O Bundão da Ana e a Rola Enfurecida



O Bundão da Ana e a Rola Enfurecida

O sol ainda nem tinha nascido direito quando eu, Marcos, 31 anos, 1,80m, 85kg de pura vontade, esperava naquela parada de ônibus cinzenta. O tédio da rotina matinal foi cortado como uma faca quando ela apareceu. Branca, um pouco acima do peso, uns 30 anos bem-vividos. Mas o que me prendeu, o que fez o sangue correr rápido demais pro lugar errado, foi aquele monumento. Um bundão monumental, redondo, farto, delineado por uma saia justa que mais convidava do que escondia.

“Porra...” murmurei, sentindo o jeans ficar apertado na hora.

Ela percebeu. Nossos olhares se travaram, e ela não desviou. Vi o brilho prateado de uma aliança no dedo. Casada. Aquilo só aumentou a chama dentro de mim. A adrenalina subiu. Foda-se.

“Oi. Tudo bem? Eu sou o Marcos”, disse, me aproximando com um sorriso que tentava esconder as intenções lascivas.

Ela sorriu de volta, um pouco tímida, mas os olhos eram desafiadores. “Ana.”

Conversamos sobre o tempo, sobre o trânsito infernal. Ela pegava o mesmo ônibus que eu. O coletivo chegou, e num ato de “gentileza”, deixei-a entrar na minha frente. No momento de passar pela roleta, me aproximei o máximo que pude. Meu corpo pressionou aquele traseiro glorioso por uma fração de segundo. Um atrito rápido, mas intenso. Ela não recuou. Senti um arrepio.

O ônibus estava cheio. Ela conseguiu um assento. Na próxima parada, uma senhora idosa entrou, e para minha surpresa — e êxtase — Ana se levantou. Ficou bem na minha frente. O paraíso a centímetros de distância.

A cada parada, mais gente apertava a gente. A minha frente estava colada nas costas dela. A respiração dela acelerou. A minha também. Tomei coragem. Lentamente, firmei meu corpo contra o dela. Encoxei. Deliberadamente. Senti a maciez daquele corpo através das roupas.

Ela não se mexeu. Não virou o rosto. Não deu um safanão. Nada. Permaneceu ali, quietinha, enquanto eu me esfregava naquele bundão a cada solavanco do ônibus. Fiquei assim até a minha parada, endurecido, latejante, maluco por mais.

No dia seguinte, lá estava ela. Sorriu quando me viu.

“Oi, Marcos.”

“Oi, Ana. Tudo bem?”, perguntei, sentando ao lado dela no ponto. “Olha... sobre ontem. No ônibus. Ficou chateada?”

Ela olhou para os pés, depois para mim. Um sorriso safado brincou nos lábios dela. “Chateada? Não... na verdade... até gostei.”

O coração disparou. “É mesmo?”

“É.”

Sem perder tempo, fui direto ao ponto. “Então... que tal a gente comemorar esse gosto mútuo? Sábado. Um motel discreto. O que acha?”

Ela mordeu o lábio, olhou para a aliança. “Marcos... eu sou casada. Não posso.”

“Você *pode*. Você só não *deve*. E o que a gente quer não tem nada a ver com dever”, insisti, minha voz um sussurro persuasivo perto do ouvido dela.

Ela ficou quieta um longo minuto. “Qual motel?”

---

O sábado chegou e o ar estava carregado de tensão sexual. Nos encontramos no centro, dois estranhos com um segredo sujo. Pegamos um táxi para um motel longe de tudo. O quarto era escuro, com espelhos no teto e uma cama enorme.

Mal a porta fechou, nos jogamos um contra o outro. Os lábios dela eram avidamente devorados pelos meus. Beijamo-nos com fome, línguas dançando, mãos explorando. Eu arranquei a blusa e o sutiã dela, e seus seios generosos caíram em minhas mãos. Me abaixei e levei um deles à boca, chupando e mordiscando o mamilo até ele ficar duro e latejante.

“Que delícia, Ana... seus peitos são perfeitos”, gemeu contra sua pele.

“Ai, Marcos... assim...”

Tirei a saia dela, revelando um corpo lindo e curvilíneo. Coloquei-a de quatro na cama, aquela visão magnífica do seu bundão voltado para mim. Me ajoelhei e, com o rosto quase colado naquela carne, puxei sua calcinha lentamente para baixo, revelando cada centímetro daquela obra de arte.

“Meu Deus, que rabo... que cuzinho lindo”, murmurei, hipnotizado.

Comecei a adorar. Beijei cada curva, cheirei seu perfume único, dei mordidinhas de amor nas nádegas. Ela gemeu, seu corpo arqueando. Então, minha língua encontrou o centro daquele universo. Lambi seu cuzinho com força, círculos lentos e molhados, sentindo o músculo contrair sob meu toque.

“Ai, porra... sua língua... no meu cu...”, ela gritou, perdendo o controle.

“Vou deixar esse cuzinho todo molhado, Ana. Ele vai ficar pedindo pela minha rola.”

Depois de um tempo, coloquei-a sentada na beira da cama. Abaixei meu jeans e cueca, e meu pau, já completamente duro e impaciente, saltou para fora. 20 cm de desejo puro.

“Toma, gata. Faz um carinho nele.”

Ana olhou, seus olhos se arregalando de desejo e um pouco de medo. “Que pica enorme, Marcos...”

Ela pegou com as duas mãos, sentindo o peso, e depois levou à boca. Seus lábios envolveram a cabeça, e ela começou a chupar com uma mistura de devoção e luxúria. Tentava engolir tudo, mas uns bons centímetros ficavam para fora. A sensação era indescritível — quente, úmida, poderosa. A mão dela massageava a base enquanto a boca trabalhava.

“Que boquete gostoso, sua putinha linda... chupa essa pica toda...”

Mas eu estava louco por aquele traseiro. Não aguentei. Puxei-a pelo cabelo, gentilmente, e a posicionei de pé, de costas para mim, inclinada para a frente, com as mãos na parede e um pé em cima da mesinha de cabeceira.

“Empina esse rabão, Ana. Deixa eu ver.”

Ela obedeceu, oferecendo o cuzinho ainda reluzente da minha saliva. Coloquei a camisinha, e então encostei a cabeça do meu pau naquele portal apertado.

Ela respirou fundo. “Devagar, Marcos... faz tempo... e você é grande... por favor, com carinho.”

“Tudo com carinho, meu amor”, menti, minha voz rouca de tesão.

Segurei firme sua cintura e comecei a empurrar. Lentamente. A resistência era intensa. Seu músculo se contraía, tentando me expulsar. Os primeiros centímetros entraram, e eu vi pelo espelho o rosto dela se contorcer numa careta de dor prazerosa.

“Ai, caralho... tá doendo... que pica grossa...”

“Aguenta, gostosa... vai valer a pena.”

Continuei penetrando, centímetro por centímetro, sentindo o calor infernal do seu interior me engolindo. Quando cerca da metade do meu pau estava dentro, comecei a fazer movimentos curtos de vai-e-vem.

A dor pareceu se transformar. Seus gemos mudaram de tom. “Ai, meu Deus... você vai me rasgar toda com esse pau... não para... não para...”

Tirei completamente, deixando-a suspirar de alívio e frustração. Deitei-a de bruços na cama e me coloquei em cima dela.

“Pega meu pau, Ana. Coloca no seu cuzinho.”

Sua mão trêmula me achou, e ela me guiou de volta à entrada apertada. Desta vez, eu estava determinado.

“Agora vou meter tudo, gata. Toda a minha pica dentro desse cu lindo.”

Ela gritou quando entrei novamente, mas continuei. Cheguei até a metade, sentindo seu corpo tremer. Então, num único movimento poderoso, enfiei o resto todo de uma vez.

O grito dela ecoou pelo quarto. “AAAAIH! PORRA! MEU CU!”

Ela chorou. Lágrimas de dor e de uma entrega brutal escorriam pelo rosto.

“Para... por favor, para... dói demais...”

Suas súplicas eram combustível. Meu tesão explodiu. Sem tirar, comecei a meter com força, ritmado, profundo. Eu estava possuído, dominando aquele corpo, aquele cuzinho que era só meu naquele momento.

“Chora, sua puta casada... chora enquanto eu arrombo seu cu com minha pica... você adora isso, não adora?”

Ela só conseguia gemer entre lágrimas, “não... sim... não sei... ai, Deus...”

Fiquei assim por uns 15 minutos intermináveis, metendo com uma ferocidade animal, até que a pressão na minha base não pôde mais ser contida. Com um rugido, gozei violentamente, jatos e jatos de porra explodindo dentro da camisinja — que, descobri depois, tinha rasgado com a força, deixando seu cuzinho completamente cheio de mim.

Ficamos ali, ofegantes, suados, destruídos. O silêncio só era quebrado pela nossa respiração ofegante. Ela ainda tremia. Eu me deitei ao lado dela, exausto e triunfante.

Sem palavras, ela virou e se aninhou contra meu peito. O cheiro do sexo, do suor e do pecado enchia o ar. A aliança dela brilhava fracamente na luz do quarto de motel, um testemunho mudo de tudo que tinha acontecido ali.

E eu sabia, com uma certeza absoluta, que na segunda-feira, naquela mesma parada de ônibus, tudo começaria de novo.

Foto 1 do Conto erotico: O Bundão da Ana e a Rola Enfurecida

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Ficha do conto

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lampiao69

Nome do conto:
O Bundão da Ana e a Rola Enfurecida

Codigo do conto:
272706

Categoria:
Fetiches

Data da Publicação:
20/09/2026

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