Sou uma Mulher casada, séria e puta...

Sim, sou uma Mulher casada, séria e puta. Com muita honra... Mas essa última parte ninguém sequer desconfia... é que faço tudo na surdina, no silêncio, na sombra mesmo. Mas resolvi contar um pouco da minha vida oculta, quando eu, mulher séria e casada, me transformo numa puta vadia.
Não tenho um macho fixo, um amante para ser chamado de meu, apenas. Nem pertenço a ninguém. Simplesmente quando quero saio pago e ponto final.
Essa deliciosa loucura começou por acaso. Estava certa tarde em casa mexendo no computador, coisa corriqueira, até, quando (e eu juro que não sei como), entrei num site de pornografia. Tinha de tudo um pouco e um pouco de tudo.
Mas fiquei abismada com a quantidade de ofertas ali existentes: homem procurando homem, mulher, casada, mulher se oferecendo para tudo... achei aquilo tudo uma loucura.
Até que caí numa página onde homens se ofereciam a mulheres... e vi um anúncio, dois, dez, vinte. Estava sozinha em casa. Com o coração aos pulos, liguei para um número de um anúncio de uma cidade vizinha. Atendeu uma voz forte, suave, meio rouca... e expliquei a minha curiosidade, meus medos, falei que era casada, muito bem casada, mas falei de fantasias...
A voz do outro lado falou que muitas mulheres eram casadas e procuravam um go-go boy sério, honesto, para sair e que não lhe causassem problemas. E ele era isso... um jovem perto dos 30 anos, alto, moreno, corpo atlético, que se oferecia para jovens senhoras como eu...
Falei que era casada, tinha 34 anos, nunca havia feito uma loucura desse tipo... mas a curiosidade me fez chegar até ali.
Então ele perguntou se eu queria de fato algo ou só mesmo a curiosidade... e lhe disse que não sabia de fato, mas tinha adorado conversar com ele, que foi simpático e gentil... e talvez lhe voltasse a ligar.
E ele disse para eu ficar à vontade e estaria sempre atento quando quisesse falar com ele...
E assim teve início o primeiro telefone... depois houve o segundo, um terceiro e o quarto telefonema foi mesmo para marcarmos um encontro de fato...
E juro que na minha inocência eu não pensei que precisasse pagar para ter um encontro... Ele me pôs no chão, dizendo que iria fazer uma cortesia e cobrar apenas a metade de seu preço normal: 300,00 para passarmos juntos uma tarde.
Eu achei um absurdo. Soltei-lhe uns impropérios, mas ele riu e disse que não me ofendesse, que se fosse procurar por outros iria me deparar com o mesmo preço. Até maiores.
Como vou fazer... mas pensei e disse que aceitava... e onde iríamos nos ver? Ele deu o nome de três motéis... e que chegasse antes, e quando já instalada ligasse e ele chegaria em dez minutos.
Fiz tudo tremendo e com a loucura instalada em minha mente. Iria sair com outro homem. Eu, uma mulher casada, muito bem casada, séria, honesta e agora iria me relacionar com outro homem... seria no dizer comum... uma puta.
Mas estava curiosa. Até então somente meu marido havia tomado posse de meu corpo.
Mas fui no motel e assim instalada, após um banho já tomado, telefonei-lhe. Em dez minutos ele entrou na suíte.
Aí quase caí de costas. Era um monumento de homem. Alto, metro e noventa, moreno claro, corpo definido... e eu ali, parada, “esperando parada pregada na pedra do porto...” como diz velha canção.
Mas seu sorriso de desarmou... e como... mas ele me tomou pelas mãos, me abraçou e disse: “Fique tranquila, você está comigo... não se preocupe... faça o que quiser e como quiser e quando quiser e se quiser. E se não quiser ficamos aqui conversando até o tempo passar e irei embora... está bem assim?"
De olhos baixos afirmei que sim. E ele foi tomar um banho. Saiu enrolado na toalha apenas...
Fiquei olhando. Estava deitada na cama. Deitada fiquei. Mas ele sorriu, se deitou e ficou também parado.
Aí pensei comigo: “aqui com este monumento e perdendo meu tempo? Já que vou pagar, que o pagamento valha a pena... e abracei-o e trocamos um beijo ardente... na mesma hora ele arrancou minha roupas, e fiquei aí seminua, ele também nu e já de cacete em riste. Que colosso! Como resistir àquilo tudo? Não resisti. Caí de boca e mamei gulosamente. Muito. Não cabia quase na boca mas fiz peripécias com a boca e com a cacete, até que ele diz: “Se não parar vou encher sua boca de porra, minha linda...” então fiquei maluca... era isso que queria... com meu marido jamais vivi isso... e voltei a chupar aquele colosso que cresceu ainda mais em minha boca e em segundos jorrou todo o seu leite... engoli o que pude, o que não consegui derramei sobre meus seios, mas estava feliz... estava deixando de ser o que sempre fui para ser uma puta. E estava adorando.
Depois mais á vontade ficamos conversando e soube muito dele... e ele pouco de mim.., mas recheei de mentiras minha vida...
Mas não demorou muito ele volta a me agarrar e agora iria sentir aquele cacete dentro de meu corpo... ele me obrigou a colocar a camisinha com a boca e foi difícil... não cabia quase... mas fiz rindo atrapalhada...
Depois ele veio por cima e numa estocada firme me penetrou profundamente. Gemi, urrei e gozei uma, duas, três vezes... só quando ele gemeu alto e senti que estava dando prazer a ele, abracei-o forte e nos beijamos gostosamente.
Depois nossos corpos lascivos ficaram arriados na cama...
Já havia se passado um bom tempo que estávamos ali... e ele se levantou, foi ao banheiro e voltou em dez minutos já vestido...
“Vamos embora... tenho um compromisso com minha filha logo mais...”
Acordei do sono ali vivido, me vesti rapidamente. Ele saiu no seu carro. E vim embora no meu...
No caminho de casa pensava na loucura que havia feito... mas não estava arrependida de nada. Tanto que cheguei em casa decidida: tomei um baita banho, e enviei a ele uma mensagem dizendo que dia seguinte eu ia querer novamente...
E fomos. E foi muito melhor... mas isso é assunto para um novo conto...
Assim comecei a acoplar o adjetivo de puta à minha condição...

Luana


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Sou uma Mulher casada, séria e puta...

Codigo do conto:
258877

Categoria:
Confissão

Data da Publicação:
07/04/2026

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