram de tesão, eu concordei. Ele me dominava sem eu sentir.
- Tudo será em comum acordo. - ele falou segurando meu rosto com as mãos.
- Quero tudo! - falei extasiado!
Recebi um beijo molhado, ele lambeu meu pescoço enquanto brincava com meus mamilos. Eu me contorcia, queria sentir todo o gosto do seu beijo. Mudamos de posição e ele, deitado de barriga para cima, me empurrou para chupar seu pau. Desci pelo peitoral grande, lambi seus mamilos e fui até o pau, duro e melado. Ensaiei de chupar, mas, sutilmente, fui empurrado com um pé para eu descer mais. Intuitivamente, obedeci. O homem esfregou seus pés grandes e suados no meu rosto, mandou chupar e lamber. Lambi os pés e dedo por dedo. Senti o cheiro e o gosto dos seus pés. Fiz obedientemente, um tanto surpreso com o tesão que eu sentia naquilo. Olhei e vi seu pau duro e o saco pesado entre as pernas. - Isso, lambe entre os dedos, esfrega sua cara, aproveita seu homem. - ele sussurrava.
Depois, com os pés, me puxou. Entendi e fui em direção ao pau. O cheiro de macho e o calor me deixaram doido. Segurando pelos meus cabelos, esfregou meu rosto nos pentelhos, depois bateu com o membro em mim. Eu estava salivando de vontade de mamar o cacete dele. Finalmente ele me puxou para chupar e coloquei tudo na boca, sentindo o gosto salgado do líquido escorregadio.
Depois de lamber e chupar sob as ordens dele, senti sua mão grande me puxando para cima.
- Abre a boca. - ordenou com voz baixa, porém firme. Abri e ele começou a foder minha boca. Deitado, ele subia e descia com o corpo, enfiando na minha boca, cada vez mais. Depois mandou eu ficar de quatro e continuou. Ele me segurava pela nuca e socava o pau, mandando eu engolir tudo. Eu chupava e tentava engolir.
- Agora deita com a cabeça para fora da cama, vou foder sua garganta, quero foder fundo.
- Fode, fode minha garganta. - eu concordei, com o maxilar já dolorido e sem saber se eu conseguiria fazer!
Ele se posicionou, mandou eu abrir a boca. Devagar, foi enfiando e indicando o que eu deveria fazer, sempre falando baixo e firme. Fui seguindo suas orientações e seu pau já deslizava na minha goela. Eu sufocava, ele tirava e enfiava de novo, ele mandava eu aguentar, eu consentia. Apoiado no meu peito, ele passou a foder de verdade, e, com uma mãos ele segurava meu pescoço, sentindo o volume do pau grosso indo e vindo. Eu comecei a babar e lacrimejar, ao mesmo tempo que me excitava, me dava nervoso. Quando ele tirava o pau, eu sentia alívio, mas pedia de novo. Meu pau estava pulsando de tesão. Ele voltou a meter, mais rápido e disse que ia gozar. De baixo, eu via seu corpo, seu saco peludo, sentia seu cheiro e seu suor. O pau começou a pulsar e o gozo atravessou minha garganta. Ele se contorceu e me imobilizou, e tirou o pau da garganta, deixando a cabeça na minha boca, ainda gozando. Eu estava engasgado, com falta de ar. Ele me levantou e me deu um tapa na cara. De supetão, eu engoli tudo e consegui respirar, estava ofegante.
- Aprendeu rápido! Engoliu tudo, não tossiu, não reclamou. Assim que eu gosto, assim que eu quero!
- Eu… eu… - eu não conseguia falar, estava respirando forte, sentindo a garganta alargada, voltando ao normal, apreciando o gosto forte e salgado e a sensação do esperma na boca. Ele apertou o pau, tirou o resto de porra com a mão e passou na minha boca. Sem tirar os olhos dele, lambi tudo. De relance, me olhei no espelho: estava descabelado, suado e todo vermelho. - Cara, que loucura é essa! Nunca imaginei… - tentei falar.
- Cala a boca, rapaz, não mandei você falar, mandei? - ele disse no mesmo tom de voz baixo.
- Não, não mandou. - respondi e baixei a cabeça, um pouco confuso, mas ainda de pau duro, que chegava a doer.
- Então fica quieto, ok? Pega isso aqui, vou meter nesse cuzinho. - ele jogou um sachê de lubrificante.
- Isso é pouco, seu pau é grosso… tem mais?
- Usa isso… e eu não mandei você falar, mandei? - perguntou e eu só balancei a cabeça.
Ele deitou e me puxou, me aninhando em seu peito. Seu cheiro estava mais forte, o suor do corpo e das axilas inundaram meu nariz. Fui beijado com carinho, mas foi ficando mais ardente, mais molhado, mais intenso, parecia que ia me engolir. Com a boca entreaberta, se afastou devagar, puxando alguns fios grossos de saliva. Minhas mãos alisavam seus pelos. Senti sua mão grande no rosto e ele enfiou os dedos na minha boca. Chupei seus dedos e ele foi abrindo meus lábios e chegou perto. Seu rosto estava perto do meu, minha boca estava aberta e ele segurou meu queixo e cuspiu na minha língua. Ao sentir sua saliva abundante na minha boca, eu quase gozei. Rapidamente, ele me virou e começou a chupar meu cu. Eu estava de quatro enquanto suas mãos grandes abriram minhas nádegas e passava sua língua e lábios em mim. Eu relaxava, piscava, pedindo mais. Ele enfiou um dedo, depois outros dois, que deslizavam na saliva grossa. Seus dedos grandes entravam e saíam de mim, causando um tesão enorme. Ele tirou e levou à minha boca. Lambi e chupei seus dedos e olhei para ele pedindo alguma coisa e ele entendeu o que eu não sabia o que era: cuspiu de novo na minha boca e riu. Peguei o lubrificante e passei em mim. Ainda de quatro, ele começou a me penetrar. Mesmo cheio de tesão, experimentei a dor do meu cu sendo rasgado pelo pau grosso dele, que penetrou de uma vez. Eu estava tonto de prazer, só pensava naquele sexo diferente. O homem me ajeitou e colocou o pé no meu rosto para dar mais apoio para penetrar mais fundo. Eu não conseguia nem gemer, parecia que estava em transe. O pau entrava e saía, me alargava no diâmetro dele.
- Eu preciso… - comecei a falar e ele mandou eu calar a boca. Obedeci de novo.
Depois, me deitou de bruços e deitou por cima, peneirando de uma vez novamente e falou no meu ouvido que era meu dono, que ele ia me dominar sempre, que agora eu não tinha mais escolha. Eu concordei e comecei a chorar sem saber porque. Era um prazer enorme e ao mesmo tempo me sentia rendido a ele, queria ser dele daquele jeito, todos os dias. Continuou metendo com força, tirando gemidos de mim, de dor e prazer, e continuou falando coisas:
- Agora você é meu, vou inseminar você, vou estar dentro de você, como seu dono, você é meu território agora. - falava no tom baixo, voz rouca, me olhando friamente. Eu sentia o volume do seu membro grosso dentro de mim, tomando espaço, eu empinava mais e mais a bunda até sentir sua respiração aumentar e seu pau dilatar. Com um urro, ele gozou, socando forte. Senti meu corpo inundado pelo seu sêmen, me senti recompensado! Implorei para gozar, mas ele não deixou.
Após me molhar com seu suor, senti seu peito peludo descolando das minhas costas e seu pau saindo de mim. Ele mandou que eu segurasse a porra dentro e que fosse para o box. Sem olhar para mim, me fez abaixar, encostado na parede e começou a mijar no meu peito e no meu pescoço. Quando acabou, ordenou que eu levantasse e me deu uma toalha usada para secar o mijo. Não me deixou tomar banho. No meio do banheiro, sem ação, comecei a me enxugar. O homem mandou ir embora enquanto tomava banho. Peguei minhas roupas e me vesti, ainda de pau duro, eu não tinha gozado! Na sala, encontrei outro homem: uns cinquenta anos, muito bonito e corpo sarado. A mesa estava posta para um lanche. Ele me disse que o outro era seu marido e que eu tinha que ir logo embora, que ele não ia gostar de me ver ali ainda. Saí do apartamento apressado. Como moro no Rio Comprido, resolvi pegar um táxi, pois, estava andando com dificuldades por estar dolorido e ainda sentindo as estocadas e segurando a porra. Na esquina da rua Senador Vergueiro, peguei o táxi e fui para casa, ansioso para chegar logo.
Corri para o banheiro e me masturbei pensando nele, enquanto seu esperma escorria nas minhas pernas. Queria servir mais àquele homem que sabia dominar outro. Nunca na minha cabeça, tinha passado tal desejo e fantasia. Agora, eu não sei mais!
***
Relato real de Bruno, que experimentou o que ele nem imaginava!
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