ADORO SER A PUTINHA DO MEU FILHO



— Você não faz ideia do quanto essa bunda me deixa louco, mãe.

Eu não sabia quem era o dono daquela voz no início, porque eu estava mergulhando no esquecimento provocado pelos remédios. Mas, quando abri os olhos e senti a respiração quente de Walmir no meu pescoço, a realidade bateu: meu filho não estava apenas me dando "boa noite". Ele estava me devorando enquanto eu, dopada, mal conseguia reagir.

A traição do meu marido tinha me deixado um vazio, mas o desejo que despertou em mim ao descobrir as mãos do meu filho em meu corpo era algo visceral. Eu tinha 38 anos, curvas que faziam qualquer homem parar para olhar, e Walmir, aos 16, tinha acabado de descobrir que a mãe era a mulher mais gostosa que ele já tinha visto.
Depois daquela noite em que o peguei no flagra, a tensão na casa tornou-se insuportável. Eu não conseguia parar de pensar no volume do pinto dele, na coragem que ele teve de tentar me foder enquanto eu fingia dormir. O desejo virou uma obsessão.

Naquela noite, decidi que não haveria mais fingimentos.

Eu estava deitada, a camisola curta mal cobrindo minhas coxas grossas. Quando ele entrou no quarto, vi o olhar dele: ele estava faminto.

— Tá acordada, mãe? — ele sussurrou, a voz rouca.

— Bem acordada, Walmir. Vem cá... — Eu me virei de bruços, empinando o rabo para ele, sentindo o calor do corpo dele se aproximar. — Quer beijar meu bumbum? Pode beijar, filho...
Ele não precisou de segunda ordem. Walmir arrancou minha calcinha com uma urgência animal. Os beijos dele, que antes eram tímidos, agora eram vorazes. Ele lambeu cada centímetro das minhas nádegas, e eu soltei um gemido alto, sentindo meu corpo pulsar.

— Isso, filho... enfia o dedo na minha xoxota! Vai, caralho, enfia logo! — gritei, perdendo a compostura.
Ele começou a mexer dentro de mim com força, e eu me virei rapidamente, pegando-o pelo pinto, que já saltava do short, duro como uma pedra. Eu o olhei nos olhos, vendo a luxúria transbordar.

— Você quer meter na sua mãe, não quer? Quer foder essa bunda gostosa? — provoquei, sentindo meu clitóris latejar.

Ele não disse nada, apenas arriou o short e se jogou por cima de mim. Quando aquele pau jovem e firme atravessou a entrada da minha buceta, eu arqueei as costas, sentindo cada centímetro preenchendo o vazio que eu carregava há meses.

— Ahhh! Isso! Mete com força, Walmir! Fode a sua mãe, caralho!
Me faz gozar! — eu gritava, as unhas cravadas nas costas dele.

— Você é gostosa demais, puta! Que bunda deliciosa! — ele gemia, socando com força, o saco batendo contra mim em um ritmo frenético.

Nós dois explodimos juntos, um orgasmo violento que nos deixou sem fôlego, suados e entregues ao pecado.

Na manhã seguinte, a dinâmica da casa mudou. Eu não precisava mais de remédios para dormir; a excitação era o meu novo combustível. Eu andava pela cozinha apenas de camiseta e calcinha, sentindo os olhos dele me rastrearem. Quando ele me abraçou por trás, a mão dele não foi para o meu rosto, mas sim para o meu peito, apertando meus mamilos com força através do tecido.

— Hoje eu quero mais, mãe... Quero comer você inteira — ele sussurrou, puxando minha calcinha para baixo com um puxão seco.
Ele me empurrou contra a pia da cozinha, abrindo minhas pernas. Eu senti a ponta do pinto dele, quente e úmida de saliva, cutucando meu anel anal.

— Porra, Walmir... você quer o meu rabo? — perguntei, arquejando.

— Quero, caralho! Quero socar esse rabo agora!

Ele não perdeu tempo. Com um empurrão firme, ele alargou minha entrada anal. Eu soltei um......gemido rouco, uma mistura de dor e um prazer absurdo que me fez cravar os dedos na borda de granito da pia. O impacto foi seco, visceral. Quando ele finalmente entrou por completo no meu rabo, senti que meu corpo estava sendo partido ao meio, mas a sensação de preenchimento era viciante.
— Porra... que aperto! Você é apertada pra caralho aqui atrás, mãe! — ele rosnava, o rosto enterrado no meu pescoço, enquanto começava a socar com força.

Eu não conseguia nem formular frases, apenas soltava palavrões e gemidos desconexos. A cada estocada, meu peito balançava e ele aproveitava para apertar meus seios com violência, como se quisesse marcar território. A cozinha, que antes era o lugar da rotina familiar, tinha se transformado no nosso altar do pecado.

— Fode esse rabo, Walmir! Me destrói, seu animal! — eu gritava, sentindo a pressão do pau dele atingindo pontos que eu nem sabia que existiam.

O ritmo tornou-se frenético. O som da carne batendo contra a carne ecoava pelas paredes, e a adrenalina de estarmos ali, vulneráveis e expostos, tornava tudo mais intenso. Quando ele finalmente gozou, sentindo o jato quente preencher meu interior, eu desmoronei nos braços dele, tremendo da cabeça aos pés.
Passamos as semanas seguintes vivendo nesse jogo perigoso. O segredo era o tempero. Na frente do mundo, éramos mãe e filho; entre quatro paredes — ou na cozinha, ou no corredor, ou no banheiro — éramos dois amantes obcecados.

Foto 1 do Conto erotico: ADORO SER A PUTINHA DO MEU FILHO

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Comentários


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dosul07 Comentou em 24/08/2026

Eu tenho relações com minha mãe a alguns anos. Tudo escondido, pois ainda tenho pai em casa. Se alguém quiser trocar ideia sobre, ou quiser alguma dica para conseguir, pode chamar no app de mensagem Zangui. Meu número lá é 6865550615

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marcelo49 Comentou em 07/08/2026

Essa mamae deve ser uma delicia. Votado

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Comentou em 06/08/2026

Minha mãe me dava banho todo dia eu nem sabia pq meu pinto ficava tão duro ela lavava sempre bem devagar até dava umas apertadas na hora que eu tava gozando eu não sabia que tava gozando Ela uma noite sentou em cima do meu pau remexendo até eu gozar nela foi muito gostoso




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Ficha do conto

Foto Perfil lampiao69
lampiao69

Nome do conto:
ADORO SER A PUTINHA DO MEU FILHO

Codigo do conto:
269241

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
06/08/2026

Quant.de Votos:
11

Quant.de Fotos:
5