Eu namorava meninas e me apaixonava por meninos. No ensino médio, me enturmei com amigos do colégio e terminei o namoro. Já sabia que gostava de caras.
Entre os amigos, um me chamava a atenção: era um cara normal, interessante, um sentimento suave, uma atração com carinho. Éramos melhores amigos. Conversávamos até tarde, trocávamos ideias e era sempre bom estar junto. Durante muito tempo, nutri meu desejo de amor e carinho por ele, que eram retribuídos por amizade. Todos nós morávamos na região da Tijuca, no Rio de Janeiro e nosso colégio era em Vila Isabel.
Afonso, o pai do meu amigo, era divorciado e tinha um sítio em Vargem Grande, para onde sempre íamos aos finais de semana pegar piscina, fazer churrascos, jogar bola etc. Quando fiz dezoito anos, saímos para comemorar. Teve um grande show na Barra e Afonso nos levou. Ele instigou todos a beber, principalmente eu, o aniversariante. Depois de várias doses de whisky, fomos para a cerveja e o resultado foi um porre dos grandes! Na volta para casa, ele ficava me zoando e aproveitava para fazer com que eu abrisse o jogo, perguntando repetidamente se eu era viado, se dava a bunda! Era o mais empolgado, ou melhor, o único que “brincava” assim e todos estavam altos de bebida! Ele insistia, ele queria saber! Estava claro que era algo mais que brincadeira ou exposição. Eu não estava gostando, mas quando me passou pela cabeça a ideia de que ele tinha algum interesse, meus hormônios de jovem se movimentaram! Eu já estava na curiosidade e tensão da idade, então, foi o estopim para ficar excitado. Joguei:
- Qual o seu interesse, Afonso, por que quer tanto saber? - perguntei saindo do carro, estava quase cambaleando e me amparando nele, de maneira que só ele ouviu. Fiz questão de encará-lo, mesmo estando tonto e falando enrolado. Insisti: - Fala, Afonso, me deixou curioso! Ou mais do que curioso! - falei com cara de safado.
Afonso também tinha bebido bastante. Olhou para mim e me segurou forte pela cintura. Senti sua mão em mim e sua tensão.
- Carlinhos, Carlinhos, vai me contar alguma coisa? - perguntou baixo. Todos já tinham entrado no sítio e ido para os quartos, doidos para dormir. E eu? Estava bêbado ao lado do homem que me provocava e despertou minha atenção e desejo, aceso e disposto a ver no que ia dar!
- Contar alguma coisa seria pouco! - falei me apoiando nele, agora já na maldade que o álcool faz. Álcool e tesão dá nisso. E Afonso era um cinquentão boa pinta, barriguinha de cerveja, moreno, cabelos brancos e mais alto que eu.
- Tu é viado, não é, Carlinhos?
- Não sei, cara… nunca peguei homem… nenhum homem me pegou… não sei. O que você acha? E você? Curte homem? - perguntei. A nossa proximidade fazia nossos corpos se tocarem e senti o volume do pau dele na minha perna e fiquei mais excitado ainda! Não tinha mais tempo a perder. De que adiantava manter um amor platônico pelo filho hétero se o pai estava de pau duro me provocando? Meu coração pedia pelo Bruno, mas o corpo queria um homem, queria sexo, precisava gozar e estava com a oportunidade ali!
Abracei ele, encostei meu corpo todo e sussurrei no seu ouvido que me levasse para o quarto dele. Antes que Afonso falasse algo, eu percebi que ele estava pensando em amarelar, segurei o pau dele por cima da bermuda e apertei. Senti que ficou mais duro! Até hoje me pergunto de onde tirei tanta coragem e argumento!
- Então é viado mas é virgem, é? Vamos para o quarto, estava esperando por isso, quero ver essa bunda gostosa sem roupa! - ele tinha começado a se soltar.
Entramos na suíte dele e fechamos a porta. Fiz Afonso sentar na cama e tirei a roupa. Ele me olhava com um certo fascínio: meu corpo jovem, bonito, pronto para ele. Rapidamente pensei em Bruno, que deveria estar dormindo profundamente, e minha cama ao lado da dele, vazia. Pensei que poderia ser ele ali. Afonso me abraçou e para minha surpresa, me deu um beijo. Ele alisava meu corpo, apertava minha bunda e metia sua língua na minha boca. Eu retribuía abraçado a ele, me entregando, gemendo baixo. Caímos na cama e seu corpo maior por cima. Eu sentia seu pau em mim, mas queria sentir na minha boca, queria matar meu desejo e minha curiosidade. Ele me virou e fiquei por cima. Beijei seu peito é já fui em direção ao membro duro. Não quis perder detalhe algum, os pentelhos, o abdômen masculino, as pernas. O pau pulsava. Fui fazendo o que passava na minha imaginação. Segurei pela base e coloquei na boca. Chupava e sugava, passava a língua na ponta, na fenda, pelo prepúcio retraído. O pai do meu amigo gemia baixo, sussurrava putarias e elogiava. Minha vontade era de gozar só mamando ele! Acho que ele quase gozou, quando me virou de bruços na cama. Fiquei de bunda empinada. Eu sempre nadei e andei de skate, meu corpo é definido, sequinho, mas com a bunda dura e arredondada, arrebitadinha e lisa. Eu rebolava devagar, chamando ele. Senti suas mãos abrirem minhas nádegas e sua língua áspera explorar meu cuzinho sedento.
- Puta que pariu, que cu gostoso, lindo, virgem! Ah, Carlinhos, vai levar muita rola hoje, vou caprichar nesse rabo gostoso. - Sua fala rouca e cheia de tesão, fez com que eu arrebitasse mais, esfregando em seu rosto.
- Quem diria, Afonso, empresário machão cheio de tesão em amigo do filho!
- Cala a boca, Carlinhos, todo macho pega um carinha como você para maltratar um rabo!
Meu pau pulsava! Eu sentia meu cu abrir, dilatar, querendo pica! Afonso enfiou um dedo e brincou com minha pregas, me levando à loucura. Com o dedo em mim, me fez virar, falou que queria me admirar de frente, agora. Com apenas um dedo, ele massageava por dentro, me fazendo contorcer enquanto elogiava meu corpo. Senti sua boca nos meus mamilos e desejei que ele mordesse! Ele sugou com força e eu me abria mais e mais. Agora, senti sua língua descendo meu corpo até que o calor da sua boca tomou conta do meu pau! O paizão segurava minhas bolas e me chupava, também em êxtase. Ele se posicionou e fizemos um meia nove e ele voltou a lamber meu cu.
- Afonso, eu não aguento mais, mete em mim, me faz conhecer isso, me dá prazer completo, me come, cara, eu não aguento mais! - implorei.
- Eu sabia que você ia pedir, Carlinhos, você vai perder a virgindade, vou ser seu primeiro macho, alargar seu cuzinho lindo, rapaz! Vai ser fodido por um homem de verdade, seu puto! - ele falou e me posicionou para receber seu cacete.
Molhado de saliva, meu cu começou a receber seu pau. Devagar, ele foi entrando, abrindo, alargando meu rabo. Senti seu pau deslizar todo, até o fim. A dor era gostosa e o prazer era enorme! A ardência devido ao pau me alargando, causava um estremecimento em mim. De frente para mim, eu estava de frango, ele me beijava e estocava devagar, para eu me acostumar. Primeiro segurou meus braços e depois minhas pernas, pelos pés. Eu olhava para seu corpo maduro, seu peito e seus cabelos brancos e me sentia desejado, trocando tesão com aquele macho que me conhecia há muito tempo mas que nunca tinha passado pela cabeça acontecer qualquer coisa! O pai do meu amor estava me comendo, estávamos fazendo sexo forte, gostoso, intenso! Eu só sabia me entregar para ele cada vez mais!
Depois, ele nos fez mudar de posição e me colocou de quatro.
- É assim que se fode homem! Macho fode outro de quatro, para socar fundo, com força! - falou. Eu sentia a ardência aumentar, parecia estar me rasgando, sentia o volume entrando e saindo de mim. Afonso ficou em pé fora da cama, depois ficou ajoelhado me penetrando, depois ficou apoiado nos pés e se apoiando com as mãos nos meus quadris, foi quando meteu com mais força e mais profundo. O barulho do seu corpo no meu, o barulho molhado do pau deslizando, entrando e saindo de mim e seu suor pingando nas minhas costas, me fizeram anunciar que ia gozar, eu estava no limite!
Senti meu corpo apertar o pau dele, senti meu saco esquentar, ficar tenso, uma sensação enorme que vinha de dentro para fora, subindo pelo períneo, cu, saco e pau. Ele pegou minha mão e colocou no meu pau e eu me masturbei e gozei intensamente! No mesmo segundo, seu pau dilatou, ele ficou parado e deixou jorrar dentro de mim jatos e jatos da sua porra quente. Foi uma sensação que nunca tinha sentido! Cada contração dele era uma minha e uma vontade de gemer alto, de gritar! Ao fim, cansados, eu deitei e ele caiu por cima de mim, com o pau dentro, ainda pulsando.
- Você é um perigo, é gostoso demais, Carlinhos, puta que pariu!
- Afonso, vou querer isso sempre, tudo foi gostoso demais! - falei sentindo sua respiração nas minhas costas. Acabamos dormindo colados um no outro.
No dia seguinte acordei na cama dele, sozinho. Fiquei assustado! Levantei devagar, todo dolorido e melado e fui tomar banho na suíte e quando saí, escutei vozes no corredor. Afonso entrou e disse que falou para o pessoal que preferiu que eu dormisse no colchonete no quarto para ficar de olho, porque eu estava muito bêbado e podia passar mal e me engasgar. Achei boa a desculpa! Como a porta estava fechada, puxei ele para mim e disse que queria mais. Logo, seu pau estava ereto e ele preocupado, mas não aguentou de tesão. Comecei a chupar. Como eu tinha falado, eu queria tudo! Agora precisava sentir seu pau pulsando na minha boca, o gosto e a textura do gozo de macho. E assim foi. Chupando e masturbando seu pau, senti quando Afonso segurou minha cabeça. Fiz ele gozar na minha boca e engoli tudo! Senti seu gosto forte. Ofegante, ele me chamou de puto e riu. Com seu gosto na boca, me ajeitei para sair do quarto. Claro que ninguém desconfiou, ainda bem! No café, o pessoal me zoou de novo, pela bebedeira. Ri junto, dolorido e feliz!
Depois, na piscina, Afonso chegou perto de mim:
- E o Bruno? - ele me perguntou pelo filho, meu melhor amigo e meu amor!
- O que tem o Bruno? Ele não sabe de nada e nem nunca vai saber! - falei preocupado.
- Ele é a fim de você? Cheguei a pensar que vocês dois… vocês nunca…?
- Claro que não! Mas o que fez você pensar…
- Nada, bobagem. E espero te comer de novo, você é um safado gostoso, gostoso demais até! Quero desfrutar desse rabo guloso, gozar muito dentro de você! - falou e deu uma ajeitada na pica.
Com Afonso eu aprendi tudo, ficamos várias vezes, até quando ele namorava mulheres. Quanto ao Bruno, pensei no que Afonso tinha falado e arrisquei, mas aí é outra história!
***
E aí? Carlinhos fez bem em não perder a oportunidade? Será que ele pegou o Bruno depois?
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