O Quartinho dos Fundos em Salvador - Introdução a leitada no rosto
Eu ainda morava no Ceará quando fui visitar minha tia viúva em Salvador. Fiquei uma semana na casinha simples onde ela morava com o Seu João, um homem negro de 60 anos, alto, forte, ombros largos e braços grossos de quem trabalhou a vida inteira. Minha tia saía cedo todo dia para trabalhar na casa de uma família rica e só voltava à noite. O Seu João era aposentado e ficava o dia inteiro em casa. Desde o primeiro dia ele me olhava de um jeito diferente. Especialmente quando eu usava a saia jeans comprida de evangélica. Ele elogiava baixo, quase rosnando: — Porra, essa saia de crente fica foda em você… marca a bunda toda. Parece santinha, mas eu sei que tem uma putinha escondida aí. Eu fingia não ligar, mas o clima esquentava. Na última sexta-feira, eu tinha ido ao mercado e voltei carregando as sacolas. Minha tia ainda estava no trabalho. Assim que entrei, Seu João trancou a porta, tirou as sacolas das minhas mãos e me empurrou contra a parede. — Chega de frescura, sua vadia. Eu não aguento mais essa saia de igreja te provocando. Hoje eu vou te comer direito. Ele me arrastou pro quartinho dos fundos da casa — um cômodo pequeno, sujo, com parede descascando, cheiro de mofo e um colchão velhíssimo jogado no chão, cheio de manchas e mola aparecendo. O lugar era nojento, quente e apertado. Seu João me jogou no colchão sujo, puxou minha saia jeans de evangélica pra cima e rasgou a calcinha. — Olha essa boceta de santa… toda molhada pra um preto velho. Você é uma puta disfarçada de crente, né, sua vadia? Quando ele tirou a calça, o pau dele caiu pesado: enorme, preto, grosso pra caralho, veias saltadas, a cabeça brilhando de porra. Eu engoli seco. Ele riu. — Assustou, sua putinha? Agora vai ter que aguentar. Ele me abriu as pernas no colchão imundo e enfiou tudo de uma vez. Eu gritei. O pau enorme me arrombou por completo, esticando minhas paredes até doer. Ele começou a meter bruto, o colchão velho rangendo e afundando a cada estocada. — Toma essa rola preta, sua vadia! Toma! Seu cu tá tremendo, sua puta da igreja! Ele me fodia selvagem, segurando meu pescoço, cuspindo na minha boca e metendo fundo. Depois me virou de quatro no colchão sujo e continuou arrombando minha boceta com força, a barriga batendo na minha bunda, o suor pingando no meu corpo. Quando eu já estava toda mole e gozada, ele tirou o pau, me puxou pelo cabelo e enfiou na minha boca. — Agora abre essa boquinha de santa. Vou te ensinar a tomar leitada direito. Ele fodeu minha garganta sem piedade, engasgando, babando, lágrimas escorrendo. Depois tirou e começou a bater o pau enorme na minha cara. — Fica quieta e olha pra mim, sua puta. Vou te pintar toda. Com um grunhido grosso ele gozou. Jatos quentes e grossos de porra acertaram minha testa, meus olhos, meu nariz, minha boca. Ele esfregou o pau no meu rosto, espalhando a leitada, me forçando a engolir o que escorria. — Isso… fica com a cara toda lambuzada de porra. Agora você aprendeu. Toda vez que quiser, vai abrir essa boquinha e tomar leite no rosto como a vadia que é. Eu fiquei ali, ajoelhada no colchão sujo, rosto coberto de porra quente, o gosto amargo na boca. E, pela primeira vez, senti um vício nascer: a vontade de sempre terminar assim, de rosto sujo e cheio de leite.
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Como vc é uma vagabunda maravilhosa...essas suas fotos são foda....se é vc mesma...a impressão que dá é que já sabia que iria usar pra relatar suas safadezas c os machos....
Adoraria ter essa oportunidade