O abatedouro - o quartinho do sexo.



Eu já estava frequentando aquela igreja a um tempo. Um domingo, depois do culto, enquanto a esposa do diácono conversava com as amigas no pátio, ele se aproximou de mim. Homem de 62 anos, cabelo grisalho, corpo ainda firme, olhar sério de quem tinha autoridade na igreja.
Ele se inclinou e falou baixinho, quase no meu ouvido:
— Júlia… eu ouvi alguns homens comentando sobre você. Coisas pesadas. Eu não acreditei que fosse verdade. Amanhã à tarde você vem aqui na igreja. Preciso conversar coisas sérias com você. Sozinha.
Meu coração acelerou. Concordei com a cabeça, sem conseguir falar.
No dia seguinte a igreja estava vazia. Ele me esperava perto do corredor dos fundos. Sem dizer quase nada, me conduziu até um quartinho depósito escondido. Tirou a chave de baixo de um vaso de flores, abriu a porta e me puxou para dentro.
O lugar era sujo e apertado. Cheio de tranqueiras: caixas de hinos velhos, cadeiras quebradas, panos empoeirados. No canto, um colchão surrado e manchado que tinha pertencido a um antigo caseiro da igreja. O ar era abafado e cheirava a mofo.
Ele fechou a porta, trancou e ficou me olhando com cara séria.
— Fiquei sabendo que tem homens saindo com você. É verdade?
Eu gaguejei, com medo:
— S-sim…
Ele deu um passo à frente, o olhar mudando completamente. A voz saiu baixa e suja:
— Sua putinha… vagabunda… então por que você nunca deu pra mim?
Antes que eu respondesse, ele me agarrou pelo cabelo e me jogou no colchão velho. Rasgou minha saia e a calcinha, abriu minhas pernas com força e cuspiu na minha bucetinha.
— Olha essa bucetinha usada… todo mundo comendo e eu aqui de otário pregando pureza.
Ele tirou o pau, já duro, e enfiou tudo de uma vez. Começou a meter bruto, o colchão rangendo e afundando. Segurava meu pescoço com uma mão e dava tapa no rosto com a outra.
— Isso, geme baixo, sua vadiazinha, toda santinha, e dando para os casados, e eu achando que você era toda ingênua. Quantas vezes bati punheta pensando em você, com aquela sainhas provocantes que você usa. Sua puta.
Ele me virou de quatro em cima das tranqueiras, segurou meus quadris e fodeu com violência, a barriga batendo na minha bunda. Depois me puxou pelo cabelo e enfiou o pau na minha boca, me forçando a engolir fundo até eu engasgar e babar no chão sujo.
— Chupa direito, putinha. Você já engoliu porra de quantos irmãos, hein?
Quando estava perto de gozar, tirou da minha boca, me deitou de novo e meteu forte mais um pouco. Depois se ajoelhou na minha cara e gozou. Leitada quente e grossa espirrou na minha testa, nos olhos e na boca. Ele esfregou o pau no meu rosto, espalhando tudo.
— Esse quartinho é o lugar ideal para trazer você, putinha. Aposto que já deu para alguém aqui, não foi?
Eu fiquei ali, deitada no colchão imundo, rosto coberto de porra, o cheiro de mofo e sexo misturado no ar. O diácono se ajeitou, abriu a porta e saiu como se nada tivesse acontecido.
O Abatedouro tinha nascido.
Foto 1 do Conto erotico: O abatedouro - o quartinho do sexo.

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Comentários


foto perfil usuario 785612

785612 Comentou em 27/07/2026

Delícia gostosa

foto perfil usuario bruno355

bruno355 Comentou em 27/07/2026

Uma putinha loca pra leva rola, vontade de soca minha pica nessa sua raba, mete até as bola e esporra dentro de você, delicia de puta.




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Ficha do conto

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Nome do conto:
O abatedouro - o quartinho do sexo.

Codigo do conto:
268369

Categoria:
Confissão

Data da Publicação:
27/07/2026

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