DEPOIS QUE A PISCINA FECHOU

Eu e minha esposa tínhamos reservado um fim de semana num resort com a intenção de não fazer absolutamente nada. A ideia era comer bem, aproveitar a piscina e esquecer o trabalho por dois dias. No sábado à tarde, Patrícia começou a conversar com dois senhores que estavam sentados nas cadeiras ao lado das nossas. Um falava pelos cotovelos. O outro quase não abria a boca, mas quando falava fazia todo mundo rir. Achei que seriam apenas duas boas companhias para passar a tarde. Só fui entender o quanto estava enganado depois que a piscina fechou.
Chegamos no resort por volta das onze da manhã, um calor de rachar. Enquanto eu guardava o carro, Patrícia fez o check-in. Quando voltei, ela já estava com a chave na mão, sorrindo.
— Quarto 203, com varanda para a piscina. Melhor impossível.
O quarto era bom, limpo, com aquele cheiro de produto de limpeza tentando disfarçar a umidade. Abrimos a mala sem pressa. Patrícia tirou um bikini cavado branco que mal cobria os seios rosados e firmes. O tecido fino destacava os mamilos rosinha, prontos para saltar para fora a qualquer momento. Eu vesti uma sunga roxa justa, que não deixava margem para dúvidas sobre o meu volume. Dei uma olhada no espelho, grande, sem barba, com o pneuzinho da cerveja escapando por cima da sunga. Pelo menos meu pacote parecia proporcional ao resto do corpo.
— Vamos almoçar primeiro ou já mergulhamos? — perguntou Patrícia, passando o protetor solar nas costas.
— Vamos almoçar. Depois a gente precisa de energia para aguentar essa piscina lotada.
O restaurante do resort servia um bufê decente. Comemos sem muita cerimônia, Patrícia de olho no relógio, ansiosa para tomar seu primeiro mergulho. Quando terminamos, fomos direto para a área da piscina. Era um caos. Crianças gritando, casais brigando, música alta demais. Mas, num canto próximo ao bar molhado, duas espreguiçadeiras vazias nos chamaram.
— Sorte nossa — disse Patrícia, já se estirando numa delas.
Deixei nossas toalhas e fui em direção ao bar.
— O que você quer beber, Trícia?
— Uma caipirinha bem gelada.
— E eu uma cerveja.
Enquanto esperava os drinks, vi que Patrícia já não estava sozinha. Dois homens maduros, um moreno claro com barba curta e cabelos grisalhos, e outro mais alto, de pele clara, com o cabelo bem curto e barba aparada os dois de sunga clara destacando o volume imenso, sentavam-se nas cadeiras ao lado. O moreno parecia estar contando uma história engraçada, e Patrícia ria com a cabeça jogada para trás, o pescoço alongado, a garganta exposta.
Quando voltei com as bebidas, ela me apresentou.
— Amor, esse é Osvaldo e esse é Renato. Eles estão aqui desde sexta.
Osvaldo apertou minha mão com força.
— Um prazer, Fábio. Sua esposa é ótima companhia. Ela me salvou do tédio.
Renato apenas acenou, com um sorriso tímido.
— É verdade — confirmou Patrícia. — Eu estava quase adormecendo quando ele chegou.
— É difícil achar um lugar tranquilo hoje — brincou Osvaldo. — Parece que metade da cidade resolveu vir para cá.
— Mas a gente conseguiu um bom canto — disse Patrícia, passando a mão pela minha coxa. — Sorte nossa.
Sentamos e a conversa fluiu naturalmente. Osvaldo, o mais falante, contou que ele e Renato eram amigos há mais de trinta anos e costumavam viajar juntos pelo menos uma vez por ano.
— Sou eu quem escolhe os hotéis — disse ele, com um sorriso maroto. — E ele fica responsável por conferir se as reservas realmente existem. Já ficamos na mão mais de uma vez.
Renato balançou a cabeça, com um humor discreto.
— E, mesmo assim, às vezes não consigo impedir as besteiras dele.
Todos rimos. O ambiente estava leve, a cerveja gelada descia bem, Patrícia parecia completamente à vontade. Observava-a enquanto falava com eles, notando como seu corpo se movia, a forma como seus olhos brilhavam quando Osvaldo contava uma de suas histórias engraçadas de viagem. Ela estava atraída, eu podia sentir. E, confesso, eu também estava curioso.
A tarde passou rápida. Falamos sobre casamento, sobre filhos (eles não tinham), sobre trabalho. Osvaldo era empresário aposentado do ramo de materiais de construção. Renato, engenheiro aposentado. Ambos sozinhos há mais de oito anos.
— E como é isso? — perguntou Patrícia, curiosa. — Viver sozinho depois de tanto tempo casado?
Osvaldo deu de ombros.
— Tem seus prós e contras. A liberdade é boa, mas às vezes a solidão aperta. Por isso viajo com esse maluco aqui. Se não, eu já tinha enlouquecido em casa sozinho.
Renato olhou para o amigo, com um carinho genuíno nos olhos.
— É verdade. A gente se ajuda.
Patrícia demonstrou uma admiração visível pela amizade dos dois.
— Vocês são um exemplo. Dezessete anos casada e vejo poucos casais com a cumplicidade de vocês dois.
Osvaldo sorriu, e por um momento, seus olhos encontraram os meus. Havia algo ali, uma compreensão mútua, um código silencioso.
— A amizade é como um bom vinho — disse ele. — Melhora com o tempo.
Quando o sol começou a baixar, um funcionário anunciou que a piscina seria fechada para limpeza.
— Já? — reclamou Patrícia, com a voz arrastada.
Recolhemos nossas coisas combinamos de nos encontrar para jantar no restaurante do resort.
— Não vamos nos perder — disse Osvaldo, com um piscar de olhos. — Hoje a noite promete.
Voltamos para o quarto. Patrícia entrou no banheiro primeiro, enquanto eu me sentei na cama, ligando a TV sem prestar muita atenção. Minha cabeça estava longe, revivendo as conversas da tarde, os sorrisos, os tocas acidentais, as piscadelas. Patrícia estava interessada, e isso me excitava de uma forma que eu não esperava.
Ela saiu do banheiro envolvida numa toalha, o cabelo úmido caindo pelas costas.
— Vou tomar uma ducha rápida. A água da piscina deixou meus cabelos um nojo.
Enquanto ela se lavava, eu fiquei pensando nos dois homens. Em Osvaldo, com seu jeito falante e seu corpo grande e sua barba grisalha. Em Renato, mais silencioso, mas com seus olhos atentos e seu humor seco.
Quando Patrícia saiu do chuveiro, já com o vapor envolvendo o corpo, eu já estava nu, esperando por ela.
— Parece que alguém está animado com a ideia de jantar fora — disse ela, com um sorriso maroto.
Ela se ajoelhou na frente de mim e começou a me chupar com uma fome que não era comum. Era diferente, mais intensa, mais desesperada. Olhava para mim enquanto fazia, seus olhos cheios de um desejo que eu não via há algum tempo.
— Não para, Trícia — grunhi. — Continua assim.
Ela obedeceu, aumentando o ritmo, a mão na base, a língua dançando na cabeça do meu pau. Quando senti que ia gozar, tentei me afastar, mas ela segurou meus quadris, com força.
— Goza na minha cara — pediu ela, com a voz rouca. — Quero sentir.
Eu não hesitei. Gozei em jatos quentes, cobrindo seu rosto. Ela lambeu os lábios, com um sorriso satisfeito.
— O que foi isso? — perguntei, ofegante. — Estava diferente.
Ela se levantou e sentou na cama, ao meu lado.
— Eles são interessantes, não são?
— Quem? Osvaldo e Renato?
— Sim. Eu não consigo parar de pensar neles.
— Eu percebi.
— Você não está bravo?
— Pelo contrário. Estou curioso. Conta mais.
Ela suspirou, com os olhos brilhando.
— Osvaldo é engraçado, sabe? Ele me conquistou pelo bom humor, pela forma como ele olha para mim, como se estivesse desejando. Mas Renato... Renato é outro caso. Ele é mais reservado, mas quando ele fala, eu sinto um frio na barriga. É como se ele soubesse coisas sobre mim que nem eu mesma sei.
Eu sorri, passando a mão pelo cabelo dela.
— E você gostaria de conhecê-los de maneira mais íntima?
Ela me olhou, com surpresa.
— Você não está com ciúmes?
— Não. Estou excitado. A ideia de você com eles... me excita.
Ela respirou fundo.
— Eu não sei, Fábio. É uma loucura. Nós nunca fizemos nada assim.
— Talvez seja hora de tentar algo novo. Dezessete anos de casamento merecem algumas surpresas.
Ficamos em silêncio por um momento, apenas o som da nossa respiração preenchendo o quarto.
— E se... — começou ela, hesitante. — E se a gente for com calma? Sem criar expectativas. Apenas para ver o que acontece.
— Combinado — concordei. — Dependerá do interesse e do consentimento de todos. Mas eu gostaria de ver, Trícia. Gostaria muito.
Ela sorriu, com os olhos úmidos.
— Eu também.
***
Nos preparamos para o jantar. Patrícia escolheu um vestidinho branco justo, que marcava suas curvas e deixava claros que ela não usava sutiã. O tecido fino aderiu ao corpo, evidenciando o formato dos seios e os bicos salientes. A saia era curta, realçando as coxas torneadas. Por baixo, um fio dental quase invisível. Ela estava linda, sexy, e parecia radiante.
— Você está um espetáculo — disse eu, beijando seu pescoço.
— É para eles ou para você?
— Para nós.
Quando chegamos ao restaurante, Osvaldo e Renato já estavam numa mesa, com dois copos de chopp já servidos.
— Olha só quem chegou — cumprimentou Osvaldo, com seu sorriso largo. — Estávamos esperando por vocês. Sentem-se.
Patrícia sentou-se ao lado de Osvaldo, e eu, ao lado de Renato. A conversa retomou o clima descontraído da tarde, agora acentuado pelo álcool. Osvaldo continuava com suas histórias engraçadas, e Renato com suas observações secas que nos faziam rir.
Patrícia participava bastante da conversa, rindo alto, tocando o braço de Osvaldo quando ele dizia algo engraçado, inclinando-se para Renato quando ele falava, como se quisesse ouvir cada palavra. Eu percebia a atração recíproca, a eletricidade no ar, a forma como os olhares se cruzavam, demorando um pouco mais do que o necessário.
Depois que comemos, Osvaldo pediu mais um chope para todos.
— Sabe, eu comprei alguns petiscos para levar para a suíte — disse ele, com um olhar cúmplice para Patrícia. — Que tal a gente continuar a conversa por lá? Temos uma sala independente, com sofá e uma varanda com uma vista boa.
Patrícia me olhou, com um brilho nos olhos. Eu sabia o que isso significava.
— Parece um ótimo plano — disse eu. — Estamos em.
Osvaldo sorriu, satisfeito.
— Excelente. Vamos então.
Os quatro saímos do restaurante, caminhando pelos jardins iluminados do resort até a ala onde ficava a suíte deles. Era um andar mais alto, com vista para as montanhas.
A suíte era espaçosa. Uma sala confortável, com um sofá grande e poltronas. Uma varanda com uma mesinha e duas cadeiras. Ao fundo, um quarto com uma cama de casal.
— Façam-se em casa — disse Renato, indo para a cozinha. — Vou organizar esses petiscos.
Osvaldo colocou uma música baixa, um jazz suave. Patrícia sentou-se no sofá, e eu me sentei ao seu lado. Osvaldo sentou-se numa poltrona em frente a nós.
— Que bom — disse Patrícia. — É tão curioso como uma conversa casual na piscina acaba se transformando numa amizade tão rápida.
— É por isso que eu gosto de viajar — respondeu Osvaldo. — Nunca sei quem vai sentar na cadeira do lado. Às vezes, a gente encontra pessoas que mudam tudo.
Renato voltou com uma bandeja de queijos, salames e azeitonas, junto com quatro copos e uma garrafa de whisky.
— Achei que a gente podia subir um pouco o nível — disse ele, servindo a todos.
O whisky queimou a garganta, mas deixou um calor agradável no corpo. A conversa fluiu, agora mais íntima, mais pessoal. Falamos sobre sonhos, sobre perdas, sobre a vida.
Em determinado momento, Osvaldo se inclinou para frente, com o copo na mão.
— Sabe, Fábio, desde a tarde que eu venho pensando uma coisa.
— O quê?
— Que você e Patrícia são um casal muito interessante.
Renato concordou, com a cabeça.
— Muito interessante mesmo.
Patrícia riu, mas seu corpo estava tenso.
— Interessante como? — perguntei.
— Vocês têm uma cumplicidade rara — continuou Osvaldo. — Uma forma de olhar um para o outro... é como se vocês tivessem um segredo que só vocês conhecem.
Fui direto ao ponto.
— Talvez o segredo seja que eu achava vocês dois muito interessantes desde a tarde.
Osvaldo riu, mas seu olhar era intenso.
— Você está de brincadeira, rapaz.
Renato, porém, percebeu que eu estava falando sério.
— Acho que ele não está — disse ele, calmamente.
Patrícia me olhou, com surpresa e admiração.
— É verdade — continuei. — Eu e Patrícia falamos sobre a atração que surgiu. E sobre o que isso poderia significar.
O silêncio na sala era pesado, carregado de expectativa. Osvaldo e Renato se entreolharam, e foi Osvaldo que quebrou o silêncio.
— Bem... a vida está cheia de surpresas.
Patrícia tomou a iniciativa. Ela se levantou, caminhou até onde Osvaldo estava sentado e se ajoelhou entre suas pernas.
— Você me achou interessante hoje, Osvaldo?
Ele não respondeu com palavras. Apenas afagou o rosto dela, com os dedos traçando a linha do queixo, dos lábios. Depois, inclinou-se e beijou-a. Era um beijo lento, profundo, carregado de desejo contido.
Renato e eu observamos, sem respirar. O whisky corria em minhas veias, minha sunga apertava. Patrícia passou a mão pelo peito de Osvaldo, descendo até a barriga, até o volume que já crescia sob o tecido da sunga dele.
Ela desfez o nó do cós, liberando o pau dele. Era grande, grosso, com a pele escura e a cabeça rosada. Patrícia olhou para mim, como se pedindo permissão. Eu sorri, com um aceno de cabeça.
Ela então inclinou-se e levou a cabeça do pau de Osvaldo à boca. Um gemido baixo escapou dos lábios dele enquanto ela o envolvia com a língua, com um movimento lento e deliberado.
Renato se levantou e veio para perto de mim, sentando-se na borda do sofá. Seus olhos estavam fixos na cena, mas eu sentia seu peso ao meu lado. Sem dizer nada, ele passou a mão pela minha coxa, subindo lentamente até o meu próprio volume, que já doia de duro sob a sunga.
O toque dele foi um choque elétrico. Era diferente do toque de Patrícia, mais firme, mais decidido. Eu não me afastei. Pelo contrário, abri as pernas, convidando-o a continuar.
Enquanto Patrícia chupava Osvaldo com uma fome crescente, Renato tirou meu pau da sunga e começou a me masturbar, com movimentos lentos e firmes.
— Você gosta de ver sua esposa com outro homem? — sussurrou ele no meu ouvido.
— Gosto — respondi, com a voz rouca. — Gosto muito.
Patrícia levantou a cabeça, com os lábios brilhantes.
— Venha aqui, Renato — chamou ela. — Quero provar o seu também.
Renato não hesitou. Ele se levantou, tirou o próprio pau — impressionantemente grande e grosso, com veias saltadas — e se aproximou de Patrícia. Ela pegou os dois paus, um em cada mão, e começou a alternar entre eles, lambendo, chupando, com os olhos fechados, como se estivesse no céu.
Eu me levantei e me ajoelhei atrás dela, erguendo o vestidinho até a cintura. Ela não usava calcinha, e a bunda dela era um espetáculo. Eu a separei, expondo o cuzinho rosado e a buceta já molhada. Passei a língua pela fenda, e ela gemeu, com a boca cheia de pau.
— Sim, amor — gemeu ela. — Me chupa toda.
Eu obedeeci, mergulhando a língua na sua buceta, sentindo o gosto dela, o cheiro do seu desejo. Enquanto isso, ela continuava a chupar Osvaldo e Renato, alternando entre eles, com uma habilidade que me surpreendeu.
— É agora, Osvaldo — disse ela, olhando para ele com os olhos ardentes. — Quero você dentro de mim.
Ele não precisou de mais convite. Ele se ajoelhou atrás dela e, com um movimento firme, enterrou seu pau na buceta dela. Patrícia gritou, de prazer.
— Sim! Foda-me!
O ritmo deles era intenso. Osvaldo a pegava com força, enquanto ela continuava a chupar Renato. Eu fiquei de joelhos, observando, masturbando-me, sentindo um misto de ciúme e excitação que nunca tinha experimentado.
— Fábio — chamou Patrícia, com a voz ofegante. — Venha aqui. Quero chupar você também.
Eu me ajoelhei na frente dela e ela me pegou com a boca, com a mesma fome que tinha demonstrado no banho. Era incrível. Estar ali, com minha esposa sendo comida por um homem enquanto me chupava, sentindo o calor da boca dela, ouvindo os gemidos de prazer...
— Eu quero mais — gemeu ela. — Quero os dois ao mesmo tempo.
Osvaldo parou o movimento, um pouco surpreso.
— Você tem certeza, Trícia?
— Tenho — disse ela, com firmeza. — Quero você no meu cuzinho e Renato na minha buceta.
Eles se entreolharam, e Renato sorriu.
— É um convite difícil de recusar.
Eles mudaram de posição. Renato se deitou de costas no tapete felpudo da sala, com as pernas abertas. Patrícia sentou no seu pau com uma vontade imensa . Eu, por minha vez, me ajoelhei atrás dela apontando meu pau na porta de seu rabinho que eu nunca havia fodido. Com um movimento lento e cuidadoso, ela sentou em mim.
O gemido que escapou de seus lábios foi primal. Ela estava cheia, com os dois paus dentro dela, e seu corpo tremia de prazer. Renato e eu começamos a nos mover, um ritmo que ela ditava, balanceando os quadris, pedindo mais, sempre mais.
— Fodam-me! — gritava ela. — Mais forte!
Osvaldo observava a cena, masturbando-se, com os olhos brilhantes de desejo. Ele se aproximou e ofereceu seu pau à boca de Patrícia, que o aceitou com avidez. Ela agora tinha os três, preenchida, usada, amada. Era um espetáculo ver meu corpo se movendo, suando, gemendo, entregue a prazer que eu mal conseguia imaginar.
— Goza na minha cara — pediu ela, olhando para mim. — Quero sentir você gozar.
Foi o empurrão final. Eu gozei em jatos quentes, cobrindo seu rosto, sua boca, seus seios. Ao mesmo tempo, Renato e Osvaldo gozaram também, um dentro dela, outro na sua boca que ela engoliu tudinho.
Por um momento, ficamos ali, exaustos, ofegantes, o cheiro de sexo e suor enchendo a sala. Patrícia se deitou entre nós, com um sorriso satisfeito no rosto.
— Isso foi... incrível — disse ela, com a voz baixa. — Simplesmente incrível.
Levantamo-nos com dificuldade, corpos cansados mas satisfeitos. A sala estava uma bagunça de lençóis e roupas espalhadas. Fomos para o quarto, a cama era grande e convidativa.
— Vamos descansar um pouco — sugeriu Osvaldo. — A noite ainda é jovem.
Patrícia se aninhou entre mim e Renato, enquanto Osvaldo se deitava do outro lado. Eu senti o peso do braço de Renato em minhas costas, um calor reconfortante. Adormeci com o som da respiração deles, um som de paz, de satisfação.
***
Acordei com a sensação de movimento na cama. Abri os olhos e vi uma cena que jamais vou esquecer. Renato estava ajoelhado na frente de Patrícia, com o pau inteiro na boca dela, enquanto Osvaldo, por trás, passava a cabeça de seu pau na entrada da buceta dela, sem penetrar, apenas a provocando.
— Por favor, Osvaldo — implorava Patrícia, com a voz embargada pelo pau de Renato. — Entra de uma vez. Foda-me.
— Calma, minha querida — respondia ele, com um sorriso maroto. — A pressa é inimiga da perfeição.
Quando eles me viram acordado, Osvaldo sorriu.
— Bom dia, Fábio. Quer participar do café da manhã?
Ri, com o corpo já respondendo ao convite. Me levantei e me ajoelhei na cama. Patrícia se virou para mim, com os olhos cheios de desejo.
— Deita-se — ordenou ela. — Quero te cavalgar.
Eu obedeci, e ela sentou com seu cuzinho no meu pau, com um movimento que me fez gemer. Ao mesmo tempo, ela se inclinou e continuou a chupar Renato. Osvaldo, por sua vez, finalmente enterrou seu pau na buceta dela, com um movimento forte e profundo.
O ritmo que se seguiu foi selvagem. Patrícia era o centro, o catalisador, a fonte de todo o prazer. Ela gozou primeiro, com um grito que abafou contra o pau de Renato. Depois, os três continuamos a socar firme, sem piedade, até que, um após o outro, gozamos na sua boca. Ela engoliu tudo, um a um, com um sorriso satisfeito no rosto.
Depois, deitamos, exaustos, mas felizes. A cumplicidade entre os quatro continuava presente, mais forte do que nunca.
— Eu não acredito que a gente está fazendo isso — disse Patrícia, rindo. — Parece um sonho.
— Se for um sonho, eu não quero acordar — respondi.
Conversamos sobre a noite anterior, confirmamos que todos estávam bem com o que aconteceu. Não havia constrangimento, nem culpa. Apenas uma aceitação mútua, uma compreensão de que tínhamos vivido algo especial.
***
Finalmente, nos levantamos e fomos tomar café da manhã de verdade. O restaurante do resort já estava cheio, mas conseguimos uma mesa no canto. Osvaldo comentou que o check-out seria ao meio-dia.
— Já? — reclamou Patrícia. — O tempo passou tão rápido.
— A gente ainda pode aproveitar um pouco da piscina antes de arrumar as malas — sugeriu ela. — Um último mergulho.
Todos concordamos. Descemos juntos e, por coincidência, sentamo-nos praticamente nos mesmos lugares onde nos conhecemos na tarde anterior. A conversa era descontraída, mas existia uma cumplicidade que não havia no primeiro encontro.
Um funcionário do bar, um rapaz jovem e sorridente, reconheceu Osvaldo.
— Bom dia, senhor. Vi que os senhores e a senhora estão juntos de novo. Já se conheciam antes dessa viagem?
Osvaldo olhou para Patrícia e para mim, com um sorriso maroto.
— Desde ontem. Mas parece que faz tempo.
Renato riu, com seu humor discreto.
— Algumas amizades rendem mais em vinte horas do que outras em vinte anos.
Eu e Patrícia trocamos um olhar divertido. Era verdade. Em menos de vinte e quatro horas, tínhamos criado laços que muitos casais não criam em anos.
Depois de aproveitarmos a piscina por algum tempo, os quatro retornamos aos quartos para organizar a saída. No corredor, Patrícia parou em frente à porta da suíte deles.
— Esperei um minuto — disse ela. — Quero dar um adeus especial.
Osvaldo e Renato a entenderam imediatamente. Ela entrou na suíte e, segundos depois, nós a seguimos. Dentro, ela se ajoelhou, e os dois se aproximaram, com os paus já duros. Ela os pegou, um em cada mão, e começou a chupá-los, com uma fome que parecia insaciável. Olhava para mim enquanto fazia, como se quisesse que eu visse cada detalhe.
Quando eles gozaram, um após o outro, ela engoliu tudo, limpando os lábios com a língua.
— É o meu presente de despedida — disse ela, com um sorriso.
Trocamos contatos e comentamos sobre a possibilidade de nos reencontrarmos em outra viagem, sem fazer promessas exageradas.
— Quem sabe a gente não se encontra por aí — disse Osvaldo, abraçando o casal. — O mundo é pequeno.
Renato se despediu com seu jeito tranquilo, um aperto de mão firme e um olhar compreensivo.
— Foi um prazer, vocês dois. De verdade.
Os dois seguiram para o estacionamento.
Já dentro do carro, Patrícia olhou para mim e perguntou:
— Tu imaginava que a gente ia conhecer duas pessoas assim naquela piscina?
— Eu só sei que, na próxima viagem, vou prestar mais atenção no horário de fechamento.
Ela perguntou por quê.
— Porque, pelo jeito, foi depois que a piscina fechou que o resort começou a ficar interessante.
Patrícia começou a rir, uma gargalhada livre, feliz.
Eu liguei o carro e comecei a dirigir, sentindo o peso daquela experiência, a marca que ela deixaria em nós. Aquele fim de semana, planejado apenas para descansar, acabou se tornando uma das experiências mais inesperadas dos dezessete anos de casamento. E, confesso, uma das mais intensas. Enquanto rodávamos pela estrada, de volta para a nossa vida, eu sabia que nada mais seria exatamente como antes.
Foto 1 do Conto erotico: DEPOIS QUE A PISCINA FECHOU


Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook



Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Contos enviados pelo mesmo autor


276104 - A ULTIMA FESTA NA FAZENDA - Categoria: Fetiches - Votos: 0
276086 - A DESPEDIDA DO VIZINHO - Categoria: Fetiches - Votos: 0
276084 - UMA NOITE NO CHALÉ 17 - Categoria: Fetiches - Votos: 1
276062 - ARMEI PARA MEU VIZINHO COROA COMER MINHA ESPOSA - Categoria: Cuckold - Votos: 5
276027 - A MULHER DA MESA 12 - Categoria: Cuckold - Votos: 2
276026 - CAFE DA MANHA DO DESCONHECIDO - Categoria: Fetiches - Votos: 2
275956 - O VIÚVO DO QUIOSQUE - Categoria: Fetiches - Votos: 6
275946 - O EMPRESÁRIO DO QUARTO AO LADO - Categoria: Fetiches - Votos: 1
275945 - O CHURRASCO DOS VETERANOS - Categoria: Cuckold - Votos: 1
275905 - A ÚLTIMA NOITE NA PRAIA - Categoria: Fetiches - Votos: 5
275904 - O CHURRASCO DA DESPEDIDA - Categoria: Fetiches - Votos: 5
275903 - UMA NOITE DIFERENTE NA CAPITAL - Categoria: Cuckold - Votos: 5
275848 - A PROPOSTA DO CASAL DO QUARTO 208 - Categoria: Cuckold - Votos: 3
275819 - O ANIVERSÁRIO DO MEU AMIGO DEPOIS DO RODEIO - final - Categoria: Traição/Corno - Votos: 2
275816 - O SEGREDO DAQUELA NOITE DE RODEIO part 1 - Categoria: Traição/Corno - Votos: 1
275814 - DO OUTRO LADO DO MURO - Categoria: Traição/Corno - Votos: 1

Ficha do conto

Foto Perfil maisqueumcurioso
maisqueumcurioso

Nome do conto:
DEPOIS QUE A PISCINA FECHOU

Codigo do conto:
276087

Categoria:
Cuckold

Data da Publicação:
31/10/2026

Quant.de Votos:
0

Quant.de Fotos:
1