O quarto estava quente, abafado pelo silêncio da casa vazia. Lucas trancara a porta, certeiro de que tinha pelo menos uma hora só para ele. A mão já deslizava pelo pau inchado, ritmo acelerado, quando a maçaneta girou.
“Lucas? Por que a porta está trancada?”
A voz da mãe, suave mas insistente, fez seu coração parar. Ele se encolheu, puxando o lençol às pressas. “Um minuto, mãe!”
Mas a chave girava na fechadura – ela tinha a cópia. A porta abriu-se. Helena parou na entrada, os olhos escuros fixando a cena: o filho de dezenove anos, sem camisa, a mão ainda presa sob o cobertor, o rosto rubro de vergonha e excitação interrompida.
Um silêncio pesado pairou. Lucas esperava um grito, uma repreensão, a fuga dela. Em vez disso, Helena fechou a porta suavemente e deu dois passos para dentro.
“Desculpa”, ela murmurou, voz estranhamente rouca. “Eu… eu ouvi barulhos. Pensei que fosse algo… errado.”
“Não é nada, mãe. Só…”, a voz dele falhou.
Ela se aproximou, e ele viu que ela também estava diferente – cabelos levemente despenteados, blusa de seda aberta no colarinho, um brilho estranho nos olhos. Sem pensar, Lucas se levantou, enrolando o lençol na cintura. O gesto foi desajeitado, e o tecido escorregou um pouco, revelando parte da sua ereção ainda palpável.
Helena não desviou o olhar. Respirou fundo. “Você está… bem?”
“Não”, ele admitiu, a vergonha começando a se misturar com algo mais ousado, vendo a forma como ela olhava. “Interromperam no melhor momento.”
Ela riu, um som baixo e carregado. “Coitado.”
E então, num impulso que nenhum dos dois poderia explicar depois, ela abriu os braços. “Venha cá.”
Foi um abraço inocente no início – o filho alto curvado sobre a mãe mais baixa, o cheiro familiar do shampoo dela, o conforto do colo materno. Mas Lucas estava nu sob o lençol, e o corpo dele pressionou o dela. Helena sentiu a firmeza dele contra sua barriga, e um arrepio percorreu sua espinha. Seus braços apertaram mais.
“Mãe…”, ele gemeu no ouvido dela, e a palavra já não soava a filho, mas a homem.
“Shhh”, ela sussurrou, a mão subindo pelas suas costas nuas. “Shhh, meu amor.”
O “meu amor” saiu em um fôlego quente, e algo se quebrou. Lucas baixou a cabeça e capturou os lábios dela.
Foi um beijo proibido, lento no início, explorador. Sabores familiares agora com um gosto novo – pecado, luxúria, desejo puro. A língua dele invadiu sua boca, e Helena gemeu, abrindo-se, as mãos enterrando-se nos cabelos dele.
“Isso…”, ela arfou entre um beijo e outro. “Assim, meu garoto. Beija bem a sua mãe.”
O lençol caiu no chão. Ele a levantou no ar, carregando-a até a cama, e ela envolveu as pernas em torno de sua cintura, os quadris já se roçando na sua ereção latejante.
“Deita-me”, Helena ordenou, voz de comando agora embebida em desejo. “Deita-me e mostra o que ia fazer sozinho.”
Ele a deitou, beijando-lhe novamente o pescoço, mordiscando a clavícula enquanto as mãos arrancavam a blusa de seda. O sutiã foi desfeito, e seus seios maduros, pesados, caíram em suas mãos. Ele baixou a boca, chupando um mamilo até ele ficar duro e roxo, enquanto a outra mão apertava o outro.
“Ah, caralho, filho… que boca boa”, ela arquou-se, os dedos dele apertando seus cabelos. “Chupa… chupa esses peitos da sua mãe. Eles são seus agora.”
Lucas desceu, beijando a barriga, a linha do shorts de seda que ela vestira. Com dentes e dedos, puxou-o para baixo, junto com a calcinha rendada. E então ele viu – a buceta dela, madura, úmida, os lábios inchados e glistening sob a luz do quarto. O cheiro subiu até ele, intenso, feminino, viciante.
“Porra, mãe… você está tão molhada”, ele sussurrou, em êxtase.
“É por tua causa, seu safado”, ela respondeu, abrindo as pernas mais. “Vai provar? Ou tem medo?”
A resposta dele foi baixar a cabeça e lamber, uma lambida longa e lenta desde o cuzinho até o clitóris.
Helena gritou, os quadris sacudindo. “Ai, meu Deus! Isso… lá mesmo, filho. No cuzinho da mamãe. Lambe… lambe esse buraquinho sujo.”
Ele obedeceu, focando no anel apertado, lambendo-o com a ponta da língua, depois abrindo-o um pouco com os dedos para lamber mais fundo. Ela gemia sem parar, palavras soltas e obscenas saindo entre gritos abafados.
“Depois… depois mete aí, meu amor. Mas agora… na buceta. Chupa essa buceta velha. Faz sua mãe gozar na tua boca.”
Lucas mudou o foco, mergulhando de língua na sua vagina, sugando o clitóris inchado, bebendo os fluidos que jorravam. A boca dele trabalhava com uma mistura de fome e devoção, e Helena chegou ao orgasmo com um grito estridente, os músculos da vagina contraindo-se na sua língua.
“Agora… agora mete”, ela arfou, exausta mas faminta. “Mete esse pau lindo na sua mãe. Em qualquer buraco. Eu quero os dois.”
Ele subiu, alinhando a cabeça roxa e pingante do seu pau primeiro na sua vagina, já escorregadia. Empurrou, entrando num único movimento profundo.
“Caralho!”, eles gritaram em uníssono.
O ritmo foi estabelecido – mete e tira, constante, profundo, a base do pau dele batendo no clitóris dela a cada investida. A cama rangia, os gemidos eram abafados nos ombros um do outro.
“Tu és… tão apertada, mãe… que delícia de buceta”, ele grunhia, perdendo o controle.
“Mete… mete forte, meu filho. Enche a buceta da tua mãe. Eu quero sentir teu leite aqui dentro.”
Mas ela virou-se de lado, de quatro. “Agora… o outro. O cuzinho. Devagar… mas mete tudo.”
Lucas cuspiu na mão, lubrificou seu pau já melado e pressionou contra o anel estreito. Com um empurrão constante, ele entrou, e ambos gritaram – ela de dor transformada em prazer intenso, ele da sensação de calor e aperto inacreditáveis.
“Arranca… e mete… no cuzinho… sem parar”, ela ordenou entre gemidos, o rosto enterrado no travesseiro. “Fode o cuzinho da tua mãe até ela gozar de novo.”
Ele obedeceu, o ritmo acelerando, as nádegas dela batendo contra seus quadris. A mão dela desceu, esfregando o clitóris freneticamente.
“Vou gozar… vou gozar, filho! Mete… mais forte! Enche o meu cu!”
O grito dela, alto e obsceno, desencadeou a sua própria libertação. Lucas enterrou-se até o fundo, um rugido saindo do seu peito, e jorrou dentro dela, onda após onda, enquanto ela continuava a contrair-se em torno dele.
Quando o último tremor passou, ele desabou sobre ela, ambos cobertos de suor, ofegantes. O silêncio voltou, agora carregado do peso do que tinham feito.
Lucas retirou-se suavemente, deitando-se ao lado dela. Helena virou-se, e seus olhos encontraram-se – não havia arrependimento, apenas um cansaço satisfeito e um fogo que ainda não se apagara.
Ela se aproximou, beijando-o suavemente nos lábios. “Foi… foi a melhor porra da minha vida”, ela murmurou, um sorriso pecaminoso nos lábios.
“A minha também, mãe”, ele respondeu, a mão acariciando seu quadril. “E é só o começo.”
Ela riu, baixo e rouco. “Então vamos descansar. Porque daqui a pouco”, ela disse, a mão descendo para pegar no seu pau, que já começava a endurecer novamente, “vamos repetir. E desta vez, eu quero um boquete demorado nesse pau lindo até tu chorares. E depois, voltamos a encher todos os buracos desta mãe safada.”
Lucas sorriu, puxando-a para outro beijo profundo. A interrupção tinha terminado. A nova e proibida realidade deles apenas começava.




