Oi gente, vou contar o começo de uma historinha que me deixa até hoje abalada. Meu namorado, Carlos, convidou uns amigos para assistirem uma partida de futebol em casa. Quando eu cheguei, eles estavam na sala já com a partida em curso. Cumprimentei-os e fui para o quarto cuidar dos meus afazeres. O futebol corria solto e os gritos e palavrões também, afinal homem bebendo e vendo futebol é uma merda mesmo. Passei pela sala e falei para o Carlos parar de gritar besteiras e levei uma vaia dos dois amigos dele. Percebi que já tinha umas dez latinhas de cerveja vazias e, como eu sei que o Carlos é fraco para bebidas, lhe chamei a atenção. O que ele respondeu já com zombarias. Fui para a lavanderia colocar umas roupas para lavar e nem me dei conta do tempo passando, pois estava ocupada com as atividades de uma dona de casa, e eles bebendo e enchendo a cara. De repente percebo que a casa estava muito quieta e ao chegar na sala vi que todos, inclusive o Carlos, tinham se mandado. Limpei a sala, joguei fora as latinhas de cerveja e dei uma ajeitada geral. Pensei: foram acabar de encher a cara no boteco. Algumas horas depois fui tomar banho e me demorei no chuveiro. Bem gente, eu não sou nenhuma beldade, mas tenho um corpo de mulher muito bonito. Sou morena, tenho 19 anos, 1,68m, 70kg bem distribuídos, cabelo cacheado e grande, quadris largos, pernas grossas, bunda grande e empinada e seios volumosos. Estou um pouquinho acima do peso, mas ainda sou sexy. Quando estou me secando escuto barulho no quarto de coisas caindo, então penso: o safado chegou bêbado e já está derrubando tudo. Nisso eu saí do banheiro só com uma toalha na cabeça e outra enrolada no corpo, e não é que dou de cara com os dois amigos do meu namorado que vieram trazê-lo praticamente desacordado de tanta bebida. Fiquei meio constrangida pela situação, eles perceberam e pediram desculpas, pois ao entrarem me chamaram, mas como não respondi eles resolveram colocá-lo na cama. Fiquei com cara de furiosa e falei:?— Poxa, vocês sabem que ele não suporta muita bebida e mesmo assim deixaram ele beber. Que merda de amigos vocês são? Foi quando um deles, que se chama Roberto, me comendo com os olhos falou:?— Ô Di, só estávamos nos divertindo e queríamos ajudar seu namorado, mas vejo que foi a melhor coisa que já fizemos, afinal assim nós estamos tendo a chance de te ver quase pelada. Caraca como você é linda. Retruquei:?— Que falta de respeito é essa? Nunca dei mole pra nenhum de vocês. Vão embora agora e nunca mais apareçam aqui… Bando de bêbados… Fora! Eles viraram as costas e saíram. Aproveitei, me vesti com uma calça legging e camiseta, mas sem nada por baixo, afinal estava em casa. Ajeitei o safado na cama, ele só resmungou, mas como estava acabado, continuou a roncar. Quando saí do quarto vejo que os dois ainda estão no sofá sentados, e eu pergunto:?— O que vocês ainda estão fazendo aqui??? Nisso o outro, que se chama Paulo, educadamente falou:?— Por favor, Di, queremos te pedir perdão. Nos desculpe, mas é que a cachaça às vezes tira a razão e também a timidez. O Roberto que sempre te achou linda acabou passando dos limites. Você sabe como é, não? Olhei para a cara do Roberto que então falou:?— Poxa Di, você é a mulher mais linda do bairro. Eu sempre te admirei e hoje vendo você com aquela toalha curta, suas pernas quase de fora, aquele cheirinho de banho eu não aguentei. Fiquei gelada. Estava sendo cantada na minha própria casa, mas afinal sempre é bom escutar um elogio. Mesmo assim retruquei:?— Não interessa, vocês passaram do limite. Acho bom saírem agora, eu prometo que não conto nada pro Carlos e fica como está. Então eles levantaram para sair. O Paulo passou por mim e tentou me dar um beijo no rosto de despedida, eu recusei. Ele se afastou. Nisso o Roberto vem perto de mim para se despedir, tenta me dar um beijo no rosto, eu evito também. Ele pede desculpas de novo e pergunta como está o meu namorado. Eu respondo que ele está lá desmaiado de tanta bebida. E retruco:?— Vai logo, se manda daqui cara. Sem me dar chance alguma de reação ele me agarra e tenta me beijar à força. Eu resisto, tento afastá-lo e aí acontece o que eu menos esperava: o Paulo me pega por trás, me dá um puta tapão na cabeça que eu caio no chão. Os dois então vêm para cima de mim e começam a rasgar minha roupa. Eu tento gritar mas eles me tapam a boca, me prendem os braços e com pedaços da minha própria roupa me amarram e amordaçam. O Paulo vai até a porta do quarto, olha, fecha a porta por fora com a chave e volta já tirando a roupa e dizendo:?— Hoje nós vamos te currar e você vai ficar quietinha, entendeu? Nisso o Roberto, aquele que disse que eu era linda, tira a roupa e eu tenho a visão mais estarrecedora da minha vida… A rola dele, já tesa de uma forma absurda, era ENORME, ENORME, ENORME mesmo. O caralho dele devia ter uns 30 cm de comprimento por uma grossura absurda. Não sei descrever o que me passou pela cabeça, eu não conseguia tirar os olhos daquela rola. Fiquei hipnotizada! Foi quando eu me vi e senti sendo chupada e lambida pelos dois em todos os lugares: nos meus seios, na bunda, na buceta etc. Eles me viravam igual um pedaço de carne no espeto e enfiavam a língua em todos os meus buracos. Me chuparam por uns 15 minutos, e eu ali sem poder me defender. E o filho da puta do meu namorado bêbado, dormindo. Nessa altura eu já não mais me controlava e estava banhada de saliva e de tesão, afinal a situação é foda né? Minha buceta exalava o nível de excitação em que eu estava. Nisso o Paulo começa a me desamarrar e fala:?— Olha, eu vou te soltar. Você tem duas opções: ou curte e participa ou não! Mas vou dizendo, se você gritar ou espernear eu te cubro de porrada, volto a te amarrar e não solto mais, e aí faremos tudo na força. Você quem sabe. Eu sinalizei afirmativamente com a cabeça. Então ele me soltou, me livrou da mordaça bem devagar, olhando qual seria a minha reação. Eu então me levantei, me estiquei com eles dois à minha volta, olhei para os dois ali pelados na minha frente com as duas rolas apontadas para mim. Pensei: caraca, vou apanhar ou não? Ai, mas essa rola… nossa, o que essa rola pode fazer heim? E disse bem séria:?— Tudo bem, eu não quero apanhar. Mas não me machuquem por favor! A primeira coisa que eu fiz foi me ajoelhar na frente do Roberto, segurar e lamber aquela tora imensa que ele tinha no meio das pernas. Eu estava fascinada com o tamanho da piroca dele. O Paulo não se fez de rogado, deitou no chão, se enfiou por baixo das minhas pernas e se pôs a chupar minha bucetinha enfiando a língua no meu buraquinho. Nisso eu tentava engolir o máximo que podia daquela rola enorme que eu tinha na boca. O Roberto delirava me chamando de putinha, de vadia e gostosa. O Paulo então saiu de baixo de mim e me puxou levantando meus quadris, abriu minhas pernas e sem cerimônia nenhuma enterrou a pica dele na minha buceta. Eu estava ali com a rola de um na buceta por trás e com a rola do outro enfiada até a minha goela, sugando e lambendo toda a extensão que cabia na minha boca daquele vergalhão. A situação era de uma selvageria tal que o Paulo metia com tamanha força e rapidez na minha bucetinha, que ele não aguentou muito tempo e gozou feito cachorro no cio. Ele inundou minha buceta com a porra dele e caiu no tapete exausto. A porra dele extravasou e escorreu pelas minhas pernas grossas, molhando todo o tapete. O Roberto então, vendo isso e percebendo que eu estava meio aturdida com a situação e com a gozada que levei, e sem forças para continuar a chupá-lo pois minha boquinha já estava toda dolorida, afinal era muito grande aquele pau, me pegou no colo com carinho, me levou para o sofá, abriu minhas pernas, encostou a cabeça daquele “trem” na portinha da minha vulva e começou a introduzi-lo dentro de mim. Mesmo estando toda lubrificada e cheia de sêmen do Paulo, eu confesso! Eu vi estrelas! Aquilo me tirou da terra por alguns minutos. Eu não sabia se era dor, tesão, ou sei lá o que, transcendi! Eu só sentia como se estivessem enfiando um poste dentro de mim, estava completamente preenchida, empalada. Então ele vagarosamente, e bem diferente do Paulo, começou a enfiar e tirar, enfiar e tirar, devagar, com calma e digo, até com certo cuidado. Eu fui me recompondo, mas alucinadamente louca vendo aquele trem entrando em mim cada vez mais. Ele tirava e punha, tirava e punha, cada vez enfiando um pouco mais dentro de mim. Eu não acreditava como ia cabendo a rola dele dentro de mim. É uma sensação indescritível, o vergalhão sai e a bucetinha se retrai e então ele retomava e enfiava, ela ia se dilatando, se arregaçando, centímetro por centímetro. Ele vai cada vez mais fundo, vai introduzindo, penetrando, enfiando. A sensação é de que a buceta não vai aguentar, que vai arrebentar a qualquer hora, te espremendo de dentro para fora. As lágrimas brotam dos olhos sem eu chorar, eu vou prendendo a respiração quando ele entra e soltando quando ele sai. O exercício continua, ele entra e sai, entra e sai. Aos poucos eu vou voltando ao controle da musculatura da minha buceta e começo a mexer meus quadris de encontro àquela ferramenta, rebolo, mexo, me espeto cada vez mais. Começo a sentir um prazer enorme, uma sensação de volume, de preenchimento, que eu não sei descrever. O tesão aumenta de uma forma que eu começo a agarrá-lo e puxá-lo para dentro de mim cada vez mais. A visão daquela imensa rola invadindo meu corpo é alucinante. Tão alucinante que eu vou tentando enfiar tudo para ver o quanto cabe, cada vez mais e mais. Vejo que ainda tem mais da metade para fora. Eu quero mais, mais, mais. Eu sussurro:?— Enterra tudo! Ele escuta meu pedido e enfia, enfia, enfia. A euforia, o calor que eu vou sentindo vendo aquela rola entrar em mim, me deixa em total êxtase e com tamanha intensidade que mesmo sem aviso nenhum eu explodo em uma gozada da qual eu nunca tinha sentido. Gozei de uma forma totalmente diferente das que eu estava acostumada. Não é a mesma coisa que ter orgasmos múltiplos, pois eu já os tive com meu namorado nos nossos melhores dias, e foi diferente! Muito diferente! É intenso demais. Eu gozei durante vários, vários minutos sem parar, simultaneamente. A sensação do gozo que não termina. A gozada durou uns cinco minutos ininterruptos, pois eu gozava, gozava e gozava vendo aquele mastro entrar e sair por mais de trinta vezes, vocês entendem? Meu gozo não parou com ele tirando e pondo. Eu gozei durante umas trinta estocadas. Percebo então que ele vai aumentando a velocidade, mais e mais e nisso ele tira o pau de dentro de mim, pega a minha mão junto com a dele e se masturba até gozar em cima de mim. Nossa… Uau!!! Uma quantidade de porra equivalente ao tamanho da ferramenta. Ele me lava de porra literalmente, enche minha barriga, peitos e até meu rosto de esporro. Ficamos os dois ali caídos, derrubados. Ele por causa do gozo e da bebida, pois tinha abusado também, e eu só e simplesmente pela fodida que levei do Roberto e da gozada maravilhosa que ele me proporcionou. Eu estava literalmente acabada. Nunca tinha tido isso. Fiquei ali admirada comigo mesma e desfalecida. Até esqueci do Paulo, aquele traste! Ele então sai de dentro de mim, nossa, parece um parto. Mesmo agora, meio mole, o mastro dele ainda é enorme. Eu fico olhando tudo aquilo sair de dentro de mim e digo:?— Como isso coube aí? Aos poucos vou me recompondo, me levanto e, juntando os trapos que sobraram de minhas roupas, começo a me limpar. Percebo que junto do melado que sai da minha buceta, tinha um pouco de sangue. Minha buceta estava totalmente alargada, eu sentia até o friozinho de vento que parecia entrar por ela. Eu fui arrombada. Na hora pensei: “agora eu perdi o cabaço mesmo”. Minha primeira vez! Peguei uma toalha e passei para eles dizendo para se limparem e saírem dali o mais rápido possível, e que se eles nunca mais voltassem em minha casa. Eu nunca mais queria vê-los na minha frente. O Paulo se vestiu, me olhou e falou:?— Não preciso mais voltar aqui, pois já fiz o que eu queria — e saiu rindo. Então o Roberto falou:?— Por favor, me perdoe. Desculpe-me se te machuquei, eu não queria, mas eu tinha muita vontade de você e há muito tempo. A bebida e o jeito que você nos tocou do quarto e depois da casa me revoltaram e perdi o controle. Peço que me perdoe. É que desde que você se mudou para cá, eu sempre fui louco por você. Te acho linda. Você é uma mulher que me enche os olhos. E hoje constatei que você é gostosa pra caralho. — Eu sou gostosa? E a sua mulher como é que fica? Perguntei. E se eu contar para ela o que o canalha do marido dela me obrigou a fazer? — Deixa isso para lá — ele respondeu. Amor, casamento é uma coisa, agora tara é outra. Você sabe do que estou dizendo. — Haaaá!!! Então é só uma tara, isso quer dizer que me comeu e tudo bem, igual ao outro safado aí que já saiu, gozou e pronto, resolvido. Que falta de caráter a de vocês né? Subjugam uma mulher que está indefesa, batem nela e se aproveitam. E se eu decidir denunciar vocês à polícia? — Não, comigo não é assim não! Já falei, foi a vontade e a bebida. Você não precisa ir à polícia. Não queria que fosse assim mas não me arrependo. Eu sei que de mim você gostou. Eu escutei você pedindo mais! Eu quero você mais vezes, se for possível sempre! De agora em diante, não quero que ninguém fique sabendo, mas, se você quiser, a gente pode se ver outras vezes! E eu gostei, ou melhor, eu amei você também. Eu posso te ligar amanhã e falamos mais no assunto? E pode ficar tranquila que do Paulo eu cuido. De hoje em diante ele não vai mais te procurar e nem falar disso para ninguém, eu te garanto! Nossa, fiquei trêmula na hora. Eu queria que tudo tivesse sido só um pesadelo, mas não foi. E ele estava certo, a tara é foda. Mas ali agora, vendo que ele podia sair e nunca mais o teria, e perderia a chance de outra vez sentir aquilo e “aquele” que ele me fez sentir, amarelei. Pensei: “meu namorado não merece, mas também vive enchendo a cara e não me dá o devido valor, por causa dele acabei ficando nessa situação”. Haaa… Pensando bem, ele merece sim, bêbado filho da puta! Então respondi:?— Ok, vou pensar melhor, ponderar sobre algumas coisas e te dou uma resposta, mas me liga só na semana que vem. Mas sendo sim ou não, ela será definitiva, entendeu? E ninguém pode ficar sabendo, nem o Paulo! De hoje em diante você nem me cumprimenta mais na rua, ouviu? Ele sorriu, balançou a cabeça afirmativamente, se aproximou devagar, me abraçou, beijou meu pescoço, meu rosto (que desta vez eu não afastei), me olhou nos olhos e me beijou na boca demoradamente, enfiando sua língua dentro de mim. Na hora minhas pernas amoleceram, eu senti minha bucetinha se inundar de novo. Ele enfiou a mão na minha bunda, apertando bem o meu rego lá nos fundinhos, tanto que eu senti os dedos dele me tocarem o cú. Ele então me soltou, foi saindo devagar me olhando e ao chegar à porta cheirou o dedo e disse:?— Se a gente se ver de novo eu vou te amar mais e melhor do que hoje, te prometo! E vou te ensinar coisas ainda mais gostosas e tenha certeza que vou comer o seu cuzinho também. — E saiu… Fodeu gente, estou morrendo de vontade de dar pra ele de novo, mas só em pensar naquele instrumento me invadindo o cú, me deixa arrepiada… Não sei se de medo ou de tesão. Vou pensar o que fazer e depois eu conto pra vocês…
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