Foda gostosa com minha irmã

O lençol de seda branca da cama dos nossos pais nunca pareceu tão convidativo quanto naquela sexta-feira."

Eu nunca fui de seguir roteiros. Aos 25 anos, como uma mulher trans que aprendeu a dominar a própria feminilidade e a potência do próprio corpo, aprendi que a vida é mais interessante quando a gente assume o risco. Sou branca, portuguesa, com 1,70m e curvas que sabem exatamente onde se encaixar. Mas o meu segredo mais bem guardado, aquele que me faz sentir poderosa sob qualquer peça de roupa, é o volume generoso que carrego entre as pernas: quase 20 centímetros de puro desejo, grossos e pulsantes.

Moro em Sesimbra com meus pais e minha irmã, Ana. Aos 20 anos, Ana é a doçura em pessoa, mas sempre houve algo no olhar dela quando me via em casa, descontraída, usando apenas calcinhas de renda. Um olhar de curiosidade, de fome, de algo que ela não ousava nomear.

Naquela noite, a casa estava silenciosa. Meus pais, como de costume, haviam partido para a casa de campo. Ficamos nós duas.

Eu estava no meu quarto, apenas de calcinha, sentindo a brisa de Sesimbra entrar pela janela. Percebi que Ana me observava da porta, o olhar fixo no volume que marcava o tecido fino da minha peça íntima.

— Por que me olha assim, Ana? — perguntei, com um sorriso provocante.

Ela gaguejou, o rosto corando. Perguntou se eu saía com mulheres, se eu gostava de homens bi, se eu... bom, ela queria saber de tudo. A conversa fluiu, carregada de uma tensão elétrica que parecia vibrar no ar. Ela confessou que me espiava no banho, que se masturbava no quarto dela pensando no meu corpo.

Naquele momento, meu pau endureceu violentamente, lutando contra a renda da calcinha. Eu me levantei, caminhei até ela e a selecionei com um beijo de língua, úmido e faminto. Não houve hesitação. A curiosidade dela encontrou a minha vontade.

— Tira a roupa — sussurrei. — Quero ver cada centímetro de você enquanto você descobre o que eu escondo aqui.

Ela obedeceu, despindo-se com urgência. A saia, a blusinha, a calcinha... tudo caiu, revelando uma pele macia e seios médios que latejavam de ansiedade. Quando ela finalmente tocou em mim, sentindo a espessura e o calor do meu pau, soltou um suspiro que foi quase um gemido.

Levamos a festa para o quarto dos nossos pais. Trocamos os lençóis, criando nosso próprio santuário de pecado e prazer.
O sexo começou como uma exploração. Ela se ajoelhou, a boca pequena encaixando-se perfeitamente na cabeça do meu pau, sugando e mamando com uma voracidade que me fez arquear as costas. Eu retribuí, mergulhando minha língua na coninha dela, sentindo o gosto do seu despertar, provocando seu clitóris até que ela tremesse sob mim.

— Abre as pernas, Ana... deixa eu entrar na sua gruta — pedi, a voz rouca.

Ela queria sentir a pressão, queria ser tomada. Quando guiei meu pau para a entrada da xoxota dela, o encaixe foi visceral. Eu a envolvi em meus braços, meus dedos embrenhados nos cabelos dela, enquanto eu a preenchia completamente. A cada rebolada, a cada grito de prazer que ela soltava, eu me sentia mais ligada a ela. O proibido não era um obstáculo; era o combustível.

Mas eu queria mais. Queria marcá-la.

— De quatro, Ana. Agora.

Ela hesitou, o medo misturado com o tesão. Confessou ser virgem no cuzinho. Com paciência e muita lubrificação, comecei a abrir caminho. Primeiro um dedo, depois dois, sentindo o anel relaxar. Quando encostei a cabeça do meu pau na entrada estreita, ela soltou um gemido de alerta.

— Relaxa, maninha... só vou brincar aqui na entrada — menti suavemente, enquanto a preparava.

Assim que senti que ela estava aberta, empurrei devagar. Um centímetro, dois, cinco... até que eu estava inteira dentro dela. O aperto era surreal, a sensação de estar em um lugar onde eu não deveria estar, mas onde eu pertencia completamente.

Comecei a ditar o ritmo. Movimentos profundos, fortes, segurando-a firme pela cintura. Eu enfiava dois dedos na coninha dela enquanto meu pau a estraçalhava por trás.

— Ahhh! Que tesão, fode a sua maninha! Enche-me de leite! — ela gritava, perdendo a noção de onde terminava o corpo dela e começava o meu.

Gozamos juntas, em um clímax que pareceu parar o tempo em Sesimbra. O suor nos unia, o cheiro de sexo impregnava o quarto.

A partir daquele dia, nos tornamos cúmplices. O quarto dos nossos pais tornou-se nosso campo de batalha sexual sempre que eles viajavam. E mesmo quando ficavam, o risco de sermos pegos tornava tudo mais excitante. Em silêncio, enquanto eles dormiam no quarto ao lado, nós nos devorávamos, transformando o proibido na única verdade que importava.
A rotina em Sesimbra tornou-se um jogo de espelhos. Para quem olhava de fora, éramos apenas duas irmãs portuguesas, elegantes e discretas. Mas, por baixo da superfície, existia um código invisível. Um toque prolongado no ombro durante o jantar, um olhar trocado enquanto nossos pais discutiam sobre as contas da casa, ou o roçar proposital de quadris no corredor estreito.

A tensão era um fio invisível que nos mantinha conectadas, esticando-se até o ponto de ruptura.

Certa tarde, o calor de agosto estava sufocante. Meus pais haviam saído para resolver questões no centro da vila e Ana estava no banho. Eu entrei sem bater. Não foi um acidente; foi uma invasão planejada.

O vapor preenchia o ambiente, transformando o banheiro em uma sauna úmida. Ela estava de costas, a água escorrendo por suas costas claras, quando senti o volume do meu pau, mesmo sob o tecido leve do robe, pulsar contra a bunda dela. Eu a envolvi por trás, prendendo-a contra os azulejos frios.

— Você foi malcriada hoje no almoço, Ana — sussurrei no ouvido dela, minha voz carregada de uma autoridade que a fazia estremecer. — Acho que precisa de um castigo.

Ela soltou um gemido abafado, a cabeça pendendo para frente. Eu não perdi tempo. Afastei o robe e, com um movimento fluido, guiei meu pau, já rígido e latejante, contra a entrada estreita do seu rabo. Não houve preliminares desta vez; a urgência do segredo era o melhor lubrificante.

Eu a penetrei com um impulso único, profundo, fazendo-a soltar um grito que ecoou pelas paredes de cerâmica. Ela se agarrou à pia, as mãos tremendo, enquanto eu a fodia com força, sentindo cada contração do seu esfíncter tentando abraçar a minha grossura. O som da carne batendo contra a carne misturava-se ao barulho da água que ainda corria, criando uma trilha sonora hipnótica.

— Mais... por favor, mais forte! — ela implorava, a voz embargada.
Eu a virei de frente, suspendendo-a no ar. Suas pernas envolveram a minha cintura, e eu a prenquei contra a parede, sentindo o calor da sua coninha úmida contra a minha barriga enquanto meu pau continuava a estraçalhar o seu cuzinho. O contraste era visceral: a delicadeza do rosto dela, com os olhos revirados de prazer, contra a brutalidade do meu ritmo.

Quando o orgasmo nos atingiu, foi como uma explosão elétrica. Eu gozei profundamente dentro dela, sentindo meu leite inundar aquele canal apertado, enquanto ela tremia em espasmos violentos, gritando meu nome até ficar sem fôlego.

Ficamos ali, abraçadas no silêncio que se seguiu, ouvindo apenas a nossa respiração pesada. O perigo de sermos interrompidas era real, mas era exatamente isso que tornava cada centímetro de pele mais sensível.

— Agora vai se lavar — ordenei, dando um beijo casto em sua testa enquanto me afastava. — E não esqueça de tirar todo o meu leite antes de sair do banho. Não queremos que o papai note nada estranho no seu caminhar.

Ela sorriu, um sorriso cúmplice e luxurioso, sabendo que, independentemente do que acontecesse lá fora, dentro daquelas paredes, ela pertencia inteiramente ao meu desejo.

Foto 1 do Conto erotico: Foda gostosa com minha irmã

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Ficha do conto

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lampiao69

Nome do conto:
Foda gostosa com minha irmã

Codigo do conto:
269000

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
03/08/2026

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