A 3 anos atrás, fui passar as férias de volta no Ceará, na casa da minha tia. Meus tios trabalhavam o dia inteiro durante a semana, então eu ficava sozinha na casa. De vez em quando eu saía e sentava na beirada da calçada, de shortinho jeans bem curto, daqueles que eu adorava usar. O vizinho da casa ao lado era um senhor de uns 56 anos, viúvo. Desde o primeiro dia ele ficou de olho em mim. Cada vez que eu sentava ali, ele aparecia na janela ou no portão, secando minhas pernas e o shortinho. Eu comecei a reparar que, enquanto olhava, ele ajeitava o pau dentro do short, empurrando o volume pra baixo com a mão. Um dia ele criou coragem. Cruzou o portão, veio até a calçada e puxou conversa. Perguntou meu nome, de onde eu era, se estava gostando de ficar na casa da tia. Papo foi, papo veio, e ele acabou me convidando: — Quer tomar um suco lá em casa? Tá quente pra caralho hoje… Eu aceitei. A casa dele era simples e silenciosa. Tomamos o suco na sala, conversando. Até que ele parou, me olhou de cima a baixo e falou baixo: — Você é uma delicinha, sabia? Fico doido olhando esse shortinho… Ele se aproximou, passou a mão na minha coxa e me beijou. O beijo foi quente, demorado. As mãos dele subiram por baixo do short, apertando minha bunda. Em poucos minutos ele já tinha me deitado no sofá, tirado meu short e minha calcinha e aberto minhas pernas. Abaixou a cabeça e começou a me chupar. A língua dele era quente e experiente. Lambia devagar, subindo e descendo entre os lábios da minha buceta, chupando o clitóris com força e depois voltando a lamber com a língua larga. Eu gemia alto, rebolando contra a boca dele. Ele enfiou dois dedos na minha buceta, curvando e massageando por dentro enquanto chupava, e com o outro dedo foi abrindo meu cu devagar, enfiando até a junta. Eu tremia inteira. Ele alternava: chupava o clitóris com força, metia os dedos fundo na buceta e no cu ao mesmo tempo, lambia tudo de novo. Em poucos minutos eu gozei na boca dele, apertando as pernas contra a cabeça dele, molhando o queixo e os dedos. Ele se levantou, tirou o short e mostrou o pau duro. Por ser viúvo e fazer tanto tempo que não transava, quando ele se posicionou e enfiou, só conseguiu dar umas cinco bombadas fortes. Gozou rápido, gemendo alto, enchendo minha buceta de porra quente enquanto ainda tremia. — Porra… fazia tanto tempo… — falou, ofegante, ainda dentro de mim. Mas nos dias seguintes tudo mudou. Ele foi lembrando como era. Me chamava quase todo dia, no mesmo horário em que meus tios estavam no trabalho. Me levava pro quarto, me chupava até eu gozar de novo, enfiava os dedos nos dois buracos e depois me fodia devagar, fundo, demorando bastante. As fodas ficaram longas e gostosas. Ele me colocava de quatro, me fazia cavalgar, me comia de ladinho, sempre gemendo e me chamando de delicinha enquanto metia. Ensinei para ele que eu gostava de leitada na cara, e ele logo aprendeu. Sempre que ia gozar, tirava o pau e dava aquela jatada quente no meu rosto. Eu passei as férias inteiras sendo comida pelo vizinho viúvo, no silêncio da casa dele, com o gosto da boca dele ainda na minha buceta e o rosto ainda melado da porra dele, para depois eu voltar pra casa da minha tia, com as pernas bambas de tanto ser fodida por ele.
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