Quando compramos aquele sítio em Extrema, quase divisa entre Minas e São Paulo, pensávamos mesmo em ter algo para nos divertir e nos desestressar. Qual o quê! De início foram dores de cabeça sobre dores de cabeça. Mas se não há bem que não perdure, nem mal que para sempre dure, depois de três anos, as coisas começaram a melhorar... é nesse ponto que nossa História começa e vamos a ela.
Precisávamos de um caseiro. De preferência jovem, casado. Se tivesse filhos que não fossem de colo, pois teria ali trabalho (Não pesado!) mas trabalho para toda a família. As crianças fariam coisas menores, no caso.
Pusemos um anúncio no jornal da redondeza e ficamos esperando, no final de semana, no próprio sítio e apareceram diversos pretendentes... e um casal, em especial, nos chamou a atenção: Tico Moreno e sua esposa Ligia e os filhos. O moleque já com 14 anos, Dino e a menina, Lúcia. 16 anos. Uma princesa rústica e judiada mas mostrava ter porte altivo e se bem cuidada e tratada, seria mesmo uma rainha. Encantou-nos a todos.
À noite eu e meu marido acertamos que eles seriam contratados. Mas me encantei mesmo pela jovem Lúcia... eu a queria por perto e para mim, confidenciei ao Tony, meu marido. Ele riu. Ele me conhece muito bem nesses últimos doze anos juntos.
Sei que foram avisados e no mesmo dia à tarde, chegaram com a pequena mudança para ocupar a casa dos caseiros, que ficava perto de nossa e era bem simpática e atraente...
Como era férias, ajudamos o casal na mudança, mostramos as tarefas diárias e todos ficamos felizes.
Mas Lúcia não me saía da cabeça... Aquela princesa rústica precisaria ser moldada e eu faria isso, com certeza.
Antes de findar as férias, perguntei ao casal se as crianças iriam estudar e ele me disseram que Dino iria, sim mas Lúcia já terminara o antigo ginásio e ficaria com eles na lida.
Achei um crime aquele menina sem escola e fui audaciosa em minha proposta, que entre sustos e mil recomendações, foi aceita:
Ela viria comigo e com Tony para São Paulo, moraria em nossa casa, e nos ajudaria na parte da tarde. De manhã iria mesmo para a Escola...
E foi assim que Lúcia veio morar conosco naquele início de fevereiro... e ficou instalada em nossa cada...
Com os meses correndo ela se adaptou à rotina da cidade grande mas era, parecia mesmo, um porquinho da índia... assustada, tímida, falava pouco, andava com pés de pluma pela casa.
Acordava cedo, tomava café, ia para a escola, voltava, almoçava, descansava um pouco, fazia seus afazeres de casa, e se enfurnava em seu quarto. Descobriu que com a televisão e o computador, teria o mundo a seus pés. Mas continuava tímida.
Quando íamos para o sítio contava para os pais e irmão seu progresso na escola, falava de alguns amigos simples, e dizia adorar morar com a gente, e já tinha até aberto uma poupança, pois assim lhe ensinei para seu futuro.
Quando decidimos passar uma semana na praia, em Guarujá, ela não conhecia o mar, disse que não tinha maiô... então fomos até uma loja e comprei a ela dois conjuntos lindos... mas quando ela foi vestir, já em casa, fiquei horrorizada! Ela tinha todos os pelos pubianos possíveis que saíam para fora do biquíni... então lhe expliquei sobre depilação e ela me olhou assustada. Mas naquela semana mesmo a levei até a depiladora que fez um trabalho lindo... só pude mesmo olhar com olhar já guloso meio que de longe, pois Lúcia ainda era arredia e assustada.
Mas o tempo passou, Lúcia ficou ainda mais bonita... completava seus 18 anos, e eu a via como um vulcão prestes a explodir... com certeza chegaria um namoradinho e a arrebataria em todos os seus sonhos e desejos e segredos.
Foi aí que entrei de leve bem leve, como leve, leve pluma em sua vida... e ela aceitou meus conselhos... e muitas vezes, às tardes, em casa, falávamos da vida, de namoros, e fui enveredando o caminho para o sexo... ela me olhava assustada.
E mesmo assim fora isso, continuava a ser aquele porquinho da índia com olhar oblíquo, no dizer de Machado de Assis e sua Capitu...
Entre um dia e um comentário malicioso de minha parte, fui cevando aquela ninfa dos deuses e ela consciente ou não, foi caindo na teia que fui armando como uma aranha...
Certo dia estava em casa estava calor e fui ao banho. Na banheira percebi que havia esquecido a toalha e mais alguma coisinha... a chamei e ela apareceu bem na porta do banheiro... me viu ali toda ensaboada e riu timidamente... falei de meu esquecimento e rápida como o vento ela me trouxe tudo... aí ficou me olhando e eu lhe disse: “Que foi? Tá assustada por que? Nunca viu uma pessoa num a banheira?”
Ela baixou os olhos e disse: “Não senhora, nunca tinha visto... quanta espuma! Não ardem os olhos?”
“Não, bobinha... venha aqui perto...” e ela perto peguei com as mãos um punhado de espuma e coloquei em seu rosto.
Ela ficou vermelha e de improviso falei: “Esfregue minhas costas, Lúcia...” timidamente ela começou a fazer fricção e o ambiente foi se amenizando e ficando suave, calmo, tranquilo...” nada falávamos... mas de repente lhe disse: “tire essa vergonha do rosto e entre aqui na banheira comigo...” ela até se engasgou para falar, mas disse que jamais... jamais... jamais...
“Oras menina, já nos vimos de biquíni na praia, tem nada de mais, não... venha aqui e se delicie. Vai fazer bem para seu corpo...”
Ela fez menção de entrar mas lhe disse: “você vai tomar banho de roupa? Isso aqui é banho. Lúcia! Fique nua!”
Vocês não podem imaginar a cena, mas entre nãos e sins e por favor, não faça assim... estou morrendo de vergonha... em minutos a menina ficou nua e adentrou a banheira....
Aí ficamos quietas, rindo, e os assuntos começaram a acontecer...
Impossível uma mão não escorrer aqui, não passar ali, não tocar... até que ficamos de mãos dadas e rindo como duas crianças numa ciranda molhada...
Então o silêncio passou a falar por nós... e nossas mãos começaram a ficar ágeis... e experiente eu, levei suas mãos até minha xoxotinha. Lúcia quase deu um pulo! “Calma, menina, calma, tudo é corpo... fiquei tranquila... somos duas mulheres amigas...”
Então eu fui direcionando minha mão até sua xoxotinha e mesmo dentro da água senti o calor que emanava da mesma... E de súbito nos entregamos uma à outra...
Percebi que a menina estava entregue... “Venha!” eu lhe disse, me acompanhe!”
Peguei a toalha, me enxuguei, enxuguei Lúcia e de mãos dadas fomos até meu quarto... lá chegando peguei uns cremes que possuo e comecei a passar nas costas, nas pernas, nos braços da minha pequena Lúcia... que transtornada pelos toques, não fugiu mas ficou mesmo toda arrepiada...
Fiz massagens em seu corpo e perguntei: “Quer me fazer igual?” “É tudo o que mais desejo, Senhora!”
“Pois então faça!”
E assim ela se entregou de vez, e enquanto passava os cremes em mim, perguntei o que ela sentia: “Nossa, um calor, um esquentamento, é uma delícia nova para mim... nós podemos mesmo fazer isso??? A senhora não está me testando para me devolver aos meus pais?”
“Bobinha, bobinha, você é uma princesinha e eu quero cuidar de você todinha. Você vai ser nossa menina apenas...”
“Nossa como???”
“Vai ser nossa minha menina... e do Tony!”
Ela me olhou tremendo...
“Fique calma, isso não é momento ainda... venha aqui...”
E pelas mãos eu a levei até minha cama. Ela se sentou. A fiz deitar... ela assustada deitou-se e fechou os olhos...
“Posso tomar conta de você, Lúcia?”
“A senhora pode tudo! Faça o que quiser, como quiser... sou sua!”
Eu subi sobre seu corpo, ela abriu os olhos e me fitou tremendo de prazer... não falei nada, mas desci a mão até sua xoxotinha que estava ensopada de prazer...
“Por favor” ela disse... e não disse mais nada.
Então a peguei com cuidado, alisei todo o seu corpo e beijei aquela boca linda, de lábios grossos, ardentes... e ela aceitou meu beijo e beijou meu beijo...
Quando terminamos esse longo beijo ela me disse: “Eu era BV!”
E voltamos a nos beijar...
Fui descendo o corpo e com a boca cheguei até sua xoxotinha... afastei os lábios e comecei a chupar da maneira que sei e gosto... a menina parecia uma enguia elétrica... o porquinho da índia deu lugar à tara, à loucura, ao desejo, à volúpia, ao tesão... não havia medo, nem suspense, nem nada... havia uma ninfeta linda, virgem, com 18 anos, entregue para o amor, para o sexo...
Ela nem demorou para gozar... uma, duas, três vezes... depois quis retribuir e gozei também duas vezes com sua inexperiência e tudo...
E ela se abriu de vez, como uma flor intocada ainda... e me disse do tesão que sentia quando ouvia a mim e ao Tony transando, que chegou a colocar o ouvido na porta para ouvir... e já tinha se esgueirado para ver o Tony nu e o viu todo em sua envergadura... e disse que sentia tesão por mim e pelo Tony... armei a teia e a menina era mais esperta do que eu pensava... e combinei com ela que iríamos esperar o Tony de maneira atrevida...
E foi assim... quando ela chegou nos viu vestidas para matar. Ela tímida ainda e eu rindo e solfejando o canto da vitória...
Depois mais tardinha fomos para a cama... fizemos quase de tudo... só não deixei o Tony tirar aquela virgindade pois precisávamos ter cuidados. A menina era nossa responsabilidade... mesmo assim ela chupou um cacete pela primeira vez e chorou de tesão ao ver o Tony me foder com volúpia.
Dias depois levei-a à minha ginecologista... passou a tomar pílulas, e vinte dias depois ela passou a ser nossa ninfa em todos os sentidos...
Tony descabaçou-a e fiquei olhando todas as suas reações e posso dizer que foi um dos momentos mais lindos de ver uma virgem perdendo o cabacinho...
A história teve mil lances... e temos mil histórias para contar... e farei isso aqui se gostarem dessa história.
Eleonora