Perdi meus pais de repente, e acabou que fui enviado para o interior de MG pra morar com a família do meu tio Nelson, eu sabia que ele era pastor, vivam num sitio e não tinha quase nenhuma convivência com ele e sua família, mas para minha surpresa, fui muito bem recebido por ele, sua esposa, a Aninha, uma mulher magra e com seios médios, e suas 3 filhas. Depois de alguns dias, ainda me acostumando com o acolhimento, descobri que ele sempre quis um filho, e literalmente me adotou, em poucos meses eu já era conhecido de todos na região como filho do pastor. Em casa, o tratamento era o mesmo, mãe e filhas me paparicavam o tempo todo, e foi ai que percebi que tinha algo estranho naquela casa. Eu tinha um quarto pequeno com banheiro, só cabia a cama e um armário simples, a pia ficava fora do banheiro, então, era normal tomar banho de porta aberta, e as minhas suspeitas de que algo era diferente aconteceu numa manhã de domingo, acordei e já entrei no banho, quando estiquei a mão para pegar minha escova de dentes na pia dei de cara com a minha tia Ana, ela estava com uma toalha na mão, nós dois tomamos um susto, mas como ela começou a rir da situação, eu levei na boa, mas percebi que ela me olhou de cima embaixo, me deu a toalha me chamando para o café da manhã. Quando cheguei na cozinha, todos já estavam saindo para o culto, menos a Luiza, minha prima do meio, ela não estava bem, terminei o café e ela estava na sala vendo algo na tv, quando me viu me chamou e deitou a cabeça no meu colo, aquilo já tinha se tornado normal, uma das meninas deitar no meu colo, até a tia Ana já tinha feito isso, eu fazia carinho nos cabelos dela ouvindo ela cochilar, fiquei olhando seu corpinho magro, peitinhos pontudos, bundinha miúda, e meu pau começou a inchar embaixo da cabeça dela, e pra minha surpresa ela se arrumou ficando com a bochecha no meu pau. Passei a mão nos seus braços e vi seus oelinhos se arrepiarem, vi que o bico do peitinho quase furava a camiseta do pijama, e ali naquela intimidade, passei a mão e apalpei, nem pensei na merda que podia dar, mas ela suspirou. Mais ousado, subi a camiseta e apalpei os peitinhos durinhos, senti os biquinhos reagirem ao meu toque, ela toda arrepiada colocou a mão dentro do shorts, sempre de olhos fechados, mas em instantes ela estava gemendo baixinho, eu já estava ficando doido, mexi a perna, ela entendeu e ergueu um pouco o corpo, num movimento rápido tirei a bermuda e a cueca, meu pau ali exposto, ela virou o corpo e seus olhos estavam a centímetros dele, e ela com um sorriso nos lábios beijou meu pau, eu apalpando os peitinhos, ela lambendo meu pau enquanto seus dedinhos brincavam na bucetinha. Fiz carinho nos seus cabelos, ela se arrumou e foi abocanhando meu pau, que delicia aquilo, ela segurava na base e enfiava na boca babando e me punhetava, eu estava doido pra pega-la no colo e meter naquela bucetinha, mas ela me fez encostar no sofá e agora com as duas mãos e a boca, chupou e me punhetou, quando percebi, ela tirou a camiseta e me deu aqueles peitinhos pra chupar, durinhos, pontudos e delicados, ela dava gemidinhos, ela voltou a me chupar e punhetar, até que disse: Lu, vou gozar em voce! Ela sorriu e voltou a carga, enfiou a boca nele enquanto me punhetava com vontade, minhas pernas tremiam, ela alucinada parecia não se importar, então deixei rolar, o primeiro jato já melou tudo, ela continuou na mesma balada, chupava engolindo tudo enquanto aquela mãozinha rápida me tirava toda a porra que pudesse, quando acabou, ela foi parando, lambendo os dedos e com carinha de safada disse: agora sim primo, vem cá! Levantou me puxando para o seu quarto, entrou já peladinha ficando de quatro na cama, eu ainda sob efeito da gozada demorei uns instantes, mas ela passou os dedos na bucetinha exposta, lisinha, sem pelinho nenhum, e eu fui atraído, fui lambendo ela e passando os dedos, logo percebi que ela gostava quando eu enfiava a língua fundo e lambia rodando a língua, ela gemia assim e empinava mais ainda a bundinha, meus dedos melados entravam junto nela, que agora gemia dizendo que sim, era assim que gostava, que eu era gostoso, e quando apoiei a mão na sua bundinha, um dedo resvalou no cuzinho, ela deu um gemido mais alto, foi a senha, chupei forte aquela bucetinha e um dedo melado fui brincando no cuzinho, circulando, forçando de leve, e quando ela aumentou os gemidos, fui metendo o dedo todo, ela mordendo o travesseiro gemeu alto, sua buceta melou mais ainda, e ela agora berrava abafando no travesseiro. Fui até ela pedir pra parar, quando desabou na cama me puxou para um beijo, ela com gosto de porra na boca e eu com c cara melada de licor de bucetinha, meu pau estava muito duro, até doía de apertar, e ela foi me virando na cama e se arrumou, sua bucetinha encaixou, ela foi descendo e gemendo, dizia que era grosso, e rebolando de leve foi recebendo tudo, até sentar no meu colo, os peitinhos dela agora estavam vermelhos, eu chupava e apertava, ela quicava de leve no meu pau, me falava que era gostoso, que ia fundo, que ia rasgar a pepeka dela, aquela menina delicada, safada como eu nunca tinha visto, estava me enlouquecendo, eu beijava suas tetinhas e ela gemia, de repente parou, foi saindo de cima dele e deitou na cama com a bundinha pra cima, fui por cima, encaixando na bucetinha e meti fundo, ela assim gemia mais e rebolava, eu meti forte, ela empinando a bundinha dizia que estava amando, que assim ia mais fundo, que estava arrombada, e quando empinou mais o rabinho ainda, voltei a brincar com o dedo, ai ela pirou, rebolava com meu pau dentro dela indo e voltando enquanto meu dedo já entrava mais da metade no cuzinho, ela acelerou o gemido e disse: isso primo, faz mais disso, faz mais assim, e foi repetindo isso por quase dois minutos, até que gemeu alto e se encolheu, fui bombando sobre ela, tirei o dedo pra segurar sua cintura, queria meter até ela gozar tudo o que podia, ela choramingando disse que estava gozando muito, e tremula disse: primo, mete forte mas não goza dentro, mamãe fala que não pode! Aquela informação naquele momento me deu um nó na mente, ergui seu corpo e fui bombando, quando vi que não dava mais tirei, ela veio com a boquinha e abocanhou a cabeça do meu pau, nem deu tempo de mais nada, explodi dentro daquela boquinha linda de novo, ela assumiu a punheta enquanto chupava, e foi me sugando as energias. Caimos na cama abraçados, ela rindo disse que não sabia que eu era tão safadinho assim, e me beijou. Logo falou pra nos arrumarmos, eles não iam demorar, fui para o meu quarto, tomei um banho e deitei na cama, apaguei, só acordei com a minha tia Ana sentada do meu lado na cama, me perguntando se queria almoçar. Percebi que sua mão estava na minha perna, ela passou a outra no meu rosto, sorriu e saiu do quarto, eu ali ainda meio bobo por conta daquela manhã, fui almoçar cambaleando, e eles estavam todos muito alegres, achei estranho mas tudo bem, não podia reclamar. Naquela tarde, descobri mais coisas que aconteciam naquela casa de família.
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