A Foda Proibida no Escuro da Loja



A Foda Proibida no Escuro da Loja

— Você não tem noção do quanto eu quero você agora — sussurrou Roseny, a voz rouca, enquanto a escuridão da loja os envolvia como um manto.

O silêncio do estabelecimento era interrompido apenas pela respiração pesada dos dois. Sem luz, os sentidos se aguçavam. O cheiro do perfume dela misturado ao desejo era inebriante. Ele não perdeu tempo; caminhou até a porta dos fundos, girou a chave e a trancou. O estalo da fechadura foi o sinal verde para a luxúria começar.

Ele a prensou contra a parede, a boca buscando a dela em um beijo voraz, faminto, daqueles que tiram o fôlego e fazem as pernas tremerem. As mãos dele não ficaram paradas, descendo para as curvas dela, enquanto Roseny, com um gemido abafado, deslizava a mão por baixo da calça dele, agarrando aquele pau latejante e duro como pedra.

— Ai, meu Deus... que tesão sentir você assim — ela murmurou entre beijos profundos que desciam para o pescoço, onde ela mordia a pele dele com força, marcando seu território.

Ele levantou a blusa dela com urgência, expondo os peitos que ansiavam pelo toque. Ele os atacou, chupando cada mamilo com vigor, alternando entre lambidas lentas e sucções fortes que faziam Roseny arquear as costas e soltar gemidos agudos.

— Chupa meu peito, gostoso... ahn, assim mesmo! — ela gritava baixinho, as unhas cravando nas costas dele.

De repente, ela deslizou pelo corpo dele, descendo até o chão. Com um olhar de luxúria, ela abriu o caminho e começou a mamar aquele pau com uma vontade absurda. Ele segurava a cabeça dela, sentindo a boca quente e úmida envolver cada centímetro, enquanto ela fazia boquetes profundos, deliciando-se com o gosto e a textura, sugando com força, fazendo-o quase gozar logo nos primeiros minutos.

— Puta que pariu, Roseny... que boquete delicioso! — ele gemeu, jogando a cabeça para trás.

Ele a levantou, a boca ainda úmida, e a beijou com fúria. A mão dele mergulhou na calça dela e encontrou a buceta completamente encharcada. Ele começou a lamber aquele clitóris pulsante, fazendo movimentos circulares e lentos, depois profundos, alternando com chupadas que faziam ela delirar. Ele desceu a calça dela até os joelhos e, sem tirar os olhos dos dela, meteu o pau com força total na buceta molhada.

— AHNNNN! — ela quase gritou, mas ele rapidamente cobriu a boca dela com a mão para que ninguém na loja ouvisse.

O sexo era visceral. Ele metia e tirava, cada estocada era profunda, fazendo o corpo dela vibrar. Ela se segurava nele, as pernas trêmulas, o rosto contra o ombro dele. O prazer era tanto que ela começou a sussurrar no ouvido dele, pedindo mais, pedindo tudo.

— Mete com vontade... ahn, vai, não para! Eu vou gozar! — ela implorava, enquanto ele acelerava o ritmo, as estocadas tornando-se constantes e violentas.

Mas o desejo não parou ali. No auge do tesão, ele a virou, expondo o cuzinho rosado e apertado. Ele lambeu cada dobra daquele rabo com luxúria, provocando-a, até que decidiu entrar. Com um empurrão lento e profundo, ele invadiu o canal anal.

— Meu Deus... que aperto! — ele rosnou.

Ele começou a meter no cuzinho, sentindo a pressão deliciosa daquele lugar, alternando entre a buceta e o cu, criando um ritmo frenético de prazer. Roseny suspirava, gemia e chorava de tanto prazer, sentindo cada centímetro dele preenchendo-a.

— Mete no meu cuzinho, gostoso... ahn, preenche tudo! — ela gritava baixinho.

O clímax chegou como uma onda. Ela começou a gozar, sentindo o orgasmo mais intenso de sua vida, tremendo inteira enquanto ele continuava a foder com vontade.

A partir daquele dia, a loja deixou de ser apenas um local de trabalho para se tornar o cenário de um jogo perigoso. A adrenalina de serem descobertos tornou-se o tempero indispensável do desejo deles. No entanto, a urgência de Roseny e a fome dele não podiam ser saciadas apenas entre prateleiras e estoques; eles precisavam de tempo, de espaço e de privacidade para explorar cada centímetro um do outro sem a pressa do relógio.

Assim começou a rotina dos motéis. Eram encontros marcados por mensagens cifradas, fugidas rápidas durante o horário comercial ou encontros intensos logo após o fechamento da loja. Eles não buscavam romance, mas sim a entrega visceral.

Os motéis tornaram-se seus santuários de luxúria. Assim que a porta do quarto se fechava, a roupa se tornava um obstáculo irrelevante e era arrancada com violência. Não havia preliminares lentas; havia a fome de quem passou horas se imaginando naquela posição. Ele a jogava na cama, ou a prensava contra o espelho do banheiro, enquanto Roseny guiava as mãos dele para onde o tesão latejava.

As fodas eram intensas, quase brutais. Ele gostava de sentir a resistência dela sumindo sob o peso do seu corpo, de ouvir os gritos dela ecoando nas paredes do quarto, sem a necessidade de abafar a voz como faziam na loja. Roseny, por sua vez, exigia ser preenchida. Ela abria as pernas com urgência, chamando-o, provocando-o com olhares que prometiam a rendição total.

Havia noites em que o sexo não parava por horas. Eles experimentavam posições que desafiavam o equilíbrio, explorando o corpo um do outro com uma curiosidade insaciável. Ele adorava o contraste da pele dela contra os lençóis brancos enquanto a fodia por trás, segurando seus quadris com força, deixando marcas de dedos que ela exibia com orgulho sob a roupa no dia seguinte.

O sexo anal, que começou como uma descoberta na loja, tornou-se um ritual. A pressão, o aperto e a entrega total de Roseny ao prazer do "proibido" faziam com que ele perdesse a razão. Ele a penetrava com força, sentindo cada contração dela, enquanto ela gemia o nome dele, implorando para que não parasse, mesmo quando o prazer beirava a exaustão.
Durante anos, eles viveram esse ciclo de desejo e libertação. Eram amantes que se reconheciam na carne, transformando cada visita ao motel em uma batalha de quem cederia primeiro ao orgasmo. Era um vício: a pele, o suor, o cheiro de sexo impregnado nos lençóis e a sensação de que, naquele momento, o mundo exterior não existia — existia apenas a urgência de possuírem um ao outro, repetidamente, com a mesma fome do primeiro dia.

Foto 1 do Conto erotico: A Foda Proibida no Escuro da Loja

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Comentários


foto perfil usuario zorbas

zorbas Comentou em 22/09/2026

Muito bom!!❤️

foto perfil usuario lucasemarcia

lucasemarcia Comentou em 20/09/2026

Delicia de conto!




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Ficha do conto

Foto Perfil lampiao69
lampiao69

Nome do conto:
A Foda Proibida no Escuro da Loja

Codigo do conto:
272735

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
20/09/2026

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