Eu a observava no escritório em Leiria, fingindo que estava concentrado em alguma planilha de custos, enquanto ela, a Ana Paula, passava por mim com aquele andar de quem sabe exatamente onde a atenção de todos está depositada. Aos 32 anos, ela era o ápice da tentação: loira, com curvas que pareciam ter sido desenhadas para me torturar. Mas o que realmente me tirava o juízo era a barriga. Aqueles três
meses de gravidez já davam a ela um ar de feminilidade exacerbada, uma pele brilhante e peitos que insistiam em saltar da blusa, inchados e urgentes.
Eu, Joca, com meus 48 anos, já tinha passado anos imaginando como seria comer aquela mulher. Ela era casada, a vida parecia perfeita, e ela nunca tinha dado a mínima para as minhas investidas sutis. Até que a química mudou. Não sei se foi a gravidez, a libido alterada pelos hormônios, ou se ela simplesmente cansou de ser a "mulher perfeita", mas numa festinha da firma, o jogo virou.
Lembro do momento exato: o roçar do corpo dela no meu, um sorriso cúmplice e aquele sussurro no meu ouvido que fez meu pau latejar instantaneamente. "Vamos sair só nós dois um dia desses".
Quando finalmente a levei para o motel, sob o pretexto de "conversar direito", o ar no quarto ficou denso, carregado de um tesão que beirava o insuportável. No momento em que a porta fechou, eu a prendi contra a parede. A boca dela era um convite ao pecado; a língua dançava com a minha em um ritmo faminto.
— Nossa, Ana… você tá gostosa pra caralho grávida assim — murmurei, arrancando a blusa dela.
A visão daquela barriguinha redonda, a pele esticada e brilhante, me deixou louco. Os mamilos estavam escuros, duros, implorando para serem sugados. Eu abaixei a cabeça e mamei aqueles peitos com vontade, sentindo o gosto doce da pele dela. Ela gemia baixo, as mãos enterradas no meu cabelo, me puxando para mais perto.
Desci a calça preta dela com pressa, deixando-a apenas de fio dental. A calcinha marcava a coninha inchada, pulsante. Quando a puxei pelos pés, vi que ela estava depilada e completamente aberta para mim. Os lábios estavam inchados, o clitóris protuberante e latejando.
— Vem, senta na minha cara, grávida safada — ordenei.
Ela obedeceu, tremendo. Quando aquela cona quente e molhada tocou meu rosto, eu perdi o juízo. Lambi cada dobra, cada gota daquele mel abundante que a gravidez trazia. Suguei o grelinho com força, circulando-o com a língua até ela começar a se contorcer, a barriga roçando na minha testa.
— Aiiii… caralho… assim… lambe meu grelinho! — ela gritava, a voz já rouca.
Eu não parei até que ela explodisse. O gozo dela jorrou quente na minha boca, um líquido doce que eu engoli até a última gota, saboreando cada espasmo do corpo dela.
Ela desceu, ofegante, e seus olhos brilharam ao ver minha picha saltar da calça, veias saltadas e cabeça inchada. Ela me mamou com uma voracidade de puta, engasgando, saliva escorrendo pelos cantos da boca, olhando para mim com aquele olhar de quem queria ser possuída.
Deitei ela de costas, abrindo as pernas com cuidado. Encaixei a cabeça da pica naquela coninha inchadinha e empurrei devagar. O aperto era surreal.
— Vai devagar… tô grávida… mas fode minha coninha! — ela implorava.
Comi ela com estocadas profundas, sentindo a barriguinha subir e descer no ritmo do meu prazer. O sexo era visceral.
— Tá gostando de comer a esposa grávida do outro? — ela provocou, enquanto arqueava as costas.
— Porra, Ana… sua cona tá uma delícia… inchadinha assim me deixa louco!
O ritmo aumentou. Os peitos balançavam, a barriga tremia e os gritos dela ecoavam no quarto. Mas eu queria mais.
— Vira de costas. Agora. — ordenei, a voz saindo como um rosnado.
Ela obedeceu sem questionar, apoiando as mãos no travesseiro e elevando o quadril. Naquela posição, a curvatura da lombar realçava ainda mais a saliência da barriga, criando um contraste erótico que me fez perder o fôlego. A pele dela estava ruborizada, quente. De trás, a visão daquela racha aberta, úmida e pulsante era um convite ao crime.
Eu não perdi tempo. Segurei a cintura dela com força, cravando os dedos na carne macia, e empurrei minha pica de volta para dentro daquele aperto fervente com um estocada única e profunda. Ana soltou um grito agudo, as unhas enterrando-se no lençol.
— Puta que pariu... que aperto é esse, Ana? — rosnei, sentindo as paredes da vagina dela me esmagando, sugando cada centímetro do meu membro.
Eu comecei a foder ela com violência controlada, estocadas longas que faziam a barriga dela balançar ritmicamente. A cada impacto, o som da carne batendo na carne ecoava pelo quarto, um ritmo animal que alimentava o tesão. Eu adorava a sensação de ser o intruso, o homem que a possuía enquanto o marido provavelmente acreditava que ela estava apenas "descansando" ou "com mal-estar da gestação".
— Você é minha agora, Ana... esquece tudo, sente só o meu pau rasgando você — sussurrei, mordendo a nuca dela.
Ela começou a gemer ritmicamente, a voz subindo de tom.
— Sim... me rasga, Joca... me fode como se eu fosse sua puta! Ai, meu Deus!
O prazer estava acumulando, a pressão interna era insuportável. Eu sentia que ela estava no limite, o corpo tremendo, a respiração curta. Eu mudei o ângulo, puxando-a mais para baixo, quase colando o peito dela no colchão, para que eu pudesse entrar ainda mais fundo.
Senti a primeira contração do orgasmo dela. A coninha começou a pulsar freneticamente ao redor da minha cabeça, apertando-me em espasmos violentos. Ana começou a gritar, a voz falhando, enquanto o gozo dela inundava meu pau, tornando tudo ainda mais escorreguio e quente.
Aquele estímulo foi o gatilho final. Eu não consegui mais me segurar. Dei as últimas três estocadas com toda a minha força, sentindo o fundo do útero dela, e gozei com tudo. Jorrei litros de leite quente dentro daquela bucetinha inchada, sentindo cada pulsação do meu corpo despejando a carga owna no interior dela.
Ficamos ali, colados, a respiração pesada, o silêncio do quarto sendo preenchido apenas pelo som dos nossos corações disparados. Eu ainda estava enterrado nela, sentindo o calor residual do ato.
Lentamente, me retirei e a ajudei a sentar. Ela olhou para mim com um sorriso malicioso, a língua passando pelos lábios, enquanto a gota de gozo escorria por entre as pernas dela, sujando a coxa.
— A gente tem reunião amanhã às nove, lembra? — ela disse, a voz ainda rouca, enquanto se alongava como um gato.
Eu sorri, imaginando a tortura de passar as próximas horas fingindo profissionalismo, sabendo exatamente como era o gosto daquela mulher e a pressão daquela cona grávida ao redor do meu pau. O segredo agora era nosso, e a vontade de repetir já estava me consumindo.
Até ter a criança, continuámos a foder loucamente. As nossas escapadas tornaram-se rituais de urgência. As fodas vaginais eram feitas com um cuidado quase ritualístico, para não apertar demais a barriga que crescia, mas o tesão era tanto que a delicadeza acabava por se transformar em luxúria pura. No entanto, as fodas anais eram onde nos libertávamos de qualquer cautela. Eram intensas, brutais, com ela arqueada sobre a mesa do escritório ou contra a parede do motel, gritando enquanto eu a possuía por trás, sentindo a pressão deliciosa daquele aperto enquanto ela gozava em espasmos profundos. Fazíamos belos 69 prazerosos, eu saboreando cada centímetro daquela vulva inchada e ela sugando a minha pica com a fome de quem não conseguia se saciar, as nossas línguas dançando num ritmo de quem roubava tempo ao destino.
Depois do nascimento, o mundo esperava que a nossa paixão arrefecesse. Acreditavam que as fraldas, as noites sem dormir e a exaustão da maternidade matariam o desejo. Enganaram-se.
Continuámos amantes. Se anything, a adrenalina do risco aumentou. Agora, o segredo tinha um peso maior, um sentido de perigo quase elétrico. O retorno dela ao trabalho foi o gatilho para recomeçarmos o jogo.
Lembro-me da primeira vez que a vi de novo no escritório, meses após o parto. Ela usava um vestido preto justo que moldava as curvas que a amamentação tinha deixado ainda mais generosas. O olhar dela encontrou o meu por cima do monitor e, num segundo, o escritório em Leiria desapareceu.
— A criança dormiu — ela sussurrou, passando por mim e deixando a mão deslizar, quase impercetivelmente, pelas minhas costas, sentindo o volume do meu pau que já reagia ao perfume dela.
Não aguentámos dez minutos. Tranquei a porta da sala de reuniões e, antes que ela pudesse dizer uma palavra, já a tinha contra a mesa de vidro.
— Sentias falta disto, Ana? — perguntei, enquanto levantava a saia do vestido e via que ela não trazia calcinhas.
Ela soltou um gemido baixo, quase um ronronar, e empurrou a anca contra a minha pica, que já saltava do tecido da calça.
— Eu não conseguia parar de pensar no teu pau a rasgar-me, Joca. Por favor... agora.
Eu não precisei de segunda ordem. Abri o fecho e enterrei-me nela com uma força que a fez arquear as costas, a cabeça batendo suavemente no vidro da mesa. O sexo pós-parto tinha um sabor diferente: era mais visceral, mais urgente, como se estivéssemos a recuperar o tempo perdido.
Fodemo-nos ali, entre planilhas de custos e relatórios trimestrais, com o medo constante de que alguém batesse à porta. Aquele medo só servia para tornar as orgasmos mais violentos. Eu fodia-a com a voracidade de quem a reivindicava, e ela recebia cada estocada com a entrega de quem se sentia verdadeiramente viva nos meus braços.
Sempre que nos olhávamos nos corredores da empresa, o sinal era o mesmo: um leve toque no lábio, um olhar prolongado. Para o resto do mundo, éramos apenas colegas de trabalho; para nós, cada minuto era a contagem decrescente para o momento em que as portas se fechariam e nós nos transformaríamos, novamente, em animais famintos um pelo outro.
As nossas fodas loucas como amantes ainda duraram dois anos. Durante esse tempo, transformámos cada canto daquele escritório e cada motel de estrada entre Leiria e Lisboa num campo de batalha de prazer. A adrenalina de saber que o marido dela estava a own a poucas horas de distância, ou que um colega poderia entrar na sala a qualquer momento, tornava o sexo algo transcendental. Ana Paula tornou-se viciada no risco, e eu, viciado na forma como ela se entregava, perdendo a compostura e a pose de executiva sempre que eu a pegava pelo cabelo e a forçava a olhar para mim enquanto a possuía.
Até que fomos descobertos pelo marido, por falta de cuidado.
Um detalhe banal: um mensagem enviada para o número errado, ou talvez o perfume que eu deixava impregnado na pele dela, ou a forma como ela não conseguia esconder o sorriso malicioso quando eu entrava na sala. O confronto foi explosivo. Houve gritos, acusações e aquela sensação gélida de que o nosso castelo de cartas tinha finalmente caído. Como óbvio, houve problemas. O escândalo reverberou não só em casa, mas também no ambiente profissional.
O inevitável divórcio aconteceu. Foi um processo lento, desgastante, mas necessário. Mas eu e a Ana Paula decidimos que não queríamos mais sombras. Assumimos a situação de frente. Foi difícil, principalmente no trabalho; fomos alvo de sussurros, julgamentos e olhares tortos nos corredores. Algumas pessoas viam-nos como os "vilões", outros como os "apaixonados". Não nos importávamos. A única coisa que importava era que agora podíamos beijar-nos à luz do dia sem medo de quem abriria a porta.
Hoje, ainda vivemos juntos. Ela ficou com a guarda da criança, e a nossa casa tornou-se o nosso refúgio. A rotina da paternidade partilhada e da vida a dois trouxe uma estabilidade que nunca imaginámos, mas a chama do desejo não diminuiu nem um milímetro. Pelo contrário, a liberdade de não termos de nos esconder libertou um apetite sexual ainda mais voraz.
O proibido acabou, mas a nossa vida amorosa e sexual continua muito intensa. Agora que não precisamos de pressa, as nossas sessões duram horas. O sexo tornou-se mais exploratório, mais profundo, mas manteve a mesma crueza animal de quando éramos amantes clandestinos.
Ontem à noite, por exemplo, enquanto a filha dormia no quarto ao lado, eu agarrei a Ana Paula na cozinha, empurrando-a contra a bancada de granito frio. Levantei-lhe a camisola e os peitos, ainda fartos do desejo, saltaram para fora, os mamilos eretos implorando por atenção. Eu não perdi tempo; rasguei a renda da calcinha dela, jogando-a no chão, e enterrei-me nela com a força de quem ainda quer provar que ela é minha.
Ela agarrou-se aos meus ombros, as unhas cravando-se na minha pele, e começou a gemer aquele som que me faz perder o juízo. Ela adora falar durante o sexo, agora que não precisa de sussurrar para ninguém ouvir:
— Sim... me rasga, Joca... me fode como se eu fosse sua puta! Ai, meu Deus!..
Eu acelerava o ritmo, sentindo a humidade dela a envolver a minha pica, aquele aperto quente que nunca me cansou. A cada estocada, ela arqueava as costas, a cabeça jogada para trás, os olhos revirados de prazer.
— Agora... agora! — gritava ela, a voz ecoando pela casa. — Enterra mais fundo na cona, meu amor! Não para, fode-me com força!
Eu enterrava-me até ao limite, sentindo o fundo do útero dela a receber cada impacto, enquanto ela se contorcia sob mim. Gozamos juntos, num espasmo violento que nos deixou exaustos e suados sobre a bancada da cozinha.
Olhei para ela, com o cabelo desarrumado e os lábios inchados, e percebi que, embora o segredo tivesse morrido, a paixão tinha acabado de começar a sua fase mais madura e selvagem.
Fim




