Eu ainda morava com meus pais no Ceará, na mesma casinha simples de sempre. Tinha 14 anos agora e já não era mais virgem — o pastor Marcos havia cuidado disso alguns meses antes. Mas, mesmo assim, eu continuava inocente em muitas coisas. Sabia pouco além do básico e ainda sentia vergonha de falar sobre desejo. Meu pai tinha um amigo de longa data chamado Vítor. Um homem negro, forte, de 60 anos, com cabelo grisalho curto, barba bem aparada e uma presença que enchia qualquer ambiente. Ele era cristão fervoroso, daqueles que citava versículos com facilidade. Estava desempregado há meses e meu pai, coração grande, ofereceu nossa casa para ele ficar “o tempo que precisasse”. Vítor se instalou no quartinho dos fundos. Durante o dia, ele ajudava meu pai com pequenos consertos e à noite participava das orações em família. Mas, quando meus pais saíam para o trabalho ou para cultos, ficávamos só nós dois em casa. No começo era só conversa. Ele me tratava com carinho, me chamava de “minha filha” ou “princesinha”. Um dia, enquanto eu lavava louça, ele chegou por trás, encostou o corpo no meu e disse baixinho: — Júlia, você já não é mais criança… dá pra ver no jeito que anda pela casa. O corpo da gente pede coisas que a igreja não ensina no púlpito. Eu corei inteira, mas não me afastei. Ele percebeu e continuou: — Eu sou um homem experiente. Posso te ensinar o que o pastor não ensinou… desde que seja nosso segredo. Deus entende o desejo que Ele mesmo criou. Naquela mesma tarde, com meus pais fora, ele me chamou pro quarto dele. Sentou na beira da cama e me puxou para o colo. Suas mãos grandes e calejadas subiram pelas minhas coxas por baixo do vestido. — Você já transou, né? — perguntou, apertando minha bunda. — Já… uma vez — respondi envergonhada. — Então hoje o tio Vítor vai te ensinar o resto. Ele me beijou devagar, com experiência, enquanto tirava meu vestido. Quando viu que eu não usava sutiã, gemeu baixinho e chupou meus mamilos com vontade, alternando entre sugadas fortes e mordidas leves. Depois me deitou na cama, abriu minhas pernas e abaixou a cabeça. — Agora relaxa… vou te ensinar como uma boca pode fazer você ver estrelas. A língua dele era quente e habilidosa. Ele lambeu minha boceta devagar, explorando cada dobra, chupando meu clitóris inchado enquanto enfiava um dedo grosso em mim. Eu nunca tinha sentido aquilo. Gemia alto, rebolando contra o rosto dele, as mãos agarrando o lençol. Ele me fez gozar pela primeira vez com a boca, tremendo e molhando o queixo dele. Depois ele tirou a roupa. O pau dele era enorme — grosso, escuro, com veias saltadas e a cabeça brilhando. Mesmo não sendo mais virgem, eu ainda me assustei com o tamanho. — Vai devagar… — pedi. — Confia no tio — ele respondeu, sorrindo. Ele me fodeu primeiro de lado, segurando minha perna aberta, metendo fundo e devagar, me ensinando a rebolar no ritmo dele. Depois me colocou de quatro e meteu mais forte, dando tapas na bunda enquanto elogiava: — Que bocetinha gulosa… tão apertada ainda… aprende logo, princesinha. O que mais me marcou foi quando ele me ensinou a chupar. Sentado na cama, ele segurou meu cabelo com carinho e guiou minha boca: — Isso… devagar, usa a língua na cabeça… engole mais fundo… respira pelo nariz. Boa menina. Eu me esforcei, babando no pauzão dele, sentindo ele pulsar na minha garganta. Vítor gemeu alto, elogiando o tempo todo. No final, ele me fodeu de frente, olhando nos meus olhos, minha perna por cima do ombro dele. Gozou forte dentro de mim, enchendo tudo enquanto sussurrava versículos misturados com gemidos sujos. Depois, enquanto me abraçava, ele disse: — Isso é entre nós, Júlia. Na igreja continuamos sendo os mesmos… mas aqui dentro de casa, você vai aprender tudo que uma mulher precisa saber. Durante as semanas seguintes, enquanto ele morava lá, aprendi muitas “outras coisas”: posições diferentes, como tocar nele, como pedir o que eu queria… tudo em segredo, entre orações e almoços em família.
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Querida vc escreve muito bem, parabéns... adorei a forma q vc usa as palavras....sabe realmente descrever os fatos, deixa a gente c tesão....esse coroa esperto teve o melhor de uma novinha inexperiente.....
Conta pra nós como o pastor tirou seu cabacinho
Nossa que maravilha de conto, que delicia, gostoso demais, excitante demais, picante desde a primeira linha. Já bem novinha, você já tinha esses deliciosos desejos, vontades e muito tesão pra viver e provar do que a vida tem de melhor e mais gostoso. Esse pastor foi um felizardo e o tio foi um privilegiado em poder ter uma novinha perto dele, Parabéns.
votado e aprovado