O Pretexto da reforma para ficar completamente cheia

Ela contratou o pedreiro para reformar o banheiro. Mas o banheiro estava bom. Ela inventou. Só queria um homem em casa. Um homem de verdade. Mão grossa. Braço sujo de cimento. Cheiro de suor e sol.

Chamou o Jairo. Do bairro. Quarenta anos. Casado, mas a mulher viajava. Cabelo preto, barba falhada, ombro largo. Falou no telefone: "Segunda, 8h, senhora. Trago a massa."

Ele — o corno — saiu para o trabalho às 7h30. De cinto. Beijou ela. Ela falou:

— Vai. E volta às 18h. Hoje tem novidade.

— Que novidade?

— Você vai ver.

MANHÃ
O Jairo chegou às 8h. Bateu. Ela abriu de short e mini regata soltinha aquelas que da para ver todo o peito. Sem sutiã. Bicos do peito durinhos Cabelo solto. Um perfume doce daqueles que deixa qualquer homem doido. E o Jairo, de olho baixo, cumprimentou:

— Bom dia, dona.

— Bom dia. Entra.

Ele entrou. Olhou o banheiro. Olhou a parede. Falou em voz de trabalho:

— É reboco só, dona. Faço rapidinho.

— Não tem pressa.

Ela ficou ali. Encostada na porta. Olhando. O Jairo tirou a camisa. Sujo de tinta velha. Costas largas. Braço de pegar peso. E começou a trabalhar.

Ela olhava. Ele trabalhava. E ela, de vez em quando, ia buscar água. Ia buscar café. Passava perto. Encostava. E o Jairo, calado, ia ficando duro.

Ao meio-dia ele parou. Sentou no chão da sala. Comeu o sanduíche que ela fez. Bebeu. E ela sentou no braço do sofá. Perna cruzada. Na frente dele. E falou:

— Jairo.

— Fala, dona.

— Você é casado.

— Sou.

— Tá com saudade?

— Tô.

— Sua mulher viaja quanto tempo?

— Mais uma semana.

— Uma semana é muito.

— É.

Ela levantou. Foi para o quarto. E falou, sem olhar para trás:

— Vem cá.

O Jairo levantou. Limpou a mão na calça. Foi. Ela já estava deitada na cama. Short tirado. Regata tirada. Nua. Pernas abertas. E falou:

— Trabalha aqui agora.

Ele comeu ela. Devagar no começo. Com a mão suja de massa apoiada no colchão. Depois mais forte. Mais fundo. Pegou ela pela cintura. Virou de quatro. Comeu por trás. Ela gritou. Gritou alto. Xingou o nome dele. E o Jairo, calado, só respirava fundo e empurrava. Homem de trabalho. Sem pressa. Sem frescura. Fodendo com vontade.

E ela — naquele momento — era outra. Não era dona. Não era dominatrix. Era mulher. Mulher recebendo macho. Gemendo. Mordendo o lençol. Levantando a bunda. Pedindo mais.

— Mais fundo — falou ela.

E ele foi mais fundo.

— Aí. AÍ! Assim! Me come! Me come como se fosse sua!

O Jairo pegou o cabelo dela. Puxou. Ela gritou. E ele falou, pela primeira vez:

— Tá gostando?

— Tô. Tô gostando muito.

— Quer que eu goze onde?

— Dentro. Goza dentro. Enche. Enche a minha buceta. Eu amo porra de macho dentro de mim. É só assim que eu gozo.

E o Jairo gozou. Fundo. Muito. Ela sentiu. Sentiu quente. Sentiu cheio. E gozou junto. Gritou. Tremendo. Segurando o lençol. E depois caiu. De bruços. Cheia. Escorrendo. Feliz.

O Jairo saiu. Deitou ao lado. Respirando. Limpou o suor da testa com o braço sujo. E falou:

— Dona, isso foi bom.

— Foi.

— E o seu marido?

Ela riu. Olhou para o relógio. 15h.

— Chega às 18h. Ainda dá tempo de você gozar de novo.

— De novo?

— De novo. Mas agora devagar. E depois você vai embora. Porque às 18h ele chega. E ele vai limpar.

— Limpar o quê?

— A sua porra.

O Jairo franziu a testa.

— Como assim, limpar?

— Ele limpa. Com a boca. Ajoelhado. De cinto.

— De cinto? Tipo... de castidade?

— Isso.

O Jairo sentou na cama. Olhou para ela. Impressionado.

— E ele gosta?

— Ele ama. Ele é corno. Fala que ama. E come.

O Jairo riu. Baixinho.

— Nunca vi isso.

— Vai ver hoje. Quer ficar?

— Fico.

18H

O corno chegou. Abriu a porta. Tirou o sapato. E sentiu. Sentiu o cheiro. De Sexo. Cheiro de homem. De suor. De macho. E olhou para a sala. O Jairo estava sentado no sofá. Camisa suja. Cerveja na mão. E ela — do lado — de roupão aberto. Nua. Sorrindo.

Ele parou. Olhou.

E ela falou:

— Chegou. Vem cá.

Ele foi. Largou a pasta. E ela, sem levantar, falou:

— Tira a roupa. Só a cueca. E ajoelha.

Ele tirou. Ajoelhou. Ali. Na frente do Jairo. De cueca. De cinto. O Jairo olhou para o metal. Depois para ela. Depois para ele.

E ela falou:

— Jairo, olha bem. Esse é o meu marido. Diretor de banco. Mandão. Chefe de gente. E olha o que ele é na frente de homem. Fala, corno.

— Sou corno manso de castidade.

— Fala mais alto.

— SOU CORNO MANSO DE CASTIDADE!

O Jairo riu. E falou:

— Dona, é verdade mesmo.

— É. Agora vem. Deita. E abre.

Ela deitou na cama. Abriu as pernas. A buceta brilhando. Cheia. Escorrendo. O cheiro invadiu o quarto. E ela chamou:

— Vem. Rápido. Limpa.

Ele foi. Ajoelhou na beira da cama. Cheirou. Fundo. Cheiro de Jairo. Cheiro de pedreiro. E enfiou a língua.

E aí — aí começou a segunda parte. A que ela mais gosta. A que ela goza de novo.

— Isso — falou ela. — Isso. Lambe direitinho. Não deixa sobrar nada. Esse leitinho é seu. Todo seu.

Ela segurou o cabelo dele. Afundou o rosto dele. E falou, com a voz mais grossa:

— Olha isso. OLHA ISSO. A porra do Jairo tá aí. A porra do macho tá dentro de mim. E você tá lambendo. Tá limpando. Tá bebendo. Fala o que você é.

— Sou corno manso de castidade.

— Fala mais alto, pro Jairo ouvir.

— SOU CORNO MANSO DE CASTIDADE!

Ela riu. Alto. Puxou o cabelo. E falou:

— Você gosta de leitinho de macho, né? Fala.

— Gosto.

— Gosta de quê?

— Gosto de leitinho de macho.

— Fala mais alto.

— GOSTO DE LEITINHO DE MACHO!

— Você gosta de limpar a buceta gozadinha da sua dona, né, seu filho da puta?

— Gosto!

— FALA MAIS ALTO!

— GOSTO DE LIMPAR A BUCETA GOZADINHA DA MINHA DONA!

— Corno manso do caralho. Limpador de porra. Vem. Lambe mais. Lambe mais, meu corninho. Lambe mais que esse leitinho é todo seu. Sua vitamina de corno.

Ele lambeu. Lambeu mais. Mais fundo. E ela gozou. Gozou de novo. Segurando a cabeça dele. Esfregando a buceta no rosto dele. E depois soltou. Caiu para trás. Respirando. Com a perna ainda aberta. Com o rosto dele entre as coxas.

E o Jairo — no sofá, cerveja na mão — olhou para os dois. Riu. E falou:

— Ela gozou de novo. Com você limpando.

Ela sentou na cama. Olhou para o Jairo. E falou, sem olhar para o marido:

— Gozei. Gozo sempre. Gozo com a porra de vocês dentro. E gozo com ele limpando. Duas vezes. Duas vezes todo dia. Uma pra cada.

O Jairo balançou a cabeça. Bebeu.

— Cara... que vida.

Ela olhou para o corno. De joelho. Cara melada. De cinto. Cueca molhada. E falou:

— Fala o que você é.

— Sou corno manso de castidade.

— E o que você fez agora?

— Limpei.

— Limpou o quê?

— Limpei a porra do Jairo.

— E o que mais?

— E gozei.

— Como?

— De cinto. Sem tocar. Só de lamber.

— Fala mais alto. Pro Jairo ouvir.

— LIMPEI A PORRA DO JAIRO! E GOZEI! DE CINTO! SEM TOCAR! SÓ DE LAMBEEER!

O Jairo riu. Alto. Bateu palma.

— Nunca vi isso na minha vida.

Ela levantou. Vestiu o roupão. Foi para a cozinha. E voltou com uma lata de cerveja. Entregou para o Jairo. E falou:

— Você vai voltar.

— Volto?

— Amanhã. Termina o banheiro. E à tarde, de novo.

O Jairo olhou para ela. Olhou para o corno ainda de joelho. Sorriu.

— Amanhã eu volto. Com vontade.

Ela riu. E o Jairo foi embora. Fechou a porta. E ela olhou para o corno. Ainda de joelho. Cara suja. Cueca molhada.

— Deita no chão Corno

Ele se deitou ela sentou em sua cara de cocoras virada para seu insignificante pintinho preso, com as bolas a mostra e — TAPA, TAPA, TAPA. Nas bolas dele. Ele gemeu. gemeu. Mas não parou de lamber.

— Vai corno goza, goza para mim meu corninho manso, goza me lambendo e apanhando — TAPA. TAPA. TAPA. e o corno gemia mais alto.

— ISSO FILHO DA PUTA, CONTINUA ME LAMBENDO — TAPA. — CONTINUA FILHO DA PUTA — TAPA. TAPA. TAPA — ISSO LA NO FUNDO QUE TEM BASTANTE PORRA PARA VOCE.

TAPA. TAPA. TAPA

Nisso o corno começa a se gozar todo.

— AHHHHH O CORNINHO JA SE BORROU TODINHO. SEU BROCHA GOSTOSO DO CARALHO CONTINUA QUE EU TO GOZANDOOOOOOOOOOOO!

— Agora Levanta. Vai tomar banho. E hoje à noite você dorme no chão.


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Ficha do conto

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Nome do conto:
O Pretexto da reforma para ficar completamente cheia

Codigo do conto:
275391

Categoria:
Cuckold

Data da Publicação:
23/10/2026

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