O Mercadinho do Seu Antônio - fodendo com o patrão
Eu ainda na minha terra natal, antes de ser maior, estudava e precisava de dinheiro para ajudar em casa. Arranjei um emprego no mercadinho do Seu Antônio, um estabelecimento pequeno e simples no bairro, daqueles com prateleiras apertadas, cheiro de chão de cimento molhado e ventilador girando devagar no teto. Seu Antônio era o dono: um homem branco, de uns 58 anos, gordo, careca, com uma barriga grande que transbordava por cima do cinto. Tinha um jeito calmo, quase paternal, e sempre me tratava bem. Eu trabalhava no caixa e nas reposições. Ele ficava na pequena sala dos fundos, fazendo as contas. Com o tempo, percebi que ele me olhava bastante — especialmente quando eu me abaixava para arrumar as prateleiras de baixo. Um dia, depois do expediente, ele me chamou na sala dos fundos para “acertar umas coisas”. — Júlia, você é uma boa menina, trabalhadora… mas eu vejo que você carrega um fogo aí dentro — disse ele, fechando a porta. Eu fiquei quieta, corada. Ele se aproximou, a barriga roçando em mim, e colocou a mão grossa na minha cintura. — Eu sou casado, você é nova… mas aqui ninguém precisa saber. Deixa o Seu Antônio te dar um agrado. Ele me beijou. Tinha gosto de cigarro e café. Suas mãos subiram por baixo da minha blusa do uniforme e apertaram meus seios com desejo. Eu já não era mais tão inocente, então deixei rolar. Ele tirou minha blusa, abaixou meu sutiã e chupou meus mamilos com fome, gemendo como se estivesse há anos sem tocar uma mulher jovem. Depois me sentou na mesa velha de madeira, abriu minhas pernas e puxou minha calcinha pro lado. Ele era desajeitado, mas ansioso. Abaixou a calça e eu vi o pau dele: pequeno, mas bem grosso, com a cabeça rosada e inchada. Parecia uma rolha grossa. — Não é grande, mas vai te encher direitinho — falou, rindo sem graça. Ele cuspiu na mão, passou no pau e empurrou devagar. Realmente era grosso. Senti minhas paredes se esticando ao redor dele, uma pressão gostosa e diferente. Apesar do tamanho menor, a grossura fazia fricção em todos os pontos certos. Seu Antônio começou a meter, a barriga grande batendo contra mim a cada estocada. O suor dele pingava no meu peito. — Ai, que bocetinha apertada… tão jovem e quente… — gemia ele, ofegante. Ele me virou de costas, inclinada sobre a mesa, e meteu por trás. Segurava meus quadris com as mãos gordas, estocando com vontade. O mercadinho estava fechado, mas o risco de alguém bater na porta deixava tudo mais excitante. Eu rebolava contra ele, sentindo aquele pau curto e grosso acertando fundo. Ele me fez gozar apertando meu clitóris com os dedos enquanto metia. Minhas pernas tremeram. Logo depois ele também gozou, soltando um gemido rouco e enchendo minha boceta com porra quente, o pau pulsando forte apesar do tamanho. Depois, enquanto ajeitava a calça, ele disse, ofegante: — Você pode trabalhar aqui o tempo que quiser, Júlia. E sempre que precisar de um “extra” no salário… a sala dos fundos está aberta. A partir daquele dia, sempre que o mercadinho esvaziava no final da tarde, eu ia pros fundos. Seu Antônio me ensinava novas formas de usar aquele pau grosso e pequeno: eu por cima, rebolando na barriga dele; ele sentado na cadeira velha enquanto eu chupava; ou rapidinhas contra a parede entre um cliente e outro. Ninguém nunca desconfiou.
Faca o seu login para poder votar neste conto.
Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.
Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.
Denunciar esse conto
Utilize o formulario abaixo para DENUNCIAR ao administrador do contoseroticos.com se esse conto contem conteúdo ilegal.
Importante:Seus dados não serão fornecidos para o autor do conto denunciado.