Gozando na boca do irmão



No fim do ano passado, um casal novo apareceu na igreja. Ele se chamava Ricardo. Uns sessenta anos, cabelo grisalho, voz calma, jeito de homem que já viveu. A esposa dele, uns quarenta. Mas não foi a esposa que me prendeu. Foi o nome. Ricardo. O mesmo nome de um seguidor e amigo meu das redes, alguém que eu gostava pra caralho. E ele ainda se parecia. O olhar, o sorriso de canto, o jeito de falar baixo. Toda vez que eu via aquele homem na igreja, a buceta latejava sem eu pedir.
Comecei a me vestir de propósito. Saias mais curtas. Blusas que marcavam o peito. Calcinha fina o bastante pra o tecido da saia denunciar a fenda quando eu sentava. Queria que ele notasse. E ele notou.
Um domingo, na cantina, a esposa tinha saído pra conversar com as irmãs. Eu cheguei nele. Pedi um suco. Fingi que era só conversa.
— Irmão Ricardo… o senhor é novo aqui, né?

Ele sorriu. Olhou minha boca um segundo a mais do que deveria.
— Sou. E você é a Júlia.

Conversamos. Depois conversamos de novo. No corredor. Depois do culto. Sempre quando ela não estava colada. Até que um dia eu falei, baixo:
— A gente podia tomar um sorvete. Só nós dois.

Ele entendeu. Não foi sorvete. Foi motel. Quarto escuro, ar-condicionado ruindo, cama de colcha barata. Mal trancou a porta e a mão dele já estava na minha coxa.
— Você se vestia pra mim, né, putinha?
— Me vestia.

Ele me deitou na beira da cama, ajeitou minhas pernas nos ombros dele e abaixou a cara. Não teve pressa. A língua passou primeiro por fora, lenta, abrindo meus lábios com a ponta. Depois chupou o clitóris inteiro, quente, molhado, puxando com a boca. Eu soltei um gemido que não consegui segurar.
— Porra…

Ele não parou. A língua fazia círculos apertados no clitóris, depois descia pela fenda, enfiava um pouco, voltava, chupava de novo. Os dedos dele entraram. Dois. Grossos. Curvaram dentro da minha buceta e acharam o ponto na hora. Enquanto a boca trabalhava o clitóris, os dedos fodiam, lentos no começo, depois mais fundo, mais ritmados. Eu sentia cada lambida. Cada sucção. A língua larga, áspera no jeito certo, molhando tudo.
— Assim… não para…

Ele riu contra a minha buceta.
— Delícia. Tá escorrendo na minha boca.

A pressão subiu rápido demais. O clitóris latejava de tão inchado. Os dedos bateram naquele ponto por dentro e a língua sugou forte. Foi a primeira vez que eu gozei daquele jeito com sexo oral. Não foi um gozo normal. Foi um negócio que rasgou. A buceta apertou, o ventre contraiu e eu mijei. Um jato quente, descontrolado, direto na boca dele. Eu tentei fechar as pernas, assustada, mas ele segurou minhas coxas e abriu mais.
— Isso. Mija. Tomo tudo.

Ele bebeu. Não desviou. A boca ficou colada, engolindo, lambendo o que escorria, chupando de novo o clitóris ainda latejando. Eu tremia, a cara quente, a buceta pulsando tão forte que doía gostoso.
— Primeira vez… que eu gozo assim… na boca de alguém…
— Então goza de novo.

Ele não me deu tempo. Os dedos voltaram, agora três, abrindo. A língua desceu, lambeu o cu, subiu, chupou o clitóris outra vez, mais bruto. Eu já estava sensível demais. Cada lambida era um choque. Ele enfia os dedos, girava, puxava, chupava. A outra mão abriu minha bunda e o polegar pressionou meu cu. Eu gozei de novo. Outro jato. Mais forte. Mijo quente enchendo a boca dele. Ele tomou tudo outra vez, gemendo contra a minha buceta como se fosse a melhor coisa que já tinha bebido.
Eu fiquei mole. Exausta. As pernas não aguentavam. O clitóris latejava, a buceta aberta, o cu contraído no polegar dele. Eu mal conseguia respirar.
— Eu… não aguento…
— Aguenta. Agora o tio vai foder.

Ele subiu. O pau era grosso, quente, já molhado e visguento. Entrou numa estocada só. Eu estava tão molhada, tão frouxa do oral, que ele enterrou até o fundo sem esforço. Mesmo assim o tamanho esticou. Eu gemi fraco, o corpo mole demais pra reagir direito. Ele meteu. Fundo. Pesado. A barriga dele batendo na minha. Os dedos ainda no meu cu, agora metendo no mesmo ritmo do pau.
— Putinha da igreja… gozou mijando na minha boca duas vezes e ainda aperta.

Eu só aguentava sentir. A buceta latejando em volta do pau, o clitóris esfregando na base a cada estocada, o cu sendo aberto pelo dedo. Ele fodeu até gozar fundo, quente, enchendo. Tirou, passou a cabeça na minha boca e me fez lamber o que restou.
Fiquei deitada, pernas abertas, a buceta pulsátil, o gosto dele na língua, o corpo inteiro mole daquele oral que me destruiu. Foi a primeira vez que um homem me fez gozar daquele jeito só com a boca. E eu ainda estava sentindo o mijo que ele bebeu.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Gozando na boca do irmão

Codigo do conto:
271300

Categoria:
Confissão

Data da Publicação:
02/09/2026

Quant.de Votos:
3

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