— Você acha que eu sou ingênua, Rafa? Ou acha que eu sou barely-professional demais para notar que você me devora com os olhos em toda aula?
Essa frase, dita com um sorriso malicioso enquanto ela se encostava na porta do carro, mudou tudo. A Sara, minha professora, a mulher do corpo escultural, peitos firmes e aquele bumbum que desafiava a gravidade, não estava bêbada. Aquele "showzinho" no bar tinha sido apenas a isca.
No momento em que ela disse aquilo, o mundo ao redor sumiu. Eu a puxei pela nuca, selando nossos lábios em um beijo faminto, desesperado. A língua dela invadiu a minha com uma urgência luxuriosa, e eu senti meu pau latejar, duro como uma pedra, implorando para entrar nela. O beijo era quente, com gosto de vinho e desejo.
— Caralho, Sara... eu quero foder com você agora! — rosnei no ouvido dela.
— Então não perde tempo, safado. Me leva pro motel que eu quero sentir esse pau dentro de mim!
Mal chegamos ao quarto, já estávamos no chuveiro. A água quente escorria por suas curvas perfeitas, mas nada era tão quente quanto a nossa pele se tocando. Eu a prensei contra o azulejo, beijando cada centímetro do seu pescoço, descendo para os seios, chupando os mamilos endurecidos enquanto ela gemia alto, arqueando as costas.
— Ahhh, Rafa... sim! Assim mesmo! — ela suspirava, as mãos cravadas nos meus ombros.
Eu desci own corpo, beijando a barriga, sentindo o perfume dela misturado ao vapor do banho. Quando cheguei naquelas coxas torneadas, não perdi tempo. Abri as pernas dela e mergulhei o rosto naquela bucetinha linda, depiladinha e completamente encharcada.
Comecei a lamber devagar, sentindo o sabor doce e forte do seu tesão. Passei a língua own todo o canal, subindo e descendo, até encontrar o clitóris. Comecei a chupar o clitóris com intensidade, fazendo círculos rápidos, lambendo com luxúria. Sara começou a tremer, os gemidos se transformando em gritos de prazer.
— Meu Deus, que boquinha gostosa! Chupa tudo, Rafa! Me faz gozar! — ela gritava, enquanto eu me divertia explorando cada dobra daquela vulva deliciosa.
Não satisfeito, deslizei a língua para trás, explorando o cuzinho dela, dando lambidas profundas e provocantes que a faziam dar saltos de excitação. Ela estava em chamas.
— Agora... por favor... me fode! — ela implorou.
Eu a peguei no colo e a joguei na cama. Ela se posicionou de quatro, empinando aquele bumbum maravilhoso na minha direção. A visão era hipnotizante. Aproximei meu pau latejante da entrada da buceta e, com um único impulso forte, enterrei todo o meu comprimento nela.
— AHHHH! — ela gritou, sentindo a pressão.
— Você é deliciosa, Sara! Que buceta apertada! — eu respondia, começando a socar com força.
O ritmo era frenético. Eu a pegava pelos cabelos, puxando levemente para trás para beijar seu pescoço enquanto socava fundo. *Pá! Pá! Pá!* O som da minha carne batendo na bunda dela ecoava no quarto. Eu dava tapas fortes naquelas nádegas, que ficavam vermelhas de prazer, enquanto ela gemia:
— Isso! Me fode com força! Soca esse pau em mim, seu safado!
A luxúria tomou conta. Decidi que queria mais. Virei ela, coloquei as pernas dela nos ombros e, após algumas lubricadas rápidas com o dedo, enterrei meu pau no cuzinho dela. O sexo anal foi profundo e intenso. A sensação de estar apertado por aquele canal estreito me levou ao limite. Eu metia e tirava, socando o cuzinho com vontade, alternando entre a buceta e o ânus em uma dança de puro prazer.
— Ai, meu Deus! Tá own dentro de mim! Que delícia de pau! — ela gritava, completamente
entregue ao êxtase.
Eu não conseguia parar. A imagem daquela professora, tão séria e imponente em sala de aula, agora reduzida a um monte de nervos e gemidos sob o meu corpo, era o combustível perfeito. Eu a inverti novamente, deixando-a de costas para mim, mas desta vez a prendi com força contra a cabeceira da cama.
— Olha para você, Sara... — sussurrei, a voz rouca, enquanto observava o reflexo dela no espelho do quarto. — Olha como você fica linda sendo fodida por mim.
Ela soltou um gemido longo, quase um grito, enquanto eu voltava a socar a buceta dela com golpes profundos e ritmados. Eu queria que ela sentisse cada centímetro, que soubesse exatamente quem estava dominando aquele corpo. Meus dedos se enterraram na carne macia de suas coxas, deixando marcas que ela levaria dias para esquecer, enquanto meus quadris não paravam de bater contra ela.
— Mais... mais forte, Rafa! Me quebra no meio! — ela implorava, arqueando a bunda para cima, tentando sugar o meu pau ainda mais para dentro.
O prazer estava se tornando insuportável. Eu senti a primeira onda do orgasmo vindo, aquele formigamento elétrico que começa na base da coluna. No último impulso, eu a agarrei pela cintura, quase tirando-a da cama, e dei três estocadas violentas e profundas, enterrando o pau até o limite.
— EU VOU GOZAR! — ela gritou, e no instante seguinte, o corpo dela entrou em espasmos violentos. A buceta apertou meu pau como se fosse uma garra, sugando tudo o que eu tinha.
Eu soltei um rosnado animal e descarreguei tudo dentro dela, sentindo o jato quente do meu gozo inundar o seu canal. Fiquei ali, travado, sentindo as contrações dela envolverem o meu membro, enquanto ambos respirávamos ofegantes, o suor colando nossos corpos.
Fomos ficando em silêncio por alguns segundos, apenas o som da respiração pesada preenchendo o quarto. Lentamente, eu me retirei dela, deixando um rastro de luxúria na pelea. Sara caiu sobre os travesseiros, com os olhos nublados de prazer e um sorriso satisfeito nos lábios.
— Acho que a aula de amanhã... — ela começou, recuperando o fôlego e me olhando com aquele mesmo brilho malicioso de antes — ...vai ser bem mais interessante do que o planejado.
“O jantar está na mesa!” — o grito da Sara ecoou do andar de baixo, mas ela não estava falando de comida.
Eu estava no escritório
...estava no escritório, tentando focar em um relatório, mas a imagem dela na cozinha, com aquele avental amarrado sobre a pele nua, era tudo o que eu conseguia pensar.
Nós nos casamos dois anos depois daquela primeira noite no motel. O que começou como uma luxúria proibida entre aluno e professora transformou-se em algo visceral, um amor que não sabe a diferença entre a ternura de um café da manhã juntos e a selvageria de um encontro rápido na despensa. Hoje, temos um casal de filhos — a pequena Maya e o pequeno Leo — que são a luz dos nossos dias, mas que também nos forçam a ser mestres na arte da discrição.
Fechei o notebook com um estalo. Eu sabia exatamente o que aquele tom de voz significava. Não era o chamado de uma esposa para o jantar; era a convocação de uma amante que ainda guarda a mesma fome de quando nos conhecemos.
Desci as escadas sentindo a adrenalina subir. Quando entrei na cozinha, ela estava de costas, fingindo mexer em uma panela, mas o quadril estava levemente empinado, um convite silencioso e letal.
— Achei que você estivesse trabalhando, querido — ela sussurrou, sentindo minha respiração no seu pescoço.
Eu não respondi com palavras. Aproximei-me e a prendi contra a bancada de granito, sentindo a frieza da pedra contrastar com o calor explosivo do corpo dela. Minha mão desceu rapidamente, levantando o tecido do avental e encontrando a buceta dela já encharcada, pulsando de desejo.
— O relatório pode esperar — rosnei, enquanto enfiava dois dedos nela, sentindo-a apertar e sugar cada movimento. — Mas você... você está me deixando louco.
Sara soltou um gemido abafado, jogando a cabeça para trás, apoiando-a no meu ombro.
— As crianças... — ela arquejou, embora suas pernas já estivessem se abrindo para me dar passagem.
— Estão com a babá no jardim. Eles não ouvem nada daqui — respondi, desfazendo o cinto da minha calça com urgência.
Eu a virei rapidamente, jogando-a sobre a mesa da cozinha. O jantar, esquecido sobre o fogão, começou a ferver, mas nós éramos o verdadeiro incêndio naquela casa. Eu a possuí ali mesmo, entre pratos e copos, com a mesma intensidade bruta daquela primeira noite, lembrando a ela — e a mim mesmo — que, não importa quantos anos passem ou quantos filhos tenhamos, a luxúria entre nós nunca deixou de ser a nossa língua favorita.




