POSSO ASSISTIR MÃE? - 2º capítulo: Fantasias Compartilhadas

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A nova rotina noturna se estabeleceu com uma facilidade perturbadora. O quarto de Karina, outrora um santuário de repouso solitário, agora era palco de calor e murmúrios proibidos. A cama de casal testemunhava, noite após noite, o desenrolar de uma paixão que desafiava todas as convenções. Já se haviam passado algumas semanas desde a primeira vez, e o ar entre mãe e filho era carregado de uma intimidade elétrica, uma cumplicidade que transformava olhares em carícias e palavras banais em insinuações pesadas.
Naquela noite em particular, uma quinta-feira úmida, o ritmo era mais lento, mais exploratório. As cortinas do quarto estavam fechadas, iluminado apenas por uma luminária de mesa que lançava sombras dançantes nas paredes. Karina estava deitada de costas, as pernas abertas e dobradas, enquanto Tiago, ajoelhado entre elas, dedicava sua boca e língua a uma exploração minuciosa e devota de seu corpo. Suas mãos seguravam as coxas dela, afastando-as ainda mais, enquanto sua língua traçava padrões lentos e circulares em seu clitóris já inchado e sensível.

- “Ah, justo aí… continua, meu amor” - Karina sussurrou.

Os dedos enterrados nos cabelos curtos do filho, guiando-o sem pudor. Seu corpo arqueava no lençol, uma onda de prazer subindo-lhe do ventre.

- “Você aprendeu tão rápido… tão bem”

Tiago murmurou algo de assentimento contra sua pele molhada, o som vibrando nela de uma forma que a fez estremecer. Ele era um aluno aplicado, ávido por aprender cada detalhe que a fazia gemer, cada ponto que a fazia tremer. Depois de um momento, ele deslizou dois dedos para dentro dela, encontrando-a quente e extremamente apertada, e começou a movê-los em um ritmo curvo enquanto sua língua mantinha a pressão constante no clitóris.

- “Meu Deus, Tiago… eu vou…” - o aviso dela foi um gemido rouco.

A tensão explodiu em uma série de contrações intensas que fizeram seu corpo estremecer violentamente. Ela gritou, um som abafado pelo braço que levou à boca, enquanto a onda a arrastava. Tiago não parou, suavizando os movimentos para prolongar o orgasmo até que ela, ofegante, o empurrou gentilmente.

- “Chega… por um instante” - ela arfou, o peito subindo e descendo rapidamente.

Ele subiu pelo corpo dela, seu pau duro e pulsante roçando em sua perna molhada. Beijou-lhe o estômago, os seios, antes de capturar seus lábios em um beijo profundo e úmido onde ela podia saborear o próprio sabor de si mesma. Era um ato de intimidade tão profundo que, por vezes, ainda a assombrava.

- “Você é incrível” - ele sussurrou contra sua boca.

- “Você que me transformou nisso” - ela respondeu, a mão descendo para envolver o membro dele, sentindo o calor e a firmeza familiares - “Agora, é minha vez de cuidar de você”

Ela o empurrou para que se deitasse de costas e se posicionou sobre ele, de joelhos. Segurando seu pau, ela alinhou a cabeça com sua entrada, ainda sensível e pulsante do orgasmo anterior. Com um suspiro profundo, ela se abaixou, engolindo-o centímetro por centímetro, até que suas nádegas repousassem sobre as coxas dele. Um gemido conjunto ecoou no quarto.

- “Você me preenche de um jeito… que nem consigo explicar” - Tiago grunhiu, as mãos agarrando seus quadris.

- “É porque é onde você pertence” - Karina sussurrou, uma confissão perigosa que pairou no ar.

Ela começou a se mover, levantando e abaixando os quadris em um ritmo cadenciado, sentindo cada veia, cada pulso dele dentro de si. Seus seios balançavam com o movimento, e ela os segurou, beliscando os mamilos já duros, misturando a sensação ao prazer profundo e reconfortante de tê-lo dentro de si.
Era nesta dança, neste momento de união absoluta, que o mundo exterior deixava de existir. Eles eram apenas um homem e uma mulher, entregues ao fogo que os consumia. O que começara como um jogo perverso de voyeurismo e exibicionismo havia evoluído para algo visceral, uma necessidade mútua que ambos alimentavam com avidez.
O que não sabiam era que tinham um público.
Márcia, a namorada de Tiago há quase um ano, estava parada do lado de fora do quarto, a mão congelada no ar, a centímetros da maçaneta. Ela chegara mais cedo do que o combinado para a sessão de estudos noturna. Tiago dissera que a mãe saíra para jantar com colegas do trabalho. Ouvira ruídos ao subir a escada e, pensando que fosse a TV, aproximou-se. A porta do quarto não estava totalmente fechada, deixando uma fenda de alguns centímetros.
Através dela, seus olhos arregalados testemunharam a cena inacreditável. A Sra. Karina, a mãe impecável e um tanto distante de seu namorado, montava Tiago com uma feroz intensidade, seu rosto transtornado de prazer, os seios expostos. Os gemidos baixos e os sussurros íntimos que escapavam pela porta deixavam claro que aquilo não era um acidente, não era um momento de fraqueza. Era algo estabelecido, habitual.
Inicialmente, um choque gelado percorreu Márcia. A repulsa, a traição, a confusão. Mas, à medida que os segundos passavam e ela não conseguia desviar o olhar, algo mais complexo emergia. A cena era inegavelmente erótica. A beleza madura de Karina, sua entrega total, o poder com que ela se movia sobre Tiago, a devoção no olhar dele, era tabu, era proibido, e era intensamente excitante. Márcia sentiu um calor familiar e constrangedor crescer entre suas pernas. Sua mão, que deveria ter batido à porta ou fugido, permaneceu imóvel. Ela estava paralisada, hipnotizada.
Dentro do quarto, o ritmo aumentava. Karina, perdida no êxtase, inclinou-se para a frente, apoiando as mãos no peito do filho, seus seios balançando perto de seu rosto. Tiago ergueu a cabeça e capturou um mamilo na boca, chupando e mordiscando.

- “Isso… chupa os peitos da sua mãe” - Karina gemeu, sua linguagem tornando-se cada vez mais explícita à medida que o prazer a dominava - “Goza dentro de mim, filho. Enche sua mãe”

Essas palavras, proferidas com um misto de autoridade e súplica, foram a gota d’água para Márcia. Um pequeno gemido escapou de seus lábios, tão baixo que ela pensou não ter sido ouvida. Mas o instinto de Karina, ou talvez um ruído sutil, fez com que seus olhos, antes fechados, se abrissem de repente e se fixassem diretamente na fenda da porta. Ela viu o contorno de um rosto, um olhar chocado.

- “Tiago… PARA!” - ela disse abruptamente, parando seus movimentos.

- “O que foi?” - ele perguntou, ofegante, soltando seu seio.

- “Temos… temos visita”

Karina não se moveu de cima dele. Em vez de pânico, uma calma estranha e perversa a invadiu. O choque inicial deu lugar a uma curiosidade afiada. Ela manteve o olhar fixo na porta, seus quadris ainda cingindo o membro dele.

- “Márcia” - ela chamou, a voz um pouco rouca, mas surpreendentemente estável - “É melhor você entrar”

Tiago ficou rígido debaixo dela.
- “Márcia?”

A porta se abriu lentamente. Márcia entrou, pálida, os olhos saltando entre os dois corpos entrelaçados. Ela parecia uma cerva assustada, mas não fugia. O choque em seu rosto era misturado com uma fascinação inegável.

- “Eu… eu vim estudar” - ela balbuciou, inutilmente.

- “Acho que você já está tendo uma lição bastante avançada” - Karina disse, um sorriso pequeno e torto brincando em seus lábios.

Ela ainda não se movera. Sentia o pênis de Tiago, que havia amolecido ligeiramente com o susto, começar a recuperar sua firmeza dentro dela. A presença de uma espectadora, especialmente a namorada dele, estava tendo um efeito peculiar em ambos.

- “Fechou a porta, querida?”

Márcia, como se em transe, obedeceu, fechando a porta com um clique suave.

- “Por quanto tempo você estava assistindo?” - Tiago perguntou, sua voz tensa.

- “Tempo suficiente” - Márcia respondeu, seu olhar fixou-se na junção de seus corpos, onde o corpo de Karina ainda envolvia o dele - “Eu… eu não sabia”

- “Agora sabe, querida” - Karina disse simplesmente.

Ela finalmente se moveu, levantando-se lentamente, deixando o pênis ensopado de Tiago escapar de seu interior com um som úmido. Fluidos misturados escorreram por suas coxas. Ela não fez nenhum gesto para se cobrir. Pelo contrário, endireitou-se, orgulhosa de seu corpo aos quarenta e poucos anos, desafiando a jovem a julgá-la.

- “E o que você vai fazer com esse conhecimento?” – Karina perguntou.

Márcia engoliu em seco. O choque inicial estava a dissipar-se, substituído por uma onda de excitação que a deixava tonta. Ela via a intimidade brutal entre eles, a paixão crua. E via também o poder que Karina emanava. Era irresistível.

- “Eu… eu não sei” - Márcia admitiu - “Deveria sentir nojo. Mas não estou… não estou sentindo”

Tiago sentou-se na cama, ainda nu, olhando para a namorada e depois para a mãe. A situação era surreal, mas a ereção que não cedera completamente falava de uma parte dele que encontrava aquilo inesperadamente excitante.
Karina deu um passo em direção a Márcia, que recuou instintivamente, mas seus olhos permaneceram presos no corpo nu da mulher mais velha.

- “O que você está sentindo, então?” - Karina perguntou, sua voz um sussurro sedutor, e ela parou a poucos centímetros da jovem - “Curiosidade? Excitação?”

Márcia corou profundamente, mas seu queixo ergueu-se num misto de desafio e submissão.

- “Ambos” - ela sussurrou.

Um sorriso lento e vitorioso se espalhou pelo rosto de Karina. Ela olhou para Tiago sobre o ombro.

- “Parece que sua namorada tem um lado perverso, querido. Talvez ela seja mais nossa alma gêmea do que você imaginava”

- “O que está acontecendo?” - Tiago perguntou, mas havia uma faísca de antecipação em seus olhos.

- “Está acontecendo” - Karina disse, voltando sua atenção total para Márcia - “que as fantasias têm uma maneira de se expandir” - ela estendeu a mão e tocou o rosto da jovem Márcia, um gesto surpreendentemente terno - “Você quer participar, Márcia? Ou só quer assistir?”

Márcia respirou fundo, seu peito apertado sob a blusa de manga curta. A decisão estava tomada no momento em que não fugira.

- “Eu… eu nunca estive com uma mulher” - ela confessou, sua voz trêmula.

- “Há uma primeira vez para tudo” - Karina murmurou, fechando a distância entre elas.

Seus lábios encontraram os de Márcia em um beijo experimental, suave. Os lábios da jovem estavam frios e tensos no início, mas rapidamente se abriram, respondendo com uma curiosidade ardente. O beijo se aprofundou, as línguas se encontrando. Karina saboreou o sabor de bala de hortelã e juventude. Era diferente de Tiago, era novo, era excitante.
Ela sentiu as mãos de Márcia pousar hesitantes em sua cintura, depois subirem para suas costas nuas. Karina puxou a blusa da jovem para cima, quebrando o beijo por um momento para arrancá-la sobre a cabeça. O sutiã simples, branco, segurava seios jovens e firmes. Karina desabotoou-o com destreza, deixando-os cair livres. Ela recuou um passo para apreciar a vista.

- “Linda” - Karina sussurrou, seus dedos acariciando a curva de um seio, o polegar esfregando o mamilo cor-de-rosa até que ele endurecesse.

Márcia gemeu, seus olhos fechando-se por um momento.
- “Srª. Karina…”

- “Karina apenas” - ela corrigiu suavemente - “Aqui, nesta casa, somos apenas mulheres” - ela levou a mão de Márcia até seu próprio seio - “Sinta”

Márcia apertou com reverência, depois com mais força, sua curiosidade se transformando em desejo. Enquanto isso, Karina desabotoou o jeans da jovem e os puxou para baixo, junto com a calcinha de algodão. Em instantes, Márcia estava tão nua quanto eles, seu corpo jovial e ágil tremendo ligeiramente sob o olhar apreciativo de ambos.

- “Deita na cama, ao lado do Tiago” - Karina ordenou, sua voz assumindo um tom de comando que não admitia discussão.

Márcia obedeceu, deitando-se de costas, suas pernas ligeiramente abertas. Tiago a observava, fascinado, seu pau agora completamente duro novamente. Era a namorada dele, mas vista através da lente deste novo jogo, ela parecia uma estranha excitante.
Karina ajoelhou-se na cama, entre as pernas de Márcia.

- “Relaxa, querida. Deixa-me mostrar como uma mulher pode fazer você se sentir”

Ela se inclinou e começou com beijos suaves nas coxas internas de Márcia, subindo em direção ao centro, mas evitando-o, provocando. Márcia suspirava, seus dedos se enrolando nos lençóis. Quando a língua de Karina finalmente fez contato com seu clitóris, ela arqueou as costas, soltando um grito abafado.

- “Oh, Deus… isso é… diferente” - Márcia gemeu.

- “Diferente bom?” - Karina perguntou, sua voz vibrante contra a pele molhada.

- “Muito bom!”

Karina mergulhou, sua língua experiente explorando cada dobra, cada canto sensível. Ela introduziu dois dedos dentro de Márcia, que estava apertada e quente, e encontrou um ritmo que fez a jovem gemer sem parar. Enquanto isso, Karina olhava para Tiago por cima do corpo contorcido da namorada.

- “Vem aqui, filho” - ela disse - “Mostra para a sua namorada o que você tem de melhor”

Tiago moveu-se, posicionando-se de joelhos ao lado do ombro de Márcia. Ele segurou seu pau, dirigindo a cabeça rosada e brilhante em direção à boca de Karina, que se estendeu para lambê-lo enquanto continuava a fazer sexo oral em Márcia. A cena era de uma perversidade sublime: a mãe chupando o filho enquanto dedava a namorada dele.
Márcia abriu os olhos e viu Tiago acima dela, seu rosto distorcido pelo prazer, e sentiu a língua habilidosa de Karina trazendo-a cada vez mais perto do abismo. A combinação de sensações era avassaladora.

- “Eu não vou aguentar… Karina, por favor…” - Márcia suplicou.

Com um último movimento firme da língua e uma pressão perfeita dos dedos, Karina a levou ao clímax. Márcia gritou, seu corpo sacudindo violentamente, as pernas tremendo. Karina a beijou suavemente, bebendo seus líquidos, acalmando-a com a língua até que os tremores cessassem.
Enquanto Márcia ofegava, tentando recuperar o fôlego, Karina sentou-se e puxou Tiago para perto de si.

- “Agora” - ela disse, a voz rouca de desejo - “é a vez da sua namorada aprender a nos satisfazer”

Ela se ajeitou de quatro na cama, suas nádegas empinadas para o casal.

- “Márcia, vem cá. Fica atrás de mim. Tiago, fica na minha frente”

Eles se moveram, obedientes, como peças em um tabuleiro que Karina controlava. Tiago ficou de pé à frente dela, e ela tomou seu pau na boca, começando uma sucção profunda e ritmada. Márcia, ainda um pouco trêmula, posicionou-se atrás daquela visão gloriosa: as costas arqueadas de Karina, suas nádegas cheias, sua sexo ainda escorrendo os fluidos da relação anterior.

- “Toque-me Márcia” - Karina ordenou, a boca cheia - “Use seus dedos, sua língua. Aprenda o que me excita”

Hesitante no início, mas com crescente confiança, Márcia se inclinou e começou a lamber os lábios inchados de Karina, saboreando o sabor misto dela e de Tiago. Em seguida, ela introduziu um dedo, depois dois, imitando os movimentos que Karina havia feito nela. Karina gemeu em aprovação ao redor do pau de Tiago, o que o fez gemer também.

- “Mais forte” - Karina instruiu, soltando Tiago por um momento - “E você, meu amor, não fique parado”

Tiago, entendendo, posicionou-se atrás de Márcia. Ele lubrificou seu pau nos fluidos que escorriam de Karina e, com um empurrão suave, entrou na namorada por trás. Márcia gritou de surpresa e prazer, o preenchimento súbito fazendo-a pressionar seus dedos ainda mais fundo em Karina.
Agora estavam conectados em uma cadeia perversa e perfeita: Tiago penetrando Márcia por trás, que por sua vez dedava e lambia Karina, que chupava Tiago. Era um ciclo de prazer contínuo, um triângulo onde cada um estimulava e era estimulado.
Os gemidos, os líquidos, os corpos em movimento criavam uma sinfonia de luxúria. Karina estava no centro, a condutora, sentindo o êxtase a partir de duas fontes. A língua inexperiente, mas ávida de Márcia, e o pau familiar e amado de seu filho.

- “Assim… exatamente assim” - ela encorajava Márcia - “Agora usa a língua no meu ânus, querida. Só um pouquinho”

Márcia, embalada pela onda de permissividade e prazer, obedeceu sem hesitar. A sensação da língua macia e úmida em seu anel mais apertado fez Karina gemer alto, sua boca afundando ainda mais no membro de Tiago.

- “Eu vou gozar” - Tiago avisou, seu ritmo atrás de Márcia ficando descontrolado.

- “Goza na minha boca” - Karina ordenou, soltando-o - “E você, Márcia, vem para a frente. Quero beijar você com o sabor dele na minha boca”

Márcia saiu de dentro de Karina e se virou, enfrentando-a. Karina puxou-a para um beijo profundo e úmido, enquanto atrás dela, Tiago segurou seu pau e jorrou em jatos grossos e brancos pelas costas e nádegas de Karina, alguns respingando nas costas de Márcia.
O beijo era uma mistura de sabores: Márcia, ela mesma, e agora a semente de Tiago. Era proibido, era depravado, e era eletrizante. Karina quebrou o beijo e virou a cabeça para olhar para o filho.

- “Limpa” - ela ordenou.

Tiago, ainda ofegante, se inclinou e começou a lamber seu próprio esperma das costas dela, uma visão que fez Márcia gemer de excitação renovada.

- “Minha vez” - Karina anunciou.

Ela se deitou de costas e puxou Márcia sobre seu rosto.

- “Senta. E você” - ela disse para Tiago - “vem aqui. Eu quero você dentro de mim de novo, agora!”

Márcia, com um olhar de êxtase, posicionou-se sobre o rosto de Karina, baixando-se até sentir a língua experiente da mulher mais velha em seu clitóris sensível. Tiago, recuperado rapidamente devido à sua juventude e à excitação da cena, posicionou-se entre as pernas de Karina e, encontrando-a ensopada e pronta, enterrou-se nela com um gemido profundo.
Karina estava agora no ápice do prazer, recebendo Tiago em sua profundidade enquanto devorava Márcia. Era uma sobrecarga de sensações, uma entrega total aos sentidos e ao tabu. Ela guiava os movimentos de Márcia com as mãos em seus quadris e respondia aos empurrões de Tiago com movimentos sincronizados.
O clímax dela chegou como um terremoto, um tremor profundo e prolongado que a fez gritar contra Márcia, seus músculos vaginais apertando o membro de Tiago com força convulsiva. Isso foi o gatilho para Márcia, que gemeu alto e veio novamente, seus líquidos escorrendo pelo queixo de Karina. Tiago, sentindo a contração intensa e vendo as duas mulheres chegando ao ápice, soltou um rugido e explodiu dentro da mãe pela segunda vez naquela noite, seu corpo tremendo com a força da descarga.
Por longos minutos, a única coisa que se ouviu no quarto foi o som de respiração ofegante. Os três corpos, suados, marcados e gloriados, estavam entrelaçados numa massa de membros exaustos.
Foi Karina quem se moveu primeiro, com uma lentidão sensual. Ela fez Márcia descer de seu rosto e puxou-a para um beijo lento e cansado, compartilhando os fluidos delas. Depois beijou Tiago, com a mesma intensidade.

- “Bem” - ela disse finalmente, sua voz uma sombra rouca do que era antes - “Isso foi… esclarecedor”

Márcia riu, um som leve e incrédulo e disse.
- “Isso é um eufemismo”

Tiago apenas balançou a cabeça, incapaz de formar palavras.
Eles se limparam de forma básica com uma toalha que estava no chão e se deitaram na cama grande, os três lado a lado, sob os lençóis revirados. Márcia no meio, Karina de um lado, Tiago do outro.
O silêncio não era desconfortável, mas carregado. Karina quebrou-o, virando-se de lado para olhar para Márcia. A luz suave da luminária iluminava o rosto jovem e satisfeito da garota.

- “O que aconteceu aqui esta noite, Márcia” - Karina começou, sua voz séria agora - “é um segredo absoluto. Não existe fora destas paredes. A vida que Tiago e eu construímos… a minha reputação, o futuro dele… tudo seria destruído”

Márcia olhou para ela, seus olhos sérios.
- “Eu entendo, Karina. Eu não… eu nunca falaria. Por mais louco que isso tenha sido, eu sei o que está em jogo” - ela fez uma pausa, e um pequeno sorriso brincou em seus lábios - “E, de qualquer forma… quem acreditaria em mim?”

Karina sorriu, aliviada.
- “Boa menina”

Márcia virou-se, apoiando-se no cotovelo para olhar para Karina mais diretamente.
- “Só uma coisa… eu não acho que isso vai parar por aqui, né? Quer dizer… depois de uma noite dessas?”

Karina trocou um olhar com Tiago, que parecia igualmente interessado na resposta. O desejo ainda estava lá, brilhando em seus olhos.

- “Não” - Karina admitiu, seu dedo traçando um caminho suave pelo braço de Márcia - “Provavelmente não. Descobrimos algo… único. Algo que nos alimenta a todos”

- “Então” - Márcia disse, seu sorriso crescendo, seu olho brilhando com um toque de travessura e antecipação - “Posso perguntar uma coisa… só por curiosidade?”

- “Pode”

Márcia baixou os olhos por um momento, depois os ergueu novamente, fixando-se nos de Karina com uma expressão doce e perversa.

- “Quando você e o Tiago… sem proteção… você não se preocupa com… consequências?”

Karina arqueou uma sobrancelha. A pergunta era prática, e inesperada. Ela havia se entregado ao prazer de forma tão primitiva que questões mundanas como anticoncepcionais haviam ficado em segundo plano há semanas.

- “É um risco que tenho corrido” - ela admitiu - “Talvez tolo, mas… faz parte da excitação”

Márcia mordeu o lábio, seu olho piscando.
- “É que… eu estava pensando. Se algo acontecesse… se uma consequência doce surgisse… você seria uma avó muito linda. E, francamente, a ideia de ver você, assim” - ela gestou vagamente para o corpo de Karina sob o lençol - “grávida do seu próprio filho… bem, isso seria a fantasia mais pervertida de todas, não seria?”

As palavras pairaram no ar, carregadas de uma implicação tão profunda e tabu que mesmo Karina ficou sem fôlego por um momento. Grávida. De Tiago. A avó da criança seria ela mesma. A mãe seria a avó. Era a fronteira final, a dissolução completa de todos os papéis. E, para seu horror e excitação absoluta, Karina sentiu um novo e poderoso desejo acender dentro dela, um desejo que ia além do sexo, tocando na criação, na perpetuação desta união profana de uma forma irrevogável. Ela não respondeu. Apenas puxou Márcia para mais perto, enterrando o rosto no cabelo da jovem, enquanto sua mão encontrava a de Tiago do outro lado. O futuro, nebuloso e carregado de possibilidades perigosas e deliciosas, podia esperar. Por agora, eles tinham este segredo, este santuário de carne e desejo. E Karina sabia, com uma certeza que a aqueceu por dentro, que Márcia tinha razão. Se a vida lhes trouxesse essa “consequência doce”, ela seria, sem dúvida, uma avó muito linda.


- - - continua - - -

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Ficha do conto

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Nome do conto:
POSSO ASSISTIR MÃE? - 2º capítulo: Fantasias Compartilhadas

Codigo do conto:
254561

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
13/02/2026

Quant.de Votos:
1

Quant.de Fotos:
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