Quando o amor incomoda - 8


Com os olhos fitando intensamente os meus com seu rosto tão próximo, seus lábios, seu cheiro e um dos braços laçando minha cintura, com seu peitoral musculoso nú e suado exalando todo aquele calor, Luiz Felipe disse:
_ Se eu tivesse alguém carinhoso e atencioso como você na minha vida eu nunca seria estupido assim…
_ Luiz Felipe!
Um grito ecoou pela casa alugada. Todos pararam o que estavam fazendo e olharam para o portão. Miguel desligou a música e dona Mirian, mãe de Eduardo veio em nossa direção com os punhos cerrados e com expressão de poucos amigos.
_ O que você está fazendo nesse antro de perdição? Sumiu e não deu mais sinal de vida, eu liguei, mandei mensagem e você nem me respondeu.
Luiz Felipe me soltou e se afastou um pouco de mim se colocando em minha frente tentando se justificar.
_ Desculpe mãe, nem percebi. Mas não se preocupe eu comi aqui com meus antigos e novos amigos.
_ Que parecem ser tudo farinha do mesmo saco não é? Você bebeu? Esqueceu que amanhã você trabalha? Que está tomando remédio por conta dos ferimentos causados por esse aí?
_ Não fale assim mãe, eu já disse que o Tavinho não fez nada de errado o bêbado e os amigos dele que avançaram na gente.
_ A história que eu fiquei sabendo é que o irmão desse aí socou o bêbado e você se machucou tentando defender esse pamonha aí.
Disse apontando dedos Dona Mirian.
_ Ei Dona Mirian, vai me desculpar mas eu não vou ficar ouvindo a senhora falando assim de mim e do meu irmão não, eu estava defendendo a minha namorada e seu filho defendeu meu irmão porque ele quis, o que eu agradeço, mas se fosse pra jogar na cara prefiro que deixe quieto.
_ Eu não quero saber, eu não quero meu filho misturado com vocês e você vai fazer o que? Vai me socar também? Eu quero ver! Experimenta tocar em mim, experimenta!
_ Vamos parar com isso gente, mãe vamos embora, já está tarde mesmo, amanhã tenho trabalho. Eu agradeço pelo convite, o churrasco estava ótimo, mas eu tenho que ir. Amanhã a gente se fala.
Luiz Felipe foi saindo puxando a mãe que saiu esbravejando e ameaçando as pessoas.
De repente, trovões e relâmpagos cortaram o céu.
Gente acho que esse foi o sinal, amanhã será um longo dia, segunda feira, agradeço a presença, mas vamos casa um pra suas respectivas casas.
Miguel disse batendo palmas, Eduardo, Manu e eu já fomos nos despedir e ajudar as meninas com as panelas que trouxeram.
_ Deixa a churrasqueira aí primo, amanhã eu pego. Só cobrir com um papelão.
Disse Romário enquanto saia.
Naquela primeira noite, enquanto a chuva começava a cair lá fora, diminuindo o intenso calor de mais cedo e do churrasco que Brian insistia em chamar de "barbecue brasileiro", o trisal deu uma rápida ajeitada nas coisas não deixando nada do lado de fora e foram tomar banho os três juntos. A cidade dormia cedo, mas eles não. Miguel acendeu um abajur na mesa de cabeceira, o quarto pequeno com uma cama king recém montada para os três.
_ Vamos relaxar, meus amores.
Disse Miguel, sua voz grave e acolhedora, puxando Kenji para perto.
Kenji tremia levemente, ainda se acostumando ao toque simultâneo de dois homens. Brian, do outro lado, beijou o pescoço de Miguel, misturando línguas:
_ You so hot, Miguel... quente como... inferno?
Ele riu de si mesmo, mas seu corpo não mentia. Seus músculos tensos pressionavam contra as costas de Miguel, enquanto sua mão grande descia pelo peito peludo até o cós da calça. Miguel gemeu, virando-se para beijar Brian, suas línguas dançando em um ritmo que fazia Kenji corar.
_ Vem cá, Kenji.
Murmurou Miguel, estendendo a mão. Kenji se aproximou, seu corpo magro contrastando com os músculos dos outros dois. Brian, sempre o mais ousado, tirou a camisa, revelando o peito loiro e peludo que tanto excitava os parceiros.
_ Touch me... toca aqui
Disse Brian, guiando a mão de Kenji para seus mamilos endurecidos. Kenji obedeceu, sentindo o calor subir. Miguel, versátil como era, se posicionou entre eles, beijando o abdômen definido de Brian enquanto retirava a cueca de Kenji.
A cena se intensificou rapidamente. Brian, com sua dominância natural, empurrou Miguel de costas na cama, suas mãos fortes segurando os quadris morenos do rapaz o fazia gemer de tesão.
_ I want you first... quero você primeiro.
Grunhiu Brian, seu português falho só tornando o momento mais erótico. Ele lubrificou os dedos, eles sempre tinham gel na mesa de cabeceira, e penetrou Miguel devagar, sentindo o orifício apertado se abrir para ele. Miguel arqueou as costas, gemendo alto, seu pau endurecendo contra a barriga peluda do namorado gringo.
Kenji assistia, excitado, masturbando seu próprio membro que babava e latejando em sua mão.
_ Me beija, Kenji.
Pediu Miguel, ofegante. Puxando o descendente oriental. Kenji se inclinou, seus lábios macios encontrando os de Miguel em um beijo profundo, enquanto Brian metia ritmicamente, seus músculos flexionando a cada movimento. O suor escorria pelos corpos, misturando cheiros: o almíscar de Brian, o frescor de Miguel e a doçura sutil de Kenji.
Não demorou para Brian puxar Kenji para o centro. _ Your turn... sua vez, little one.
Disse Brian, confundindo "little" com algo carinhoso, mas errando o tom. Kenji riu nervoso, mas se posicionou de quatro, sentindo as mãos de Miguel em suas nádegas magras. Miguel, versátil, penetrou Kenji com gentileza, enquanto Brian se ajoelhava na frente, oferecendo seu pau grosso e latejante para a boca de Kenji.
_ Suck it... chupa, Kenji.
Ordenou Brian, com sua voz rouca.
Kenji obedeceu, engolindo o membro de Brian o máximo que podia, sentindo o gosto salgado e o peito peludo roçando sua narina. Miguel acelerava atrás, seus quadris batendo contra as nádegas de Kenji, gemidos ecoando no quarto quente, enquanto a chuva se intensificava lá fora. Brian segurava a cabeça de Kenji, guiando o ritmo, seus olhos azuis fixos nos de Miguel por cima.
_ We are... nós somos perfeitos juntos.
Murmurou Brian, errando a gramática mas acertando no sentimento.
O clímax veio em ondas. Miguel gozou primeiro, enchendo Kenji de porra com um gemido rouco, seu corpo musculoso tremendo. Isso levou Kenji ao limite, ejaculando nas mãos de Miguel que o masturbava. Brian, por último, explodiu na boca de Kenji, seu sêmen quente escorrendo pelos lábios do mais novo. Eles caíram exaustos na cama, corpos entrelaçados, suados e satisfeitos, compartilhando a saliva com porra entre os três.


Autor: Mrpr2

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Quando o amor incomoda - 8

Codigo do conto:
252035

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
13/01/2026

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