Tudo começou com a perna de Tatiane. Eu era o responsável por aquele tratamento, a clínica era o cenário formal, mas entre as sessões de fisioterapia, trocávamos olhares que rasgavam a roupa de qualquer um. O desejo tinha sido cozinhando em fogo baixo por semanas, até que o calor daquela sala nos deixou no ponto de ebulição.
Tatiane, com seus 160cm de pura malícia e aquela pele morena que brilhava sob o vapor, não perdeu tempo. Quando a toalha deslizou pelo corpo dela, revelando aquela bucetinha que eu já imaginava em cada sonho erótico, o mundo lá fora deixou de existir.
— Porra, Douglas… tá olhando pra minha bucetinha assim desde a clínica, seu filho da puta — rosnou ela, com a voz carregada de um comando que me deixou louco.
Eu não precisei de um segundo convite. Puxei a morena para o meu colo com força, sentindo o impacto da pele quente e úmida contra a minha. O contraste do corpo dela, suado e vibrante, me fez rosnar no ouvido dela.
— Sua vadia morena safada… eu curei essa perna e agora vou arrombar essa bucetinha que eu tanto desejei.
Enfiei dois dedos fundo nela, sentindo a pressão imediata. Tatiane estava encharcada, apertando meus dedos com uma força que beirava o desespero. Ela rebolava, gemendo alto, enquanto eu me perdia naquela textura quente.
— Isso, enfia mais fundo, caralho! Deda essa bucetinha morena que você tanto babou! — gritava ela, enquanto eu atacava seus peitos, sentindo o gosto do suor e do desejo.
Foi então que percebi a terceira presença. Cecília, a loirinha de 23 anos, estava encolhida num canto, os olhos vidrados, a mão deslizando entre as próprias pernas. O corpo magrinho dela tremia, e a voz, rouca de tesão, cortou o gemido de Tatiane.
— Vocês dois são uns animais no cio…
Tatiane riu, aquele riso de quem sabe que manda no jogo.
— Tá só olhando, sua putinha loura? Vem pra cá senão eu vou te buscar, porra!
Puxei Cecília pela nuca, fundindo minha língua na dela em um beijo bruto, babando, enquanto meus dedos continuavam a explorar a profundidade de Tatiane. O ritmo era frenético. Tatiane, por sua vez, agarrou Cecília pelos cabelos curtos, puxando-a para um beijo faminto, fundindo as duas em um nó de pernas e línguas.
— Beija direito, sua vadia! Quero sentir esse gosto de puta enquanto o Douglas me deda!
Tirei os dedos melados da morena e, sem pausa, os enfiei na boca de Cecília.
— Chupa o mel da sua amiga, sua cachorra. Prova como a morena fica encharcada pra mim.
Cecília sugou meus dedos com voracidade, gemendo como uma puta no cio, enquanto Tatiane, movida por um instinto animal, desceu e engoliu meu pau quase inteiro, mamando com uma força que me fez arquear as costas contra a madeira quente.
— Olha esse pauzão latejando… quero engolir até o talo, caralho! — gemeu ela, entre uma sucção e outra.
Eu não aguentava mais a espera. Mandei Cecília sentar na minha cara.
— Senta aqui, loura safada. Quero comer essa bucetinha clara enquanto a morena mama meu pau.
Ela obedeceu instantaneamente, rebolando sobre minha boca, enquanto eu lambia cada centímetro do seu clitóris, sentindo o sabor cítrico e quente daquela pele clara. Ao mesmo tempo, Tatiane subiu, encaixou meu pau na buceta dela e começou a cavalgar com força bruta, batendo a bunda suada nas minhas coxas.
— Ai, porra! Esse pau tá me rasgando inteira! Mete mais fundo, caralho! Me fode como uma puta barata, Douglas! Destrói minha buceta!
O som da carne batendo na carne ecoava nas paredes de madeira, transformando a sauna em uma câmara de tortura e prazer. O vapor agora estava saturado, misturando o cheiro do eucalipto com o odor metálico e visceral de sexo bruto. Tatiane não estava apenas cavalgando; ela estava tentando se fundir a mim, os olhos revirados, a respiração curta e ruidosa.
— Puta que pariu, Douglas! — ela gritou, a voz rouca, enquanto sentia meu pau atingir o colo do útero. — Me rasga, caralho! Me fode até eu esquecer meu próprio nome!
Enquanto Tatiane me consumia com aquela fome animal, Cecília, sentada no meu rosto, começou a perder o controle. Ela sentia a vibração do meu corpo recebendo as estocadas da morena e, ao mesmo tempo, sentia minha língua traçando círculos implacáveis em seu clitóris. A loirinha começou a tremer, as mãos apertando meus ombros com força, as unhas cravando na minha pele suada.
— Eu não aguento... eu vou... ahhh! — Cecília soltou um gemido agudo, o corpo arqueando enquanto o orgasmo a atingia em ondas violentas.
Aproveitando o momento de vulnerabilidade da loira, Tatiane, num movimento rápido e coordenado, agarrou Cecília pelo quadril e a empurrou para frente, forçando-a a ficar de quatro sobre o banco de madeira. Sem dar tempo para ela recuperar o fôlego, Tatiane se inclinou, posicionando-se atrás dela e começando a lamber a bucetinha de Cecília com uma voracidade que me deixou hipnotizado.
— Olha pra ela, Douglas! Olha como essa putinha treme enquanto eu tomo ela! — Tatiane rosnou, sem parar de cavalgar meu pau, criando um ritmo sincopado que me levava ao limite.
Eu estava no limite da sanidade. A sensação de ter Tatiane apertando meu pau com cada contração muscular, enquanto via a língua da morena devorando a loirinha, era demais. Eu agarrei a cintura de Tatiane com força, sentindo a pele morena escorregar sob meus dedos, e mudei a posição bruscamente.
Joguei Tatiane de costas no banco, as pernas dela abertas e elevadas, expondo tudo sob a luz difusa do vapor. Cecília, ainda ofegante, foi puxada por mim para o centro, e eu as posicionei de modo que ficassem frente a frente, os corpos colados, as bucetinhas quase se tocando.
— Agora ninguém se mexe até eu descarregar tudo dentro de vocês — ordenei, a voz grossa, carregada de comando.
Eu entrei em Tatiane com um golpe seco, profundo, fazendo-a soltar um grito que ecoou por toda a sauna. Enquanto eu a fodia com violência, usei minha mão livre para estimular Cecília, que agora gemia no meu ouvido, sentindo a pressão do meu corpo contra o dela.
O ritmo tornou-se frenético. O suor escorria pelos meus olhos, a pele queimando com o calor da sauna e o calor do sexo. Tatiane apertava minhas costas, as unhas cavando a pele, enquanto gritava obscenidades, pedindo mais, pedindo tudo.
— Agora, porra! Goza nessa bucetinha, Douglas! Enche essa vadia de semente!
Senti a onda subir, a pressão insuportável no baixo ventre. Com um último impulso, enterrei meu pau até o fundo de Tatiane, sentindo-a contrair ao redor de mim em um espasmo violento. Eu descarreguei tudo dentro dela, sentindo cada centímetro do meu corpo vibrar enquanto ela soltava um grito abafado contra o meu pescoço.
Ficamos ali, os três, em um silêncio pesado, interrompido apenas pelas respirações ofegantes e pelo som do vapor condensando nas paredes. O tratamento da perna tinha acabado; agora, éramos apenas três animais tentando recuperar o fôlego num cubículo de madeira, marcados pelo cheiro de sexo e luxúria.




