O Estupro Que Me Viciou

Me chamo Daiane, tenho 19 anos, 1,68m, 70kg bem distribuídos, cabelo cacheado e grande, pernas grossas e um bum bum grande e empinado. Quando eu tinha 17 anos eu namorava um rapaz, Carlos, de 27 anos, claro, cabelo liso e olhos castanhos. A gente já estava junto há mais de 6 meses, por isso já tínhamos muita liberdade um com o outro. Eu confiava nele e saíamos sempre à noite pra curtir, e porque não, transar bem gostoso.
Embora as transas com Carlos fossem ótimas e eu sempre gozasse, nunca deixei de ter minhas fantasias e desejos secretos. Dentre eles, o de transar com 2 homens ao mesmo tempo e o de ficar com outra mulher. Isso sempre me excitou muito. Carlos também não era rico, tinha apenas um carro dos anos 90. Não tínhamos um lugar próprio pra transar, então éramos piolhos de motéis e, principalmente, das pequenas estradas desertas que tem na saída da nossa cidade. Na falta de grana pro motel, sempre entrávamos nessas estradinhas de terra com pequenos desvios que os cortadores de eucalipto faziam nas matas.
Eis que um dia já era umas 02:00 da madrugada e a gente tinha acabado de sair de um barzinho. Estávamos com amigos, bebemos pouco e comemos todos uma porção de carne com mandioca. Neste dia eu estava com uma jardineira verde de tecido macio e bem curtinha. Dentro do carro, sentada, minhas pernas ficavam bem à mostra. Carlos obviamente não resistia e a todo momento me alisava as coxas. Com isso acabou se excitando e me perguntou se poderíamos dar uma paradinha no “Matel” (nosso motel no mato, srsrsr).
Como não era de negar fogo, eu disse que sim. Ele abriu um sorriso e fomos pra saída da cidade. Entramos logo na segunda entrada de terra que iria dar em algum sítio. No primeiro clarão, Carlos entrou com o carro e lá ficamos. Ele logo tirou a alça da minha jardineira e com ela a alça do meu sutiã. Meus seios ficaram à mostra e ele começou a chupá-los. Eu adorava aquilo. Ele mordia levemente meus bicos, que ficavam durinhos de tanto tesão.
Já excitada, abaixei o zíper da calça dele e comecei a masturbar o cacete dele, que já estava bem melado de desejo. Me abaixei e comecei a chupar o cacete melado dele, subindo e descendo, lambendo a cabeça do pau. Não sei de onde nem como, quando fui beijar o peito de Carlos (que de olhos fechados curtia meu boquete), vi 2 homens ao redor do carro, um em cada janela.
O susto foi tão grande que eu paralisei completamente. Carlos ainda demorou um pouco pra perceber, mas quando abriu os olhos também teve a mesma reação. Antes que ele pudesse, com as mãos trêmulas, ligar o carro, um dos caras — com um chapéu de cowboy — nos apontou uma arma, fazendo sinal de negativo pro movimento dele. Em seguida colocou um dedo na boca, fazendo o famoso sinal de silêncio.
Não tínhamos escolha. Ficamos calados. O cowboy então fez sinal para que saíssemos do carro.
Saímos devagar e Carlos já foi dizendo:
— Olha caras, levem o que quiser, só nos deixem ir na boa, ok?
Mas o que Carlos podia oferecer àqueles caras? Já estávamos ali por falta de dinheiro, éramos pessoas simples, nossas roupas nem de marca eram e o carro não parecia ser algo que os bandidos queriam. O cowboy então fez sinal para que a gente se afastasse um do outro. Quando nos afastamos, o outro bandido — um rapaz negro e forte — me agarrou por trás e me mandou ficar quietinha.
O cowboy mandou Carlos tirar a chave da ignição e abrir o porta-malas. Carlos obedeceu. O cowboy mandou que ele entrasse no porta-malas. Ele relutou, mas diante do revólver e da ameaça de me matar, Carlos cedeu e foi trancado no porta-malas do próprio carro.
Comecei a tremer, pois estava na cara que o negócio deles era comigo. Eles então me levaram mata adentro, me afastando uns 50 metros do carro. Os dois terminaram de tirar minha roupa. O cowboy passou a mão no meu rosto e me disse:
— Se você se comportar, nada vai acontecer de mal a você ou ao seu namoradinho. Eu prometo, ok?
Eu respondi que sim com a cabeça. Ele me deu 2 ou 3 tapas na cara sem muita força e disse:
— Agora você vai ser a nossa putinha!
Tentou me beijar. Eu não correspondi no começo, mas também não queria provocar a ira dele, então deixei que ele enfiasse a língua na minha boca. Embora aquilo fosse inicialmente assustador e horrível, tanto o cowboy quanto o negão pareciam pessoas limpas. O beijo dele tinha gosto de bubbaloo e o negão tinha um perfume até suportável.
Eu estava de costas pro negro, agarrada por ele. O cowboy então saiu da minha boca e foi pros meus seios, começou a massagear meu grelo enquanto o negão segurava minha cabeça e com a outra mão alisava minhas coxas grossas.
Percebi que tudo aquilo poderia terminar de duas formas: ou eu me machucaria muito tentando resistir, ou poderia amenizar meu sofrimento. Escolhi a segunda opção e fechei os meus olhos enquanto aqueles dois desconhecidos me tocavam de todas as formas.
Busquei em minhas fantasias uma chance de tentar passar por tudo aquilo. De repente poderia dar certo, até porque nas minhas fantasias eu sempre transava com 2 desconhecidos. Era mais fácil assim. Mas nunca imaginei sendo através de um estupro.
De olhos fechados, senti a boca do cowboy na minha buceta. Sua língua subia e descia no meu grelo e entrava dentro da minha xota, enquanto o negão me beijava o pescoço e me chamava de gostosa ao pé do ouvido, passando as mãos nos meus seios e apertando os bicos.
Eu me arrepiava com os beijos no pescoço, pois o negão tinha uma barba um pouco espinhenta. Continuei com meus olhos fechados, sentindo aqueles toques indesejados, mas que insistiam em me invadir e me seduzir.
Com as minhas costas pude sentir o volume do cacete do negão. Aquilo me deixou com uma mistura de medo e curiosidade, pois, como mulher clara, sempre tive curiosidade de saber como era um cacete negro. Sempre ouvi falar que eram enormes e volumosos. Foi a partir daí que a curiosidade começou a sobressair sobre o medo. Toda aquela mistura, ainda mais com aquela língua quente do cowboy insistindo em me deixar com tesão, me deixaram mais tranquila e mais pré-disposta a levar aquilo numa boa.
Decidi me render àquela língua e àquele volume do negão. Não demorou e o cowboy me fez virar de frente pro negão, me colocando de costas pra ele. Não resisti e eu mesma acabei abrindo o zíper da calça do negão pra matar minha curiosidade sobre aquele volume imenso. Mas antes tive que sentir o volume do cowboy que começava a me penetrar.
Ele me pegou pela cintura e começou a socar na minha buceta. Pra minha surpresa o cacete dele entrava de forma gostosa. Comecei a me sentir melhor, afinal aquilo não era tão ruim. Estava, mesmo que por meios indesejados, realizando minha fantasia de estar com 2 ao mesmo tempo.
A rola do negão era enorme, pelo menos uns 20cm, e a do cowboy era muito boa também, pelo menos maior e mais grossa que a de Carlos com certeza. Era fácil perceber pela forma como me preenchia. Pude constatar todo o tamanho do cacete do negão pois fiquei de frente pra ele, e percebi que era maior que meu rosto. Não pensei muito e comecei a chupar aquela rola preta, que por sinal tinha um sabor delicioso.
Quebrei o meu silêncio e comecei a gemer de prazer: um cacete gostoso atrás me comendo, um homem me pegando pela cintura da forma como eu adorava, e um cacete negro enorme como sempre desejei, mas tinha vergonha de provar.
Ao ouvir meus gemidos, o cowboy bateu em meu traseiro e disse:
— Safada, agora está gostando né?
Sem tirar o pau do negão da boca, fiz sinal de positivo com a cabeça. Enquanto isso, o negão usou as duas mãos e me segurou firme pelos cabelos, me fazendo engolir praticamente toda aquela vara. Cheguei a perder o ar e babei todo o cacete dele com minha saliva. Ele então se abaixou um pouco e me deu um beijo de língua, prontamente respondido por mim, já embriagada de tesão.
O cowboy então aumentou o ritmo das estocadas, dando a impressão de que iria gozar. Não demorou muito e ele mandou o negão me virar de frente. Fiquei meio que agachada e o cowboy colocou todo o seu membro na minha boca, segurou firme minha cabeça contra o cacete dele e despejou seu gozo em minha boca. Ele segurou minha cabeça com tanta força que, pra não morrer sufocada, tive que engolir toda a porra. Eu nunca havia feito aquilo, nunca deixei nem Carlos, nem ninguém gozar em minha boca.
Quanto a Carlos, naquele momento nem pensava nele, muito menos na situação em que ele se encontrava, preso no porta-malas do carro. Só queria saborear aquele momento inusitado, mas bem-vindo. O cowboy só soltou minha cabeça após o cacete dele ficar flácido em minha boca.
Eu continuava de costas pro negão, escorada no corpo dele. Já estava louca pra me virar de frente e mamar aquela rola negra de novo. Por sorte foi o que aconteceu. O cowboy, parecendo estar saciado, me deixou livre pro negão e se sentou meio agachado numa árvore.
Me virei de frente e fui para beijá-lo, mas ele colocou as mãos em minha cabeça e já apontou pro cacete dele. Com certeza não queria beijar a boca onde o amigo havia gozado. Não me importava, aquele cacete era um sonho. Chupei com muita vontade, mesmo me engasgando com o tamanho e grossura.
O negão então me levantou e me fez sentar de frente pra ele no colo dele. Não foi fácil, era muito grande e grosso, parecia que nem iria entrar. Foi entrando devagar, me rasgando. Pude sentir cada centímetro daquela enorme rola negra me arrombar. Doía, mas ao mesmo tempo a dor vinha acompanhada de um prazer ao qual eu ainda não havia sentido em minha vida.
Os primeiros movimentos foram muito difíceis, parecia que havia cola naquele cacete. Com muita dificuldade eu comecei a me mexer, e em alguns segundos já dava pra arriscar um sobe e desce. O negão segurava minha bunda e chupava meus seios, misturando as duas dores: da buceta e dos dentes dele mordendo os bicos dos meus seios.
Com minhas mãos por trás da cabeça dele eu tinha toda a firmeza pra me movimentar, sem falar na ajuda que ele mesmo dava apertando minha bunda e me ajudando no movimento. Desta maneira eu explodi em gozo 3 vezes, algo inédito em minha vida. O máximo que eu conseguia gozar com Carlos era uma única vez.
No meu terceiro gozo o negão acabou gozando junto comigo, me enchendo de porra. Amei aquilo, pois tinha feito aquele cacete negro enorme se render à minha buceta e me entregar seu gozo.
Mesmo tendo gozado, ainda fiquei em cima dele. O curioso é que mesmo flácido aquela rola negra era bem maior que a de Carlos. Eu podia senti-la mesmo assim dentro de mim. Enfim me levantei e me sentei em cima da minha jardineira verde, que logo ficou toda molhada da porra do negão, pois o gozo dele escorria fartamente pela minha buceta.
O cowboy, meio sonolento, parecia não estar mais a fim de nada, e o negão parecia um guerreiro que acabava de travar uma batalha no Coliseu de Roma.
Fiquei ali quieta, esperando por eles, esperando que eles decidissem o que iriam fazer comigo. Eles conversaram coisas banais entre si, me fizeram um carinho no rosto e me disseram que eu fui legal com eles e por isso me deixariam ir com meu namorado, mas que se algum de nós dois chamasse a polícia, eles matariam a gente.
Então eles terminaram de se vestir e me disseram:
— Fica em frente ao seu carro, espera 30 minutos e volta aqui e pega as chaves do carro nesse galho de árvore. Solte seu namorado e vão embora pra casa. E lembre-se: vocês nunca nos viram, certinho gata?
Disse que sim com a cabeça. Eles então desapareceram na escuridão da mata.
Passados 15 minutos fui pegar a chave, libertei Carlos e de lá saímos. Carlos assustado me fez um monte de perguntas. No dia seguinte terminei tudo com ele.
Passei semanas pensando naqueles 2 homens, principalmente naquele cacete negro. Queria poder provar de novo, sentir toda aquela dor e prazer que ele me causou… Bom, aquele cacete nunca mais provei, mas desde aquele dia nunca mais fiquei com outros tipos de homens que não fossem negros, fortes e dotados.
E até hoje sou assim…

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Ficha do conto

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daiane69

Nome do conto:
O Estupro Que Me Viciou

Codigo do conto:
266760

Categoria:
Interrraciais

Data da Publicação:
10/07/2026

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