O dia estava quente quando decidi confessar. Estávamos na cama, o silêncio do quarto pesava, e eu senti que não podia mais guardar aquilo. Criei coragem e soltei: "Amor, aconteceu algo e preciso te falar". Ela, com aquele jeito prático dela, logo cortou o suspense: "Desembucha logo, homem!". Quando contei que no sábado anterior tinha chamado um garoto para ajudar na limpeza da piscina, ela achou que era bobagem. "Era isso? Tanto suspense para isso?!". Foi então que eu soltei a verdade nua e crua: **"Eu dei para ele"**. O olhar dela mudou na hora. Não era raiva, era curiosidade, uma faísca de algo novo. "Na nossa cama?", ela perguntou. Expliquei que foi na sala, no sofá. Ela me deu uma bronca por ter escondido, dizendo que não queria segredos, e logo começou a disparar as perguntas que eu sabia que viriam: "E como foi? O menino é bom? Você gostou?". Confirmei que sim, que o moleque era uma máquina, demorava a gozar, mas quando vinha, era com tudo. A reação dela foi imediata: **"Você tem o contato dele? Eu quero conhecê-lo"**. ### O Encontro na Praça e a "Faxina" No sábado seguinte, voltei à praça. O coração batia forte. Esperei alguns minutos e, de repente, lá veio ele descendo a rua com seu pacote de balas. Arthur já chegou com aquele sorriso: "E aí, tio? Quer ajuda para limpar a piscina hoje?". Eu sorri de volta e joguei a real: "Hoje a ajuda vai ser para uma mulher, com a faxina de casa. Pode ser?". Ele, sem hesitar e com aquele vigor da juventude, respondeu na hora: **"Demorou!"**. Fomos caminhando até em casa, jogando conversa fora. Quando entramos, minha mulher já estava à espera. Eu os apresentei, e o clima mudou instantaneamente. Arthur, embora jovem, não se intimidou com o olhar predatório dela. Ela o mediu de cima a baixo, vendo o volume que já se formava no shorts do garoto. ### O Som do Prazer Eu saí para o quintal, mas meus ouvidos ficaram colados na parede. Não demorou nada para o som da "faxina" começar. Não havia barulho de vassoura ou pano; o que eu ouvia era o ranger da cama e o som seco da carne batendo com força. Arthur não tinha delicadeza, ele tinha urgência. Ouvi os primeiros gemidos dela, agudos, diferentes de qualquer som que ela fizesse comigo. — "Isso, garoto... soca com força! Não para!" — ela gritava lá de dentro. Eu, do lado de fora, sentia o tesão me consumir apenas pelo áudio daquela entrega. As estocadas eram constantes, um ritmo brutal que parecia não ter fim. Ela implorava por mais, pedindo para ele não parar, chamando-o de tudo quanto era nome enquanto ele, ofegante, soltava gemidos curtos de esforço. — "Você é muito bom... ahhh... mais fundo, Arthur!" Ouvir minha mulher pedindo por aquela rola jovem, exigindo ser preenchida até o limite, era o ápice da minha realização. A foda se estendeu, uma maratona de prazer que terminou com um grito uníssono dos dois. O silêncio que se seguiu foi o sinal de que a "faxina" tinha sido a mais bem feita da história daquela casa. Arthur saiu de lá renovado, e minha mulher, com um brilho nos olhos que eu não via há anos, apenas me olhou e sorriu. O combinado estava selado: Arthur agora fazia parte da nossa rotina.
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