Transei com uma freira

Era aproximadamente três da manhã, eu estava meio alto a caminho de casa com meu super Fusquinha e atravessando a rua uma freira de seus aproximados 25 anos, muito bonita. Quase passei por cima da tia. Ela gesticulou quando passei e tive a impressão de que havia dito um palavrão, então parei e perguntei o que ela havia dito. Ela desconversou e ainda pediu carona. Deixei ela entrar e assim que fechou a porta senti cheiro de cerveja nela. Não deu para segurar a pergunta.  A irmã bebeu? Ela riu e respondeu que sim, pois não era de ferro. Perguntei se fumava e ela disse que já seria demais. Enquanto me encaminhava para o destino dela fui fazendo muitas perguntas, mas as respostas eram evasivas e superficiais. Não agüentei e perguntei sobre sexo. Ela disse que não se abstêm de sexo e que nunca o faria. Eu quase bati o fusca.  Como assim? Perguntei. Então sem mais nem menos ela se aproximou segurou no meio das minhas pernas, deu uma apertada no falecido e respondeu.  Assim... que tal? Fiquei mais atrapalhado do que estava. Ela abriu meu zíper, colocou meu pau para fora e enquanto eu dirigia lascou uma gulosa que atrapalhou de vez o fusca, o motorista e tudo que viria pela frente. -Espera ai. Disse Eu.  Espera o que?  A senhora está me atrapalhando, estou dirigindo...  Bêbado?  Alto. Bêbado é outra coisa. Ta bom, eu paro. Nessa eu me ferrei. Achei que ela não levaria a sério. Fiquei calado até o lugar que ela pediu para parar, que não era um convento. Então resolvi tentar uma ultima vez, meio acanhado e ela já do lado de fora eu perguntei se não daria para ela terminar o que começou. Sem nenhum pudor ou preconceito disse para eu descer e trancar o carro. Eu nem sabia onde estava e não tinha muito mais a perder. Desci e percebi que era um bairro residencial do tipo casinhas todas iguais. Entramos em uma delas e eu meio com cara de bobo não sabia bem o que fazer. Do lado de dentro da casa, ainda no escuro a irmã me prensou contra a porta e começou a me beijar, metendo a língua dentro da minha boca e abrindo minhas calças, tirou meu pinto e ficou me masturbando e se esfregando em mim. Em seguida parou e me guiou pela mão, ainda no escuro, até um pequeno quarto. Lá ela acendeu a luz e pude ver o quanto bonita ela era. Assim que tirou a parte do Hábito que cobria a cabeça é que descobri os belos longos cabelos pretos. Então comecei a estranhar. Pelo que me consta, freiras tem cabelos curtos, ou não? Quando ela tirou o resto, vi a camiseta branca e uma calcinha fio dental. -Que raios de freira que usa fio dental?? Ela riu e me empurrou para a cama atrás de mim e abocanhou meu pinto, em meio umas engolidas e umas chupadas ia tirando o resto de poupa que ainda tinha. Virou-se de costas e de 4, colocando sua boceta bem perto da minha boca e pediu que a chupasse de verdade. Eu obedeci e ficamos nesse 69 uns minutos até ela sair de cima e se deitar de barriga para cima no meio das minhas pernas toda abertinha e pedindo para eu ir lá. -Meu amor se eu colocar em você agora, com certeza eu vou gozar e você não.  Tudo bem então vem e goza, mas tira, não me enche de porra. Eu coloquei meu pau todinho nela de uma só vez, acho que bombei umas 4 ou 5 vezes e não teve acordo. Quando tirei para gozar ela pegou-o e mamou até eu acabar de ejacular. Ela ainda deu umas boas engolidas antes de se levantar e me empurrar para deitar. Subiu em mim e ficou se esfregando. Logo avisei que teria de esperar um pouquinho. Embora tenha concordado continuou se esfregando e para minha surpresa o adormecido acordou até bem rápido e ela não perdeu tempo e o colocou para dentro de novo. Ela ficou de cócoras e dava pra ver meu pau entrar e sair dela, inteiro, sumia e aparecia, as vezes ela acelerava e depois parava com ele bem na portinha, quase para sair, depois sentava nele de novo fazendo ele enterrar de uma só vez e desaparecer por inteiro. Ela fez isso um bom tempo, acho que gozou umas vezes até que se levantou um pouco mais se inclinou pra mim, até achei que queria me beijar, mas na verdade era para acertar meu pau na portinha de seu cu. Devagarzinho ela foi dando ré a voltando, aos poucos senti meu cacete abrindo caminho por aquela caverna estreita e quente, de vez em quando ela molhava um dedo com saliva e passava em meu pinto. Assim que praticamente ele todo havia se metido nela, começou um delírio conjunto, eu fui ficando louco de ver ela novamente de cócoras sobre mim, segurando na parede do quarto e no meu joelho, aquela boceta piscando, ela falando umas bobagens e aumentando o volume, até ela meio gritando dizer que estava gozando. Eu aproveitei o embalo e segurei-a pela bumba e coxas e acelerei para entrar nessa também, quando armei meu primeiro gemido ela pulou para trás e me masturbou rapidinho, parando para ver mais porra saindo e acelerava de novo e assim umas três ou quatro vezes até eu acabar. Demos uma relaxada e fomos de novo. Desta vez ela se ajoelhou no chão e apoiou o corpo na cama, eu fiquei atrás meio em pé meio abaixado, dei-lhe uma bela cuspida no cu e coloquei sem dó.
Ela gemeu alto e falou que era bom assim. Prometi que iria arromba-la e rasga-la ao meio, ela se arrebitou e com as duas mãos puxou as bandas uma para cada lado, se arreganhando toda. Judiei, soquei com força e em meio aquelas bombadas sádicas pensava comigo o quanto sem vergonha era aquela irmã e o quanto gostosa. Ela gemia bem alto e falava.  Me fode, me fode, me rasga, me arromba. Vez ou outra eu dava uma cuspidinha, pois tava sério a coisa. Ela gritou para eu gozar dentro que ela já estava indo. Acelerei de vez o vai e vem e coloquei reparo o quanto meu pinto sumia dentro dela. Em nenhum momento ela largou a bunda, abrindo caminho, deixando livre o espaço para eu passar. Quando eu finalmente consegui gozar ela soltou tudo e dava umas piscadas com o rabo o que me deu mais tesão ainda. Soquei a vara nela até a ultima gota de porra sair. Ela gemia e urrava, passava a mão na minha bunda e no meu saco. Nos levantamos, ela me deu um longo beijo e disse.  Antes de mais nada, eu não sou freira tá? -...  Eu fui a um baile a fantasia e sai antes da hora, pois meu noivo estava de coisa com uma outra garota. Então resolvi desforrar e me dei bem. Não respondi nada. Sorri, me vesti e vim embora. Ela anotou o telefone em um papel e pediu que eu ligasse...
Foto 1 do Conto erotico: Transei com uma freira

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Ficha do conto

Foto Perfil lampiao69
lampiao69

Nome do conto:
Transei com uma freira

Codigo do conto:
261367

Categoria:
Fantasias

Data da Publicação:
06/05/2026

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4