Eu trabalho numa loja de roupas no centro de Florianópolis. Um dia uma irmã da igreja descobriu que eu ficava ali e passou a aparecer com frequência. Sempre acompanhada do marido. Ele tinha uns 64 anos, descendente de italiano, bem alto (1,85 m), barrigudo, com uma barba grisalha bem feita e aparada. Sempre cheiroso e arrumado. Eu comecei a chamá-lo de “tio” e ele adorava. Sorria toda vez que eu falava. Enquanto a esposa olhava as araras ou entrava no provador, ele não tirava os olhos de mim. Eu sentia o olhar dele queimando na minha bunda, nas minhas pernas, no decote. E eu ficava molhadinha só de imaginar besteira com aquele homem casado e mais velho. Até que um dia a esposa entrou no provador com várias peças. Ele se aproximou do balcão, puxou conversa baixa e, no final, perguntou direto: — Não tenho nenhuma chance contigo, né, sobrinha? Eu só dei um sorriso e uma piscadinha. Ele pediu o horário que eu saía. Quando fechei a loja, o carro dele já estava parado do outro lado da rua, com o vidro meio aberto. Subi sem pensar duas vezes. Ele dirigiu em silêncio até um motel de beira de estrada, longe de onde a gente morava. Assim que entramos no quarto, o homem gentil e educado da loja sumiu. Ele me puxou pela cintura, me beijou com fome e falou rouco: — Chama de tio de novo… fala pra mim. — Tio… — sussurrei. Ele gemeu, as mãos grandes descendo e apertando minha bunda com força. As mãos dele eram enormes, parecia que conseguiam pegar minha bunda inteira de uma vez só. Apertou, separou, deu um tapa forte e falou: — Que bundinha gostosa, sobrinha… delicinha do tio. Agora ajoelha. Quero ver essa boquinha trabalhando. Eu ajoelhei na frente dele. Quando tirou a calça, o pau grande e grosso saltou na minha cara. Ele segurou meu cabelo com uma das mãos enormes e enfiou na minha boca. No começo fui devagar, mas ele não teve paciência. Segurou minha cabeça com as duas mãos e começou a meter fundo na minha garganta. Eu engasgava, babava, os olhos marejavam, mas ele continuava forçando. — Isso, sobrinha… engole tudo. Aguenta o pau do tio no fundo da garganta. Ele fodia minha boca com vontade, o pau grosso entrando até eu sentir a cabeça bater no fundo. Eu engasgava alto, a saliva escorria pelo queixo e pingava no chão, mas ele não parava. Ficou assim por um tempo, gemendo e me chamando de delicinha enquanto usava minha garganta. Quando tirou, um fio de saliva ligava minha boca à cabeça do pau dele. Ele me puxou pela cintura, me jogou na cama, abriu minhas pernas e se posicionou. Com as mãos enormes abriu minha bunda e enfiou o pau grosso tudo de uma vez, sem dó. Eu gritei. — Aiii, tio… é muito grosso… — Aguenta, sobrinha gostosinha… o tio vai te foder direito agora. Ele começou a meter com força, as mãos segurando minha bunda inteira, os dedos afundando na carne. Cada estocada era profunda e pesada. O som molhado da minha buceta ecoava no quarto junto com os gemidos dele. — Que bucetinha apertada… toda molhada pra mim. Fala que gosta, delicinha. — Gosto, tio… gosto desse pau grosso… Ele me virou de quatro, segurou minha cintura com uma mão e a outra agarrou meu cabelo. Voltou a meter sem piedade, a barriga batendo na minha bunda a cada investida. De vez em quando parava fundo, rebolava dentro de mim e falava sujo: — Olha como o pau do tio abre essa bucetinha… grita mais pra mim, sobrinha. Eu gritava mesmo. O pau grosso entrava inteiro, me arrombando gostoso, e as mãos grandes dele não paravam de apertar, bater e abrir minha bunda. Em um momento ele cuspiu na minha entrada e meteu ainda mais fundo, gemendo alto. Me virou de novo, me colocou de frente e me fodeu olhando nos meus olhos, me enforcando de leve com uma das mãos enormes enquanto a outra apertava um seio. — Sobrinha gostosinha… delicinha do tio… nunca vou esquecer dessa buceta. Quando sentiu que ia gozar, tirou o pau, se ajoelhou na minha cara e gozou. Leitada quente e grossa espirrou na minha testa, nos olhos, na boca e escorreu pelo queixo. Ele ainda esfregou a cabeça do pau nos meus lábios, me forçando a lamber o resto. Ofegante, passou a mão grande no meu rosto sujo e falou, sorrindo: — Da próxima vez o tio te busca mais cedo… e vai ser ainda mais bruto, sobrinha. Eu fiquei deitada na cama do motel, pernas abertas, rosto coberto de porra, a garganta ainda doendo, sentindo a buceta latejando do pau grosso dele. E já querendo a próxima vez.
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