Quando ainda estava estudando, fui dormir na casa de uma amiga do colégio. O pai dela era um homem de uns sessenta anos, cabelos grisalhos, corpo ainda firme, voz baixa e gentil. Desde que cheguei ele não tirava os olhos de mim. Quando eu passava, ele sorria educado, mas o olhar descia pela minha blusa, pelas minhas coxas, e demorava demais. À noite minha amiga já dormia fundo. Eu estava deitada no colchão no chão do quarto dela quando ouvi o barulho. Gemidos abafados, a cama rangendo. Vim de mansinho pelo corredor e parei na porta entreaberta do quarto dos pais. A luz do abajur estava fraca. Ele estava por cima da mãe da minha amiga, as pernas dela abertas, o pau grosso entrando e saindo com força. A barriga dele batia nela a cada estocada. Ele gemia baixo, a voz rouca: — Aperta… isso… putinha… Eu fiquei parada, o coração batendo na garganta. Ele metia fundo, a mão apertando o seio da mulher, mas o jeito que ele falava… eu tinha certeza de que não estava pensando nela. Cada vez que enfiava, ele cerrava os olhos e eu imaginava que via a minha cara. Que a buceta que ele estava comendo era a minha. — Mais fundo… assim… — ele rosnava, acelerando. A mãe da minha amiga gemia, mas ele parecia distante, concentrado. Tirou o pau, virou ela de quatro e enterrou de novo, agora mais bruto. A mão dele desceu e esfregou o clitóris dela enquanto metia. Eu estava encharcada só de olhar. Minha buceta latejava dentro da calcinha. Ele gozou gemendo alto, enterrado fundo, o corpo todo tenso. Eu fiquei mais um tempo olhando a porra escorrer quando ele tirou. Depois voltei pro quarto de mansinho, o corpo inteiro quente, e forcei o sono. No dia seguinte, já na minha própria casa, eu não conseguia parar de pensar naquilo. Entrei no chuveiro, liguei a água quente e fiquei embaixo. A mão desceu sozinha. Encontrei a buceta já molhada só de lembrar. Fechei os olhos e imaginei. Imaginei a porta do banheiro abrindo. Ele entrando, só de short, o pau já marcado. Me empurrando contra a parede molhada, a voz baixa e suja no meu ouvido: — Eu vi você olhando, putinha. Ficou espiando o tio foder, né? Agora vai levar de verdade. Na minha cabeça ele me virava de frente pro azulejo, ajeitava meu quadril e enfiava o pau grosso de uma vez na minha buceta. Eu gemia alto no banheiro vazio, dois dedos entrando fundo em mim enquanto a água caía. Na fantasia ele metia com força, a mão no meu cabelo, puxando minha cabeça pra trás. — Buceta apertada de menina… toma. Aperta no pau do pai da sua amiga. Ele tirava, me ajoelhava no box e enfiava na minha boca. Eu engasgava, saliva misturada com água escorrendo pelo queixo. Ele fodia minha garganta sem dó, o saco batendo no meu queixo, e de repente a mão dele subia e batia no meu rosto. Um tapa seco, depois outro. — Olha pra mim enquanto engole, vagabunda. — Outro tapa, mais forte, a bochecha queimando. — Isso… chupa direito. Na fantasia ele me levantava de novo, me virava e cuspia no meu cu. Dois dedos grossos entravam de uma vez. Eu gemia real, o dedo do meio já enfiado no meu próprio cu enquanto os outros fodiam a buceta. Na cabeça dele o pau substituía os dedos, abrindo meu cu devagar, esticando, arrombando. — Cuzinho virgem… vai engolir tudo agora. Ele enterrava até o saco, começava a foder meu cu com violência, a mão esfregando meu clitóris ao mesmo tempo. Eu gozava no chuveiro, as pernas tremendo. Na fantasia ele não parava. Tirava do cu, voltava pra buceta, metia os dedos no cu de novo, alternava, me usava como um buraco só. De vez em quando a mão dele batia na minha cara de novo, me forçando a olhar pra ele enquanto eu gemia. No final da minha imaginação ele me puxava pelo cabelo, me ajoelhava de novo e, em vez de gozar logo, segurava o pau na minha frente e começava a mijar. O jato quente e forte batia na minha cara, escorrendo pelos olhos, pela boca, pelo pescoço. Eu abria a boca na fantasia, tomando o mijo dele enquanto ele ria baixo e batia mais um tapa no meu rosto molhado. — Toma, putinha. Bebe o mijo do tio. — Outro tapa. — Abre mais essa boca. Depois que o jato diminuía, ele enfiava o pau de novo na minha boca suja de mijo e gozava fundo, jatos densos misturando com o gosto amargo. Eu engolia na fantasia, a língua pra fora, enquanto na vida real eu gozava forte no chuveiro da minha casa, o cu latejando no meu dedo, a buceta apertando, o gemido abafado contra o azulejo. Fiquei parada embaixo da água quente, ofegante, os dedos ainda dentro de mim, a buceta latejando e o cu ardendo da minha própria mão. Tinha me masturbado pensando nele me comendo como uma puta, me arrombando, mijando na minha cara, me batendo e gozando na minha boca. E a imagem dele fodendo a esposa enquanto imaginava a minha buceta não saía da minha cabeça.
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