A Foda que Marcou a Alma

A Foda que Marcou a Alma

O sol de verão batia forte no clube, e a piscina reluzia como um espelho azul. Elsa, de quase dezessete anos, se sentia deslocada entre as amigas mais experientes, que riam de piadas sobre encontros e ficantes. Ela, virgem, ouvia tudo com um misto de curiosidade e ansiedade. Usando um biquíni discreto, sentia o olhar de alguns homens, mas desviava rapidamente, corando.

“Cuidado, princesa!”, uma voz familiar a fez estremecer. Era seu tio, Lucas, de vinte e sete anos, solteiro e com um sorriso fácil que sempre a deixava um pouco sem ar. Ele mergulhou na água perto dela, fazendo ondas que a balançaram. “Vem cá, te ensino um negócio”, ele disse, estendendo a mão.

A brincadeira começou inocente. Lucas a levantava na água, fazendo-a flutuar. Seus toques eram firmes, seguros. Até que, em um movimento para ajustá-la, sua mão grande deslizou “acidentalmente” pela lateral do seu seio, cobrindo-o por um instante. Elsa prendeu a respiração. Um choque elétrico percorreu seu corpo. Lucas se desculpou rapidamente, mas seu olhar não era de arrependimento. Era intenso, questionador.

“Tudo bem?”, ele sussurrou, ainda próximo, sua respiração quente no ouvido dela.

“S-sim”, ela balbuciou, sentindo um calor úmido e estranho entre as pernas.

Os toques “acidentais” continuaram. Uma mão na cintura que escorregava para o quadril. Um apoio nas coxas para ajudá-la a sair da piscina que parecia durar uma eternidade. Cada contato era um fogo novo aceso dentro dela. Elsa não se afastava. Pelo contrário, buscava inconscientemente esses momentos.

A noite caiu. Os pais dela foram a uma festa, e Elsa ficou em casa. Sozinha. Até que a campainha tocou. Era Lucas.

“Esqueci minha chave do clube aqui”, ele disse, entrando. O apartamento estava silencioso, apenas a luz suave do abajur na sala. A tensão do dia voltou, mais densa, mais pesada.

“Tio…”, ela começou, nervosa.

“Lucas. Me chama de Lucas hoje”, ele interrompeu, fechando a porta suavemente. Seus olhos percorreram o corpo dela, agora coberto por uma camiseta larga e shorts. “Você sentiu algo hoje, na piscina?”

Elsa engoliu seco e, com uma coragem que não sabia ter, assentiu.

Ele se aproximou, lento como um predador. “E quer saber o que era?”

Outro aceno, mais firme.

“Então me pede”, ele sussurrou, seus lábios a centímetros dos dela. “Me pede para te ensinar.”

A voz de Elsa saiu como um sopro. “Ensina-me… Lucas. Ensina-me tudo.”

Foi o convite que ele esperava. Seus lábios encontraram os dela em um beijo profundo, devorador. Não era o beijo desajeitado que ela imaginara. Era experiente, úmido, com a língua explorando sua boca com uma luxúria que a fez gemer baixinho. Suas mãos grandes subiram por baixo da camiseta, acariciando a pele macia da barriga, até encontrar os seios pequenos e sensíveis.

“Que delícia de corpo, minha gatinha”, ele rosnou entre beijos, enquanto a deitava no sofá largo. “Você é tão linda… Tão quente.”

Ele tirou sua roupa com paciência, beijando cada centímetro de pele revelada. Quando ela ficou completamente nua, tremendo de desejo e nervosismo, ele apenas admirou.

“Vou te fazer sentir coisas que você nem sonhava”, prometeu, sua voz rouca de tesão.

E cumpriu. Ajoelhou-se entre suas pernas e, com uma reverência de devoto, aproximou a boca de sua virgindade úmida.

“Essa bucetinha linda… Toda molhadinha pra mim”, ele murmurou, antes de dar a primeira lambida longa e lenta, da entrada até o clitóris.

Elsa arqueou as costas, um gemido alto escapando de seus lábios. Era uma sensação avassaladora. Lucas não tinha pressa. Ele lambeu, chupou e beijou sua buceta como se fosse a última refeição. Focava no clitóris inchado, circulando-o com a ponta da língua, depois sugando-o com força, fazendo-a gritar.

“Assim… Gema bem gostoso pra mim”, ele incentivava, seus dedos acariciando suavemente as coxas internas.

Depois de fazê-la tremer em sua primeira onda de prazer puramente oral, ele não parou. Beijou sua barriga, as coxas, até chegar às nádegas. Com as mãos, abriu suas curvas e, sem cerimônia, passou a língua em um longo e úmido movimento sobre seu cuzinho virgem.

“Nossa!”, ela gritou, surpresa pela ousadia e pelo prazer imediato e proibido.

“Relaxa, gatinha… É delicioso”, ele sussurrou, dedicando-se a lamber e dar leves chupadas naquele lugar apertado, enquanto um dedo deslizava para dentro de sua buceta, massageando-a por dentro.

A sensação de ter a buceta e o cuzinho sendo estimulados ao mesmo tempo era de uma luxúria tão intensa que Elsa pensou que ia enlouquecer. Ela gemia sem parar, palavras soltas escapando: “Isso… Por favor… Não para…”.

Quando ela estava à beira de outro orgasmo, Lucas se levantou. Seu corpo era forte, definido, e seu pau ereto era impressionante. Elsa olhou com uma mistura de medo e desejo.

“Quer sentir na boca primeiro?”, ele perguntou, gentil, mas com os olhos ardendo.

Ela assentiu, e ele se aproximou. Ela o tomou na boca, hesitante no início, mas guiada por seus sussurros suaves e excitantes.

“Isso… Enfia fundo… Sua boquinha é uma delícia… Envolve com a língua… Assim, caralho, você é natural.”

Ele segurou seus cabelos, não com força, mas com firmeza, guiando o ritmo. O boquete foi demorado, luxurioso, cheio de saliva e gemidos abafados. Ela sentia o poder de tê-lo assim, vulnerável em sua boca, e o prazer de servi-lo.

“Agora eu quero te foder”, ele disse, deitando-se sobre ela. “Mas com carinho. Muito carinho.”

A penetração foi lenta. Ele a abriu com uma paciência infinita, beijando seus lábios, sussurrando palavras doces e sujas ao mesmo tempo.

“Essa buceta é a coisa mais apertada e gostosa que já senti… Me envolve todo, puta que pariu.”

Quando ele estava completamente dentro, parou, deixando-a se acostumar. Então começou a se mover. Era sexo carinhoso, profundo, prazeroso. Cada metida era acompanhada por um beijo, um carinho nas costas, um olhar nos olhos.

“Você gosta? Me fala”, ele pedia.

“Adoro… É tão gostoso… Me enche toda, Lucas”, ela respondia, perdida no êxtase.

Ele a levou ao orgasmo novamente, desta vez com ele dentro de sua buceta. Seus gemidos eram intensos, guturais, e ele os beijava, engolindo seus sons.

Mas a noite não tinha acabado. Depois de uma pausa para beber água e trocar carícias, ele a virou de quatro no sofá.

“Quero seu cuzinho agora”, ele sussurrou, passando lubrificante que pegou da própria calça. “Vou devagar. Me avisa se doer.”

A preparação foi meticulosa. Mais dedos, mais língua, até ela estar relaxada e implorando.

“Por favor… Quero… Quero sentir você lá.”

A penetração anal foi profunda, prazerosa, uma conquista íntima. Ele a meteu e tirou constantemente, num ritmo constante e viciante, primeiro no cuzinho, depois alternando com sua buceta ainda pulsante.

“Caralho, alternar entre essa buceta molhada e esse cuzinho apertado… Você vai acabar comigo, gatinha”, ele gemeu, perdendo o controle.

Elsa estava em um estado de puro êxtase, tomada por múltiplas gozadas. O quarto ecoava com o som úmido do sexo, gemidos intensos e palavrões sussurrados como cantigas de amor.

“Goza comigo… Vamos juntos”, ele ordenou, suas metidas ficando mais rápidas e profundas.

E eles foram. Uma onda simultânea de prazer tão forte que Elsa viu estrelas. Lucas desabou sobre suas costas, depois a envolveu em seus braços, cobrindo-a de beijos suaves no pescoço e nos ombros.

Ficaram entrelaçados por um longo tempo, em silêncio. A respiração aos poucos se acalmou.

Lucas a virou para enfrentá-lo. Seus olhos estavam sérios. “Isso… Isso muda tudo, Elsa. Você me marcou. E eu marquei você. Para sempre.”

Ela sabia que era verdade. A inocência havia se dissolvido naquela piscina e evaporado completamente naquele sofá. No seu lugar, havia uma mulher que descobriu o fogo do próprio corpo nas mãos—e na boca—de seu tio. Uma noite de descobertas ardentes que, ela sabia, nunca seria esquecida. Era o começo de algo proibido, perigoso e incrivelmente delicioso. E ela, marcada para sempre, não queria de volta aquele mundo sem o gosto dele na boca e a sensação dele dentro de si.

Foto 1 do Conto erotico: A Foda que Marcou a Alma

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Ficha do conto

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lampiao69

Nome do conto:
A Foda que Marcou a Alma

Codigo do conto:
272591

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
18/09/2026

Quant.de Votos:
2

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5