CHEIA PELO MOTORISTA DE APP

Ela descobriu o app. Não o de comida. O de carro. E começou a pedir. Toda quinta. Mesmo horário. Mesmo destino falso. Só para escolher o motorista.

O primeiro foi um qualquer. O segundo foi melhor. O terceiro — o Eder — foi o escolhido. Trinta e dois anos. Cabelo raspado. Braço tatuado. Cheiro de perfume barato e cigarro. Falava pouco. Dirigia bem. E olhava para ela pelo retrovisor.

Ele — o corno — sabia do esquema. Ela falou uma vez:

— Quinta eu saio. Você fica.

— Fico.

— E quando eu voltar...

— Eu sei. Ajoelho.

— Isso.

A QUINTA
O Eder chegou às 14h. Ela desceu. Entrou no carro. Sentou no banco de trás. E falou:

— Eder.

— Fala, dona.

— Cancela a corrida.

— Como assim?

— Cancela. Hoje a gente não vai a lugar nenhum. Você vai subir comigo. No meu apartamento. E depois você me deixa em casa.

O Eder olhou para o retrovisor. Franziu a testa.

— Aqui?

— Aqui.

— E o marido?

— Está trabalhando. Sobe.

O Eder desligou o carro. Pegou o celular. Cancelou. E subiu.

O APARTAMENTO
Ela abriu a porta. Entrou. E ele — o corno — estava na sala. De cueca. De cinto. Ajoelhado. Esperando.

O Eder parou. Olhou. Olhou para ele. Olhou para ela.

— Ele tá ajoelhado.

— Está.

— Por quê?

— Porque é corno. E hoje você vai me comer.

O Eder ficou parado. Olhou para ele. De joelho. De cinto. Quieto.

— E ele gosta?

— Ele ama. Fala, corno.

— Sou corno manso de castidade.

— Fala mais alto.

— SOU CORNO MANSO DE CASTIDADE!

O Eder riu. Baixinho. Sentou no sofá. Tirou o boné. Olhou para ela.

— E agora?

— Agora você espera. Eu vou tomar banho me preparar para ser abatida. E quando eu voltar, você come. E come bem. Porque hoje tem hora marcada. O jantar é às 19h. E eu não chego atrasada.

O Eder riu.

— Hora marcada pra comer?

— Hora marcada pra gozar. Anda logo.

Ela foi para o banho. O Eder ficou na sala. Olhou para ele. De joelho. E falou:

— E aí.

— E aí.

— Todo dia é assim?

— Todo dia.

— Todo dia tem um cara?

— Todo dia tem um cara. Às vezes o mesmo. Às vezes novo.

— E gosta?

— Muito.

— Muito quanto?

— Muito. que as vezes ela marcar dois no mesmo dia,

O Eder riu. Balançou a cabeça. E ela voltou. Somente de toalha. Cabelo molhado. E falou:

— Vem.

Ela deitou. O Eder tirou a camisa. Tatuagem no ombro. Braço forte. Tirou a calça. E foi.

E ela — como sempre — virou outra pessoa. Não era dona. Era mulher. Mulher recebendo macho. Gemia alto. Pedia. Xingava. E o Eder — calado no começo — soltou a voz. Falou grosso. Pegou ela pelo quadril. Virou de quatro. Bateu na bunda dela. E ela gritou.

— Assim! Isso! Bate! Bate mais!

O Eder bateu. Ela gritou. Ele meteu fundo. Ela pediu mais. E o corno — ajoelhado na porta do quarto — via tudo. De cinto. Cueca já molhada. Sem tocar.

E o Eder, no meio da foda, olhou para ele. De joelho. Na porta. E falou:

— Tá olhando?

— Tô.

— Olha bem. Olha sua mulher. Ela tá gostando.

— Tá.

— Fala o que você é.

— Sou corno manso de castidade.

— Fala mais alto.

— SOU CORNO MANSO DE CASTIDADE!

O Eder riu. E empurrou fundo. Ela gritou. E falou, com a voz falhada:

— Goza. Goza dentro. Enche. Eu amo porra de macho dentro. É só assim que eu gozo. Goza. Tudo. Fundo.

O Eder gozou. Fundo. Muito. Ela sentiu. Gozou junto. Tremendo. Xingando. Segurando o lençol. E depois caiu. De bruços. Cheia. Escorrendo. Feliz.

E o Eder saiu. Deitou ao lado. Respirou. Olhou para o corno ainda na porta. E falou:

— Pode entrar.

Ele entrou. Ajoelhou na beira da cama. Cheirou. E o Eder, sentado, olhando, via tudo. E ela — deitada, pernas abertas — pegou o cabelo dele. Afundou o rosto dele. E começou.

— Isso. Lambe. Lambe esse leitinho. Todo. Sem deixar sobrar nada. Porque esse leitinho é seu. Só seu. Sua vitamina.

O Eder riu.

— Vitamina?

— É a vitamina dele. Ele é corno. Corno come leitinho de macho. Fala, corno.

— Como leitinho de macho.

— Fala mais alto.

— COMO LEITINHO DE MACHO!

— E gosta?

— Gosto!

— Gosta de quê?

— Gosto de leitinho de macho!

— Fala mais alto.

— GOSTO DE LEITINHO DE MACHO!

Ela puxou o cabelo dele. Afundou mais. E falou:

— Você gosta de limpar a buceta gozadinha da sua dona, né, seu corno?

— Gosto!

— Fala mais alto.

— GOSTO DE LIMPAR A BUCETA GOZADINHA DA MINHA DONA!

— Corno manso do caralho. Limpador de porra. Vem. Lambe mais. Lambe mais, meu corninho. Esse leitinho é todo seu. Sua vitamina de corno. Lambe tudo. Não deixa uma gota.

Ele lambeu. Lambeu mais. E ela gozou. Gozou de novo. Com a boca dele. Na frente do Eder. Gritou. Tremendo. Segurando o cabelo dele. E o Eder, ao lado, bateu palma. Devagar. Três vezes.

Ela soltou. Respirou. E falou, sem olhar para o corno:

— Levanta. Vai fazer o jantar.

Ele levantou. Cara melada. De cinto. Cueca encharcada. E foi para a cozinha. E o Eder foi atrás. Sentou na mesa. E ficou olhando o corno cozinhar. De cueca. De cinto. Sujo. Sorrindo.

— Cara — falou o Eder. — Você é feliz.

— Sou.

— Sabe?

— Sei.

— E não sente vergonha, nao se sente humilhado?

— Sinto. E gosto da vergonha. gosto da humilhação, É a melhor parte, isso me dá tanto tesão que nao sei explicar, quando mais ela segura minha cabeça e esfrega na buceta gozada dela, mais tesão eu sinto e me gozo todinho, não sei te explicar a sensação mais é tão maravilhosa e perfeita.

O Eder bebeu uma cerveja que ela mandou. Pensou. E falou:

— Quinta que vem você me chama?

— Ela chama. Ela sempre chama. Você foi bem. Ela gostou.

— Ela gostou?

— Gritou o seu nome. Ela só grita quando gosta.

O Eder riu. Bebeu mais. E falou:

— Então quinta que vem eu venho. E trago um amigo.

— Amigo?

— Um amigo meu. Motorista também. Você vai gostar. Vai ter mais leitinho pra você.

E o corno — de costas, mexendo a panela — sorriu. E falou:

— Traz.


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Ficha do conto

Foto Perfil cornomundocuckold
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Nome do conto:
CHEIA PELO MOTORISTA DE APP

Codigo do conto:
275393

Categoria:
Cuckold

Data da Publicação:
23/10/2026

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