Eu ainda estava no ensino médio em Florianópolis. Um sábado de sol forte, eu e uma amiga do colégio fomos para um trecho isolado da Praia dos Ingleses, caminhando em direção às dunas que levam à Praia do Santinho. Era um canto quase deserto. Apareceu um homem de uns 50 anos, de sunga preta bem justa que marcava o pau grosso. Eu olhava sorrateiramente, mordendo os lábios, mas fingia ser a santinha na frente da minha amiga. Ele ofereceu cerveja, conversou, foi gentil. Quando ela foi mijar atrás das dunas, ele se aproximou e combinamos de nos encontrar no dia seguinte, no mesmo lugar. No dia seguinte eu voltei sozinha. Ele já estava lá. Dessa vez não teve conversa educada. Me puxou pela cintura, beijou com fome e me arrastou para um cantinho escondido entre as dunas. — Ontem eu me contive. Hoje eu vou te foder como você merece, sua putinha de colégio. Ele arrancou minha blusa e o short, me empurrou de quatro na areia quente e abriu minha bunda com as duas mãos. Cuspiu na minha bucetinha e enfiou o pau grosso de uma vez só, até o fundo. Eu gritei. Ele começou a meter com força, segurando meu cabelo e me puxando para trás a cada estocada. — Isso… aperta essa bucetinha em mim. Tava doida pra levar porra na praia, né? Ele me fodeu bruto, a areia entrando em tudo, o som molhado da minha buceta ecoando. De vez em quando dava tapa forte na minha bunda e no rosto. Depois me virou de frente, me enforcou com uma mão enquanto metia fundo, olhando nos meus olhos. De repente parou, pegou meu celular da bolsa e destrancou. — Abre as pernas. Quero foto dessa bucetinha molhada. Me obrigou a abrir bem as pernas e segurar os lábios da buceta com os dedos enquanto ele tirava várias fotos de perto. Depois me puxou pelo cabelo e enfiou o pau na minha boca. — Agora chupa. Olha pra câmera enquanto engole. Ele filmou e tirou fotos de mim de joelhos na areia, babando no pau dele, olhos marejados, enquanto ele metia fundo na minha garganta. Eu engasgava e ele só ria, segurando meu cabelo e forçando mais. — Boa putinha… engole tudo. Depois você vai ver essas fotos e se lembrar de quem te fodeu gostoso. Ele me colocou de novo de quatro e voltou a me foder com violência, batendo a pélvis na minha bunda, me enforcando de trás. Em um momento se levantou, segurou o pau e começou a mijar nos meus pés e na minha canela. O jato quente escorria entre meus dedos enquanto ele gemia: — Toma mijo, sua vadia. Eu estava tremendo de tesão. Ele me fodeu mais um pouco até eu gozar forte, apertando o pau dele. Quando sentiu que ia gozar, tirou, me puxou pelo cabelo e se ajoelhou na minha frente. — Abre a boca e fecha os olhos. Quero ver essa carinha de colegial toda suja de leite. Ele gozou em jatos grossos e quentes. A leitada acertou minha testa, meus olhos, meu nariz, minha boca e escorreu pelo queixo e pelo pescoço. Ele ainda esfregou o pau no meu rosto, espalhando a porra, enquanto tirava mais uma foto. — Olha que putinha linda… toda lambuzada. Guarda essas fotos. Fiquei deitada na areia, rosto coberto de leite, pés molhados de mijo, o celular com as fotos sujas dele na minha bolsa. E eu nunca mais o vi
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