Meu tio não aguentou e pecou comigo.

Eu tinha uns dezesseis anos e ainda não tinha entrado em nenhuma escola em Florianópolis. Fazia seis meses que a gente tinha se mudado, minha mãe trabalhava o dia todo e eu ficava sozinha em casa. Até o tio chegar.
Ele era irmão da minha mãe, veio do Ceará pra tentar emprego. Cinquenta e três anos, cabelo já grisalho nas laterais, corpo grosso de quem sempre trabalhou pesado, voz rouca de nordestino. Ficou no quarto de hóspedes. E como eu não estudava nem trabalhava, toda vez que ele voltava das entrevistas… era só nós dois em casa.
Eu me fazia de inocente. De propósito.
Naquele dia ele chegou por volta das três da tarde, a camisa social aberta no peito, o cheiro de suor e desodorante barato. Eu estava no sofá de shortinho branco curto e uma camiseta larga sem sutiã. Os seios balançavam quando eu me mexia. Ele sentou na poltrona em frente, cansado, e eu fui até a cozinha, passando bem devagar na frente dele.
— Tio… o senhor quer um café? — perguntei com a vozinha mansa, quase de menininha.
Ele olhou. Os olhos desceram pro meu shortinho. Eu fingi que não notei.
Trouxe o café e sentei do lado dele no sofá, bem colada. As minhas coxas abertas o suficiente pro shortinho subir. Ele bebeu em silêncio. Eu fiquei mexendo no celular, mas de propósito deixei a câmera apontada pra baixo, filmando a minha própria perna.
— Tá fazendo o quê aí, menina?
— Nada, tio… só vendo umas coisas. — Sorri inocente e me joguei de lado no sofá, o shortinho subindo ainda mais. A bunda apareceu quase inteira. — O senhor acha que eu tô gorda? As meninas daqui são todas magrinhas…
Ele engoliu seco.
— Não fala besteira.
Eu me virei de barriga pra baixo, o queixo apoiado nas mãos, o shortinho marcado na fenda da bunda. Mexi o quadril de leve, como se estivesse só ajeitando a posição. O tecido fino subiu e a fenda do meu cu ficou marcada.
— Às vezes eu fico sem saber o que fazer o dia todo… fico só andando pela casa. O senhor não se incomoda de eu ficar assim, né?
Ele não respondeu. Só ficou me olhando. Eu senti o olhar queimando.
Fui até o quarto dele “buscar uma toalha” e voltei com a camiseta ainda mais aberta. Quando passei de novo, ele segurou meu pulso.
— Para de se exibir, Júlia.
A voz dele saiu grossa. Eu abri os olhos grandes, fingindo susto.
— Eu não tô me exibindo, tio… eu só…
Ele me puxou. Me sentou no colo dele de uma vez. A mão grande apertou minha coxa por baixo do shortinho e subiu direto pra bunda.
— Para de se fazer de santa. Todo dia você passa na minha frente com essa bundinha pra fora. Todo dia essa buceta marcada. Você quer que eu te foda, não quer?
Eu tremi. A inocência caiu na hora.
— Tio…
— Responde, putinha.
A mão dele subiu e enfiou dois dedos por baixo do shortinho. Encontrou a buceta já molhada. Ele riu baixo, sujo.
— Olha isso… já tá pingando. Safada pra caralho. Fingindo de menininha inocente e a buceta escorrendo.
Ele me jogou de bruços no sofá, puxou o shortinho e a calcinha pra baixo numa tacada só. A língua dele invadiu minha buceta sem aviso. Grossa, quente, chupando os lábios e o clitóris com barulho obsceno. Eu gemi alto, a cara enterrada no estofado.
— Delícia de buceta… — ele falou com a boca cheia. Depois subiu devagar e lambeu meu cu. A língua quente passou pelo anel apertado, molhando, empurrando a ponta pra dentro. Eu contraí na hora. Ele riu.
— Apertadinho pra caralho esse cuzinho. Nunca botaram nada aqui, né, sobrinha?
Um dedo grosso, já molhado de saliva e da minha buceta, empurrou contra o anel. Eu soltei um gemido agudo quando a ponta entrou. Ele girou o dedo, abrindo devagar, sentindo o aperto.
— Relaxa… isso… deixa o tio abrir esse cu.
O dedo entrou até a juntura. Eu tremia, a buceta latejando sem ser tocada. Ele começou a meter o dedo no meu cu enquanto a língua voltava pro clitóris, chupando forte. O contraste era delicioso: o clitóris sensível sendo sugado e o cu sendo invadido, esticado, ardendo gostoso.
— Tio… ahh, porra… o dedo…
— Cala a boca e goza. Quero sentir esse cu apertando meu dedo.
Ele enfiou o segundo dedo. Doeu e gozei ao mesmo tempo. A buceta escorreu, o cu apertou os dois dedos com força, e eu gozei gemendo alto, o rosto enterrado no sofá, as pernas tremendo.
Ele se levantou, abriu a calça. O pau saiu pesado, veias saltadas, a cabeça já molhada de pré porra. Me puxou de joelhos no chão da sala.
— Abre essa boca. Agora.
Enfiou fundo. Eu engasguei. Ele segurou meu cabelo e fodeu minha garganta sem dó, o saco batendo no meu queixo.
— Isso… engole o pau do teu tio, putinha. Olha pra mim enquanto engasga.
Lágrimas escorriam. Saliva pingava. Ele meteu até eu quase não aguentar e tirou, um fio grosso ligando a cabeça à minha língua. Depois me virou de quatro de novo no sofá.
O pau entrou na minha buceta de uma vez. Grosso, quente, esticando tudo. Eu gritei. Ele meteu fundo, as mãos apertando minha cintura, o saco batendo. Mas logo tirou e esfregou a cabeça molhada no meu cu.
— Agora esse cuzinho vai conhecer o pau do tio.
Ele empurrou. A cabeça gorda abriu o anel. Eu soltei um gemido longo, a testa no sofá. Ele entrou devagar, centímetro por centímetro, sentindo o aperto. Quando enterrou até a metade, parou e girou o quadril.
— Porra… apertado pra caralho. Aperta mais, putinha. Aperta o pau do tio com esse cu.
Eu apertei. Ele gemeu e meteu o resto. O pau inteiro dentro do meu cu. Eu tremia toda, a buceta latejando vazia, o clitóris inchado. Ele começou a foder meu cu com força, as mãos abrindo minhas nádegas pra ver o pau sumindo dentro.
— Olha como esse cu engole… safada. — Um dedo desceu e esfregou meu clitóris enquanto ele metia no cu. Eu gozei de novo, o cu contraindo em volta do pau grosso, a buceta escorrendo na almofada.
Ele não parou. Continuou fodendo meu cu fundo, o barulho molhado, o saco batendo. Depois tirou, voltou pra buceta e meteu forte algumas vezes. Tirou de novo e enfiou no cu outra vez. Alternava. Eu estava destruída de tesão.
Na terceira vez que ele enterrou no meu cu, ele gozou pela primeira vez. Gozei fundo, quente, jatos pesados enchendo meu cu. Eu senti a porra quente escorrendo enquanto ele ainda metia, empurrando a porra pra dentro.
— Toma… toma essa porra no cu, sobrinha puta.
Ele tirou o pau sujo de porra e buceta e me virou de frente. Ainda estava duro. Me empurrou de joelhos de novo e enfiou na minha boca.
— Limpa. Chupa a porra do teu cu.
Eu chupei. O gosto da porra misturado com o meu cu. Ele fodeu minha boca de novo, mais devagar dessa vez, gemendo.
Depois me jogou de costas no sofá, abriu minhas pernas e meteu na buceta outra vez. Fodeu forte, o polegar esfregando meu clitóris. Quando sentiu que ia gozar de novo, tirou, se ajoelhou na minha cara e gozou a segunda vez direto no meu rosto.
Jatos quentes e grossos bateram na minha boca, no meu nariz, nas minhas bochechas, escorrendo pros seios. Ele esfregou o pau na minha língua, sujando ainda mais.
— Abre… isso… toma na cara, putinha. Suja toda.
Ainda não tinha acabado. Ele ficou me olhando, o pau ainda latejando, e começou a bater a cabeça gorda na minha boca suja de porra. Em poucos minutos já estava duro de novo. Me virou de quatro mais uma vez, enfiou no cu de uma vez só (ainda molhado e frouxo da porra anterior) e fodeu rápido, bruto.
— Última… toma mais porra nesse cu.
Gozou a terceira vez dentro do meu cu, gemendo baixo, as mãos apertando minha bunda com força. Eu senti cada jato quente enchendo de novo. Quando ele tirou, a porra escorreu pela minha buceta e pela minha coxa.
Ele me puxou pelo cabelo, me fez chupar o pau limpo de novo e olhou pra mim que estava com a cara suja de leite dele, o cu ardendo e escorrendo porra, a buceta latejando.
— Da próxima vez que eu voltar de entrevista… você já fica pelada, de quatro, com o cu pra cima esperando. Entendeu, sobrinha?
Eu ainda estava tremendo, a cara coberta de porra, o cu latejando e escorrendo, o gosto dele forte na boca.
— Entendi, tio…
Foto 1 do Conto erotico: Meu tio não aguentou e pecou comigo.

Foto 2 do Conto erotico: Meu tio não aguentou e pecou comigo.

Foto 3 do Conto erotico: Meu tio não aguentou e pecou comigo.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Meu tio não aguentou e pecou comigo.

Codigo do conto:
269231

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
06/08/2026

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