Tudo começou quando eu descobri o poder das redes sociais. No começo era só curtir e comentar… depois virou vício. Já tive seis contas no Instagram. Todas foram bloqueadas. Sempre a mesma coisa: eu postava fotos mais ousadas, começava a trocar mensagens privadas, mandava nudes e, em poucos dias, a conta caía. Mas eu não parava. Hoje estou no Facebook e no Twitter. Só falo com eles durante o dia, no trabalho. Em casa eu não entro em nenhuma rede social por causa dos meus pais e da igreja. Nunca faço vídeo chamada. Só troca de fotos e vídeos. Tenho dois seguidores preferidos: o Ric e o Ro. Ambos com mais de 50 anos. O Ric é o mais velho e o mais gentil. Ele fala baixo, quase carinhoso, mas adora usar a palavra “buceta”. Sempre manda mensagens do tipo: — Mostra essa buceta pra mim… quero ver ela bem aberta. Você fica tão gostosa assim. O Ro é diferente. Tem o corpo mais atlético, peito definido, braços fortes. Ele é direto e xula. Me chama de puta e vagabunda o tempo todo: — Abre essa buceta, sua puta. Quero ver essa vagabunda se tocando pra mim. Eu adoro ver. Durante o expediente, escondida no banheiro ou no intervalo, eu mando foto da minha buceta bem aberta, os dedos abrindo os lábios. Às vezes filmo o dedo entrando e saindo, bem molhado, e mando o vídeo rápido. O Ric responde quase na hora com um vídeo dele se masturbando. A mão sobe e desce devagar no pau, ele geme baixo e fala: — Olha o que você faz comigo… essa buceta está me deixando louco. Quando goza, aponta o celular e a leitada escorre pelos dedos. Eu fico olhando fixamente, mordendo o lábio, sentindo a calcinha molhar. O Ro manda vídeo mais agressivo. Ele se filma de baixo, mostrando o corpo atlético, o pau duro batendo na barriga, e fala enquanto bate: — Toma essa porra, sua puta… sua vagabunda. Imagina isso na sua cara. A leitada dele sai forte, em jatos. Eu adoro ver. Fico assistindo os dois vídeos várias vezes, escondida, rebolando de leve na cadeira ou no banheiro, esfregando a buceta por cima da calcinha enquanto a porra deles escorre na tela. Depois mando outra foto, dessa vez com os dedos molhados, e escrevo só: “Mais.” Eles sempre mandam de novo. Eu fico o resto do dia com o celular escondido, revendo as leitadas, ouvindo as falas sujas, sentindo o corpo inteiro quente. O Instagram me bloqueou seis vezes. O Facebook e o Twitter ainda aguentam. E enquanto aguentarem, eu continuo. Todo dia a mesma coisa: no trabalho, escondida, abrindo as pernas na câmera e esperando a porra dos meus dois homens de 50 e poucos anos escorrer na tela.
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