Eu tinha meus dezessete anos e fui dormir na casa da minha amiga da igreja depois do culto dos jovens. A gente saiu, comeu numa lanchonete e por volta das onze e meia o padrasto dela veio nos buscar. Ele tinha uns sessenta e poucos anos, careca, barriga grande, peito peludo e aquele jeito de cristão quieto que todo mundo respeitava na igreja. Ninguém imaginava o que passava na cabeça dele. Chegamos na casa. Minha amiga foi tomar banho primeiro e me deixou no quarto dela. Eu fiquei deitada, ainda de saia preta e blusa social do culto. Depois de um tempo saí descalça pelo corredor pra beber água. Foi quando vi. A porta do banheiro estava entreaberta só um fiapo. Ele estava ajoelhado do lado de fora, um olho colado no buraco da fechadura, a mão dentro do short, mexendo no pau grosso. Eu parei no escuro do corredor. Ele não me viu. Respirava pesado, a mão subindo e descendo rápido. Eu fiquei olhando uns segundos, sentindo a buceta latejar só de ver. Depois dei um passo proposital no chão. Ele se assustou, se levantou rápido, ajeitou o short e passou por mim sem olhar, murmurando alguma coisa sobre “ir ver a televisão”. Eu finjo que não vi nada. Só continuei até a cozinha, bebi a água e voltei pro quarto com o coração batendo. Quando chegou minha vez de tomar banho, eu já sabia. Deixei a porta do banheiro só encostada. Tirei a roupa devagar, de frente pro espelho, sabendo que ele estava do outro lado do buraco da fechadura de novo. Passei a mão nos seios, desci pela barriga e enfiei dois dedos na buceta bem devagar, abrindo os lábios pra ele ver. Fiquei gemendo baixinho de propósito. Depois lavei o corpo bem lento, a água escorrendo pela bunda, e saí só de toalha curta. Mais tarde minha amiga já dormia fundo. Eu esperei. Saí de novo descalça, de camisola fina sem calcinha, e fui até a sala. Ele estava sentado no sofá na escuridão, só a luz da televisão ligada no mudo. Quando me viu, tentou disfarçar. — Não consegue dormir, filha? Eu parei na frente dele. — Eu vi o senhor olhando, tio. Vi a mão no short. Ele engoliu seco. A barriga subia e descia. — Você… não deveria ter visto isso. — Mas eu vi. E gostei. — Abri a camisola na frente dele. Os seios apareceram. A buceta nua, já molhada. — O senhor tava se tocando pensando na minha buceta, não tava? Ele se levantou rápido. A mão grande e grossa agarrou meu braço com força. — Sua amiga tá dormindo. Vem. Me arrastou pelo corredor até o quarto vazio da empregada, no fundo da casa. Empurrou a porta, me jogou pra dentro e trancou. O quarto era pequeno, só uma cama de solteiro velha e um armário. Ele me empurrou contra a parede e rasgou a camisola no meio. — Putinha da igreja… safada pra caralho. Ficou se exibindo no banho pra mim, né? A mão dele desceu e enfiou três dedos de uma vez na minha buceta. Eu soltei um gemido alto. Ele meteu fundo, sem carinho, curvou os dedos e bateu naquele ponto com força. — Molhada pra porra. Buceta de puta. — Tirou os dedos, enfiou na minha boca e me fez chupar. — Limpa. Depois me jogou de joelhos no chão frio. Abriu o short. O pau saiu grosso, curto, veias saltadas, a cabeça já brilhando de pré-porra. Cheiro forte de homem velho. — Abre essa boca, vagabunda. Enfiou até o fundo. Eu engasguei. Ele segurou minha cabeça com as duas mãos e fodeu minha garganta com violência, a barriga batendo no meu nariz, o saco grosso esmurrando meu queixo. Eu chorava de engasgo, saliva escorrendo pelo pescoço, mas ele não parava. — Isso… engole o pau do padrasto da sua amiga, putinha. Olha pra mim enquanto engasga nessa porra. Ele meteu até eu quase vomitar e tirou. Um fio grosso de saliva e pré-porra escorreu da minha língua. Me virou de quatro na cama velha, abriu minhas nádegas com as mãos grandes e cuspiu no meu cu. — Agora esse cuzinho. Dois dedos grossos entraram no meu cu de uma vez. Eu gritei. Ele meteu fundo, abrindo, girando, sem dó. A outra mão voltou pra buceta e enfiou mais três dedos. Eu estava sendo arrombada pelos dois buracos ao mesmo tempo, os dedos dele fodendo sem ritmo, bruto. — Aperta… aperta esses dedos, vadia. — Ele metia os dedos no cu com força, o polegar esfregando meu clitóris até doer gostoso. Eu gozei tremendo, a buceta escorrendo na mão dele, o cu contraindo nos dedos. Ele tirou os dedos, me puxou pelo cabelo e enfiou o pau na minha boca de novo, sujo de buceta e cu. — Chupa. Limpa a porra do teu cu. Eu chupei, o gosto amargo e forte. Depois ele me jogou de costas, abriu minhas pernas até doer e enterrou o pau na buceta de uma tacada. O peso da barriga dele caiu em cima de mim. Ele fodeu com violência, a cama batendo na parede, as mãos apertando meu pescoço. — Buceta apertada de menina da igreja… toma, porra. — Um dedo voltou pro meu cu e enfiou até a juntura enquanto o pau metia fundo. Eu gozei de novo, a vista escurecendo, o clitóris latejando sob a pressão da barriga dele. Ele tirou o pau, me virou de quatro outra vez e enfiou no cu sem avisar. A cabeça gorda abriu o anel já dilatado pelos dedos. Eu gritei no travesseiro. Ele enterrou até o saco e começou a foder meu cu com força, as mãos abrindo minhas nádegas, o peito peludo suado grudando nas minhas costas. — Cuzinho de puta… aperta. Aperta o pau do tio. Ele meteu até eu gozar de novo só com o cu sendo arrombado. Depois tirou, me puxou pelo cabelo pra beira da cama e gozou a primeira vez na minha cara. Jatos quentes e densos bateram na minha boca, no meu nariz, nos meus olhos. Ele esfregou o pau sujo de porra na minha língua, gemendo baixo. — Engole… isso… toma na cara, vagabunda. Ainda duro, ele me empurrou de novo de quatro e voltou pro meu cu. Fodeu mais um pouco, bruto, e gozou a segunda vez dentro. A porra quente encheu meu cu e escorreu pela minha buceta quando ele tirou. Me virou mais uma vez, enfiou o pau na minha boca sujo de porra e cu e me fez chupar até ele endurecer de novo. Na terceira vez ele me sentou no pau de costas, a barriga dele encostando na minha, e me fodeu a buceta com os dedos no cu ao mesmo tempo. Eu gozei gritando, a buceta apertando, o cu engolindo os dedos. Ele me tirou de cima, me ajoelhou e gozou a terceira vez no meu rosto de novo, cobrindo a porra que já estava seca. Quando terminou, eu estava de joelhos no chão do quarto da empregada, a cara completamente suja de porra, o cu ardendo e escorrendo, a buceta latejando e aberta. Ele ajeitou o short, olhou pra mim e falou baixo, ainda ofegante: — Amanhã no culto você vai sentar na mesma fileira que eu. E vai ficar pensando nesse pau dentro do teu cu. Entendeu, putinha? Eu engoli a porra que ainda escorria pela boca e só consegui responder: — Entendi…
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